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O USO DO TEXTO CLÁSSICO, A PARTIR DA ANTOLOGIA DE TEXTOS FILOSÓFICOS.

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3 O USO DO TEXTO CLÁSSICO, A PARTIR DA ANTOLOGIA DE TEXTOS FILOSÓFICOS.

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5 A DCE de Filosofia reforça a necessidade de se articular os problemas enfrentados na atualidade pelos nossos estudantes com o pensamento dos autores clássicos da Filosofia.

6 A aprendizagem de conteúdos por meio de textos está articulada necessariamente à atividade reflexiva do sujeito, que aprende enquanto interroga e age sobre sua condição. O ensino de Filosofia não se dá no vazio, no indeterminado, na generalidade, na individualidade isolada, mas requer do estudante compromisso consigo, com o outro e com o mundo. (DCE, Filosofia. Pág. 55 e 56).

7 A Antologia de Textos Filosóficos possibilita ao estudante o contato com o texto filosófico clássico que é fundamental para o contato direto do estudante com o processo de problematização, investigação e construção de conceitos experienciado pelos filósofos.

8 Iniciar assistindo aos primeiros 16 minutos do vídeo: O terceiro DVD da Coleção filosofia no ensino médio. "A História da Filosofia e os Textos na Experiência Filosófica", o vídeo explica as operações de pensamento necessárias ao fazer filosófico, e ainda traz reflexões a respeito da utilização do texto filosófico em sala de aula. Para fazer downloads acessar a página: 7/colecao-filosofia-no-ensino-medio/

9 Indicar aos professores que vejam no Portal Dia a Dia a fala do professor Paulo Vieira Neto no programa Nós da Educação. Onde ele aborda a importância do texto clássico para a disciplina de Filosofia.

10 Podemos encontrar nos links abaixo:

11 O contato com os textos filosóficos, permite aos estudantes os meios necessários para orientar o seu pensamento, a capacidade de análise e interpretação dos textos, afim de que o educando possa reunir os elementos necessários à defesa de seus conceitos, obtidos a partir da leitura dos textos filosóficos.

12 A ideia é demonstrar aos estudantes a importância dos textos filosóficos. Saber ou conhecer os caminhos para a leitura de um texto clássico é fundamental para a análise e compreensão filosófica de qualquer texto.

13 O domínio do texto é necessário. O problema está no formalismo e no tecnicismo estrutural da leitura, que desconsidera, quando não descarta, a necessidade da compreensão do contexto histórico, social e político da sua produção, como também da sua própria leitura. (DCEs de FILOSOFIA SEED PARANÁ, 2008, p. 53)

14 O texto filosófico deve ser visto como uma ponte para a transposição do senso comum. O objetivo da leitura de um texto filosófico não é tomar conhecimento de algo, não é informar-se, não é deleitar-se esteticamente com as palavras. O objetivo da leitura, no caso da filosofia, é o entendimento do texto. Nesse sentido, a primeira pergunta que devemos nos colocar aqui é: o que significa entender um texto?

15 Ler, escreve Merleau-Ponty, é fazer a experiência da retomada do pensamento de outrem através de sua palavra, é uma reflexão em outrem, que enriquece nossos próprios pensamentos. Por isso, prossegue Merleau-Ponty, começo a compreender uma filosofia deslizando para dentro dela, na maneira de existir de seu pensamento, isto é em seu discurso. (Prefácio de Marilena Chaui. Antologia de textos Filosóficos).

16 1) Pesquisar o contexto histórico em que o autor viveu e sua biografia. Procurando a contextualização filosófica do autor e da obra. 2) Buscar a visão do conteúdo como um todo, entendendo a lógica de sua elaboração. Procurar a apreensão daquilo que o texto tem a dizer.

17 3) Deixar de lado os pré-conceitos sobre o autor e o texto. Procurar entender a ideia principal do texto e identificar os argumentos usados como defesa desta ideia. 4) Buscar o conhecimento e a apreensão do significado das palavras e expressões utilizadas no texto, para poder traduzir o texto, utilizando suas próprias palavras.

18 5) Buscar um entendimento do que o texto tem a dizer. Para tanto é necessário identificar e comparar as ideias presentes no texto, procurando ver semelhanças e diferenças.

19 6) Interpretar as ideias apresentadas no texto, procurando descobrir e compreender a conclusão que o autor chegou. 7) Realizar uma síntese, resenha, resumo ou apreciação crítica do texto, buscando estabelecer relações com questões ou problemas atuais. 8) Tornar-se apto a explicar o texto.

20 Antologia de textos Filosóficos Os textos filosóficos presentes na Antologia são precedidos por introduções redigidas por professores universitários especialistas nos filósofos escolhidos. Essas introduções apresentam três componentes. O primeiro traz um panorama histórico e bibliográfico dos filósofos.

