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Discutindo Arte na Escola Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte.

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Apresentação em tema: "Discutindo Arte na Escola Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte."— Transcrição da apresentação:

1 Discutindo Arte na Escola Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte

2 Algumas de Nossas concepções sobre as contribuições das artes visuais na educação:

3 As Artes, na Educação, contribuem para: desenvolvimento de capacidades motoras, emotivas, perceptivas e cognitivas preservação cultural: conhecer-se e reconhecer-se como parte de uma cultura compreensão crítica e sensível do mundo

4 As Artes, na Educação, contribuem para: pensamento divergente e convergente aprendizagem das possibilidades de representação e comunicação profissionalização

5 As Artes ensinam os estudantes a: Julgar na ausência de regras, confiar nos sentimentos, prestar atenção a nuances, agir e apreciar as consequências das escolhas, revê-las e, depois, fazer outras escolhas

6 As Artes ensinam os estudantes a: perguntar, explorar e abrirem-se à incerteza darem mais valor ao imaginativo rompercom hábitos enrijecidos

7 Uma experiência, Os caminhos que orientam as escolhas pedagógicasartísticas nas escolas estaduais em Goiás

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9 Orientação Pedagógica: o pensar e promover a formação continuada dos professores de arte (presencial e EaD) o implementar a matriz curricular de arte na educação básica (prensencial e EaD) Avaliação e acompanhamento dos PRAEC – Arte Acompanhamento das ações de arte nas EETI Grupos de produção artística

10 NAS ÚLTIMAS DÉCADAS: o acesso à educação escolar no país foi ampliado, garantindo o direito à educação a todos; frente a esse desafio, a SEDUC-GO implementa o Programa Reorientação Curricular cujo sentido é a transformação das escolas em espaços de aprendizagens significativas, que garantam qualidade do ensino ofertado e a permanência dos estudantes; Reorientação Curricular, iniciou em 2004 e consiste em Oficinas Pedagógicas, distribuídas em pólos regionais, abrangendo os 246 municípios, as 1094 escolas estaduais de EF e os aproximadamente 50 mil professores, dentre eles os 1600 professores que ministram arte

11 OBJETIVOS DA REORIENTAÇÃO: – oferecer subsídios para o fortalecimento do trabalho pedagógico e melhoria da qualidade das aulas; – reduzir das taxas de evasão e repetência nas escolas estaduais; – implementar uma proposta curricular com novos recortes e abordagens de conteúdos e práticas docentes que assumam as aprendizagens específicas de cada área e ligadas à leitura e à escrita, como compromisso de todos; – ampliar dos espaços de discussão coletiva nas escolas e subsecretarias.

12 ESTUDAR O CURRÍCULO SIGNIFICA: repensar categorias e conceitos que orientam o pensamento educacional e problematizar processos que acontecem – ou não – nas escolas e nas salas de aula. questionar aquilo que é aceito como dado, isto é, algo considerado legítimo e sobre o qual não se pergunta de quem é, a quem serve, ou quem o considera válido?

13 Vimos surgir no Brasil perspectivas críticas e pós-críticas que pensam o currículo como um artefato cultural construído socialmente, em contextos particulares e a partir de interesses específicos.

14 Curriculum, vem do latim e significa pista de corrida

15 O que vocês(professores de arte) gostariam que um currículo de arte contemplasse?

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19 Os conhecimentos que constituem o currículo estão vitalmente, envolvidos naquilo que somos, naquilo que nos tornamos: na nossa identidade (SILVA, 1999)

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24 Os sujeitos e suas culturas no centro do currículo, tem a intenção de abrir o campo da identidade para as estratégias que tendem a colocar seu congelamento e sua estabilidade em xeque: hibridismo, nomadismo, travestismo, cruzamento de fronteiras. Estimular, em matéria de identidade, o impensado e o arriscado, o inexplorado e o ambíguo, em vez do consensual e do assegurado, do conhecido e do assentado. (Silva, 2000)

25 Levar os estudantes a interagir com as imagens produzidas por indivíduos representantes do: – universo feminino, homossexual, afro-brasileiro, indígena, da classe trabalhadora, da cultura infanto-juvenil e dos sujeitos com necessidades especiais, – extrapolando, assim, as interações para além do universo branco, masculino e europeu, de classe alta, que tradicionalmente dominaram os currículos escolares e, mais especificamente, os temas e focos de estudo das artes.

26 Para que seja vivo e operante, o desenho curricular de arte deve ser utilizado como instrumento que gera demandas

27 – Inclusão da arte em todos os anos; – Contratação e Formação inicial de profissionais nas diferentes linguagens; – Ação docente especialista vs. polivalente; – Salas-ambientes com recursos tecnológicos e materiais apropriados e específicos; – Visitas a museus, ensaios de grupos de danças, peças teatrais, concertos e encontros de corais e bandas; – Diálogos/abertura da escola para a comunidade; – Escola como espaço de crítica e investigação.

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29 Para Elliot Eisner as Artes nos ajudam a restaurar um propósito decente para os nossos esforços e criar o tipo de escolas que nossas crianças merecem e que nossa cultura precisa. Tais aspirações, meus amigos, são estrelas pelas quais vale a pena esticar-se

30 Muito Obrigado!


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