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O QUE É PÁSCOA? Na verdade é muito mais do que um simples feriado, trata-se de uma data muito especial para o cristianismo e para o judaísmo. É nesse período.

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1 O QUE É PÁSCOA? Na verdade é muito mais do que um simples feriado, trata-se de uma data muito especial para o cristianismo e para o judaísmo. É nesse período que cada religião comemora algo muito importante que marcou a história de seus seguidores.

2 O QUE É PÁSCOA? O tempo pascal compreende cinqüenta dias (em grego = "pentecostes"), vividos e celebrados como um só dia: "os cinqüenta dias entre o domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes devem ser celebrados com alegria e júbilo, como se se tratasse de um só e único dia festivo, como um grande domingo" (Normas Universais do Ano Litúrgico, n 22).

3 Para entender como tudo começou, vamos ter que voltar um pouco no tempo. Há três mil e quinhentos anos aproximadamente, no Egito, os judeus eram escravos dos faraós. Revoltados com essa situação, resolveram fugir com Moisés até Canaã, a Terra Prometida. O QUE É PÁSCOA?

4 Eles ficaram tão felizes que comemoraram sem parar e nomearam a data de PESSACH, que significapassagem em hebraico. No caso deles, foi uma passagem da escravidão para a liberdade. Na Bíblia encontramos a libertação do povo judeu do cativeiro, no Egito, e a passagem através do Mar Vermelho. de seus seguidores. O QUE É PÁSCOA?

5 Já os cristãos batizaram o Pessach de Páscoa e deram um sentido diferente para essa data. Eles comemoram a ressurreição de Cristo.

6 A "Semana Santa" foi fixada durante o Concílio de Nicéia, em 325 d.C, como sendo o primeiro domingo após a primeira Lua Cheia que ocorre após ou no equinócio da primavera boreal, adotado como sendo 21 de março. SEMANA SANTA

7 A Igreja propõe aos cristãos os sagrados mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição do Filho de Deus, tornado Homem, para no martírio da Cruz e na vitória sobre a morte, oferecer a todos os homens a graça da salvação.

8 O "Domingo de Ramos" comemora a entrada de Jesus em Jerusalém montado num jumento sendo saudado pelo povo que estenderem pelo caminho as vestes e os ramos de árvores e gritavam: "Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!". DOMINGO DE RAMOS

9 O Domingo de Ramos dá início à Semana Santa e lembra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, aclamado pelos judeus.

10 DOMINGO DE RAMOS A Igreja recorda os louvores da multidão cobrindo os caminhos para a passagem de Jesus, com ramos e matos proclamando: "Hosana ao Filho de David. Bendito o que vem em nome do Senhor". (Lc 19, 38 - MT 21, 9). Com esse gesto, portando ramos durante a procissão, os cristãos de hoje manifestam sua fé em Jesus como Rei e Senhor.

11 No Domingo de Ramos, da Paixão do Senhor, a Igreja entra no mistério do seu Senhor crucificado, sepultado e ressuscitado. O Domingo de Ramos foi instituído, desde o século IV, como uma maneira de recordar a entrada de Jesus de Nazaré na cidade de Jerusalém. Vários outros costumes foram empregados ao Domingo de Ramos, porém foi somente na segunda metade do século VII que o Vaticano restaurou a ordem dos Domingos da Quaresma. DOMINGO DE RAMOS

12 Atualmente, a Celebração de Ramos tem dois momentos: o primeiro, em que é feita a Bênção dos Ramos e, o segundo, onde é realizada uma missa, sendo que neste momento é feita uma reflexão sobre a Morte e Ressurreição do Senhor. Ao final da Celebração, os ramos de oliveira ou palmeira são abençoados e levados pelos fiéis para serem colocados em uma cruz nas suas casas ou sobre alguma tumba no cemitério, como um sinal de compromisso com Cristo e simbolizando a força da vida e a esperança da ressurreição. DOMINGO DE RAMOS

13 O Domingo de Ramos não é um dia apenas de contemplação, mas sim, um dia de se entregar ao caminho de Cristo e se alegrar com a chegada dele em sua vida. É nesse Domingo que a Igreja vive dois mistérios da vida de Jesus: o primeiro é representado pela procissão de ramos e relembra a entrada de Cristo em Jerusalém; o outro é a Paixão de Jesus, que vai continuar sendo celebrado durante a Semana Santa. Na Bíblia a chegada de Jesus a Jerusalém é contada nos Evangelhos de São Mateus 21, 1- 11; São Marcos 11, 1-11; São Lucas 19, e São João 12, DOMINGO DE RAMOS

14 Na quinta-feira é comemorado a Última Ceia, ou seja a última noite que Jesus passou com os discípulos. QUINTA-FEIRA SANTA

