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A IMPORTÂNCIA DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DE TERAPIA NUTRICIONAL NA REABILITAÇÃO DO PACIENTE ONCOLÓGICO.

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1 A IMPORTÂNCIA DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DE TERAPIA NUTRICIONAL NA REABILITAÇÃO DO PACIENTE ONCOLÓGICO

2 Terapia Nutricional em Oncologia Cuidados Médicos e Nutricionais

3 Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional NUTRIÇÃO E CÂNCER Modificado de BOZZETI. F, MEYENFELDT. MF. BASES DA NUTRIÇÃO CLÍNICA, 2008 CAQUEXIA E INANIÇÃO JejumTraumatismo Disseminação Tumoral Anorexia SIM Peso ↓↓↓ Taxa Metabólica ↓↑↑

4 Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional ÔMEGA 3 Célula Tumoral Maligna Aumenta Fator Indutor de Proteólise Diminui Massa Muscular do Paciente Aumentando Caquexia Tumoral Ômega 3 GOGOS e col, CÂNCER, 1998 Inibindo a ação do PIF, atenuando a caquexia

5 Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional BOZZETI. F, MEYENFELDT. MF. BASES DA NUTRIÇÃO CLÍNICA, 2008 SUBSTÂNCIAS QUIMIOTERÁPICAS COMUMENTE ASSOCIADAS À MUCOSITE FÁRMACOGRAVIDADE E DURAÇÃO MetotrexatePode ser bastante grave com infusões prolongadas ou por comprometimento da função renal Gravidade é aumentada pela irradiação Pode ser prevenida com a administração de fator de resgate citrovorum adequado (ácido folínico, leucovorin) 5 - fluorouracil (fluorouracil USP) Gravidade aumenta com doses maiores, freqüência dos ciclos e infusões arteriais Actinomicina D (dactinomicina USP) Muito comum, pode impedir a alimentação oral Gravidade aumenta com irradiação Adriamicina (doxorrubicina)Pode ser grave e ulcerativa Aumentada na presença de doença hepática Gravidade aumenta com irradiação BleomicinaPode ser grave e ulcerativa VinblastinaFreqüentemente ulcerativa

6 Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional GLUTAMINA E MUCOSITE Mucosite é uma inflamação e ulceração da mucosa bucal, que ocorre como efeito colateral do tratamento quimioterápico realizado para controle do câncer. VOLPATO, LER, Mucosite Bucal Radio e Quimioiduzida, 2007 GALVÃO, V, Mucosite Severa em Paciente com Leucemia: Uma Abordagem Terapêutica. 2006

7 AVALIAÇÃO SUBJETIVA GLOBAL É o método científico mais utilizado e mais eficaz. Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional

8 FICHA DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL SUBJETIVA GLOBAL ANAMNESE Peso corporal Peso atual: kg Peso usual: kg Mudou nos últimos 6 meses? Sim (1) Não (2) Continua perdendo peso atualmente? Sim (1) Não (2) Percentagem de perda de peso: Maior que 10% (2) Menor que 10% (1) Dieta Houve mudança na dieta? Sim (1) Não (0) A mudança foi para: Dieta hipocalórica? Sim (1) Não (0) Dieta pastosa hipocalórica? Sim (1) Não (0) Dieta líquida por 15 dias ou soro EV por mais de 5 dias? Sim (1) Não (0) Jejum por mais de 5 dias? Sim (1) Não (0) As mudanças duram mais de 6 meses? Sim (2) Não (0) Sintomas gastrointestinais persistentes ( mais de 2 semanas) Disfagia e/ou odinofagia? Sim (1) Não (0) Náuseas? Sim (1) Não (0) Vômitos? Sim (1) Não (0) Diarréias? Sim (1) Não (0) Anorexia, dor ou distenção abdominal? Sim (1) Não (0) Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional

