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Trauma mão. Ossos do carpo Fratura escafoide FRATURAS DO ESCAFÓIDE O escafóide situa-se nas duas fileiras do carpo, articulando-se com cinco ossos.

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1 Trauma mão

2 Ossos do carpo

3 Fratura escafoide

4 FRATURAS DO ESCAFÓIDE O escafóide situa-se nas duas fileiras do carpo, articulando-se com cinco ossos.

5 FRATURAS DO ESCAFÓIDE Mais de 60% das lesões do carpo correspondem à fraturas do escafóide.

6 FRATURAS DO ESCAFÓIDE Mecanismo da lesão: Queda com a mão espalmada -punho em extensão de 95º a 100º- rebordo dorsal do rádio e/ou processo estilóide impactam-se contra o dorso do escafóide como uma cunha acarretando a fratura.

7 Fratura do escafóide

8 FRATURAS DO ESCAFÓIDE Tratamento:  Conservador  Cirúrgico

9 FRATURAS DO ESCAFÓIDE Intervenção cirúrgica Indicada quando houver indício de que não haverá consolidação somente com a imobilização. Fraturas – luxações ou fratura do terço médio ou proximal – redução aberta, enxerto ósseo e fixação interna.

10 FRATURAS DO ESCAFÓIDE Tempo de imobilização Fratura no terço médio e proximal:  Consolida - 9 semanas em média  Gesso longo – 6 semanas + 3 semanas de gesso curto  Polegar é englobado nas duas imobilizações

11 FRATURAS DO ESCAFÓIDE Gesso longo: Visa bloquear a pronossupinação, evitando o movimento no foco da fratura – o ligamento radioescafocapitato passa pelo escafóide.

12 FRATURAS DO ESCAFÓIDE O polegar é englobado na imobilização para evitar movimentos no escafóide com o movimento do 1º raio e que são transmitidos ao escafóide através dos ligamentos e tendões abdutores do polegar.

13 imobilizações

14 Fratura escafóide

15 Luxação do carpo

16 Anatomia

17 Anatomia

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19 Tratamento Redução sob anestesia Redução sob anestesia Tração p/ relaxamento e distração Tração p/ relaxamento e distração Redução Redução Fixação S-C-E Fixação S-C-E Gesso msc + polegar Gesso msc + polegar 6 sem.: retirar gesso + fio, Rx 6 sem.: retirar gesso + fio, Rx

20

21 Tto-cruento Desvios residuais após redução fechada Desvios residuais após redução fechada Incapacidade técnica percutânea Incapacidade técnica percutânea 2-3 semana pós-trauma 2-3 semana pós-trauma #-luxação do escafóide associada #-luxação do escafóide associada Via dorsal (longo”S”) Via dorsal (longo”S”) Remoção de interposição, fragmentos osteocondrais Remoção de interposição, fragmentos osteocondrais Reparo ligamentar + estabilização Reparo ligamentar + estabilização

22 Fraturas metacarpo e falanges Dor Dor Edema Edema Encurtamento Encurtamento Desvio lateral Desvio lateral Crepitação Crepitação Desvio rotacional Desvio rotacional

23 Fratura metacarpo Correspondem a cerca de 30% de todas as fraturas da mão. Correspondem a cerca de 30% de todas as fraturas da mão. O objetivo do tratamento é restaurar os arcos longitudinal e dorsal da mão, além de corrigir encurtamentos, desvios angulares e rotacionais. O objetivo do tratamento é restaurar os arcos longitudinal e dorsal da mão, além de corrigir encurtamentos, desvios angulares e rotacionais.

