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Núcleo Pedagógico - Mauá

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Apresentação em tema: "Núcleo Pedagógico - Mauá"— Transcrição da apresentação:

1 Núcleo Pedagógico - Mauá
Planejamento 2013 Núcleo Pedagógico - Mauá

2 O planejamento é um momento importante e imprescindível, no início do ano letivo, pois permite que os membros da escola reflitam sobre: a avaliação das ações do ano anterior, ponderando as que tiveram impacto positivo nas aprendizagens dos alunos; revisão das ações que necessitam de ajustes, planejamento de novas ações com metas definidas a curto, médio e longo prazo, baseado no diagnóstico realizado no início de 2013.

3 O planejamento não se restringe ao programa de conteúdos a serem ministrados ao longo do ano, vai muito além; ele faz parte do plano geral da escola, que, por sua vez, inclui as metas a serem alcançadas, os objetivos educativos e as expectativas de aprendizagem para as diferentes áreas do conhecimento.

4 Planejar também significa antecipar o que se espera que os alunos desenvolvam, em termos de habilidades e competências, dentro de uma base de conteúdos curriculares. Por esse motivo, em todos os momentos é essencial pensar nos instrumentos de avaliação da aprendizagem e nas formas como os alunos podem superar as defasagens que surgirem.

5 Cumpre pontuar que o planejamento do ano letivo poderá basear-se em alguns focos:
Análise dos indicadores de desempenho da escola em avaliações externas como os boletins do SARESP, IDESP e IDEB, e dados internos. Além de dados obtidos pela avaliação e monitoramento das aprendizagens dos alunos ao longo do ano.

6 – Após a análise da aprendizagem dos alunos e das ações pedagógicas efetivadas, é essencial que a escola elabore um Plano de ação, que tenha como principal finalidade de forma mais pontual e organizada as necessidades de aprendizagem detectadas no processo de avaliação, possibilitando à equipe escolar a otimização e a reorganização de seus espaços e tempos.

7 CIÊNCIAS DA NATUREZA O objetivo principal da Proposta de Ciências da Natureza (pg. 64) é fornecer subsídios para identificar competências, habilidades e os conhecimentos já formalizados.

8 CIÊNCIAS DA NATUREZA Para permitir uma visualização das principais habilidades e conteúdos previstos no currículo Oficial, sugere-se a leitura dos quadros de conteúdos e habilidades, por ano e por bimestre no Currículo das disciplinas e nas Matrizes de Referência para Avaliação – Documento Básico – SARESP.

9 CIÊNCIAS DA NATUREZA A leitura dos documentos citados, suscita algumas reflexões (pg. 66). Quais habilidades devem ser consideradas prioritárias? Quais são comuns às disciplinas da área de CN? Como pretende desenvolvê-la ao longo do ano letivo? Quais são as competências e habilidades implícitas e explícitas no Currículo em vigor na sua Unidade Escolar?

10 CIÊNCIAS DA NATUREZA Programas que podem ser utilizados pelos professores de CN (pg. 69) Programa Pré-Iniciação Científica. Programa e Concurso A Saúde Bucal. Prêmio Jovem Cientista IV Conferência Infanto-juvenil de Meio Ambiente – Vamos cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis.

11 MATEMÁTICA - BLOCOS TEMÁTICOS (Ensino Fundamental e Médio)
Números Geometria Relações (Proposta currícular de Matemática Estadode São Paulo – p.39).

12 capacidade de expressão; capacidade de compreensão;
COMPETÊNCIAS PESSOAIS A SEREM DESENVOLVIDAS DENTRO DE CADA BLOCO TEMÁTICO : capacidade de expressão; capacidade de compreensão; capacidade de argumentação; capacidade produtiva; capacidade de contextualizar; capacidade de abstrair. ( p.61)

13 PONTOS IMPORTANTES Instrumentos de avaliação;
O Plano de Ação do Professor; Conteúdos e Habilidades; (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas – OBMEP). (p.60 à 64)

14 Ciências Humanas Planejamento 2013

15 Ciências Humanas É fato que a presença da área de Ciências Humanas no universo escolar é determinante na aquisição dos valores da cidadania, ética, cultura e de conhecimentos acerca da vida em sociedade com seus processos produtivos, hábitos de consumo, produção de cultura e subjetividades, assim como a valorização e preservação da vida e do meio ambiente.

16 Ciências Humanas Assim, os saberes produzidos pela área procuram inserir os estudantes de maneira consciente no contexto histórico, cultural, social, político e econômico da sociedade contemporânea. O planejamento é um momento para gestar novas possibilidades sem deixar de lado as suas experiências e as demandas da escola e da atual política educacional. Nesse sentido, cabe a cada professor, junto com os demais colegas de área perguntar:

17 Ciências Humanas Quais competências e habilidades precisam ser trabalhadas num primeiro momento? Quais foram as maiores dificuldades identificadas no decorrer do ano que passou, e como é possível estar preparados para superá-las no ano que se iniciará? Quais demandas estão postas no Projeto Político Pedagógico da escola?