9 FICHA DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL SUBJETIVA GLOBAL Avaliação da capacidade física (nas últimas 2 semanas) Capacidade física diminuída? Sim (1) Não (0) Acamado? Sim (1) Não (0) Diagnóstico da intensidade do estresse metabólico Patologia com baixo estresse metabólico? Sim ( 1) Não ( 0) Patologia com estresse metabólico moderado? Sim (1) Não (0) Patologia com elevado estresse metabólico? Sim (1) Não (0) EXAME FÍSICO Achados do exame físico (2 pontos = alteração grave) (1 ponto = alteração leve a moderada) (0 pontos = sem alteração) Perda de gordura subcutânea (0) (1) (2) Perda de massa muscular (0) (1) (2) Edema na região sacra (0) (1) (2) Edema peri-maleolar (0) (1) (2) Ascite (0) (1) (2) SOMATÓRIO DOS PONTOS ( ) Pontos CONCLUSÃO (Assinalar de acordo com o somatório dos pontos) ( ) Sem evidências de desnutrição (menos de 17 pontos) ( ) Evidências de desnutrição leve/moderada (17 a 22 pontos) ( ) Evidências de desnutrição grave (mais de 22 pontos) WAITZBERG DL: Nutrição Enteral e Parenteral na Prática Clínica, 1995, Atheneu. Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional

10 GLUTAMINA E ÔMEGA 3 Esses dois componentes são específicos e indicados na terapia do doente oncológico.

11 Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional GLUTAMINA “Pacientes com mucosite ou estomatite devem ingerir alimentos, moles e fáceis de mastigar e engolir. Alimentos irritantes incluem excesso de sal ou especiarias, ácidos e com textura rugosa. Por vezes, é necessário homogeneizar os alimentos utilizando um copo liquidificador. O efeito benéfico da glutamina oral na redução da duração e gravidade da mucosite foi demonstrado recentemente num estudo-piloto. Um efeito semelhante foi encontrado na estomatite resultante da quimioterapia citotóxica.” HUANG EY, Et al, Oral Glutamine To Alleviate Radiation-induced Oral Mucositis: A Pilot Randomized Trial, 2000 ANDRESON PM, Et al, Oral Glutemine Reduces the Duration and Severity of Stomatitis After Cytotoxic Cancer Chenotherapy, 1998

12 Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional OBJETIVOS DA TERAPIA  NUTRIÇÃO PERIOPERATÓRIA  NUTRIÇÃO PRÉ-OPERATÓRIA – 7 À 10 DIAS Enteral Parenteral  PÓS-OPERATÓRIA Enteral – Via Jejunostomia – Via Sonda Nasoenteral Parenteral

13 Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional NUTRIÇÃO E QUIMIOTERAPIA “ A quimioterapia é mais tóxica nos pacientes que perderam peso. Limitando a dosagem total das substâncias citotóxicas e conseqüentemente a resposta ao tratamento.” ANDREYEV e col., 1998

14 Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional SUBSTÂNCIAS QUIMIOTERÁPICAS COMUMENTE ASSOCIADAS A NÁUSEAS E VÔMITOS GRAVES FÁRMACOGRAVIDADE E DURAÇÃO Mostarda nitrogenada (hidrocloreto de mustina, e hidrocloreto de mecloretamina USP) Ocorre em praticamente todos os pacientes Pode ser grave, mas geralmente cede em 24 horas Cloretil NitrosoureaVariável, mas praticamente todos os pacienets Estreptozotocina (estreptozocina) Ocorre em praticamente todos os pacientes Tolerância aumenta com cada dose sucessiva dada em esquemas de 5 dias Cis-platinum (cisplatina)Pode ser muito grave Tolerância aumenta com hidratação endovenosa e infusão contínua de 5 dias Náuseas podem persistir por vários dias Imidazole Carboxamida (DTIC; dacarbazina) Ocorre em praticamente todos os pacientes Tolerância aumenta com cada dose sucessiva dada em esquemas de 5 dias BOZZETI. F, MEYENFELDT. MF. BASES DA NUTRIÇÃO CLÍNICA, 2008

15 Terapia Nutricional em Oncologia Cuidados de Enfermagem

16 Principais alterações em pacientes oncológicos Mucosite Anorexia e Inapetência Náuseas e vômitos Obstipação intestinal Diarréia Desidratação Xerostomia (boca seca) Disfagia Alto risco para infecções Caquexia oncológica Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional

17 Vias de Acesso: Nutrição Enteral  Oral Por sonda –Naso/orogástrica –Naso/oroenteral: duodeno ou jejuno Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional

18  Ostomias –Gastrostomia –Jejunostomia com cateter ou com sonda Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional

