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PROFª KYLDES BATISTA VICENTE DATA: 11/8/2005 WEB-TUTORA: SIBELE LETÍCIA BIAZOTTO AULA 1 APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA DA DISCIPLINA.

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2 PROFª KYLDES BATISTA VICENTE DATA: 11/8/2005 WEB-TUTORA: SIBELE LETÍCIA BIAZOTTO AULA 1 APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA DA DISCIPLINA

3 OBJETIVOS DA DISCIPLINA: INCENTIVAR O DESENVOLVIMENTO REFLEXIVO-TEÓRICO SOBRE A LÍNGUA; LER, INTERPRETAR E REDIGIR TEXTOS DO GÊNERO JURÍDICO; CONHECER AS CONDIÇÕES ESTILÍSTICAS DE PRODUÇÃO TEXTUAL DO GÊNERO JURÍDICO; DOMINAR E PERCEBER AS VÁRIAS FORMAS DE ARGUMENTAR.

4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: O DISCURSO JURÍDICO: LINGUAGEM, SISTEMA, NORMA, LÍNGUA E FALA. NÍVEIS DE LINGUAGEM. PETIÇÃO INICIAL DISCURSO E ARGUMENTAÇÃO: ARGUMENTAÇÃO E INFORMAÇÕES IMPLÍCITAS, OPERADORES ARGUMENTATIVOS

5 ESTILÍSTICA: A IMPORTÂNCIA DA ESTILÍSTICA NA LINGUAGEM JURÍDICA; SELEÇÃO E COMBINAÇÃO, COLOCAÇÃO DOS TERMOS; TONALIDADE EMOTIVA DAS PALAVRAS (AFETIVO, JULGAMENTO E AVALIAÇÃO)

6 VOCABULÁRIO JURÍDICO: DENOTAÇÃO E CONOTAÇÃO; O SENTIDO DAS PALAVRAS NA LINGUAGEM JURÍDICA, POLISSEMIA E HOMONÍMIA; SINONÍMIA E PARONÍMIA, ARCAÍSMOS; NEOLOGISMOS; ESTRANGEIRISMOS; LATINISMOS, O VERBO JURÍDICO; DIFICULDADES DO VOCABULÁRIO NA LINGUAGEM JURÍDICA.

7 ENUNCIAÇÃO E DISCURSO: TEXTO, CONTEXTO E INTERTEXTO, COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAL; COESÃO NO DISCURSO JURÍDICO O PARÁGRAFO E A REDAÇÃO JURÍDICA: UNIDADE E COERÊNCIA, ÊNFASE E ESTRUTURA, TIPOS DE DESENVOLVIMENTO, DESCRITIVO, NARRATIVO E DISSERTATIVO

8 FIQUE ATENTO! LEITURAS COMPLEMENTARES: LIVRO: A ARTE DE ARGUMENTAR, DE ANTÔNIO SUÁREZ ABREU FILME: TEMPO DE MATAR

9 DISCURSO JURÍDICO LINGUAGEM SISTEMA NORMA LÍNGUA FALA

10 LINGUAGEM LINGUAGEM É A CAPACIDADE ESPECÍFICA À ESPÉCIE HUMANA DE COMUNICAR POR MEIO DE UM SISTEMA DE SIGNOS VOCAIS, QUE COLOCA EM JOGO UMA TÉCNICA CORPORAL COMPLEXA E SUPÕE A EXISTÊNCIA DE UMA FUNÇÃO SIMBÓLICA. (DUBOIS, 1988, p. 387)

11 SISTEMA SISTEMA É UM CONJUNTO DE TERMOS ESTREITAMENTE CORRELACIONADOS ENTRE SI NO INTERIOR DO SISTEMA GERAL DA LÍNGUA. FALA-SE, ASSIM, DO SISTEMA DO NÚMERO NO PORTUGUÊS (SINGULAR VS. PLURAL), DO SISTEMA FONOLÓGICO, DO SISTEMA VOCÁLICO ETC. (DUBOIS, 1988, p. 560)

12 NORMA NORMA É O CONJUNTO DE REGRAS QUE REGULAM AS RELAÇÕES LINGÜÍSTICAS. A NORMA SOFRE AFRONTAS OU É CONTRARIADA DEVIDO A VÁRIOS FATORES: ALTERAÇÕES DEVIDAS ÀS CLASSES SOCIAIS DIFERENTES, ALTERAÇÕES DEVIDAS AOS VÁRIOS INDIVÍDUOS QUE UTILIZAM A LÍNGUA. DO PONTO DE VISTA DA NORMA, TODA TRANSGRESSÃO À GRAMÁTICA CONSTITUI ERRO, QUE PODE VIR A ALTERAR A NORMA OU ENFRAQUECÊ-LA. DAÍ CONSIDERAR-SE A NORMA FORÇA CONSERVADORA DA LINGUAGEM.(MEDEIROS E TOMASI, 2004, P. 21)

