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 Atos agressivos e anti-sociais acompanham a longa história da humanidade, paralelamente a isto se processa nesta idéia a que o ser humano é capaz de.

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2  Atos agressivos e anti-sociais acompanham a longa história da humanidade, paralelamente a isto se processa nesta idéia a que o ser humano é capaz de extrema generosidade e solidariedade.

3  Quem de nós já não tomou conhecimento de pessoas ajudando o vizinho doente; de socorrer uma pessoa que se acidenta ou de se apresentar como voluntario em uma campanha assistencial, de forma desprendida, porém apaixonada?

4  A queda das Torres Gêmeas  Inundações  Secas no nordeste  Deslisamentos de terras  Guerras, etc…

5 Na Psicologia Social, o estudo das condutas generosas ou caritativas tem múltiplas denominações, mas de um modo geral,se enquadram sob rótulos de comportamentos pró-social, sendo o comportamento altruísta, uma de suas formas. Neste sentido, comportamento pró-social é qualquer ato executado com o objetivo de beneficiar alguém, mas em trazer qualquer benefício para o altruísta, e que geralmente envolve algum custo pessoal para aquele que ajuda.

6  É considerado altruísta o comportamento de alguem que arrisca sua prórpia vida para salvar uma pessoa, sem se preocupar com qualquer tipo de recompensa, ou com sua imagem de herói. Se ocorrer motivação em ajudar alguem com interesse próprio ou por reconhecimento “material”, isto não é caracterizado altruísmo.

7  Psicologos Sociais interessados no estudo sobre o Altruísmo, discute se o mesmo existe ou não…  Se tomarmos ao “pé da letra”, a definição abrangente proposta para altruísmo, dificilmente poderíamos classificar o comportamento humano como altruísta.  Seria o homem capaz de total desprendimento e renúncia, de esquecer-se de si próprio, de suas necessidades e desejos para se centrar apenas nas necessidades do outro? Seria o homem genuinamente altruísta?

8  Por que as pessoas ajudam os outros? Quais os motivos basicos que levam as pessoas a ajudar? Quais são as explicações teóricas para ajudar?  Quando as pessoas ajudam? Que fatores situacionais afetam o comportamento altruísta?  Por que umas pessoas ajudam mais que outras? Que fatores de natureeza individual distinguiram pessoas altruístas e não altruístas?  A quem nós ajudamos? Que características da pessoa em necessidade nos levam a ajudá-la?  Quem ajuda quando? Como pode ocorrer a influencia conjunta de fatores situacionais e pessoais no altruísmo?  Como podemos desenvolver o altruísmo na sociedade enfatizando os valores pró-sociais?

9  Teoria Psicanalitica: postula que a natureza humana é basicamente egoista e agressiva, portanto concebe o Altruísmo como um meio de nos defendermos das nossas ansiedades e conflitos internos; ou seja, nossos atos altruístas são mais para atender nossas necessidades interiores do que por uma preocupação real com os outros.

10  Sociobiologia: “Teoria evolucionista de Charles Darwin”: o altruísmo seria explicado como resposta de ajuda, de caráter automatico, determinado por componentes do codigo genético, OU devido a norma da reciprocidade ou altruísmo recíproco, em que as pessoas ajudam outras em necessidade porque esperam receber algo em troca no futuro.

11  Cultura: forças biológicas e forças culturais interajam no sentido de favorecer comportamentos altruístas.  Teoria da Troca Social: concebe as interações humanas como uma troca de recursos sociais, psicológicos ou materiais, orientados por uma “economia social”…. “minimizamos os custos e maximizamos as recompensas”, prevendo-se que a relação interpessoal continuará se for suficientemente “lucrativa” para ambos.

12 Empatia e Altruísmo Empatia é provocada pelo ato de tomar a perspectiva do outro, fazendo com que o altruísta potencial assuma posição de vitima, ou seja, uma reação emocional caracterizada por sentimentos como compaixão, ternura, generosidade, comiseração. O altruísmo genuíno, de acordo com a teoria empatica, só existe, então, quando sentimos empatia pelo sofrimento do outro. Quando por qualquer motivo, não sentimos essa empatia,passam a prevalecer as considerações relacionadas ao auto-interesse, preconizadas pela teoria da troca social.

13  Muitas vezes os indivíduos ajudam os outros por conta de certas normas da sociedade, que prescrevem o comportamento apropriado em determinadas situações. As normas constituem portanto, expectativas sociais, que os orientam quanto a como devem agir quando alguém precisa de auxílio.

14  NORMA DA RECIPROCIDADE: precede que devemos retribuir os benefícios e favores que recebemos de outros. De acordo com essa norma, nós geralmente ajudamos quem já nos ajudou ou quem esperamos que nos ajudem no futuro.

15  NORMA DA JUSTIÇA SOCIAL: trata-se de regras que regulam a distribuição dos bens e recursos sociais entre os indivíduos, sejam eles materiais (econômicos) ou não materiais (afeto, prestígio). Uma das normas de justiça social mais pesquisadas é a equidade, segundo a qual duas pessoas que contribuem igualmente para uma tarefa comum devem receber recompensas iguais.

16  NORMA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL: prescreve que devemos ajudar as pessoas que dependem de nós ou que são incapazes de ajudarem-se a si próprias. Essa norma opera mais frequentemente nas relações sociais mais próximas.

17  Modelo de ajuda excitação custo- recompensa, o qual prevê a existência de cinco passos preliminares antes da decisão de intervenção ou não na situação, incluindo a consideração dos prós e contras em ajudar.

18 1. Tornar-se consciente da necessidade de alguém por ajuda 2. Experimentar excitação emocional 3. Interpretar essa excitaçãocomo relacionada à situação específica 4. Calcular os custos e recompensas das alternativas de ação 5. Tomar decisão e agir, seja no sentido de prestar ajuda à vitima, seja no sentido de fugir ou escapar.

19  Alguns Psicólogos Sociais argumentam que tanto nas relações de troca quanto nas relações comunais a expectativa por recompensa é um fator importante na ajuda. O que varia é a natureza da recompensa (Batson, 1993).

20  A expectativa da recompensa é que o retorno seja imediato e na maioria das vezes, de valor equivalente. Assim,eu ajudo um novo colega de trabalho em uma tarefa, eu então passo a esperar que ele logo em seguida, me devolva o favor nas mesmas bases

21 FATORES INDIVIDUAIS DO COMPORTAMENTO ALTRUÍSTA: por que umas pessoas ajudam mais que outras?  Características de Personalidade: certos traços predispõe ao altruísmo;  Estados emocionais;  Diferença de gênero: depende das circunstâncias; condições que exigem coragem,os homenas ajudam mais; condiçoes que exigem mais sentimento, as mulheres tendem em ajudar mais.

22  Merecimento e responsabilidade da vítima  Similaridade  A perspectiva do recebedor da vítima

23 “É dando que se recebe” São Francisco de Assis Os Psicólogos Sociais têm como objetivo primordial, conhecer, entender e explicar as condutas humanas e os fenômenos psicossociais (altruísmo, em questão). Concomitantemente, denotam a relevância de pesquisas que expliquem os comportamentos pró-sociais aplicados para desenvolver o altruísmo na sociedade.

24 Faz-se necessário:  Redução da ambiguidade da situação  Integrar no autoconceito o componente da generosidade  Promover a identificação com quem precisa de ajuda  Ativar as normas de ajuda  Focalizar a responsabilidade em pessoas específicas  Promover o altruísmo na infância: recompensa e modelos.


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