15 Celebra-se a Instituição do Sacramento da Eucaristia. Jesus, desejoso de deixar aos homens um sinal da sua presença antes de morrer, instituiu a eucaristia. Na Quinta-feira Santa, destacamos dois grandes acontecimentos:

16 QUINTA-FEIRA SANTA Bênção dos Santos Óleos Não se sabe com precisão, como e quando teve início a bênção conjunta dos três óleos litúrgicos. Fora de Roma, esta bênção acontecia em outros dias, como no Domingo de Ramos ou no Sábado de Aleluia. O motivo de se fixar tal celebração na Quinta- feira Santa deve-se ao fato de ser este último dia em que se celebra a missa antes da Vigília Pascal.

17 QUINTA-FEIRA SANTA São abençoados os seguintes óleos:

18 QUINTA-FEIRA SANTA Óleo do Crisma - Uma mistura de óleo e bálsamo, significando plenitude do Espírito Santo, revelando que o cristão deve irradiar "o bom perfume de Cristo". É usado no sacramento da Confirmação (Crisma) quando o cristão é confirmado na graça e no dom do Espírito Santo, para viver como adulto na fé. Este óleo é usado também no sacramento do sacerdócio, para ungir os "escolhidos" que irão trabalhar no anúncio da Palavra de Deus, conduzindo o povo e santificando-o no ministério dos sacramentos. A cor que representa esse óleo é o branco ouro.

19 QUINTA-FEIRA SANTA Óleo dos Catecúmenos - Catecúmenos são os que se preparam para receber o Batismo, sejam adultos ou crianças, antes do rito da água. Este óleo significa a libertação do mal, a força de Deus que penetra no catecúmeno, o liberta e prepara para o nascimento pela água e pelo Espírito. Sua cor é vermelha.

20 QUINTA-FEIRA SANTA Óleo dos Enfermos - É usado no sacramento dos enfermos, conhecido erroneamente como "extrema- unção". Este óleo significa a força do Espírito de Deus para a provação da doença, para o fortalecimento da pessoa para enfrentar a dor e, inclusive a morte, se for vontade de Deus. Sua cor é roxa.

21 QUINTA-FEIRA SANTA Instituição da Eucaristia e Cerimônia do Lava-pés: com a Missa da Ceia do Senhor, celebrada na tarde de quinta-feira, a Igreja dá início ao chamado Tríduo Pascal e comemora a Última Ceia, na qual Jesus Cristo, na noite em que vai ser entregue, ofereceu a Deus-Pai o seu Corpo e Sangue sob as espécies do Pão e do Vinho, e os entregou para os Apóstolos para que os tomassem, mandando-lhes também oferecer aos seus sucessores.

22 QUINTA-FEIRA SANTA Nesta missa faz-se, portanto, a memória da instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Durante a missa ocorre a cerimônia do Lava-Pés que lembra o gesto de Jesus na Última Ceia, quando lavou os pés dos seus apóstolos.

23 QUINTA-FEIRA SANTA O sermão desta missa é conhecido como sermão do Mandato ou do Novo Mandamento e fala sobre a caridade ensinada e recomendada por Jesus Cristo. No final da Missa, faz-se a chamada Procissão do Translado do Santíssimo Sacramento ao altar-mor da igreja para uma capela, onde se tem o costume de fazer a adoração do Santíssimo durante toda à noite.

24 SEXTA-FEIRA SANTA Celebra-se a paixão e morte de Jesus Cristo. O silêncio, o jejum e a oração devem marcar este dia que, ao contrário do que muitos pensam, não deve ser vivido em clima de luto, mas de profundo respeito diante da morte do Senhor que, morrendo, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos, ressurgindo para a vida eterna.

25 SEXTA-FEIRA SANTA Às 15 horas, horário em que Jesus foi morto, é celebrada a principal cerimônia do dia: a Paixão do Senhor. Ela consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão eucarística. Depois deste momento não há mais comunhão eucarística até que seja realizada a celebração da Páscoa, no Sábado Santo.

26 SÁBADO SANTO No Sábado Santo ou Sábado de Aleluia, a principal celebração é a "Vigília Pascal".

27 SÁBADO SANTO Vigília Pascal Inicia-se na noite do Sábado Santo em memória da noite santa da ressurreição gloriosa de Nosso Senhor Jesus Cristo. É a chamada "A mãe de todas as santas vigílias", porque a Igreja mantém-se de vigília à espera da vitória do Senhor sobre a morte.

28 SÁBADO SANTO Cinco elementos compõem a liturgia da Vigília Pascal: a benção do fogo novo e do círio pascal; a proclamação da Páscoa, que é um canto de júbilo anunciando a Ressurreição do Senhor; a liturgia da Palavra, que é uma série de leituras sobre a história da Salvação; a renovação das promessas do Batismo e, por fim, a liturgia Eucarística.

