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Visita de Avaliação 2007/2008 Rio de Janeiro, 18 de junho de 2009 Instituto de Física Universidade Federal do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação.

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1 Visita de Avaliação 2007/2008 Rio de Janeiro, 18 de junho de 2009 Instituto de Física Universidade Federal do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação em Física Mestrado e Doutorado Conceito 7 CAPES Coordenador: Prof. Paulo H. Souto Ribeiro

2 HISTÓRIA DO PROGRAMA Mestrado - Teve inicio em 1970 e foi credenciado em 1978 Dissertações defendidas entre 1970 e Doutorado – Teve inicio em 1979 e foi credenciado em Teses defendidas entre 1979 e Áreas de concentração: Física de Partículas e Campos Física Nuclear/Hadrônica e Astrofísica/Cosmologia Física Atômica Molecular e Óptica Física da Matéria Condensada Áreas niciadas em 1975, reestruturadas em Consolidação através do crescimento do corpo de pesquisadores e da melhoria da infra-estrutura(biblioteca, oficinas e computação) e dos laboratórios. Recentemente, foram estabelecidas ou reforçadas várias linhas de pesquisa experimentais(Colisões Atômicas, Óptica Quântica e Altas Energias) e teóricas (Física da Matéria Condensada, Óptica e Astrofísica) com a contratação de novos pesquisadores

3 LINHAS DE PESQUISA Física de Partículas e Campos Física de Partículas Elementares / Física de Altas Energias Estudo e identificação dos constituintes fundamentais da matéria e a descrição quantitativa de suas interações. Teoria de Campos e suas Aplicações Utilização de teoria de campos em sistemas de mecânica estatística relativísticos e em sistemas de matéria condensada. Teoria de Cordas A Teoria de Cordas é uma teoria fundamental para a descrição das partículas elementares, inclusive o gráviton. Física da Matéria Condensada Física dos Materiais Descrição: Trata-se de aplicação de técnicas experimentais em estudos de vários sistemas físicos. Os materiais examinados são principalmente os moleculares e os compostos inter-metálicos. Matéria Condensada Teórica Utiliza-se diversas técnicas teóricas visando o estudo de sistemas de interesse atual em Física da Matéria Condensada. Supercondutividade, Fluídos e Matéria Condensada Estudo das propriedades macroscópicas de equilíbrio e não-equilíbrio dos vórtices tanto em supercondutores do tipo-II como em fluídos clássicos

4 Linhas de Pesquisa Física Nuclear/Hadrônica e Astrofísica/Cosmologia Física Nuclear e Astrofísica Estudo da estrutura de núcleons e de núcleos e das colisões entre sistemas destes tipos. Gravitação e Cosmologia Estudam-se sistemas autogravitantes de interesse astrofísico, assim como cosmológico. A teoria fundamental que se aplica para tanto é a Teoria da Relatividade Geral. Sistemas não lineares Sistemas clássicos e quânticos que apresentem não linearidades. Astropartículas e Astrofísica de Altas Energias Surgiu da interface recente entre física de partículas e astronomia e estuda partículas de altas energias emitidas por buracos negros, estrelas de neutrons, núcleos ativos de galáxias, supernovas e explosões de raios gama.. Teoria de Reações Nucleares: Multifragmentação Nuclear Estudo do comportamento da matéria nuclear aquecida e comprimida, buscando a compreensão da equação de estado da matéria nuclear significativamente longe da configuração de equilíbrio. Física Hadrônica, Interações fortes e QCD Estudar propriedades de interações fortes através de QCD e seus modelos e aplicações para processo de colisões de íons pesados ultra-relativisticos e astrofísica de alta energia. LINHAS DE PESQUISA

5 Linhas de Pesquisa Física Atômica Molecular e Óptica Interação de Átomos e Moléculas com a Matéria Estudam-se vários processos de colisão de íons atômico e molecular com a matéria. Interação entre radiação X e Gama com a matéria Pesquisas básicas e aplicadas sobre as principais interações entre fótons de 10 a 1000 keV com as camadas eletrônicas dos materiais. Os trabalhos envolvem medidas de secções de choque, elaboração de programas de simulação e comparação com as teorias. Armadilha de Íons e Átomos Gêmeos Utilização de átomos e íons para o estudo teórico e experimental de informação quântica, em particular, átomos gêmeos e computação quântica. Óptica Clássica Descrição: Pinças Ópticas com pesquisa teórica e experimental. Óptica Quântica e Informação Quântica Produção de estados emaranhados de fótons e suas aplicações em Informação Quântica e estudo dos fundamentos da Mecânica Quântica. Física Atômica, Molecular e Ótica, e Física de Altas Energias: Antimatéria Construção de armadilhas e espectroscopia de átomos frios de hidrogênio, antihidrogênio, lítio e moléculas leves. LINHAS DE PESQUISA

