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1 CONTÍNUOS INTENSIVOS Um estímulo único do início ao final da sessão, num ritmo forte, porém sustentável por determinado período, geralmente entre 20.

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1 1 CONTÍNUOS INTENSIVOS Um estímulo único do início ao final da sessão, num ritmo forte, porém sustentável por determinado período, geralmente entre 20 e 60 minutos. Exemplo: um trote ou caminhada forte por 25 minutos. RESISTÊNCIA CARDIORRESPIRATÓRIA: Para treinamento da resistência cardiorrespiratória, podemos utilizar os seguintes métodos : CAPACIDADES MOTORAS CONDICIONANTES

2 2 CONTÍNUOS INTENSIVOS Um estímulo único do início ao final da sessão, num ritmo forte, porém sustentável por determinado período, geralmente entre 20 e 60 minutos. Exemplo: um trote ou caminhada forte por 25 minutos. CONTÍNUOS EXTENSIVOS Um estímulo único do início ao final da sessão, num ritmo leve a moderado, sustentável por um período mais longo, geralmente a partir de 40 minutos. Exemplo: uma caminhada moderada por 45 minutos. RESISTÊNCIA CARDIORRESPIRATÓRIA: Para treinamento da resistência cardiorrespiratória, podemos utilizar os seguintes métodos : CAPACIDADES MOTORAS CONDICIONANTES

3 3 FLEXIBILIDADE: conjunto de propriedades morfofuncionais do aparato motor e de suporte que determinam a amplitude dos movimentos. É a capacidade de movimentos amplos nas articulações, através do aumento progressivo de sua mobilidade articular. (Platonov, 2008) AGORA QUE VOCÊ SABE A DEFINIÇÃO DA FLEXIBILIDADE, ACOMPANHARÁ OS MEIOS E MÉTODOS DE SE TREINÁ-LA! VAMOS LÁ!!!!! CAPACIDADES MOTORAS CONDICIONANTES

4 4 Para se treinar a FLEXIBILIDADE podemos utilizar os seguintes métodos: ESTÁTICO DINÂMICO - BALÍSTICO CRAC CR FNP FLEXIBILIDADE

5 5 VOCÊ VIU ALGUNS DOS MÉTODOS DE TREINAMENTO DA FLEXIBILIDADE! PARA MAIOR APROFUNDAMENTO NO TEMA, ORIENTAMOS A LEITURA DO CADERNO TÉCNICO DO SESI GINÁSTICA NA EMPRESA, QUE CONTÉM EXTENSO CONTEÚDO RELACIONADO AO TREINAMENTO DA FLEXIBILIDADE E TÉCNICAS DE ALONGAMENTO. Tanto os encurtamentos musculares, quanto o excesso de flexibilidade funcionam como fatores de risco para lesões, já que alteram a mecânica de funcionamento das articulações. A flexibilidade depende de inúmeros fatores, tais como idade, sexo, histórico de lesões, práticas esportivas e laborais. PORTANTO, UMA AVALIAÇÃO INDIVIDUALIZADA DA FLEXIBILIDADE DOS PRINCIPAIS GRUPOS MUSCULARES É FUNDAMENTAL COMO PARTE DO ACOMPANHAMENTO DO SESI CorporATIVO. Tanto os encurtamentos musculares, quanto o excesso de flexibilidade funcionam como fatores de risco para lesões, já que alteram a mecânica de funcionamento das articulações. A flexibilidade depende de inúmeros fatores, tais como idade, sexo, histórico de lesões, práticas esportivas e laborais. PORTANTO, UMA AVALIAÇÃO INDIVIDUALIZADA DA FLEXIBILIDADE DOS PRINCIPAIS GRUPOS MUSCULARES É FUNDAMENTAL COMO PARTE DO ACOMPANHAMENTO DO SESI CorporATIVO. FLEXIBILIDADE

6 6 VELOCIDADE: capacidade de realizar a tarefa proposta, de forma correta, no menor tempo possível. CAPACIDADES MOTORAS CONDICIONANTES

7 7 VELOCIDADE: capacidade de realizar a tarefa proposta, de forma correta, no menor tempo possível. FORMAS DE SE TREINAR FARTLEK Esta palavra conduz à brincadeira de correr ou caminhar, deixando a cargo do praticante a escolha da ordem ou sequência dos esforços, desde que cumpra uma determinada tarefa. Esse esforço pode variar de acordo com seu ritmo (leve, moderado ou forte), com os tipos de terreno (grama, asfalto, areia etc.) ou de inclinações (plano, aclive, declive). Exemplo: 30 minutos caminhando, trocando de ritmo a cada cinco minutos. VELOCIDADE

8 8 FORMAS DE SE TREINAR INTERVALADOS DE RITMO Um determinado número de estímulos intensos, visando o alcance da FC entre 80 e 85% da capacidade máxima; intercalados com períodos maiores de recuperação (pausa), com a diminuição da FC até valores próximos ao que foi observado após o período de aquecimento. Exemplo: 4 x 100 metros em ritmo forte, intercalando com 100 metros em ritmo leve. VELOCIDADE

9 9 FORMAS DE SE TREINAR INTERVALADOS DE POTÊNCIA Um determinado número estímulos muito intensos (tiros), em que a FC alcance próximo a 90% da capacidade máxima; intercalados com períodos mínimos de recuperação, com a redução mínima da FC, em até 15bpm. Podem acontecer saindo da posição estática ou lançada (troca brusca de ritmo, de leve para muito forte). Exemplo: 3 x 10 metros em ritmo muito forte, intercalados com 30 segundos de recuperação. VELOCIDADE