24 Fratura do quinto metacarpo Fraturas do colo são mais freqüentes no quinto metacarpo(fratura de boxer) e aceitam desvios de até 30 graus de flexão para tratamento conservador. Se desvios maiores devem ser reduzidas aberta ou fechada e fixada por meio de placas e parafusos ou fios de Kirschner Fraturas do colo são mais freqüentes no quinto metacarpo(fratura de boxer) e aceitam desvios de até 30 graus de flexão para tratamento conservador. Se desvios maiores devem ser reduzidas aberta ou fechada e fixada por meio de placas e parafusos ou fios de Kirschner

25 Colo do metacarpo Boxer Boxer

26 Colo do 5º metacarpo Manobra de redução Manobra de redução

27 Colo do 5º metacarpo Imobilização 3-4 semanas Imobilização 3-4 semanas Fixação interna Fixação interna

28 Fratura do colo quinto metacarpo

29 Fratura metacarpo Fraturas da diáfise causam uma sobreposição de 1,5 cm sobre o dedo vizinho a cada 5 graus de rotação. Portanto qualquer grau de rotação é inaceitável, devendo ser reduzido aberta ou fechada e fixada por meio de fios de Kirschner ou placas e parafusos. Fraturas da diáfise causam uma sobreposição de 1,5 cm sobre o dedo vizinho a cada 5 graus de rotação. Portanto qualquer grau de rotação é inaceitável, devendo ser reduzido aberta ou fechada e fixada por meio de fios de Kirschner ou placas e parafusos.

30 Fratura diafise

31 Fratura metacarpo

32 Fixação metacarpo

33 Fixação com placa

34 Fratura do jogador Ronaldo

35 Fixação com placa e parafuso

36 Conservador ou cirúrgico

37 Imobilização para metacarpo

38 Fraturas do metacarpo Fraturas da cabeça devem ter sua superfície articular restaurada. Quando sem desvio, são imobilizadas em tala metacarpo falangiana em flexão de 70 graus. Fraturas da cabeça devem ter sua superfície articular restaurada. Quando sem desvio, são imobilizadas em tala metacarpo falangiana em flexão de 70 graus. Fraturas da base por serem articulares seguem o mesmo princípio das fraturas da cabeça, devendo ter sua anatomia restaurada. Fraturas da base por serem articulares seguem o mesmo princípio das fraturas da cabeça, devendo ter sua anatomia restaurada.

39 Fratura da cabeça dos metacarpos

40 Fratura de Bennet (primeiro metacarpo) Foi descrita por Edward H. Bennett, em 1882, uma fratura-luxação trapéziometacarpiana em que a maior porção da articulação se desloca lateral e posteriormente pela ação do músculo abdutor longo do polegar e em abdução pela ação da inserção distal do adutor do polegar Foi descrita por Edward H. Bennett, em 1882, uma fratura-luxação trapéziometacarpiana em que a maior porção da articulação se desloca lateral e posteriormente pela ação do músculo abdutor longo do polegar e em abdução pela ação da inserção distal do adutor do polegar

41 Fratura de Bennet

42

43 Fratura de Bennet fratura da base do primeiro metacarpo

44 Fixação Trapézio Trapézio 2º metacarpo 2º metacarpo

45

46 Fratura dedo (falange)

47 Tratamento fratura falange Corrigir o encurtamento Corrigir o encurtamento Corrigir os desvios (rotacional e angular) Corrigir os desvios (rotacional e angular) Manter a estabilidade Manter a estabilidade Imobilização gessada Imobilização gessada Tala (tutor) Tala (tutor) Fixação (fios ou placas com miniparafusos) Fixação (fios ou placas com miniparafusos)

48 Fratura falange proximal Fraturas estáveis – imobilização gessada com flexão da metacarpofalangeana Fraturas estáveis – imobilização gessada com flexão da metacarpofalangeana Fraturas instáveis fixação Fraturas instáveis fixação

49 Tratamento

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52 Fratura arrancamento dorsal Imobilização IFP Imobilização IFP Fixação (frag grande ou deslocada) Fixação (frag grande ou deslocada)

53 Fixador externo para dedo

54 Falange distal com desvio

55 Imobilização dedos

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58 Dor... Desvio clínico


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