6 CORPO DOCENTE NomeTítuloObtencãoCNPq Belita KoillerDoutor19751A Carlos Alberto Aragão de Carvalho FilhoDoutor19801A Eduardo Cantera MarinoDoutor19801A Eduardo Chaves MontenegroDoutor19801A Erasmo Madureira FerreiraDoutor19611A Herch Moysés NussenzveigDoutor19571A Humberto Siqueira BrandiDoutor19711A Luiz DavidovichDoutor19751A Luiz Felipe Alvahydo de Ulhôa CantoDoutor19761A Nicim ZaguryDoutor19671A Raul José Donangelo*Doutor19771A Takeshi KodamaDoutor19711A * Afastado em 2009 por aposentadoria, mudança de instituição, afastamento temporário ou saída após a avaliação de 2009

7 CORPO DOCENTE NomeTítuloObtencãoCNPq Jose d'Albuquerque e CastroDoutor19811B Nelson Velho de Castro FariaDoutor19701B Raimundo Rocha dos SantosDoutor19811B Carlos Farina de SouzaDoutor19891C Clovis José WotzasekDoutor19901C Fernando Marroquim L de Almeida JuniorDoutor19831C Gilson Matheus Carneiro*Doutor19731C Ioav WagaDoutor19881C Leandro Salazar de PaulaDoutor19891C Luis GhivelderDoutor19881C Mauro Melchiades DoriaDoutor19831C Miguel Alexandre NovakDoutor19841C Paulo Américo Maia NetoDoutor19911C Paulo Henrique Souto RibeiroDoutor19951C Rodrigo Barbosa CapazDoutor19961C Sergio Luiz Alves de QueirozDoutor19811C * Afastado em 2009 por aposentadoria, mudança de instituição, afastamento temporário ou saída após a avaliação de 2009

8 CORPO DOCENTE NomeTítuloObtencãoCNPq Claudio Lenz CesarDoutor19951D Ginette Jalbert de Castro FariaDoutor19851D Henrique Boschi FilhoDoutor19921D Nelson Ricardo de Freitas BragaDoutor19901D Raul Edgardo RappDoutor19731D Angelo Marcio de Souza GomesDoutor20002 Antonio Carlos Fontes dos SantosDoutor19992 Eduardo Souza FragaDoutor19982 Erica Ribeiro Polycarpo MacedoDoutor20022 João Ramos Torres de Mello NetoDoutor19922 Luca Roberto Augusto MoriconiDoutor19932 Marcelo Martins Sant'AnnaDoutor19972 * Afastado em 2009 por aposentadoria, mudança de instituição, afastamento temporário ou saída após a avaliação de 2009

9 CORPO DOCENTE NomeTítuloObtencãoCNPq Mauricio Pamplona PiresDoutor19982 Miriam Mendes GandelmanDoutor19962 Mohammed El MassalamiDoutor19872 Ruynet Lima Matos FilhoDoutor19972 Sandra Filippa AmatoDoutor19922 Sergio Eduardo de Carvalho Eyer JorásDoutor19982 Sergio Ricardo de Azevedo Souza*Doutor19942 Stephen Patrick WalbornDoutor20042 Tatiana Gabriela RappoportDoutor20032 Thereza Cristina de Lacerda PaivaDoutor19992 * Afastado em 2009 por aposentadoria, mudança de instituição, afastamento temporário ou saída após a avaliação de 2009

10 CORPO DOCENTE NomeTítuloObtencãoCNPq Alexandre Carlos TortDoutor1997 Anibal José RamalhoDoutor1984 Bernard Marie Marechal*Doutor1969 Elis Helena de Campos Pinto SinneckerDoutor1995 João Paulo Sinnecker*Doutor1995 José Antonio Martins SimõesDoutor1981 José Helder LopesDoutor1988 Luiz Felipe de Souza CoelhoDoutor1981 Luiz Gallisa Guimarães*Doutor1991 Marcelo Byrro RibeiroDoutor1992 Marcelo de Souza Alves*Doutor1990 * Afastado em 2009 por aposentadoria, mudança de instituição, afastamento temporário ou saída após a avaliação de 2009

