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Se encontrar cinquenta justos não a destruirei. Gn 18, 26.

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Apresentação em tema: "Se encontrar cinquenta justos não a destruirei. Gn 18, 26."— Transcrição da apresentação:

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3 Se encontrar cinquenta justos não a destruirei. Gn 18, 26

4 Na Infância Lectio Divina

5 Na Infância Lectio Divina A Bíblia como o grande livro da catequese. A Palavra de Deus como fonte de toda a aprendizagem. O contacto directo com a Sagrada Escritura como experiência crucial. Descobrir na criança a criança que é capaz de ler a sua pequena vida no grande livro da vida. A Bíblia como o grande livro da catequese. A Palavra de Deus como fonte de toda a aprendizagem. O contacto directo com a Sagrada Escritura como experiência crucial. Descobrir na criança a criança que é capaz de ler a sua pequena vida no grande livro da vida.

6 Na Infância OraçãoOração

7 OraçãoOração Orar é buscar ver seguir e imitar Jesus na justa medida de cada idade e de cada pessoa. deixar

8 Na Infância Sacramento da Reconciliação

9 Na Infância Investir tempo, cuidado e dedicação na preparação do sacramento da reconciliação. A preparação para o sacramento da reconciliação não se esgota na preparação para a primeira comunhão. Implica uma caminhada de descoberta da misericórdia de Deus, do arrependimento e do perdão. A descoberta do amor de Deus implica momentos fortes de encontro. Investir tempo, cuidado e dedicação na preparação do sacramento da reconciliação. A preparação para o sacramento da reconciliação não se esgota na preparação para a primeira comunhão. Implica uma caminhada de descoberta da misericórdia de Deus, do arrependimento e do perdão. A descoberta do amor de Deus implica momentos fortes de encontro. Sacramento da Reconciliação

10 Na Infância Sacramento da Reconciliação

11 Na Infância EucaristiaEucaristia

12 Conduzir as crianças à participação na eucaristia. Celebração com a comunidade. Motivar os pais para a importância de celebrar com os seus filhos. Conduzir as crianças à participação na eucaristia. Celebração com a comunidade. Motivar os pais para a importância de celebrar com os seus filhos. EucaristiaEucaristia

13 Na Infância Testemunho e Responsabilidade

14 Na Infância Criar espaço de encontro entre pais e filhos para partilha de vida, em que o modelo de doação de amor é Jesus. Experimentar e viver a catequese inter-geracional, iluminar a fé dos pais com o percurso catequético dos filhos. Criar espaço de encontro entre pais e filhos para partilha de vida, em que o modelo de doação de amor é Jesus. Experimentar e viver a catequese inter-geracional, iluminar a fé dos pais com o percurso catequético dos filhos. Testemunho e Responsabilidade

15 Na Infância EspiritualidadeEspiritualidade

16 A espiritualidade é uma capacidade universal, presente em toda a pessoa, que é parte do seu ser, religioso ou não. O coração humano está sempre sedento e procura preencher de sentido e de razão para a vida. Neste tempo especial de busca em que vivemos, cabe-nos cultivar as atitudes que favoreçam o encontro com Deus. A espiritualidade é uma capacidade universal, presente em toda a pessoa, que é parte do seu ser, religioso ou não. O coração humano está sempre sedento e procura preencher de sentido e de razão para a vida. Neste tempo especial de busca em que vivemos, cabe-nos cultivar as atitudes que favoreçam o encontro com Deus. EspiritualidadeEspiritualidade

17 Na Infância EspiritualidadeEspiritualidade

18 Na Adolescência Lectio Divina

19 Inovar – na descoberta e na leitura orante com os adolescentes – pensando na sua necessidade de acção, no seu desejo de partilha, mas na importância de os centrar no silêncio, na escuta, na oração. O Catequista ligar-se ao texto, envolver-se e envolver no texto, sentir com a comunidade, preparar para o encontro da palavra, ensinar a ler a própria vida. Inovar – na descoberta e na leitura orante com os adolescentes – pensando na sua necessidade de acção, no seu desejo de partilha, mas na importância de os centrar no silêncio, na escuta, na oração. O Catequista ligar-se ao texto, envolver-se e envolver no texto, sentir com a comunidade, preparar para o encontro da palavra, ensinar a ler a própria vida. Na Adolescência Lectio Divina