10 10 EQUILÍBRIO: capacidade de realizar movimentos com bom controle postural. EXEMPLOS: Exercícios de propriocepção descalços ou calçados sobre o solo ou sobre equipamentos, tais como bolas de equilíbrio, bastões, mini-trampolins (jump); Exercícios unipodais (sustentação e/ou deslocamento do corpo no espaço, com apenas um dos pés em contato com um apoio fixo). Exercícios com os olhos fechados, dentre outros. CAPACIDADES MOTORAS CONDICIONANTES

11 11 RITMO: capacidade de manter um padrão de movimento harmônico, realizando-o em uma mesma velocidade. EXEMPLOS: Correr uma prova inteira (10 km, por exemplo), mantendo o mesmo tempo por Km. 6 por km = 10 km em 60 minutos Realizar uma série de movimentos repetitivos, numa mesma intensidade e velocidade. CAPACIDADES MOTORAS CONDICIONANTES

12 12 Agilidade: capacidade de mudar a direção e posição corporal com eficiência e destreza. CAPACIDADES MOTORAS CONDICIONANTES

13 13 Destreza: capacidade de percepção; de notar, que o indivíduo possui. Para desenvolvimento da destreza é fundamental que se possibilite o exercício de práticas específicas. EXEMPLOS: Para adquirir destreza manual é necessário que se realize exercícios com a mão. Para adquirir destreza nos chutes e defesas no taekwondo, é necessário que se pratique o taekwondo. CAPACIDADES MOTORAS CONDICIONANTES

14 14 COORDENAÇÃO MOTORA: capacidade de usar, de forma mais eficiente, os músculos, resultando em uma ação global eficiente, plástica e econômica. PODE SUBDIVIDIR-SE EM: GERAL: permite o individuo dominar o corpo no espaço, controlando os movimentos mais rudes. Exemplo: andar, pular, rastejar etc. ESPECÍFICA: permite controlar movimentos específicos de uma atividade. Exemplo: chutar uma bola, bandeja do basquete etc. FINA: é a capacidade de usar de forma eficiente e precisa os pequenos músculos, produzindo assim movimentos delicados e específicos. Esse tipo de coordenação permite dominar o ambiente, pois propicia manuseio dos objetos. Exemplo: recortar, lançar um alvo, costurar, escrever, digitar etc. CAPACIDADES MOTORAS CONDICIONANTES

15 15 Velocidade de Ação e Reação: capacidade de agir ou de responder, na forma de ação a um determinado estímulo, de modo eficiente no menor tempo possível. Exemplo: Saída do bloco de partida após o tiro de largada no atletismo ou na natação CAPACIDADES MOTORAS CONDICIONANTES

16 16 DESENVOLVIMENTO ESPAÇO-TEMPORAL: capacidade de perceber e agir no tempo e espaço, com ritmicidade e perfeição de movimentos. CONSCIÊNCIA CORPORAL: Gerar conhecimento de seu próprio corpo, seus limites, atitudes posturais em movimentos, ouvi-lo e interpretar os significados de cada sintoma. CAPACIDADES MOTORAS CONDICIONANTES

17 17 ANTECIPAÇÃO DA AÇÃO: máxima capacidade de gerar esquemas mentais no sentido de prever as ações subsequentes e resolver os problemas, antes mesmo que eles ocorram. Podemos citar como exemplo a interceptação de uma bola antes que ela saia do seu campo de ação e fique de posse de seu adversário. CAPACIDADES MOTORAS CONDICIONANTES

18 18 Até aqui você viu quais são e exemplos de treinamento das capacidades motoras condicionantes e as capacidades motoras coordenativas. A partir de agora você irá trabalhar com o entendimento das habilidades motoras fundamentais e desportivas. VAMOS LÁ? A primeira que discutiremos são as habilidades motoras fundamentais. CAPACIDADES MOTORAS CONDICIONANTES

19 19 Podemos definí-las como as habilidades inerentes e naturais ao desenvolvimento humano. Neste contexto destacamos o caminhar, correr, saltar, escalar lugares, arremessar objetos, lançar objetos. Essas habilidades podem ou não ser aprendidas, de acordo com os estímulos recebidos em cada fase da vida. Essas habilidades são a base para o desenvolvimento das capacidades motoras já discutidas. É importante que você consiga analisar estas habilidades, dentro de um padrão esperado, no aluno/atleta que irá acompanhar, e dentro deste processo procurar corrigir o que for necessário. HABILIDADES MOTORAS FUNDAMENTAIS

20 20 HABILIDADES MOTORAS DESPORTIVAS Podemos definí-las como sendo os gestos técnicos e específicos da modalidade. A combinação das capacidades estudadas anteriormente, desenvolvidas de forma harmônica e planejada leva ao melhor desempenho e performance das habilidades motoras desportivas. Habilidades Fundamentais Capacidades Condicionantes Capacidades Coordenativas Habilidades motoras DESPORTIVAS

21 21 Para isso pode-se utilizar os educativos, como por exemplo: correção da corrida, com aumento da passada, observando a necessidade de elevação do joelho, ou o educativo de corrida com elevação de joelhos. HABILIDADES MOTORAS DESPORTIVAS

22 22 ATÉ AQUI VOCÊ ESTUDOU E DISCUTIU OS COMPONENTES DO RENDIMENTO. A PARTIR DE AGORA IREMOS DISCUTIR OS PRINCIPIOS QUE NORTEIAM A PRESCRIÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO CASO TENHA ALGUMA DÚVIDA DURANTE A AULA VOLTE E CONSULTE OS COMPONENTES DO RENDIMENTO VAMOS LÁ ENTÃO !!!! HABILIDADES MOTORAS DESPORTIVAS


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