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ESCOLA DIOCESANA DE CATEQUESE COMO TRABALHAR O SEGUNDO TESTAMENTO NA CATEQUESE EXPERIÊNCIA COM A PESSOA DE JESUS ROBERTO BOCALETE.

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1 ESCOLA DIOCESANA DE CATEQUESE COMO TRABALHAR O SEGUNDO TESTAMENTO NA CATEQUESE EXPERIÊNCIA COM A PESSOA DE JESUS ROBERTO BOCALETE

2 Para uma reflexão do Segundo Testamento é preciso considerar que sua criação literária tem relação com a mensagem das primeiras testemunhas em vistas da consolidação da fé e da identidade cristã Quanto ao processo de estruturação: fato-interpretação-anúncio- acontecimento-reinterpretação-palavra

3 A pedagogia de Deus, que continua se revelando nos acontecimentos, convida-nos ao caráter da experiência, não reduzindo a catequese a uma simples transmissão de um saber religioso, e a fé a simples aceitação de um sistema doutrinal

4 O ponto de partida para o Segundo Testamento é Jesus de Nazaré, como grande mestre, aquele que convoca ao seguimento. OBJETIVO: trabalhar estratégias pedagógicas para uma catequese cristológica, sobre Jesus Cristo, tendo ele como eixo central de todo itinerário catequético: em Jesus o homem é plenificado, predestinado a uma experiência relacional.

5 Jesus, para revelar o Pai e anunciar o Reino de Deus, encarnou-se na vida dos homens. Sua pedagogia foi sempre a partir das pessoas, na sua realidade e originalidade. Na vida pública, Jesus educa a todos de maneira personalizada,

6 Jesus não só se interessava pelos problemas humanos, mas sempre buscou fazer algo para solucioná- los. Por seu modo de se relacionar e de ensinar não só a pessoa recebe nova valorização, mas também a vida cotidiana ganha nova dignidade

7 A catequese sobre Jesus

8 A catequese sobre Jesus deve levar nossos interlocutores desde o “Quem é Jesus?” (Mc 4,41), até a experiência de proclamar “Tu és o messias, o filho do Deus vivo” (Mt 16,15-17).

9 A catequese deve suscitar em nossos catequizandos a interrogação cheia de admiração: “Quem é este?”= QUERIGMA É o primeiro passo para que se aqueça o coração em busca do desejo de conhecer Jesus, mobilizando um processo existencial de encontro, adesão, conversão e seguimento diante daquele que se oferece como caminho, verdade e vida.

10 Para o seguimento de Jesus, a catequese deve ajudar o interlocutor a dar passos num itinerário de experiência e descoberta da pessoa de Jesus COMO: “imagem do Deus invisível”, aquele que dignifica o humano, o primogênito de toda criação, encarnado, Palavra feito carne; assim, o catequizando poderá abrir-se ao mistério e descobrir a presença de Deus no humano.

11 Esta primeira impressão admirativa, de encantamento por Jesus é alcançada no querigma, primeiro anúncio que sob a ação do Espírito Santo, toca o centro profundo da pessoa desencadeando um processo de catequese com garantia de êxito

12 A confissão pessoal de Jesus como Messias será consequência de uma comunhão e intimidade com o mestre favorecida na catequese. Esta confissão compromete aquele que a professa, estabelecendo uma caminhada de configuração a Jesus, morto e ressuscitado.

13 A adesão ao Cristo leva necessariamente: a vincular-se com aquilo que Jesus mesmo se vincula, a confissão trinitária, à Igreja e ao discipulado, a especial delicadeza aos pobres e marginalizados.

14 Chaves para se dinamizar o itinerário catequético:

15 Jesus Cristo vive: A catequese não tratará de buscar e personificar Jesus como um ideal abstrato de valores ou como paradigma de religiosidade, mas ajudar a descobrir Jesus como alguém vivo e ressuscitado. Mostrar ao catequizando quem é Jesus mais do que o que é. Esse quem fica claro quando assumido como protagonista do NT e presente na história, pronto a um encontro que transforma.

16 Encontro com Jesus Cristo: enquanto o interlocutor não se encontrar e aprofundar a relação pessoal com Jesus, o anúncio da presença de Cristo não irá vivificar seu coração. Somente com a experiência é que os ensinamentos do mestre podem iluminar as vidas e a presença certa converter-se em força transformadora da existência. O encontro é possível pela fé, experiência que a catequese deve favorecer

17 A catequese deve ajudar o catequizando a reconhecer o encontro com Jesus em sua vida, em meio aos anseios e expectativas; A catequese deve iniciar seus interlocutores no intercâmbio de amor pelo qual serão transformados em filhos à imagem daquele por quem e para quem foram feitos.

18 Mediações de encontro com Cristo: é necessário que o catequizando se encontre com o Cristo vivo, não como projeção imaginária de seus próprios desejos ou ilusões, mas como Palavra viva. Esse conhecimento de Cristo será alcançado somente quando a catequese ajudar o interlocutor no contato e na comunhão de mediações históricas eleitas pelo próprio Jesus para tornar possível o contato experiencial com ele.