11 CORPO DOCENTE NomeTítuloObtencãoCNPq Marcus Venícius Cougo PintoDoutor1988 Maurício Ortiz CalvãoDoutor1995 Monica Pereira BahianaDoutor1990 Nathan Bessa VianaDoutor2002 Paulo Eduardo Fornasari Farinas*Doutor1997 Said Salem Sugui JuniorDoutor1983 Stenio Dore de MagalhãesDoutor1997 Terezinha de Jesus StuchiDoutor1991 Vitoria Maria Tupinambá S BarthemDoutor1987 Wania Wolff*Doutor1993 Yara do Amaral CoutinhoDoutor1991 * Afastado em 2009 por aposentadoria, mudança de instituição, afastamento temporário ou saída após a avaliação de 2009

12 CORPO DOCENTE Resumo: – 33 pesquisadores nível 1 do CNPq, 17 pesquisadores nível 2 do CNPq (a maioria jovens professores), num total de 50 bolsistas entre os 72 permanentes do quadro. – Cerca de 15 professores têm atuação destacada nos cenários nacional e internacional, através da participação em agências fomento (CNPq, CAPES, FINEP e FAPERJ) e órgãos da Administração Federal (MEC, MCT e MDIC), da prestação de assessoria científica a agências nacionais e internacionais, da presença em Academias de Ciência no Brasil e no exterior, e de diversas premiações de caráter nacional e internacional. - O corpo docente passa por avaliações periódicas. A mais recente foi realizada em março de Durante o último COLETA CAPES, detectamos problemas no cadastramento dos professores da PG. Alguns professores que não pertencem ao quadro da PG, foram incluídos pelo sistema SIGMA da UFRJ, aumentando indevidamente o número de docentes sem publicação.

13 GRADE CURRICULAR Obrigatórias, Eletivas, Tópicos, Seminários e Complementares. Quadro de professores qualificado e com atuação abrangente: podemos oferecer aos estudantes um vasto leque de opções para compor a sua formação básica e específica, estimulando ainda o contato com várias áreas de pesquisa da Física e de temas multidisciplinares, tais como biofísica, engenharia de materiais e informação quântica. Revisão em 2008: ênfase nas disciplinas obrigatórias. Com esta revisão, as ementas das disciplinas obrigatórias de Mecânica Estatística e Eletrodinâmica Clássica foram modernizadas e a disciplina de Mecânica Quântica passou a ser ministrada em dois semestres com a criação das disciplinas de Mecânica Quântica I e II. O objetivo destas mudanças foi tornar a formação dos nossos estudantes mais objetiva e eficiente, focalizando nos aspectos fundamentais e deixando abordagens mais específicas para as disciplinas eletivas e de tópicos.

14 Disciplinas Obrigatórias MECÂNICA ESTATÍSTICA (FIW 701/801) - 4 créditos MECÂNICA QUÂNTICA I (FIW 702/802) - 4 créditos MECÂNICA QUÂNTICA II (FIW 743/843) - 4 créditos ELETRODINÂMICA CLÁSSICA (FIW 704/804) - 4 créditos PRÁTICA DE ENSINO A (FIW 740/840) - 1 crédito As ementas podem ser obtidas em nosso Website: GRADE CURRICULAR

15 Disciplinas Eletivas MÉTODOS MATEMÁTICOS (FIW 703/803) MÉTODOS EXPERIMENTAIS EM FÍSICA DA MATÉRIA CONDENSADA (FIW 705/805) RELATIVIDADE GERAL (FIW 706/806) COSMOLOGIA (FIW 707/807) ÓPTICA QUÂNTICA I (FIW 708/808) ÓPTICA QUÂNTICA II (FIW 709/809) FÍSICA NUCLEAR (FIW 710/810) TEORIA DE COLISÕES (FIW 711/811) FÍSICA ATÔMICA E MOLECULAR (FIW 712/812) TEORIA QUÂNTICA DOS CAMPOS I (FIW 713/813) TEORIA QUÂNTICA DOS CAMPOS II (FIW 714/814) FÍSICA DE PARTÍCULAS ELEMENTARES (FIW 715/815) TEORIA DE GRUPOS APLICADA À FÍSICA DA MATÉRIA CONDENSADA (FIW 716/816) TEORIA DA MATÉRIA CONDENSADA (FIW 717/817) TEORIA DE MUITOS CORPOS (FIW 718/818) MÉTODOS EXPERIMENTAIS EM FÍSICA CORPUSCULAR (FIW719/819) PRÁTICA DE ENSINO B (FIW 741/841) - 1 crédito As ementas podem ser obtidas em nosso Website: GRADE CURRICULAR

