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GLOMERULONEFRITE PÓS INFECCIOSA Anna Rita Aguirre set/2005.

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1 GLOMERULONEFRITE PÓS INFECCIOSA Anna Rita Aguirre set/2005

2 Epidemiologia Têm diminuído nos países desenvolvidos, mantendo-se com alta incidência nos países em desenvolvimento Têm diminuído nos países desenvolvidos, mantendo-se com alta incidência nos países em desenvolvimento 2 x mais comum em homens que em mulheres 2 x mais comum em homens que em mulheres afeta principalmente crianças, dos 2 aos 14 anos de idade afeta principalmente crianças, dos 2 aos 14 anos de idade

3 Patogênese Após infecção estreptocócica da pele ( M 47, 49, 57 ) ou do trato respiratório superior ( M 1, 2, 4, 12 ) Após infecção estreptocócica da pele ( M 47, 49, 57 ) ou do trato respiratório superior ( M 1, 2, 4, 12 ) Complexo antígeno-anticorpo circulante e no glomérulo leva à ativação da cascata do complemento, com liberação de citocinas inflamatórias e fatores quimiotáticos, amplificadores da lesão e, atração de plaquetas Complexo antígeno-anticorpo circulante e no glomérulo leva à ativação da cascata do complemento, com liberação de citocinas inflamatórias e fatores quimiotáticos, amplificadores da lesão e, atração de plaquetas

4 Patogênese Dois antígenos isolados de estreptococos nefritogênicos estão em investigação : o zimogênio precursor da exotoxina B e o GAPDH Dois antígenos isolados de estreptococos nefritogênicos estão em investigação : o zimogênio precursor da exotoxina B e o GAPDH Foram isolados em glomérulos, e induzem resposta antigênica específica e duradoura Foram isolados em glomérulos, e induzem resposta antigênica específica e duradoura Além deles, foi também isolado um fator reumatóide anti-IgG, provavelmente estimulado pela neuraminidase anti-estreptocócica, que facilita infiltração renal pelos leucócitos Além deles, foi também isolado um fator reumatóide anti-IgG, provavelmente estimulado pela neuraminidase anti-estreptocócica, que facilita infiltração renal pelos leucócitos

5 Patologia A biópsia renal mostra uma glomerulonefrite endocapilar proliferativa difusa exsudativa. Há infiltração glomerular e intersticial de monócitos e linfócitos. Ocasionalmente, aparece vasculite das artérias intrarrenais A biópsia renal mostra uma glomerulonefrite endocapilar proliferativa difusa exsudativa. Há infiltração glomerular e intersticial de monócitos e linfócitos. Ocasionalmente, aparece vasculite das artérias intrarrenais A IF mostra depósitos de C3 ( 100% ), IgG ( 62% ), IgM ( 76% ), MAC ( 85%) nas alças capilares e no mesângio A IF mostra depósitos de C3 ( 100% ), IgG ( 62% ), IgM ( 76% ), MAC ( 85%) nas alças capilares e no mesângio À ME, são vistos os humps, correspondentes aos depósitos subepiteliais de imunocomplexos, que não são patognomônicos, mas são muito característicos da GNDA À ME, são vistos os humps, correspondentes aos depósitos subepiteliais de imunocomplexos, que não são patognomônicos, mas são muito característicos da GNDA

6 Patologia

7 Patologia

8 Manifestações clínicas e laboratório Hipertensão ( 80%), edema ( 80% ) e hematúria micro ou macroscópica ( 100%) de instalação súbita, várias semanas após infecção cutânea ou cerca de 2 semanas após infecção de orofaringe Hipertensão ( 80%), edema ( 80% ) e hematúria micro ou macroscópica ( 100%) de instalação súbita, várias semanas após infecção cutânea ou cerca de 2 semanas após infecção de orofaringe Geralmente, mais grave em adultos/ idosos, com alta incidência de insuficiência cardíaca congestiva e alta mortalidade Geralmente, mais grave em adultos/ idosos, com alta incidência de insuficiência cardíaca congestiva e alta mortalidade Em menos de 1 % dos casos, ocorre forma rapidamente progressiva, com crescentes Em menos de 1 % dos casos, ocorre forma rapidamente progressiva, com crescentes