29 DOMINGO DE PÁSCOA A palavra páscoa vem do hebreu Peseach e significa "passagem". Era vivamente comemorada pelos judeus do antigo testamento. A Páscoa que eles comemoram é a passagem do mar Vermelho, que ocorreu muitos anos antes de Cristo, quando Moisés conduziu o povo hebreu para fora do Egito, onde era escravo.

30 DOMINGO DE PÁSCOA Chegando às margens do Mar Vermelho, os judeus, perseguidos pelos exércitos do faraó teriam de atravessá-lo às pressas. Guiado por Deus, Moisés levantou seu bastão e as ondas se abriram, formando duas paredes de água, que ladeavam um corredor enxuto, por onde o povo passou. Jesus também festejava a Páscoa.

31 DOMINGO DE PÁSCOA Foi o que Ele fez ao cear com seus discípulos. Condenado à morte na cruz e sepultado, ressuscitou três dias após, num domingo, logo depois da Páscoa judaica. A ressurreição de Jesus Cristo é o ponto central e mais importante da fé cristã. Através da sua ressurreição, Jesus prova que a morte não é o fim e que Ele é, verdadeiramente, o Filho de Deus.

32 DOMINGO DE PÁSCOA O temor dos discípulos em razão da morte de Jesus na Sexta-Feira transforma-se em esperança e júbilo. É a partir deste momento que eles adquirem força para continuar anunciando a mensagem do Senhor. São celebradas missas festivas durante todo o domingo.

33 A DATA DA PÁSCOA A fixação das festas móveis decorre do cálculo que estabelece o Domingo da Páscoa de cada ano, assim: A Páscoa deve ser celebrada no primeiro domingo após a primeira lua cheia que segue o Equinócio da Primavera, no Hemisfério Norte (21 de março).

34 DOMINGO DE PÁSCOA Se esse dia ocorrer depois do dia 21 de abril, a Páscoa será celebrada no domingo anterior. Se, porém, a lua cheia acontecer no dia 21 de março, sendo domingo, será celebrada de 25 de abril. A Páscoa não acontecerá nem antes de 22 de março, nem depois de 25 de abril.

35 Conhecendo-se a data da Páscoa, conheceremos a das outras festas móveis. = Domingo de Carnaval - 49 dias antes da Páscoa = Carnaval – 47 dias antes da Páscoa =Quarta-feira de Cinzas - 46 dias antes da Páscoa = Domingo de Ramos - 7 dias antes da Páscoa = Domingo do Espírito Santo - 49 dias depois = Corpus Christi - 60 dias depois

36 SÍMBOLOS DA PÁSCOA

37 CORDEIRO O cordeiro que os israelitas sacrificavam no templo no primeiro dia da páscoa como memorial da libertação do Egito, na qual o sangue do cordeiro foi o sinal que livrou os seus primogênitos. Este cordeiro era degolado no templo. Os sacerdotes derramavam seu sangue junto ao altar e a carne era comida na ceia pascal. Aquele cordeiro prefigurava a Cristo, ao qual Paulo chama "nossa páscoa" (Cor 5, 7).

38 CORDEIRO João Batista, quando está junto ao rio Jordão em companhia de alguns discípulos e vê Jesus passando, aponta-o em dois dias consecutivos dizendo: "Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (Jo 1, 29 e 36). Isaías o tinha visto também como Cordeiro sacrificado por nossos pecados (Cf. Is 53, 7-12). Também o Apocalipse apresenta Cristo como cordeiro sacrificado, agora vivo e glorioso no céu. (Cf. AP 5,6.12; 13, 8).

39 CORDEIRO Jesus Cristo é o Cordeiro de Deus, oferecido como o único sacrifício capaz de nos reconciliar com Deus, uma vez que desde o primeiro pecado cometido por Adão e Eva, somos todos pecadores e estamos afastados de Deus. Graças ao sacrifício de Cristo, somos novamente chamados de amigos de Deus.

40 OVO O costume e tradição dos ovos estão associados com a Páscoa há séculos. Símbolo da fertilidade e nova vida. A existência da vida está intimamente ligada ao ovo, que simboliza o nascimento. O sepulcro de Jesus ocultava uma vida nova que irrompeu na noite pascal. Ofertar ovos significa desejar que a vida se renove em nós.