19 A catequese precisa favorecer : momentos celebrativos, colocar os interlocutores em contato com Jesus, trabalhar a dinâmica pascal na qual introduz a fé e garantirá o conhecimento experiencial de Cristo, isento de tentação subjetivista, favorecer a identificação com o Senhor.

20 As tarefas da catequese na experiência com a pessoa de Jesus

21 Propiciar o conhecimento de Jesus: para que a adesão de fé seja madura é preciso conhecimento e mergulho no mistério de salvação revelado em Jesus.

22 Educar para celebração do mistério de Cristo: o contato salvífico com a vida e a pessoa de Jesus se dará por meio da celebração dos mistérios de Cristo. Uma boa catequese mistagógica deverá manifestar os significados dos ritos, sinais, símbolos litúrgicos, facilitando o mistério celebrado.

23 Menção especial merece a iniciação na oração e suas diversas modalidades, entendida como amizade com Cristo, encontro e relação do discípulo com seu mestre

24 Iniciar no discipulado: a catequese deve ajudar o interlocutor, por meio da experiência com Jesus, a tomar consciência das conseqüências que o chamado de Cristo dispõe em sua vida, rompendo com o mal e aderindo ao bem.

25 Incorporar na Igreja e na ação evangelizadora: ninguém permanece unido a Cristo se não estiver incorporado ao seu corpo místico, a Igreja. A igreja é o sacramento da presença de Cristo e participação da comunhão trinitária.

26 Catequese de Jesus por idades

27 Catequese na infância: Criança abre-se às relações humanas, à estima de si mesma. Religiosamente, sua iniciação está intimamente vinculada a este despertar vital em que a dimensão afetiva é fundamental. A catequese deve ter alto componente afetivo e a linguagem simbólica deve ser privilegiada nesta idade.

28 Catequese na pré-adolescência: é tempo de transição, portanto, as experiências de amizade são fundamentais nessa idade. Para o pré-adolescente, Jesus deve apresentado como amigo fiel, de quem é preciso aproximar-se para uma experiência de fidelidade. Trabalhar narrações atualizadas do Evangelho e experiências de dramatização.

29 Catequese na adolescência: é período crítico na vida das pessoas; por ser tempo de transição, é momento se questionar a própria identidade. É conveniente que a apresentação de Jesus siga uma linha progressiva: Jesus deve parecer como modelo de referencia para o adolescente construir sua vida pessoal. A figura salvadora de Jesus diante de um mundo problemático, juntamente com o testemunho do catequista, são elementos cruciais nessa idade.

30 Catequese para jovens e adultos: os jovens e adultos, chamados a responsabilidade diante da realidade. Este é o momento de apresentar todo o mistério da vida de Jesus, divino e humano e favorecer uma experiência de relação pessoal com o ressuscitado. Este itinerário deve articular-se com base no sólido conhecimento da fé e do seguimento, da experiência de conversão e do compromisso transformador.

31 A pedagogia das parábolas

32 Por meio de parábolas, Jesus Cristo levou a todos a mensagem de salvação, do Reino de Deus. Narrando a parábola, Jesus focaliza a atenção do ouvinte exatamente sobre ele, que revela a imagem de Deus e inaugura o Reino. A parábola não pretende antes de tudo, transmitir um ensinamento, mas propor um acontecimento, isto é, um fato salvífico o próprio Jesus, filho do Homem.

33 As parábolas de Jesus eram sempre extraídas de fatos ou coisas simples, tiradas do cotidiano conhecido de todo povo. O catequista se requer esta capacidade de concretização e esta aderência ao cotidiano, evitando um anúncio genérico ou abstrato. Partindo da atualidade de seus ouvintes, o catequista deve fazer brotar os significados e os valores ocultos no seu dia-a-dia

34 Através de seu conteúdo e de seu ponto provocatório, a parábola leva a descobrir alguma coisa completamente nova e a interrogar- se sobre seu significado. Sendo as parábolas de linguagem simbólica, devem ser lidas e refletidas de forma cuidadosa e criteriosa, a fim de se evitarem distorções ou simplismo.

35 Um correto entendimento das parábolas para serem trabalhadas na catequese exige: Acolhida a Jesus - Para que compreendamos as parábolas, é necessário que nos aproximemos de Jesus e vivamos uma vida de oração e de meditação nas Escrituras

36 Estar disposto a ouvir Jesus –Não se poderá, pois, compreender corretamente uma parábola se não se partir das próprias Escrituras. Evitar os extremos: complicação ou simplificação. Em todas as parábolas há uma lição central e é o que devemos valorizar mais, deixando que a interpretação criativa do catequizando responda a ele mesmo muito do significado da ação educadora da parábola.

37 Conhecimento do ambiente cultural dos dias de Jesus, para que bem compreendamos o que Jesus quis transmitir aos seus ouvintes daquela época, a fim de que façamos a devida contextualização, ou seja, que tragamos a parábola para os nossos dias.

38 Lembra-se que o objetivo é ilustrar as verdades que Jesus quis ensinar. A parábola tem por intento mostrar um fato importante, dela não se deve tirar, à força, lições de doutrina, destacando ainda que algumas partes são apenas complementos da história apresentada, parte do método pedagógico de Jesus revelar os valores do Reino de Deus.


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