18 LINGUAGENS (Páginas 51 a 58 do material
Orientações para o Planejamento Escolar 2013) RELEVÂNCIA DOS ESTUDOS NA ÁREA DE LINGUAGENS: “Muito além da importância da comunicação, estão a constituição dos significados e a construção de sentidos que embasam os processos de aprendizagem e de ensino em todas as áreas do conhecimento.” (p 51)

19 ORAL ESCRITA ICONOGRÁFICA SONORA CORPORAL (p. 52)
OBJETOS DE ESTUDO – DIFERENTES FORMAS DE COMUNICAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS: ORAL ESCRITA ICONOGRÁFICA SONORA CORPORAL (p. 52)

20 LÍNGUA PORTUGUESA Linguagem oral: exposição clara; argumentação; adequação aos diferentes interlocutores e situações de comunicação. Leitura: compreensão e expressão sobre o que lê; reconhecimento e diferenciação entre os diversos suportes textuais e os gêneros textuais; relações estabelecidas com o texto literário. Produção escrita: escrita convencional, sem marcas de oralidade; estruturas composicionais adequadas ao tipo de texto e ao objetivo a que se propõe; clareza e coerência; utilização adequada dos elementos coesivos. Análise linguística: registro das ideias sem erros ortográficos ou de pontuação; classificações ou referências às regras gramaticais.

21 LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA
INGLÊS Vocabulário faz parte do dia-a-dia (delivery, skate, self-service...) Músicas Internet Mercado de trabalho Facilidade de comunicação com o mundo inteiro(p. 55) ESPANHOL (Ensino Médio) Formação global do cidadão Inclusão social, étnica e cultural (Objetivos pertencentes também às demais disciplinas) Integração da nossa cultura à dos países latino americanos (p. 55)

22 3) Criação / produção em arte – o fazer artístico.
QUATRO LINGUAGENS: Artes visuais Dança Música Teatro Três eixos: 1) Fruição estética – apreciação significativa da arte e do universo a ela relacionado, leitura, crítica; 2) Reflexão: a arte como produto da história e da multiplicidade de culturas. (p. 55) 3) Criação / produção em arte – o fazer artístico.

23 EDUCAÇÃO FÍSICA Socialização e construção de conhecimentos relativos à cultura de movimento, representada pelas categorias de ginástica, jogo, esporte, luta, atividades rítmicas e brincadeiras. Essas categorias correspondem a um patrimônio sociocultural que foi criado, aperfeiçoado, transformado e é transmitido de geração em geração. (p. 56)

24 TEMAS TRANSVERSAIS Os temas transversais, segundo o Ministério da Educação:

25 TEMAS TRANSVERSAIS Os temas transversais- Ministério da Educação (MEC)
Temas voltados para compreensão e construção da realidade social e dos direitos e responsabilidades relacionados com a vida pessoal e coletiva e com a afirmação do princípio da participação política.

26 TEMAS TRANSVERSAIS No documento da SEE/SP (pg ) – Planejamento Escolar – Temas Transversais, elaborou textos de orientação em cinco temas transversais:

27 TEMAS TRANSVERSAIS – EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Educação Ambiental – pg. 94 Educação em Direitos Humanos -pg. 99 Educação Fiscal- pg. 104 Educação das Relações Étnico-Raciais – pg. 106 Educação em Saúde – pg. 115

28 TEMAS TRANSVERSAIS Lembramos que esses são alguns dos temas possíveis, sendo uma forma de estímulo aos professores, o desenvolvimento de trabalhos a partir da perspectiva da transversalidade da abordagem dos conteúdos que permeiam o Currículo.

29 EDUCAÇÃO ESPECIAL

30 A escola não pode recusar matrícula a nenhum cidadão
A escola não pode recusar matrícula a nenhum cidadão. O sistema educacional cria condições para que o aluno com deficiência tenha acesso ao conhecimento nas salas regulares com apoio no contraturno nas Salas de Recursos. Todos são alunos de inclusão na sala de aula.

31 O público alvo da Educação Especial são os alunos com Necessidades Educacionais Especiais como: Deficiência Intelectual, Deficiência Auditiva, Deficiência Visual, Deficiência Física, que são atendidos nas Salas de Recursos. Só não dispomos de Sala de Recursos em Deficiência Física pois não temos o profissional especializado. Atendemos também os alunos com Baixa Visão, dando a eles material ampliado e Kit Baixa Visão.