41 Simboliza fertilidade e nova vida. Dá- lo de presente significa desejar que a vida se renove para a pessoa homenageada. No início do cristianismo, presenteava-se com alimentos. A partir do século 18, a Igreja adotou o ovo oficialmente como símbolo da Páscoa. Assim, os ovos tornaram-se o símbolo da ressurreição e da nova vida. OVO

42 Aparentemente morto, o ovo contêm dentro de si uma Vida Nova; é símbolo da vida em gestação, daquele que está por nascer. Assim também, o Sepulcro de Cristo ocultava a Vida Nova que irrompeu na madrugada da Páscoa: Jesus Cristo que, divino e glorioso, é "a Luz para iluminar as Nações, a Glória do povo de Israel" (Lc 2, 32). OVO

43 Antigamente o povo costumava - por lenda popular - pegar ovos que as galinhas botavam durante a Semana Santa, especialmente os da Sexta-feira Santa, por considerá-los detentores de virtudes especiais na prevenção de febres malignas ou de pestes mortíferas. Os ovos de Páscoa são, portanto, um símbolo festivo do final da quarentena (quarenta dias ou quaresma). OVO

44 Hoje, os ovos de Páscoa são feitos de chocolate. O cacau tem como nome científico, em grego, de Teobroma Cacau, que traduzido quer dizer alimento divino. Seu paladar e sua força energética sempre foram reconhecidos em toda a Europa e terras latino-americanas. OVO

45 Ao ser misturado com o leite e tomar o formato de um ovo representa novamente a força rejuvenecedora da vida que está latente no ovo e que possui agora a energia do chocolate. O ovo de chocolate é, portanto, o símbolo da vida que se multiplica e alimenta nossa fragilidade, assim como nos deve ser as orações diárias, os santos Sacramentos. OVO

46 COELHO Por serem animais capazes de gerar grandes ninhadas e reproduzirem-se várias vezes ao ano, sua imagem simboliza a capacidade da Igreja de produzir novos discípulos de Jesus, Filho de Deus.

47 PÃO E VINHO Na ceia do senhor, Jesus escolheu o pão e o vinho para dar vazão ao seu amor. Representando o seu corpo e sangue, eles são dados aos seus discípulos para celebrar a vida eterna.

48 CÍRIO PASCAL É uma grande vela que é acesa no fogo novo, no Sábado Santo, logo no início da celebração da Vigília Pascal. Assim como o fogo destrói as trevas, a luz que é Jesus Cristo afugenta toda atreva do erro, da morte, do pecado. É o símbolo de Jesus ressuscitado, a luz dos Povos. Após a bênção do fogo acende-se, nele, o Círio.

49 CÍRIO PASCAL Faz-se a inscrição dos algarismos do ano em curso; depois crava-se neste, cinco grãos de incenso que lembram as cinco chagas de Jesus e as letras Alfa" e Ômega", primeira e última letra do alfabeto grego, que significa o princípio e o fim de todas as coisas.

50 CÍRIO PASCAL –É o símbolo de Cristo Ressuscitado. "Eu sou a Luz do mundo; quem Me segue não anda em trevas, mas tem a Luz da vida" (Jo 8, 12). –Lembra-nos também a Coluna de Fogo que precedia o povo Hebreu na caminhada através do deserto para a Terra Prometida.

51 CÍRIO PASCAL O Círio tem gravada uma cruz. Nas extremidades superior e inferior da haste vertical, estão escritas alfa e ômega, simbolizando a eternidade de Cristo Jesus, o Princípio e o Fim, ontem e hoje, a Quem são dedicados o tempo, a Eternidade, a Glória e o Poder pelos séculos sem fim, representados pelos algarismos do ano em curso, gravados nos quatro ângulos da cruz. Sobre a cruz são colocados cinco grãos de incenso, simbolizando as Chagas.

52 GIRASSOL Sua corola voltada para o sol lembra os fiéis voltando-se para Deus.

53 PEIXE Na era das perseguições, os cristãos não podiam falar publicamente o nome do Senhor Jesus. Recorrem, então,a palavra Peixe, que escrito em grego, cada letra corresponde a inicial da afirmativa: Jesus Cristo, de Deus Filho, Salvador. Em suas casas e roupas, pintavam a figura de um peixe como profissão de Fé em Jesus Cristo.

54 PEIXE Ressuscitado, Jesus, em suas aparições, serve-Se de peixe e oferece-o aos Apóstolos. Daí a associação do Peixe ao Tempo Pascal. O Peixe também indica renovação, troca, purificação e ilustra o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes, mostrando Cristo como fonte de nova vida.

55 SINO –O repicar dos sinos, quebrando o silêncio da Paixão, relembra a vida e a ressurreição de Jesus Cristo e é um chamado aos fiéis. –O badalar dos sinos nas torres das igrejas, durante a missa de domingo de Páscoa, mostra como os fiéis estão contentes com a ressurreição de Cristo e por isso também cantam Aleluia. Neste momento, acende-se o círio pascal.


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