16 Disciplinas de Tópicos TÓPICOS DE FÍSICA DE PARTÍCULAS E CAMPOS - A (FIW 720/820) TÓPICOS DE FÍSICA DE PARTÍCULAS E CAMPOS - B (FIW 721/821) TÓPICOS DE FÍSICA ATÔMICA, MOLECULAR E ÓPTICA - A (FIW 722/822) TÓPICOS DE FÍSICA ATÔMICA, MOLECULAR E ÓPTICA - B (FIW 723/823) TÓPICOS DE FÍSICA HADRÔNICA E NUCLEAR– A (FIW 724/824) TÓPICOS DE FÍSICA HADRÔNICA E NUCLEAR – B (FIW 725/825) TÓPICOS DE FÍS. DA MATÉRIA CONDENSADA E MEC. ESTATÍSTICA - A (FIW 726/826) TÓPICOS DE FÍS. DA MATÉRIA CONDENSADA E MEC. ESTATÍSTICA – B (FIW 727/827) TÓPICOS DE ASTRONOMIA, ASTROFÍSICA E COSMOLOGIA – A (FIW 728/828) TÓPICOS DE ASTRONOMIA, ASTROFÍSICA E COSMOLOGIA – B (FIW 729/829) TÓPICOS DE FÍSICA TEÓRICA – A (FIW 738/838) TÓPICOS DE FÍSICA TEÓRICA – B (FIW 739/839) As ementas são propostas pelos professores a aprovadas previamente pela comissão de pós-graduação. GRADE CURRICULAR

17 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Dados de partida - O programa de pós-graduação do IF/UFRJ sofreu grandes mudanças ao longo da última década. - O Instituto de Física revitalizou e ampliou seu quadro de docentes, investindo pesadamente na atividade experimental. - Obtenção em 2001 do grau 7 na avaliação da CAPES. - Potencial para expansão. Metas estratégicas e resultados iniciais: 1 - Expansão: Corpo docente atual: 72 professores doutores, dos quais 50 são pesquisadores bolsistas do CNPq, sendo 12 nível 1A, 3 nível 1B, 13 nível 1C, 5 nível 1D e 17 nível 2. Corpo discente no final de 2007 – 21 alunos de mestrado e 40 de doutorado – total 61 Corpo discente no final de 2008 – 17 alunos de mestrado e 47 no doutorado- total 64 Alunos matriculados em – 22 alunos de mestrado e 50 de doutorado – total 72 (crescimento real de 12,5%) META: 2 estudantes por docente em média – 140 estudantes Resultados preliminares: Candidatos ao processo seletivo para saltou para 70 candidatos, foram aprovados 40 estudantes, mas apenas 18 conseguiram bolsa. Crescimento real ~ 9 alunos Candidatos para serão em torno de 40, mas não temos bolsas novas! Exceto edital CNPq.

18 2 - Infra-estrutura: nos últimos anos, temos trabalhado para ampliar nossa infra-estrutura de pesquisa, com destaque para a criação de novos laboratórios, compra de novos equipamentos para laboratórios existentes e estrutura de informática Resultados preliminares: Dentro de um ano, pretendemos transferir o nosso programa de pós-graduação e os laboratórios de pesquisa para o novo prédio do Instituto de Física que está atualmente em construção. Os recursos para o término da obra virão de um projeto PROINFRA e de um INCT. Neste novo prédio, poderemos acomodar os 140 estudantes previstos em nosso projeto de expansão. 3 - Gerenciamento: Pretendemos modernizar os procedimentos administrativos do nosso programa, tendo em vista o aumento da complexidade operacional. Atualmente, a maior parte da documentação é feita com papel e exige a presença física e assinaturas de estudantes e professores. Entretanto, nós já detectamos vários procedimentos que poderiam ser realizados e validados através da internet. Além disto, a complexidade e o número de operações necessárias para a administração dos recursos do PROEX, poderiam ser reduzidas. O uso de pagamento por meio eletrônico, por exemplo, poderia facilitar enormemente a realização das despesas e a prestação de contas. Trabalhando em conjunto com a CAPES, esta evolução seria viável a médio prazo. 4 - Informação e divulgação: O programa está se preparando para desempenhar um papel de maior relevância na difusão de sua produção científica. Este tipo de atuação será voltado para a organização de eventos científicos e produção de conteúdo, principalmente para a nossa página na internet. Este trabalho dependerá obviamente do progresso das melhorias de infra-estrutura e da continuidade do financiamento. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