13 LÍNGUA LÍNGUA É UM SISTEMA DE SIGNOS CONVENCIONAIS USADOS PELOS MEMBROS DE UMA MESMA COMUNIDADE. EM OUTRAS PALAVRAS: UM GRUPO SOCIAL CONVENCIONA E UTILIZA UM CONJUNTO ORGANIZADO DE ELEMENTOS REPRESENTATIVOS – OS SIGNOS LINGÜÍSTICOS. (INFANTE, 2001, p. 25)

14 FALA CARACTERIZA-SE A FALA COMO ATUALIZAÇÃO DA LÍNGUA PELO INDIVÍDUO. O USO INDIVIDUAL É DENOMINADO DISCURSO OU FALA E É O RESULTADO DA NECESSIDADE DE COMUNICAÇÃO. (MEDEIROS E TOMASI, 2004, p. 19)

15 ENTÃO, O QUE DIFERENCIA FALA E LÍNGUA É QUE A LÍNGUA É SISTEMÁTICA, TEM CERTA REGULARIDADE E É FALADA POR UMA DETERMINADA COMUNIDADE; JÁ A FALA É ASSISTEMÁTICA, É VARIÁVEL E É REALIZADA INDIVIDUALMENTE.

16 RECAPITULANDO: A LINGUAGEM É UMA CARACTERÍSTICA HUMANA UNIVERSAL. A LÍNGUA É A LINGUAGEM PARTICULAR DE UMA COMUNIDADE, UM GRUPO, UM POVO.

17 SISTEMA É UMA ORGANIZAÇÃO QUE REGE A ESTRUTURA DE UMA LÍNGUA A NORMA É UM CONJUNTO DE REGRAS DE UMA LÍNGUA A FALA É A REALIZAÇÃO CONCRETA DA LÍNGUA FEITA POR UM INDIVÍDUO.

18 A LINGUAGEM JURÍDICA DELIBERANDO A MAIORIA SOBRE ADMINISTRAÇÃO DA COISA COMUM, ESCOLHERÁ O ADMINISTRADOR, QUE PODERÁ SER ESTRANHO AO CONDOMÍNIO; RESOLVENDO ALUGÁ- LA, PREFERIR-SE-Á, EM CONDIÇÕES IGUAIS, O CONDÔMINO AO QUE NÃO O É. (ART , CÓDIGO CIVIL)

19 É IMPORTANTE! A JURIDICIDADE DO DISCURSO REFERE-SE À SUA FINALIDADE. É JURÍDICO TODO DISCURSO QUE TEM POR OBJETO A CRIAÇÃO OU A REALIZAÇÃO DO DIREITO. (PETRI, 2004, p.41)

20 VAMOS ESCLARECER DOIS PONTOS: PRIMEIRO, A LINGUAGEM JURÍDICA UTILIZA EXPRESSÕES ANTIGAS QUE NÃO TÊM NENHUM EQUIVALENTE NO LÉXICO (VOCABULÁRIO) ATUAL DA LÍNGUA, ENTÃO, NÃO SÃO ARCAÍSMOS, MAS TERMOS DE PRECISÃO, ESTRANHOS PELA RARIDADE DE SUAS APLICAÇÕES;

21 SEGUNDO, A LINGUAGEM DO DIREITO NÃO É FIXA, TANTO QUE ENCONTRAMOS NEOLOGISMOS CRIADOS PELA NECESSIDADE DE RENOVAÇÃO DA LINGUAGEM DO DIREITO, COMO ACONTECE COM QUAISQUER OUTRAS LINGUAGENS, COMO A MÉDICA, DA INFORMÁTICA ETC.

22 SE A LINGUAGEM JURÍDICA É TÉCNICA, ESPECIALIZADA E COM UMA DETERMINADA FINALIDADE, POR QUE A ESTAMOS ESTUDANDO?

23 A FAMÍLIA DOS JURISTAS É MAIS AMPLA DO QUE O CÍRCULO DAS PROFISSÕES JURÍDICAS. A LINGUAGEM DO DIREITO É UM TRAÇO COMUM DAQUELES QUE TÊM UMA FORMAÇÃO JURÍDICA. NESSES CASOS, ELA É UMA LINGUAGEM CULTURAL. (PETRI, 2004, p. 42)


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