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Aula 4 ArmazenagemRecuperação Memória Daquela bisavó emanava um cheiro indefinido e adocicado de folhas murchas a que se misturavam fumo desfiado, cânfora.

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1 Aula 4 ArmazenagemRecuperação Memória Daquela bisavó emanava um cheiro indefinido e adocicado de folhas murchas a que se misturavam fumo desfiado, cânfora e baunilha. (Cora Coralina)

2 1. Percepção e Memória Para Hume, a mente é primeiramente tela sensível que recebe imagens. À partir da percepção, a ação do mundo exterior grava-se na mente. À esta marca, signo ou imagem sensível no espírito humano, Hume denomina Impressão. As impressões criam, na passividade da mente, uma expectativa de retorno do objeto da impressão e, esta expectativa é como que a larva de um eu, de um sujeito passivo que se satisfaz na contemplação da fusão entre a impressão e seu objeto.

3 1. Percepção e Memória Estas impressões formam, sucessivamente, núcleos, segundo os objetos dos quais elas são impressões. Relacionam-se entre si por associação de impressões. Estas associações, responsáveis tanto pela formação dos núcleos impressivos quanto da relação destes núcleos entre si e com o mundo objetivo, se fazem segundo os princípios de continuidade, semelhança e causalidade. Estes princípios regulam a memória humana.

4 1. Percepção e Memória Bergson descreve um sistema de percepção do qual os objetos fazem parte do sistema. Primeiramente há as imagens dos objetos. Neste conjunto se recorta uma imagem central que é o corpo, é central porque ele é um centro de ação. Não se limita a reagir às ações sofridas, mas elabora as respostas ao mesmo tempo que constitui uma memória sensório-motora, não de representações, mas de movimentos articulados.

5 1. Percepção e Memória A medida que um ser vivo é capaz de, para uma mesma situação, ter um repertório variado de ações possíveis, além daqueles que, de fato, são efetuados, nasce uma Zona de Indeterminação que implica na possibilidade de escolha da resposta neuro-motora a ser dada. Surge, assim, uma Ação Virtual, a qual é constituída por essa zona de indeterminação, que implica uma distância, e a possibilidade de uma espera em relação ao objeto (imagem /estímulo).

6 1. Percepção e Memória Num estudo da memória e da percepção, à partir do pensamento de Marx, a Ideologia se torna o agente formador da Memória e a Alienação é o fundo sobre o qual se dá a Percepção. A Cultura é quem opera essa conversão através da regulação do comportamento

7 1. Percepção e Memória Em Nietzsche, a produção da Linguagem (ou do sistema semiótico com o qual o homem pode conhecer e memorizar uma vasta gama de fenômenos, podendo agir sobre eles de modo favorável), é a própria atividade essencial do homem. O Homem se define como um animal capaz de prometer, isto é, capaz de prever o futuro, de esperar, de calcular e selecionar sua atividade em vistas de um fim determinado.

8 1. Percepção e Memória Esta capacidade humana foi produzida à força pelo Social. Gravam-se os signos que não deveriam ser esquecidos diretamente nos corpos. Em torno desses signos dolorosos a voz da tribo dizia o que se esperava do indivíduo iniciado no ritual, organizando sua memória. Estes rituais sangrentos, inscritores de signos, formam a base das sociedades pré- históricas, eles não tinham como fim o castigo e sim a produção da memória humana.

9 1. Percepção e Memória O elemento primeiro, do qual derivam todos os outros, é uma energia que Freud denominou Libido. Em si mesma, a Libido é a energia sexual convertida da energia animal para a forma humana. Aliás, é essa conversão que marca a primeira diferença entre o homem e o animal. Essa conversão, também para Freud, tem uma origem violenta. É necessário o recalcamento ou o represamento da energia biológica para a produção da energia psíquica ou libidinal.

10 2. Mem ó ria ou Mem ó rias Pensando nessas definições as pessoas geralmente estabelecem uma associação imediata entre memória e visão. E os outros sentidos? Se estivermos de olhos vendados, não seríamos capazes de saber que chove, só pelo barulho da chuva, ou adivinhar um abacaxi pelo tato?

11 Memória ou Memórias? Temos várias memórias. as secretas, ocultas pelo dejá vu, nos elétrons, nas células..., as sensoriais, a emocional, a cortical, etc. E, ao mesmo tempo, temos uma só memória, que é a integração destas todos no que denominamos por experiência vivida.

12 2.1 Mem ó rias secretas Memória Eletrônica Mem ó ria Celular Mem ó ria de Experiências Passadas

13 2.2 Memória Sensorial Uma cara é algo que conhecemos à primeira vista Mas é dificílimo ou impossível Descrever traço a traço. Porque a memória é instantânea. Não lhe peçam explicações. Seria como pedir a um relâmpago que nos desse Uma explicação em câmara lenta. Mário Quintana

14 Consciência e Memória Memória Emocional Memória de Curto Termo Percepção Concreta Lembranças Puras Lembranças Imagens Esquemas Sensório Motores Memória Operacional Memórias Secretas Memória de Longo Termo

15 3. Mem ó ria e Atividades Mentais O que temos em nossa mente, portanto, são símbolos. É sobre esses símbolos que operamos, reagindo ao meio ambiente ou agindo sobre ele, modificando-o e modificando-nos neste processo. As atividades de tratamento da informação simbólica que estudaremos: Construção de representações, Raciocínios, Elaboração de estratégias e Atividades de Controle; utilizam estruturas de armazenamento da informação que têm suas próprias leis de acesso.

16 Estratégias cognitivas para resolução de problemas D Determinantes cognitivos: os conhecimentos que o indivíduo adquiriu ao longo de sua ontogênese, a representação que ele constrói, relativa à situação presente, e os modos de raciocínio que ele é capaz de empregar

17 as condicionantes de armazenamento e de recuperação da informação; as condicionantes atencionais e a duração da execução das micro- operações, componentes destas estratégias. Determinantes infracognitivos:

18 3. Memória de Curto Termo

19 4. Mem ó ria de Longo Termo A MLT não é de todo concebida pelos psicólogos cognitivistas hoje como uma estrutura passiva de armazenamento da informação, uma espécie de depósito. A cada momento, a MLT é caracterizada por um certo nível de ativação de seus elementos.

20 Ativa ç ão Indução Semântica Conexão Efeito FAN


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