19 FINANCIAMENTO Projetos ativos em 2007 e 2008 Institutos do Milênio CNPq-MCT: - Informação Quântica - Iniciado em 2001 e coordenado pelo Prof. Luiz Davidovich até 2005, deu origem à segunda edição do projeto entre 2005 e 2008, coordenado pelo Prof. Amir Caldeira da UNICAMP. - Nanoteconlogia - coordenado pela Prof. Belita Koiler de 2005 até PRONEX CNPq/FAPERJ: - Reações Nucleares - coordenado pelo Prof. Felipe Canto - Materiais Magnéticos Nanoestruturados – coordenado pelo Prof. José dAlbuquerque e Castro - Mecânica Quântica no processamento e na transmissão de informações e em medidas de precisão - corordenado pelo Prof. Nelson Faria - Sistemas magnéticos sob condições extremas: modelagem, controle, elaboração, e aplicações - coordenado pelo Prof. Raimundo dos Santos - Informação Quântica e Óptica Quântica - coordenado pelo Prof. Luiz Davidovich - Núcleo de Eestudos em Espalhamento, Aprisionamento e Espectroscopia de Átomos, Moléculas e Íons – coordenado pelo Prof. Eduardo Montenegro Pensa-Rio FAPERJ: - Uso da Mecânica Quântica para o desenvolvimento de novas tecnologias de informação e comunicação - coordenado pelo Prof. Paulo HS Ribeiro. FAPERJ – Equipamentos de grande porte – Liquefator de Helio – Prof. Nelson Faria Cientista do Nosso Estado FAPERJ: 12 projetos CNPq-Universal, FAPERJ APQ, CAPES-PROCAD-DAAD-COFECUB : vários.

20 INFRA-ESTRUTURA Laboratórios e oficinas 1. LABORATÓRIOS DE ENSINO: 1.a - LABORATÓRIO DIDÁTICO DO INSTITUTO DE FÍSICA (LADIF): 1.b - LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DA GRADUAÇÃO (LIG) E LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DA LICENCIATURA(LILI): 1.1.c - LABORATÓRIO DE PESQUISA EM ENSINO (LIPE): 2. LABORATÓRIO DE BAIXAS TEMPERATURAS (LBT): 3. LABORATÓRIO DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA: 4. CIÊNCIA DOS MATERIAIS: 4.a - LABORATÓRIO DE CRISTALOGRAFIA E RAIO-X (LCRX): 4.b - LABORATÓRIO DE ÓPTICA DOS SÓLIDOS: 4.c - LABORATÓRIO DE MATERIAIS E ANÁLISE TÉRMICA (LabMAT): 5. LABORATÓRIO DE MAGNETISMO E MATERIAIS MAGNÉTICOS (LMMM): 6. LABORATÓRIO DE FÍSICA ATÔMICA E MOLECULAR (LaCAM): 7. LABORATÓRIO DE FÍSICA DAS RADIAÇÕES (LAFRAG):

21 Laboratórios e oficinas 4. CIÊNCIA DOS MATERIAIS: 4.a - LABORATÓRIO DE CRISTALOGRAFIA E RAIO-X (LCRX): 4.b - LABORATÓRIO DE ÓPTICA DOS SÓLIDOS: 4.c - LABORATÓRIO DE MATERIAIS E ANÁLISE TÉRMICA (LabMAT): 5. LABORATÓRIO DE MAGNETISMO E MATERIAIS MAGNÉTICOS (LMMM): 6. LABORATÓRIO DE FÍSICA ATÔMICA E MOLECULAR (LaCAM): 7. LABORATÓRIO DE FÍSICA DAS RADIAÇÕES (LAFRAG): 8. LABORATÓRIO DE FÍSICA DE PARTÍCULAS ELEMENTARES (LAPE): 9. LABORATÓRIO DE SUPER ESPECTROSCOPIA (LASER): 10. LABORATÓRIO DE ÓPTICA QUÂNTICA (LOQ): 11. LABORATORIO DE COLISÕES DE BAIXA ENERGIA: 12. OFICINA MECÂNICA: 13. OFICINA ELETRÔNICA: 14. CRIOGENIA: INFRA-ESTRUTURA

22 Infra-estrutura - Biblioteca A Biblioteca do Instituto de Física tem coleções impressas dos principais títulos de periódicos em física, completas tipicamente até Com a implementação do portal de periódicos da CAPES (http://www.periodicos.capes.gov.br ), hoje em dia o acesso se faz por meio eletrônico através de qualquer computador do IF. O acervo possui cerca de exemplares de livros. Quanto ao intercâmbio com outras instituições fora da UFRJ utilizamos, através da Biblioteca Central do CCMN, os serviços do COMUT (Comutação Bibliográfica) para conseguirmos as cópias dos artigos ou livros que não fazem parte da nossa coleção. O COMUT é um serviço nacional e fazem parte dele todas as bibliotecas universitárias, assim como as bibliotecas do IMPA, INT, IOC, IFT e muitas outras. Além desse serviço temos um convênio informal com as bibliotecas do CBPF (a maior do Rio de Janeiro em número de livros e periódicos assinados na área de física) e a do Instituto de Física da UFRGS. INFRA-ESTRUTURA