20 Na Adolescência OraçãoOração

21 A oração é de todos e aprende-se com o orante que reza e já sabe rezar. Educar para o silêncio educa a oração. Expressar-se filialmente na benção, petição, intercessão, acção de graças, louvor. Criar ambiente de oração, com a beleza clássica do mundo de ontem e a novidade do mundo de hoje, sempre sem esquecer o valor essencial do silêncio. A oração é de todos e aprende-se com o orante que reza e já sabe rezar. Educar para o silêncio educa a oração. Expressar-se filialmente na benção, petição, intercessão, acção de graças, louvor. Criar ambiente de oração, com a beleza clássica do mundo de ontem e a novidade do mundo de hoje, sempre sem esquecer o valor essencial do silêncio. Na Adolescência OraçãoOração

22 Sacramento da Reconciliação

23 Princípio e fundamento: Deus é amor. Há caminhos de misericórdia que a Igreja ainda não percorreu. Ocasião para construir a auto-estima, reforçar a aceitação e afirmar a personalidade. Importância dos símbolos para que a celebração se torne uma festa. Princípio e fundamento: Deus é amor. Há caminhos de misericórdia que a Igreja ainda não percorreu. Ocasião para construir a auto-estima, reforçar a aceitação e afirmar a personalidade. Importância dos símbolos para que a celebração se torne uma festa. Na Adolescência Sacramento da Reconciliação

24 Na Adolescência EucaristiaEucaristia

25 Eucaristia com adolescentes e não para adolescentes. Necessidade de educação litúrgica: catequistas e catequizandos. Linguagem litúrgica e educação simbólica. Conseguir adolescentes participantes, evitar a passividade e o ritualismo. Eucaristia com adolescentes e não para adolescentes. Necessidade de educação litúrgica: catequistas e catequizandos. Linguagem litúrgica e educação simbólica. Conseguir adolescentes participantes, evitar a passividade e o ritualismo. Na Adolescência EucaristiaEucaristia

26 Testemunho e Responsabilidade

27 «Não há árvore boa que dê mau fruto, nem árvore má que dê bom fruto. Cada árvore conhece-se pelo seu fruto; não se colhem figos dos espinhos, nem uvas dos abrolhos. O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o que é bom; e o mau, do mau tesouro tira o que é mau; pois a boca fala da abundância do coração.» (Lc 6, 43-45) Na Adolescência Testemunho e Responsabilidade

28 «Permanecei em mim, que Eu permaneço em vós. Tal como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, mas só permanecendo na videira, assim também acontecerá convosco, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanece em mim e Eu nele, esse dá muito fruto, pois, sem mim, nada podeis fazer. » (Jo 15, 4-5) Na Adolescência Testemunho e Responsabilidade

29 A catequese como comunicação experiencial e significativa Aprender fazendo É difícil transformar a vida sem viver experiências significativas Sem experiência religiosa não há comunicação nem escuta da Palavra de Deus Ajudar a fazer uma leitura crente da realidade, educar para os valores humanos A catequese como comunicação experiencial e significativa Aprender fazendo É difícil transformar a vida sem viver experiências significativas Sem experiência religiosa não há comunicação nem escuta da Palavra de Deus Ajudar a fazer uma leitura crente da realidade, educar para os valores humanos Na Adolescência Testemunho e Responsabilidade

30 A importância de pertencer a uma comunidade vital: é lá que o testemunho acontece Proporcionar e repensar a dimensão celebrativa e contemplativa Reinventar os tempos e os lugares da catequese Ajudar a fazer um projecto pessoal de vida Acompanhar os adolescentes na vida espiritual A importância de pertencer a uma comunidade vital: é lá que o testemunho acontece Proporcionar e repensar a dimensão celebrativa e contemplativa Reinventar os tempos e os lugares da catequese Ajudar a fazer um projecto pessoal de vida Acompanhar os adolescentes na vida espiritual Na Adolescência Testemunho e Responsabilidade

31 Na Adolescência EspiritualidadeEspiritualidade

32 A adolescência como uma idade em que tudo dói e se constrói a identidade: fazer a descoberta do eu através da intimidade e relação com Deus, uma identidade que é uma identidade cristã. Na Adolescência EspiritualidadeEspiritualidade

33 Ajudar a ultrapassar uma religiosidade que é um negócio com Deus, uma perspectiva de troca de favores, a par de um Cristo amigo e romanticamente visto. O catequista ajuda a crescer quando acompanha o desenvolvimento espiritual da pessoa como um todo dinâmico: relação pessoal com Deus, docilidade do espírito, distinção clara entre o bem e o mal, relações fraternas, centralidade madura em Cristo e experiência do Evangelho na vida quotidiana. Com as armas do amor, da dedicação, participação nas suas vidas, atenção, diálogo individual, num contexto de descoberta da vocação pessoal. EspiritualidadeEspiritualidade Na Adolescência


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