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NEGÓCIOS INTERNACIONAIS FABRICO GLOBAL E GESTÃO DA CADEIA DE FORNECIMENTO Docente: Prof. Dr. João Pedro Couto Discente: Paula Isabel Azevedo Silva.

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1 NEGÓCIOS INTERNACIONAIS FABRICO GLOBAL E GESTÃO DA CADEIA DE FORNECIMENTO Docente: Prof. Dr. João Pedro Couto Discente: Paula Isabel Azevedo Silva

2 Right mixture makes good mortar Provérbio Inglês (A mistura certa faz um bom resultado)

3 Paula SilvaNegócios Internacionais3 Objectivos Descrever diferentes dimensões da estratégia global de fabrico; Examinar elementos da gestão da cadeia global de fornecimento; Mostrar os efeitos globais de qualidade da cadeia de fornecimento; Ilustrar como funciona a rede de fornecimento; Apresentar diferentes alternativas para o transporte de produtos ao longo da cadeia de fornecimento de fornecedores para clientes.

4 Paula SilvaNegócios Internacionais4 Conceitos Cadeias de fornecimento – a coordenação de materiais, informação e fundos do material incompleto dos fornecedores para o consumidor final; Logística (gestão de materiais) – é a parte do processo da cadeia de fornecimento que planeia, implementa e controla a eficiência, fluxo e armazenagem efectiva dos bens, serviços e informação relacionada.

5 Paula SilvaNegócios Internacionais5 Produção global e gestão da cadeia de fornecimento no negócio internacional 2004, Prentice Hall, Inc

6 Paula SilvaNegócios Internacionais6 Características de uma organização de produção / serviço Produto físico e duradouro; Output pode ser alvo de um inventário; Reduzido contacto com o cliente; Longo tempo de resposta; Mercados regionais, nacionais, e internacionais; Grandes infraestruturas; Capital intensivo; Qualidade facilmente mensurável. Produto intangível e perecível; O output não pode ser alvo de um inventário; Alto contacto com o cliente; Reduzido tempo de resposta; Mercados locais; Pequenas infraestruturas; Trabalho intensivo; Qualidade não é facilmente mensurável. Organização de Produção Organização de Serviço

7 Paula SilvaNegócios Internacionais7 Para cada mercado em que a multinacional actue, o fornecimento global exige que as empresas determinem onde serão produzidas as partes e as componentes e onde os produtos serão finalizados. Fornecimento Global

8 Paula SilvaNegócios Internacionais8 Quando uma multinacional estabelece uma estratégia de produção, deve fazê-lo no contexto da sua estratégia competitiva. Fornecimento Global

9 Paula SilvaNegócios Internacionais9 Internacionalização O processo de internacionalização da empresa deve ser enquadrado com as competências e vantagens competitivas desenvolvidas no mercado doméstico A empresa deve decidir para onde e como se deve internacionalizar

10 Paula SilvaNegócios Internacionais10 Opções de internacionalização Adequação Local ElevadaReduzida Elevada Empresa Global Empresa Transnacional Reduzida Empresa Local Empresa Multinacional Integração Global

11 Paula SilvaNegócios Internacionais11 Factores que levam ao fenómeno da globalização Expansão internacional dos meios de comunicação de massa; Redução dos custos de transporte; Maior intensidade tecnológica; Maior abertura dos principais mercados à livre concorrência; Identificação de segmentos de mercado com necessidades similares à escala mundial; Desenvolvimento das telecomunicações; Concentração dos canais de distribuição; Uniformidade acrescida do nível de desenvolvimento económico.

12 Paula SilvaNegócios Internacionais12 Factores que levam à redução do envolvimento internacional da empresa A expansão excessiva afecta a sobrevivência de toda a organização; Um mercado pode ser servido por vias alternativas; Uma filial pede importância estratégica; Contínuas dificuldades de gestão inviabilizam o normal funcionamento da filial; A presença num número excessivo de países impossibilita o desenvolvimento de fortes posições competitivas nos principais mercados.