23 Infraestrutura - Informática O parque computacional do Instituto de Física da UFRJ apresenta os recursos necessários para o desenvolvimento da pesquisa em diversas áreas do estudo da Física, consistindo em cerca de 400 máquinas baseadas em Unix, Linux e Windows operando em rede. Estes recursos foram orientados para o atendimento de duas grandes classes de trabalho dos pesquisadores e alunos de pós-graduação: a classe interativa e a classe de simulações. Na classe interativa, sistemas ligados 24 horas por dia permitem que o pesquisador tenha acesso a todos os recursos presentes na Internet como correio eletrônico, pesquisa em bancos de dados, bibliotecas virtuais, etc. Além disso, os sistemas apresentam um ambiente perfeito para a escrita de documentos científicos, divulgação eletrônica, manipulação algébrica e exploração de dados. Esta tarefa é atendida por um conjunto de servidores Linux baseados em arquitetura Intel. Esses servidores, junto com um cluster de computadores instalados em nossos laboratórios, permitem que os estudantes de pós-graduação tenham toda a infra-estrutura necessária para suas atividades curriculares. A classe de simulações, necessária para os grandes cálculos científicos, é atendida por um sistema de processamento paralelo que pode fornecer até 2 GFLOPS de desempenho. Nesse sistema o aluno tem toda a infra-estrutura para a solução de seus problemas durante o curso. Este sistema conta com 20 CPUs de alto desempenho que trabalham de maneira cooperativa. Todos os laboratórios e salas estão conectadas à Internet e a todos os recursos computacionais do Instituto. Esta tarefa é desempenhada por um sistema que utiliza redes de 100Mbits/s para poder atender as necessidades existentes. INFRA-ESTRUTURA

24 CORPO DISCENTE,TESES E DISSERTAÇÕES DoutoradoPercentual Docente Percentual Discente MestradoPercentual Docente Percentual Discente Percentual Docente Geral Percentual Discente Geral ,5(30,0)13,8811,1(26,6)12,323,6(56,6)26, ,1(26,6)12,3912,5(30,0)13,823,6(56,6)26,2 Total1723,6(56,6)26,21723,6(56,6)26,247,2(113,3)52,3 Teses e dissertações defendidas em 2007 e 2008 A tabela abaixo apresenta o número de teses e dissertações defendidas por ano e para os dois anos juntos e o valor percentual da razão entre este número e o número total de professores e número total de alunos. O número total de professores considerado foi de 72 e de alunos foi 65. Alertamos entretanto que estes números podem fornecer indicadores inadequados, devido à baixa relação entre o número de estudantes e o número de professores. Apresentamos alternativamente, entre parêntesis, números obtidos com a substituição do número total de professores pelo número total de professores que orientava algum aluno no período(em andamento).

25 CORPO DISCENTE,TESES E DISSERTAÇÕES Distribuição de teses defendidas em função dos orientadores O gráfico abaixo mostra um histograma em que cada posição corresponde a um professor e a altura da barra corresponde ao número de teses de estudantes de cada professor defendidas em 2007 e Colunas azuis para doutorado e vermelhas para mestrado. Notamos que tanto no mestrado quanto no doutorado, a distribuição é homogênea, com a exceção de um professor em cada grupo, que teve mais de uma tese orientada defendida.

26 PRODUÇÃO INTELECTUAL Distribuição de publicações em função do parâmetro Qualis Os gráficos abaixo mostram histogramas em que cada posição horizontal corresponde a um parâmetro Qualis e a altura da barra corresponde ao número de artigos publicados em revistas classificadas em cada faixa. Notamos que além da distribuição ser centrada no parâmetro B1, ela tem um grande componente nas colunas A1 e A2. Em dois anos tivemos 62 publicações classificadas como Qualis A1 e A2 para um quadro de 72 docentes, sendo 3 delas na Science, 2 na Nature Physics e 12 na Physical Review Letters. Algumas publicações (NC - não classificado) não foram encontradas nas listas de periódicos.

