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Centro de Distribuição Expedição Ariel Donegá Melissa Pereira Paulo Tobaldini Samira Antunes.

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1 Centro de Distribuição Expedição Ariel Donegá Melissa Pereira Paulo Tobaldini Samira Antunes

2 Introdução  Nos dias de hoje, com o ambiente empresarial cada vez mais competitivo, a tecnologia de informação, quando bem utilizada, torna-se um importante diferencial entre as empresas na busca pela excelência no atendimento ao cliente.  Uma questão básica do gerenciamento logístico é como estruturar sistemas de distribuição capazes de atender de forma econômica os mercados geograficamente distantes das fontes de produção, oferecendo níveis de serviço cada vez mais altos em termos de disponibilidade de estoque e tempo de atendimento.  Neste contexto, a atenção se volta para as instalações de armazenagem e como elas podem contribuir para atender de forma eficiente as metas estabelecidas de nível de serviço. A funcionalidade destas instalações dependerá da estrutura de distribuição adotada pela empresa (Lacerda, 2000).

3 Centro de Distribuição  É um armazém que tem por objetivo realizar a gestão dos estoques de mercadorias na distribuição física.  Em geral este armazém recebe cargas consolidadas de diversos fornecedores.  Estas cargas são então fracionadas com intuito de consolidar os produtos em quantidade e variedade corretas, para depois serem encaminhadas aos pontos de vendas, ou em alguns casos aos clientes finais.

4  Segundo Lacerda (2000), o objetivo principal dos CDs é permitir uma resposta rápida às necessidades dos clientes de determinada área geográfica, normalmente distante dos centros produtores, e com isso melhorar o nível de serviço prestado.  Já para Calazans (2001), o objetivo principal do CD é manter estoque a fim de suprir a cadeia logística. Estes objetivos se complementam, já que ambos focam o nível de serviço que a empresa quer proporcionar ao seu cliente final, sendo o mais importante atender ao cliente com o menor custo na hora e no local certo. Centro de Distribuição

5 Funções Básicas do CD

6 Expedição O fluxograma mostra as atividades de chegada, carregamento do caminhão, entrega dos documentos e sua saída

7 Expedição  A expedição pode ser considerada como a última etapa a ser realizada no CD.  Consiste basicamente na verificação e no carregamento dos produtos nos veículos determinados.  Como o recebimento, a expedição também é realizada na maioria das vezes de forma manual.  A embalagem mais uma vez apresenta importante papel na expedição, já que cargas unitizadas reduzem o tempo de carregamento do veículo (Bowersox & Closs, 2001).  A expedição envolve atividades como: conferência do pedido e da nota fiscal, emissão de documentos de expedição, pesagem da carga para estipular o custo de transporte, dentre outras.

8 Para Calazans (2001), existem alguns fatores que podem prejudicar a eficiência da operação de expedição. São eles:  Atrasos de transportadoras, gerando congestionamentos na área de expedição;  Quebra de sincronia entre os processos de recebimento e expedição nas operações de crossdocking. Com isso, a área de expedição pode-se transformar em área de estocagem, dificultando a operação de expedição em si;  Criação de procedimentos complexos e detalhistas de conferência, diminuindo a velocidade do fluxo de expedição;  Picos de demanda não planejados em relação ao processo de expedição. Expedição

9 Dados  Quantidade total a ser expedida  Peso total e/ou volume a se expedido  Números de pontos de embarque  Distâncias envolvidas  Meios de transporte  Datas de entrega  Documentação

10 Expedição – Área de Carregamento Após as mercadorias serem embaladas para expedição, elas devem ser colocadas numa área com:  Piso marcado com sinais, designando:  Cliente  Região geográfica  Transportador etc  Podem ser usadas para cargas paletizadas; As operações de carregamento são influenciadas por fatores como:  Pessoal  Equipamento disponível  Equipamento de transporte  Características do material a ser carregado etc

11 Expedição – Área de Carregamento O tipo de transporte a ser utilizado deve ser especificado pelo chefe de transporte, baseado no tipo de embarque disponível:  Se é paletizado ou não  Se consiste em itens volumosos  Se é pesado e se tem peso concentrado  Se consiste em itens frágeis  Se são contamináveis, explosivos ou perigosos O tipo de transporte também pode ser determinado segundo outros fatores, como:  Destino  Distância  Frequência

12 Cross - Docking  Fluxo acelerado de produtos do recebimento à expedição  Trata-se de uma disposição na qual o produto chega a um armazém e é expedido sem ir para o estoque  O sucesso da operação no Cross Docking é associado à capacidade de planejamento e seu cumprimento. Isso permite que a passagem do estoque seja a mais rápida possível.

13 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  MOURA, Reinaldo Aparecido. Manual de logística: Armazenagem e distribuição física. São Paulo: IMAM, 1997 – volume 2.  BARROS, Monica Coutinho de. Warehouse management system (WMS): conceitos teóricos e implementação em um centro de distribuição. Rio de Janeiro : PUC-Rio, Departamento de Engenharia Industrial, 2005


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