13 Paula SilvaNegócios Internacionais13 Estratégias de produção global na procura de internacionalização As estratégias competitivas baseiam-se nas seguintes prioridades: Eficiência/Custo – Redução dos custos de fabrico; Dependência – grau de confiança nos produtos de uma empresa e nas suas promessas de entrega e de preço; Qualidade – performance de confiança, qualidade de serviço, velocidade de entrega, e qualidade de manutenção do(s) produto(s); Flexibilidade – habilidade do processo de produção para fazer diferentes tipos de produtos e/ou ajustar ao volume de output; Inovação – habilidade para desenvolver novos produtos e ideias. Factores que os gestores têm a considerar

14 Paula SilvaNegócios Internacionais14 A estratégia de produção tem que ter em conta diferentes actividades: Localização e escala das infraestruturas de produção; Escolha do processo de produção; Controlo do sistema de produção, incluindo distribuição de actividades de fábricas numa rede multi-fabril; Grau de integração vertical relativa ao outsourcing de cada unidade de produção; Coordenação das unidades de investigação e desenvolvimento; Licenciamento de tecnologia.

15 Paula SilvaNegócios Internacionais15 Existem três filosofias básicas que as empresas consideram quando estabelecem uma estratégia de produção global: Abordagem multi-doméstica (expansão do mercado) – produção perto dos clientes, vai-se ao encontro das necessidades locais; Abordagem regional – a ideia é servir os clientes dentro de uma região especifica; Abordagem global – produção centralizada e oferta de uma selecção de produtos standard de baixo preço em diferentes mercados. Estratégias de produção global na procura de internacionalização

16 Paula SilvaNegócios Internacionais16 Na realidade as multinacionais escolhem uma combinação destas abordagens dependendo das estratégias dos seus produtos. Estratégias de produção global na procura de internacionalização

17 Paula SilvaNegócios Internacionais17 Configurações de produção internacional que relatam diferentes estratégias de produção Produção doméstica com exportação limitada ou extensiva; Fábricas regionais autónomas pensadas para servir as necessidades de mercados estrangeiros especificos; Combinações dos focos regionais e globais (montagem local/regional de partes e componentes produzidas globalmente); Coordenação de focos globais (dispersão internacional de estádios do processo de produção por regiões de baixo custo, com a montagem final a ter lugar em diferentes localizações; Centros de excelência onde a produção ocorre em diferentes locais, não devido à proximidade dos mercados nacionais/regionais, mas para ter vantagem na especialização da produção de certos produtos.

18 Paula SilvaNegócios Internacionais18 As estratégias de produto podem ser: Viradas para a tecnologia – a estratégia de localização da fábrica seria posicioná-la num país de alto rendimento e com um grande mercado. Esta é basicamente uma estratégia de um país em especifico; Marketing intensivo – programa de marketing que inclua boa qualidade do produto e entrega imediata; Baixo custo – produção em grande escala ou produzir em locais de mão de obra barata

19 Paula SilvaNegócios Internacionais19 Sistemas de produção: Uma única fábrica; Várias fábricas; Intercâmbio de produção; Racionalização

20 Paula SilvaNegócios Internacionais20 Localização de fábrica: Custos de transporte; Impostos sobre componentes vs produto acabado; Necessidade de proximidade do mercado; Risco cambial; Economias de escala no processo de produção; Requisitos tecnológicos; Imagem nacional.

21 Paula SilvaNegócios Internacionais21 Localização de fábrica: Dimensão mercado; Incentivos do governo local Importância relativa das linhas de produção; Localização dos mercados; Importância do custo; Conhecimento sobre o país; Percepção de mudanças do risco Factores Internos Factores Externos

22 Paula SilvaNegócios Internacionais22 Estudo das Alternativas da cadeia de Fornecimento Pedidos do Cliente; Design da rede do centro de instalação e distribuição; Gestão do inventário; Contratação e 3ª parte das relações logisticas; Cliente chave e relações dos fornecedores; Processos de negócio; Sistemas de informação; Design organizacional e formação requerida; Métrica da performance; Objectivos da Performance.