27 PRODUÇÃO INTELECTUAL Distribuição de publicações em função do parâmetro Qualis na forma de tabela QualisNr. de artigos em 2007 A18 A222 B170 B219 B373 B416 B51 NC7 QualisNr. de artigos em 2008 A113 A219 B157 B219 B311 B48 B55 NC5 QualisNr. de artigos em A121 A241 B1127 B238 B384 B424 B56 NC12

28 PRODUÇÃO INTELECTUAL Distribuição de publicações por professor do programa Os gráfico abaixo mostra um histograma em que cada posição horizontal corresponde a um professor do programa e na vertical temos o número de publicações indexadas no período de 2007 e Notamos que a distribuição é razoavelmente homogênea, tendo em vista um período tão curto. Um ajuste linear dos dados abaixo resulta em uma média de 4,9 artigos por professor no período.

29 Inserção Social 1 - Inserção e impacto regional e nacional do programa: O programa de pós-graduação em Física da UFRJ vem exercendo um papel cada vez mais relevante, tanto regionalmente quanto nacionalmente. Há várias formas de avaliar este aspecto, uma delas é através do papel dos alunos egressos em outras instituições. Podemos citar como exemplos, doutores formado no IF/UFRJ, que atuam em centros que ainda estão em fase de desenvolvimento, tais como a UFAl, UFMT e outros. Outra forma de avaliar esta atuação é através do papel de professores do nosso corpo docente, fora do programa. Alguns exemplos são professores que exerceram e ainda exercem cargos de diretoria de instituições como a FINEP, INMETRO, CNEN, CEDERJ, entre outros. Além disto, nossos professores são constantemente convidados para apresentações públicas, entrevistas para jornais e revistas e participam de importantes sociedades científicas, tais como a Academia Brasileira de Ciências e a Academia Americana de Ciências. 2 - Integração e cooperação com outros programas e centros de pesquisa Nosso programa apóia o programa de pós-graduação do Observatório Valongo da UFRJ e contribui com a participação de professores e com a coordenação de projetos que beneficiam este programa. O nosso programa mantém ainda cooperações com programas em desenvolvimento, tais como os programas da UFMT, UFPA, UFG e outros, através de orientações em co-tutela. Outros tipos de interação envolvem financiamento externo. Por exemplo, tivemos um caso de doutorado sanduíche financiado pelo ICFO da Espanha que recebeu o estudante. Em outro caso, recebemos um estudante da Universidade Nacional do México, com bolsa mexicana. Em mais um caso, recebemos um estudante da École Normale Superièure de Paris, para um estágio financiado pela instituição francesa.

30 Inserção Social 3 - Visibilidade e transparência Os grupos de pesquisa ligados ao nosso programa veem conseguindo resultados expressivos tanto no contexto nacional quanto internacional. Nos últimos anos, tivemos a publicação de artigos nas revistas Nature e Science, como parte de nossa produção científica. Esta publicações atestam a qualidade científica de nossa produção e projetam nosso trabalho no cenário internacional. Uma outra maneira tangível de perceber o impacto destes resultados é através dos prêmios nacionais e internacionais, palestras convidadas e projetos coordenados pelos nossos professores. Entre eles podemos citar: Profa Belita Koiller - Membro do Conselho de Administração do LNLS; - Coordenadora do Instituto do Milênio de Nanotecnologia, período 2005 a 2008; - Presidente do Comitê Organizador da 29th Conferência Internacional de Física Semicondutores (ICPS-29) no Rio de Janeiro em 2008; - Palestra convidada na XXX Reunião Bienal da Sociedade Espanhola de Física, Ourense - Espanha.

31 Inserção Social Prof Carlos Alberto Aragão de Carvalho Filho - Diretor de Inovação da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (até agosto de 2007) - Diretor da FINEP (a partir de agosto de 2007) Prof Eduardo Cantera Marino - Condecorado com a Ordem Nacional do Mérito Científico no grau de Comendador - Presidência da República. Prof. Eduardo Montenegro - Membro do comitê assessor de Física e Astronomia do CNPq - Fellow da American Physical Society Prof Eduardo Souza Fraga - Palestra convidada no Workshop on Quark-Gluon-Plasma Thermalization, Viena - Áustria. Prof Humberto Brandi - Diretor Científico do INMETRO Prof João Ramos Torres de Mello Neto - Palestra plenária de revisão na conferencia internacional Hadron Spectroscopy, Rio de Janeiro, de Agosto de 2005, intitulada ''Recent Results of the Auger Experiment''