32 ESCOLAS SALA DE RECURSOS DA DM DV 1 E
ESCOLAS SALA DE RECURSOS DA DM DV E.E ADELAIDE ESCOBAR BUENO 1 (DA) / 1 (DI )    E.E ALZIRO BARBOSA   1   (DI ) E.E ANTONIO DE PÁDUA   1   (DI ) E.E CASSIANO RICARDO  (DA) / 1 (DI ) E.E DELFINO RIBEIRO GUIMARÃES     1  (DA) / 1 (DI )     E.E EMILIO SORTINO   1 (DI ) E.E FELICIO LAURITO 1  (DA) / 1 (DI )     E.E FRANCISCA LOPES NEGRI   1   (DI ) E.E FLORISBELLA DE CAMPOS WERNECK   1  (DA) / 1 (DI )       E.E IRACEMA CREM   1   (DI ) E.E IRACEMA DE BARROS BERTOLASSO  (DA) / 1 (DI )  / 1 (DV) E.E JARDIM ORATÓRIO   1  (DI ) E.E. JOÃO PAULO II  (DA) E.E. JORGE MARCOS DE OLIVEIRA   1   (DI ) E.E. JOSÉ ROMEU DA SILVA 1   (DI ) E.E. VILA MAGINI II   1  (DA) / 1 (DI )   E.E VISCONDE DE MAUÁ  (DA) / 1 (DI )    

33 Existe uma Legislação que aborda e dá legalidade à inclusão que é interessante estudar no decorrer do ano. Há também uma lista de Vídeoconferências disponíveis na página da Rede do Saber em Videoteca. Há também livros muito ricos em informações, na Diretoria de Ensino que serão dados aos Professores Coordenadores, em Orientações Técnica, no decorrer do ano.

34 Sugestão de atividade a ser desenvolvida no decorrer do Planejamento
Sugestão de atividade a ser desenvolvida no decorrer do Planejamento. Do filme “A Cor do Paraíso”(acervo do Cultura é Currículo) – cap. 1 e cap. 6 – criar uma discussão entre os professores presentes.

35 EJA O direito político subjetivo do cidadão em completar a escolaridade básica deve ser contemplado com uma oferta educacional pública que supere as diferenças sociais e aponte para uma eqüidade possível.

36 EJA Com base nos princípios e reflexões, constituem referenciais básicos para o planejamento escolar dos professores que atuam na Educação de Jovens e Adultos A) O currículo Oficial do Estado de São Paulo para as áreas do conhecimento. B) Materiais Didáticos-Pedagógicos complementares C) Caderno do professor e do aluno. D) PNLD – EJA E) Material do EJA – mundo do Trabalho – futuras orientações técnicas

37 INGLÊS ONLINE 2013 A partir dessa quarta-feira dia 13 de fevereiro a 11 de março, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo recebe pré-inscrições para o Curso de Inglês Online voltado a alunos do Ensino Médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) de escolas estaduais. O endereço é onde pode ser consultado o regulamento completo. As aulas a distância começam em 27 de março e vão até dia 31 de Julho deste ano.

38 A lista dos candidatos selecionados para participar do curso no primeiro semestre, com base em critérios como histórico escolar e região, poderá ser consultada a partir das 18h do dia 12 de março, no Portal da Educação (www.educacao.sp.gov.br). Os alunos contemplados deverão comparecer à escola de origem entre 13 e 14 de março para efetuar a matrícula.

39 PROGRAMA ESCOLA DA FAMÍLIA

40 O Programa busca difundir a Cultura de Paz.
O objetivo primordial desenvolver e implementar ações de natureza preventiva destinada em reduzir a vulnerabilidade infantil e juvenil e estimular a comunidade a apropriar-se, com responsabilidade, dos espaços escolares.

41 O Programa deve contemplar atividades socioeducativas nos eixos : Cultura, Saúde, Trabalho e Esporte aos sábados e domingos.

42 A integração do PEF com o Programa Educação Compromisso de São Paulo e os seguintes projetos: Prevenção Também se Ensina, SPEC-Sistema de Proteção Escolar e Cidadania, Comunidade Presente, Acessa Escola, Salas de Leitura e Projeto APE.

43 Avaliação em Processo Data: De 4 a 8 de março. Objetivo:
Subsidiar o trabalho pedagógico(ATPCs e Planejamento anual) por meio de informações sobre o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem. A prova será feita por todos os anos finais do Fundamental e Ensino Médio.

44 Constituição da Prova Língua Portuguesa: é composta por 15 questões com 4 alternativas cada. Matemática: é composta por 10 questões – entre objetivas e dissertativas.

45 Produção Textual Gêneros avaliados: 6º Ano: conto;
7º Ano: Narrativa de Aventura; 8º Ano: Notícia; 9º Ano: Receita; Ensino Médio: Artigo de Opinião nos três anos. Haverá uma sequência didática para nortear cada produção textual.

46 Correção e Análise As escolas receberão grade de correção com soluções, possíveis erros e comentários; As recomendações estarão disponíveis por via digital; As escolas precisam conhecer e analisar os resultados, para tanto é importante que os próprios professores das disciplinas apliquem e corrijam as provas.

47 Correção e Análise Cada Diretoria organizará, na semana de 11 a 15 de março, um dia para discussão e análise dos resultados da Avaliação em Processo, que será considerado o terceiro dia do Planejamento anual. Importante observar que a Avaliação em Processo existe para desencadear ações direcionadas às reais necessidades dos alunos.


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