9 Manifestações clínicas e laboratório Uremia também é mais comum em adultos, com maior necessidade de diálise Uremia também é mais comum em adultos, com maior necessidade de diálise ASLO, anti-DNAse B, anti-hialuronidase e anti-estreptoquinase: consegue-se demonstrar a infecção pelo estreptococo em cerca de 80% dos casos, com a combinação desses Acs ASLO, anti-DNAse B, anti-hialuronidase e anti-estreptoquinase: consegue-se demonstrar a infecção pelo estreptococo em cerca de 80% dos casos, com a combinação desses Acs

10 Manifestações clínicas e laboratório C3 : consumido em 90 % dos casos, com normalização rápida ( até 2 meses ). C4 normal C3 : consumido em 90 % dos casos, com normalização rápida ( até 2 meses ). C4 normal IgM e IgG séricas elevadas em até 80 % IgM e IgG séricas elevadas em até 80 % FR e crioglobulina positivos em 1/3 dos casos FR e crioglobulina positivos em 1/3 dos casos Ocasionalmente, ANCA positivo Ocasionalmente, ANCA positivo

11 Conduta A biópsia renal está indicada apenas se houver fatores de confusão, como doenças associadas, síndrome nefrótica, achados laboratoriais inesperados A biópsia renal está indicada apenas se houver fatores de confusão, como doenças associadas, síndrome nefrótica, achados laboratoriais inesperados Tratamento : Tratamento : –erradicar o possível foco de infecção, com penicilina ou eritromicina –manejo da síndrome nefrótica, com diuréticos e restrição hidrossalina –tratamento da hipertensão –diálise ( até 30% dos adultos )

12 Conduta Não há evidências de benefício com imunossupressão em altas doses ( corticóide ou ciclofosfamida ), mesmo em caso de doença crescêntica Não há evidências de benefício com imunossupressão em altas doses ( corticóide ou ciclofosfamida ), mesmo em caso de doença crescêntica

13 Evolução Na maioria dos casos, a resolução das manifestações clínicas é rápida, com aumento da diurese, em média, em 1 semana e normalização da creatinina em cerca de 1 mês. A melhora da hematúria varia de 3 a 6 meses e a proteinúria ainda pode ser demonstrada em 15 % dos pacientes após 3 anos e, em 2 % após 7 a 10 anos Na maioria dos casos, a resolução das manifestações clínicas é rápida, com aumento da diurese, em média, em 1 semana e normalização da creatinina em cerca de 1 mês. A melhora da hematúria varia de 3 a 6 meses e a proteinúria ainda pode ser demonstrada em 15 % dos pacientes após 3 anos e, em 2 % após 7 a 10 anos

14 Evolução Em crianças, essa resolução costuma ser completa. Muitos casos sem resolução da proteinúria se devem à glomerulosclerose secundária, demonstrável em biópsia. Outros podem ter sido glomerulonefrite membrano- proliferativa, sem diagnóstico na fase aguda Em crianças, essa resolução costuma ser completa. Muitos casos sem resolução da proteinúria se devem à glomerulosclerose secundária, demonstrável em biópsia. Outros podem ter sido glomerulonefrite membrano- proliferativa, sem diagnóstico na fase aguda Nos pacientes que desenvolvem glomerulos- clerose, tratamento antihipertensivo pode lentificar a progressão Nos pacientes que desenvolvem glomerulos- clerose, tratamento antihipertensivo pode lentificar a progressão Adultos costumam ter evolução pior que crianças, tanto do quadro agudo, como da função renal a médio e longo prazo Adultos costumam ter evolução pior que crianças, tanto do quadro agudo, como da função renal a médio e longo prazo


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