19 Vias de Acesso: Nutrição Parenteral  Acesso Venoso Central - Subclávia (cateter mono ou duplo-lúmen) - Cateter Totalmente Implantado (Port a cath) - Cateter Semi-implantado (Hickmann) - PICC Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional

20 Cuidados de Enfermagem em Nutrição Enteral Percepção direcionada das alterações nos pacientes: queixas, sinais e sintomas; Inspecionar diariamente condições de sondas e acessos venosos: fixação, permeabilidade, data de validade, sinais flogísticos, tração, etc; Realizar curativos em sondas e catéteres conforme recomendação da CCIH; Instalar NPT conforme prescrição de nutrição (enfermeiro) Instalar NE conforme prescrição de nutrição (enfermeiro ou técnicos de enfermagem) Promover o bem-estar dos pacientes Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional

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22 Terapia Nutricional em Oncologia Papel do Farmacêutico

23 O Farmacêutico na EMTN Selecionar, adquirir, padronizar, armazenar e distribuir, criteriosamente, as dietas; Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional

24 O Farmacêutico na EMTN Qualificar fornecedores e assegurar que a entrega dos produtos já esteja acompanhada de certificado de análise emitido pelo fabricante; 1.Certificado de Qualidade 2.Certificado de Regularidade 3.Certificado da Vigilância Sanitária Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional

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27 O Farmacêutico na EMTN Manipular a nutrição parenteral. Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional

28 O Farmacêutico na EMTN Aplicar os conhecimentos para o ótimo manejo da farmacoterapia, impedindo assim as possíveis interações fármaco-nutrientes; Ex.: Fenitoína sódica e fenobarbital sódico precipitam em pH ácido; Sais de cálcio, precipitam em meio alcalino; Penicilina é estável por 24h a pH 6,5; porém se degrada em poucos minutos em pH 3,5. Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional

29 O Farmacêutico na EMTN Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional

30 O Farmacêutico na EMTN Participar das reuniões, discussões de casos clínicos e atividades didáticas e científicas da equipe multidisciplinar; Auxiliar a EMTN em atividades assistenciais, de ensino e pesquisa; Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional

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32 Referências bibliográficas Brasil.SVS/MS – Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria n0272 de abril de Aprova o regulamento técnico para fixar os requisitos mínimos exigidos para a terapia de nutrição parenteral. D.O.U – Diário Oficial da União; Poder Executivo, de 23 de abril de Passos, Nilva Maria R. Rocha S. Nutrição Parenteral: Aspectos Farmacotécnicos e exigências da Portaria 272/98 – MS [on line], Disponível em:http://www.hcrp.fmrp.usp.br/gxpfiles/arqs/pdf/terapia%20nutricional.pdf. Allwood, Michael C.; Sizer, Tim; Hardy, Gil; Driscoll, David F. Roles and Functions of the Hospital Pharmacist on the Nutrition Support Team, In: The International Journal of Applied and Basic Nutrition Sciences. v.12, n.2, pág. 138 – 139, Lee, Heng-Sim. Roles and Functions of the Hospital Pharmacist on the Nutrition Support Team, In: The International Journal of Applied and Basic Nutrition Sciences. v.12, n.2, pág. 140, Cavallini, Miriam Elias. Farmácia Hospitalar Um enfoque em sistemas de saúde. 1. ed. São Paulo: Manole, Sobreira, M.J. O papel do farmacêutico na terapia nutricional, Boletim da SBNPE, n.25, 2008 Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional

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34 Estagiária Victória, Nutricionista Regiani e estagiária Beatris Técnica em Nutrição e Dietética: Iren Devai

35 Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional

36 Dr. Gustavo G. de C. Soares – Coordenador e chefe do serviço Médico Nutólogo / Especialista pela SBNPE, CRM 6742 Dr. Carlos Hespanha Marinho Junior Cirurgião torácico / TNT, CRM Dra. Regiani Pitol Nutricionista Clínica, CRN Farmacêutica: Dra. Thayse Arinne Fiedler – CRF Enfermeira: Eloíse Justen de Freitas – COREN Sandra Mara Spitz – COREN Carmen Silvia Schruber Milano – COREN Ednaldo de Oliveira – COREN Estagiárias: Beatris Blaskovski – Faculdades Integradas “Espírita” Victória Marzagão – Pontifícia Universidade Católica do Paraná

37 Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional MUITO OBRIGADO!


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