21 O segundo apresenta a possibilidade de interpretação e problematização dos textos. O terceiro apresenta indicações de leituras das principais obras dos filósofos, traduzidas para a língua portuguesa, bem como os principais comentadores e eventuais sites qualificados. A Antologia também disponibiliza aos leitores um índice remissivo com os principais conceitos, filósofos, termos e correntes filosóficas.

22 O papel da Antologia é proporcionar ao estudante a prática da leitura e da análise de textos filosóficos, da escrita, da argumentação, do debate, da problematização da realidade e da criação de conceitos.

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24 1) Comente a importância da Antologia para o trabalho com o texto filosófico em sala de aula, apontando os aspectos positivos e os aspectos que consideram negativos para o trabalho com este material.

25 2) Apresente as possibilidades de atividades filosóficas elaboradas a partir dos textos presentes na Antologia. Quais são os encaminhamentos metodológicos mais comuns usados em sala de aula para o trabalho com os textos filosóficos?

26 Exemplo de uma prática utilizando o texto: Hípias Maior que se encontra na Antologia de Textos Filosóficos nas páginas 548 a 551.

27 1) Iniciar com apresentação de imagens com diferentes padrões de beleza ao longo da história e em diferentes sociedades. Para desta forma mobilizar os estudantes a refletir sobre seus conceitos de Beleza.

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36 2)A partir das imagens questionar como atribuímos beleza as coisas, o que é de fato a beleza? Existe beleza desprovida de interesse ou influência social?

37 Antes de iniciar a leitura do texto Hipias Maior, realizar a leitura das páginas 543, 544 e 545 da Antologia de Textos Filosóficos. Para que o educando possa se familiarizar com o autor e a obra.

38 3) Realizar a leitura do texto excerto do diálogo Hípias Maior que se encontra na Antologia de filosóficos. (páginas 548 a 551) 4) Usar para o processo de investigação trechos do texto lido sobre Platão da Antologia, em powerpoint, (jpeg), para que os estudantes possam desenvolver seus conceitos sobre o autor.

39 ... alguém me pôs em grande apuro, numa discussão em que eu rejeitava determinadas coisas como feias e elogiava outras por serem belas,... Qual é o critério, Sócrates, para reconheceres o que é belo e o que é feio?

40 Apresentam-se três definições: o conveniente; o útil, reforçado pelo vantajoso; e o que nos proporciona prazer, isto é, não toda espécie de prazer, mas apenas os que alcançamos pela vista e pelo ouvido.

41 Sócrates – E as coisas belas, não o são apenas por efeito da beleza?...Sócrates, para dizer-te toda a verdade, que o belo é uma bela jovem....Se existe o belo em si, todas as coisas que denominas belas serão belas por esse fato? Eu, de meu lado, diria que uma bela jovem é bela por efeito do que deixa belas todas as coisas.

42 O Hípias Maior é um diálogo dito socrático. Aliás, elas podem ser reduzidas a duas vertentes, a saber: 1. o belo como adequação à finalidade; 2. o belo como prazer para a vista e para o ouvido.

43 4)Finalizar com o processo avaliativo do texto, onde deve-se observar o processo de criação de conceito, ou seja avaliar o conhecimento que o estudante adquiriu durante o processo de leitura, interpretação e entendimento. Que deve se manifestar na sua capacidade de formular ou argumentar sobre o conceito de beleza.

44 Indique a leitura e organize um debate sobre o artigo: O texto filosófico no ensino de Filosofia. Retirado do livro: A Filosofia e seu Ensino Desafios Emergentes.

45 Sugerir para que a próxima capacitação de 4 horas que os professores tragam a sua pratica com os textos da Antologia. Para socialização. O coordenador de filosofia do NRE deve determinar um prazo para que os professores entreguem em seu núcleo sua experiência de trabalho com os textos da Antologia. Esta segunda fase será de socialização e troca de experiência e deve ser conduzida pelo Técnico de Filosofia no NRE.

46 REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA. Severino, Antônio Joaquim. Como ler um texto de filosofia. Ed. Paulus. São Paulo Horn, Geraldo Balduino (org). Textos Filosóficos em Discussão. Ed. Elenco. Curitiba Figueiredo, de Vinicius. Seis Filósofos na Sala de Aula. Ed. Berlendis. 2° edição 2007.

47 Folscheid, Dominique. Wunenburger, Jean- Jacques. Metodologia filosófica, Trad. Paulo Neves. 3º ed. São Paulo. Editora Martins Fontes. Cossuta, Frédéric Elementos para a leitura dos textos filosóficos. Editora: Martins Fontes Calvino, Ítalo. Por que ler os clássicos. Editora: COMPANHIA DAS LETRAS.


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