32 Inserção Social Prof Jose D'Albuquerque e Castro - Plenária convidada : ``Spin-wave propagation in magnetic multilayers'' no Latin American Workshop on Magnetism, Magnetic Materials and Applications, Reñaca, Chile, 12-16/12/2005 Prof. Luiz Davidovich - Membro de Comissão da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Ministério de Educação (MEC) para análise do anteprojeto de Reforma Universitária. - Coordenador do Instituto do Milênio de Informação Quântica, período Premiado pela Academia de Ciências para o Mundo em Desenvolvimento. - Membro da Academia de Ciências dos Estados Unidos Prof Luiz Felipe A. de Ulhôa Canto - Coordenação do projeto PRONEX/CNPq/FAPERJ intitulado ``Reações Nucleares'' Prof Odair Dias Gonçalves - Presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) Prof. Paulo Henrique Souto Ribeiro - Coordenação do projeto Pensa-Rio/FAPERJ intitulado ``Uso da Mecânica Quântica para o desenvolvimento de novas tecnologias de informação e comunicação.

33 Inserção Social Prof Nelson Velho de Castro Faria - Coordenação do projeto PRONEX/CNPq/FAPERJ intitulado ``Mecânica Quântica no processamento e na transmissão de informações e em medidas de precisão'' Prof Raimundo Rocha dos Santos - Membro do Comitê Assessor de Física e Astronomia do CNPq. - Coordenação do projeto PRONEX CNPq/FAPERJ intitulado "Sistemas magnéticos sob condições extremas: modelagem, controle, elaboração, e aplicações" - Vice-coordenador da área de física e astronomia da CAPES. Prof Raul E. Rapp - Coordenador do projeto de pesquisa "Núcleo de produção de altos campos magnéticos, muito baixas temperaturas e amostras de alta qualidade: caracterização magnética, térmica e de transporte em materiais magnéticos avançados"- PADCT / Faperj/CNPq. Prof Raul J. Donangelo - Membro do Comitê Assessor de Física e Astronomia do CNPq. Prof Rodrigo Barbosa Capaz - Palestra plenária no XXVIII Encontro Nacional de Física da Matéria Condensada, Santos (SP).

34 Inserção Social Transparência Nosso programa é coordenado por uma comissão de pós-graduação, que é presidida pelo coordenador. Esta comissão tem ampla representação por parte dos departamentos do instituto e também por parte dos discentes de pós-graduação. Todas as ações administrativas passam pela comissão de pós e embora os recursos financeiros sejam delegados somente ao coordenador pela CAPES, fazemos periodicamente um relato da aplicação dos recursos. As decisões sobre o financiamento da participação de estudantes em eventos também são discutidas na comissão, a exceção dos casos tipificados e descritos em nossa página na internet. A nossa página na internet também tem contribuído para garantir a transparência de nossas ações. Um exemplo disto é a publicação dos editais para os processos seletivos para o mestrado e doutorado.

35 Predicados dos Programas 6 e 7 Qualificação, produção e desempenho Ao longo desta apresentação foram citados diversos parâmetros que informam o nível de qualificação docente do nosso programa e sua produção científica. Façamos agora um sumário destes parâmetros: 1 – 33 pesquisadores nível 1 do CNPq, 17 pesquisadores nível 2 do CNPq(a maioria jovens professores), num total de 50 bolsistas entre os 72 permanentes do quadro. 2 – Cerca de 15 professores têm atuação destacada nos cenários nacional e internacional, através da participação em agências fomento (CNPq, CAPES, FINEP e FAPERJ) e órgãos da Administração Federal (MEC, MCT e MDIC), da prestação de assessoria científica a agências nacionais e internacionais, da presença em Academias de Ciência no Brasil e no exterior, e de diversas premiações de caráter nacional e internacional. 3 – Excelente capacidade de captação de recursos para investimento em pesquisa, sobretudo experimental, embora a atividade experimental ainda esteja em fase de ampliação. As fontes teem sido principalmente o CNPq, CAPES e FAPERJ. 4 – Publicação de artigos em revistas de Qualis A e B(novo Qualis), com destaque para as recentes publicações em Nature e Science. 5 – Produção científica em boa quantidade e qualidade.

36 Resultados e avanços recentes(2009) - Avaliação do IF/UFRJ por uma comissão externa – planejamento estratégico e ocupação do novo prédio - PROINFRA da UFRJ tem as obras do IF como primeira prioridade. - Novas premiações: O Prof. Rodrigo Capaz ganhou o prêmio TWAS-ROLAC (Física) de 2009 A Profa. Sandra Amato ganhou o prêmio Scopus Elsevier-CAPES de Publicação de um artigo experimental (realizado no 100% no IF) na revista Science por pesquisadores do nosso programa.


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