23 Paula SilvaNegócios Internacionais23 Qualidade Qualidade é a habilidade de ir ao encontro ou superar as expectativas do cliente Conformidade com as especificações; Valor; Uso adequado; Apoio por parte da empresa; Impressões psicológicas (imagem). A qualidade é a peça chave da produção global

24 Paula SilvaNegócios Internacionais24 Condições de Qualidade Nível de Qualidade Aceitável (AQL) – permite um grau de aceitação de má qualidade; Gestão de Qualidade Total (TQM) – filosofia que elimina todos os defeitos;

25 Paula SilvaNegócios Internacionais25 Total Quality Management - TQM TQM enfatiza: Satisfação do cliente; Envolvimento do empregado; Melhoria contínua. TQM foca: Benchmarking; Design do produto e serviço; Processo do design; Aquisição.

26 Paula SilvaNegócios Internacionais26 Dimensões do TQM Quem adopta esta abordagem afirma que os custos de produção diminuem à medida que os defeitos diminuem 2004, Prentice Hall, Inc

27 Paula SilvaNegócios Internacionais27 Standards do Nível de Qualidade Nível Geral ISO 9000; Malcolm Baldridge National Quality Award; Deming Award; Nível de Indústria específica; Nível da Empresa.

28 Paula SilvaNegócios Internacionais28 ISO 9000 É um conjunto de parâmetros de qualidade com a intenção de promover a qualidade a todos os níveis de uma organização. As empresas não europeias que operem na Europa têm que ser certificadas ao nível ISO 9000 para que possam manter o acesso ao mercado europeu.

29 Paula SilvaNegócios Internacionais29 Standards do Nível de Qualidade 2004, Prentice Hall, Inc

30 Paula SilvaNegócios Internacionais30 Aquisição, Fornecimento e Rede de Fornecedores Global 2004, Prentice Hall, Inc

31 Paula SilvaNegócios Internacionais31 Rede global de componentes 2004, Prentice Hall, Inc

32 Paula SilvaNegócios Internacionais32 Vantagens do Fornecimento Global Redução de custos devido à mão-de-obra mais barata; Melhoria da qualidade; Aumentar exposição à tecnologia mundial; Melhoria na entrega de mercadorias; Fortalecer a credibilidade de fornecimento incrementando os fornecedores domésticos com os estrangeiros; Ter acesso aos materiais disponíveis só no estrangeiro; Marcar presença no mercado estrangeiro; Satisfazer requisitos offset; Reagir aos problemas de fornecimentoda concorrência offshore.

33 Paula SilvaNegócios Internacionais33 Desvantagens do fornecimento global Custos: Aquisição; Recolha de informação; Selecção; Negociação; Redacção do contracto; Litigio; Intangíveis.

34 Paula SilvaNegócios Internacionais34 Decisão de Fazer ou Comprar Desenvolvimento empresarial Diversificação Internacionalização Integração vertical Produtos - mercados Missão, objectivos e estratégia

35 Paula SilvaNegócios Internacionais35 Decisão de Fazer ou Comprar Três grandes modelos emergiram para lidar com as questões do fornecimento: Integração Vertical; Compras à distância de um braço de fornecedores externos; As relações Japonesas Keiretsu com os fornecedores.

36 Paula SilvaNegócios Internacionais36 Fases da Aquisição Global Somente aquisição doméstica; Compra estrangeira baseada na necessidade; Compra estrangeira como parte da estratégia da procura; Integração da estratégia global da procura.

37 Paula SilvaNegócios Internacionais37 Estratégias de Aquisição Imputar compradores domésticos para aquisição internacional; Usar subsidiárias ou unidades de negócio estrangeiras; Estabelecer gabinetes de aquisição internacional; Imputar design, edificios e fornecimento a uma unidade de negócio especifica; Integrar e coordenar fornecimento a nível mundial.

38 Paula SilvaNegócios Internacionais38 Etapas no processo de aquisição global

39 Paula SilvaNegócios Internacionais39 Bibliografia International Business: Environments and Operations - J., Daniels; Estratégia - Freire, Adriano; Material disponibilizado pelo professor; Material da Internet.

40 Paula SilvaNegócios Internacionais40


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