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Precauções e Isolamento em Hospitais Psiquiátricos Divisão de Infecção Hospitalar Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac 2.003.

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1 Precauções e Isolamento em Hospitais Psiquiátricos Divisão de Infecção Hospitalar Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac 2.003

2 Sistema de Precauções e Isolamento Prevenção da transmissão de um microrganismo de um paciente (portador ou doente) para outro paciente, de forma direta ou indireta Prevenção da transmissão de um microrganismo de um paciente (portador ou doente) para o profissional de saúde

3 Modos de transmissão de microrganismos Direta contato (com pele e mucosa) transmissão respiratória gotículas aerossóis exposição a sangue e outros líquidos corpóreos Indireta veículo inanimado (superfícies, artigos e equipamentos). Depende da sobrevida do microrganismo vetor

4 Normas de precauções e Isolamentos Precauções padrão: a todos os pacientes Precauções baseadas no modo de transmissão (suspeita ou diagnóstico confirmado de infecção) precauções de contato precauções para gotículas precauções para aerossóis CDC, 1.996

5 Precauções Padrão Quando aplicar? atendimento de todos os pacientes hospitalizados manipulação de artigos e equipamentos contaminados ou suspeitos de contaminação risco de contato com: sangue todos os líquidos corpóreos, secreções e excreções (exceto suor) com sangue visível ou não pele não íntegra mucosas

6 Precauções Padrão Lavagem das mãos Uso de barreiras luvas avental máscara, protetor de olhos, protetor de face processamento de artigos e equipamentos de assistência ao paciente limpeza de superfícies ambientais processamento de roupas prevenção de acidentes com pérfuro-cortantes acomodação adequada do paciente

7 Antes e após contato com cada paciente Se risco de respingos Descarteadequado Ao contato Ao contato com sangue e secreções

8 Precauções de Contato Quando aplicar? Quando houver suspeita ou confirmação de doenças e microrganismos transmitidos por contato pacientes com diarréia abcessos ou feridas com drenagem de secreção não contida infecção respiratória - bronquiolite em lactentes e crianças infecção ou colonização por microrganismos multiresistentes escabiose (extensa ou norueguesa)

9 Precauções de contato quarto privativo luvas - contato com paciente, área ou material infectante avental - possibilidade de contato das roupas do profissional com paciente, área ou material infectante transporte do paciente - luvas para o contato com o paciente artigos e equipamentos - uso exclusivo do paciente

10 Transporte SecreçõescontidasUsoindividual Se contato com o paciente Privativo

11 Precauções para Aerossóis Quando aplicar? Em caso de suspeita ou confirmação de doenças transmitidas por aerossóis. tuberculose pulmonar ou laríngea bacilífera sarampo varicela herpes zoster disseminado

12 Precauções para Aerossóis quarto privativo obrigatório, com porta fechada sistema de ventilação com pressão negativa - 6 trocas de ar por hora e filtro de alta eficiência máscara - tipo N95 (filtra 95% das partículas 0,3µ) transporte do paciente - com máscara comum (cirúrgica)

13 Privativo com porta fechada Uso pelo profissional profissional paciente Transporte

14 Precauções para Gotículas Quando aplicar? Em caso de suspeita ou confirmação de doenças transmitidas por gotículas. Para impedir a disseminação de doenças transmitidas por gotículas. Caxumba Meningite por Haemophylus Coqueluche Meningite por Neisseria Difteria Rubéola

15 Precauções para Gotículas quarto privativo máscara comum transporte do paciente - com máscara comum

16 Uso pelo profissional profissional paciente Transporte Privativo

17 Precauções de Contato e para Aerossóis Quando aplicar? Em casos de suspeita ou confirmação de varicela ou herpes zoster disseminado

18 Privativo com porta fechada Uso pelo profissional profissional Se contato com o paciente Uso pelo paciente Transporte

19 Precauções para contato e gotículas Quando aplicar? Em casos de pneumonia ou outras em que houver suspeita de infecção por adenovírus

20 Privativo Se contato com o paciente Uso pelo profissional profissional Transporte paciente

21 Precauções e Isolamento Por quanto tempo devem ser mantidas as precauções e isolamento? Precauções padrão: durante todo o período de internação do paciente. Precauções baseadas na transmissão (contato, gotículas e aerossóis) - durante o período de transmissibilidade do microrganismo.

22 Precauções Empíricas Para pacientes internados com quadros clínicos que permitem o diagnóstico de suspeição de doença infecciosa. As precauções instituídas são baseadas no modo potencial de transmissão.

23 Precauções empíricas Precauções para Aerossóis exantema vesicular (+ precauções de contato) exantema maculopapular, com febre e coriza tosse, febre e infiltrado pulmonar em paciente com suspeita de HIV positivo

24 Precauções empíricas Precauções para Gotículas meningite exantema petequial e febre tosse persistente, paroxística ou grave durante surto de coqueluche

25 Precauções empíricas Precauções de contato diarréia aguda, provavelmente infecciosa em paciente incontinente ou em uso de fraldas diarréia em adulto que recentemente recebeu antibiótico exantema vesicular (+ precauções de aerossóis) colonização ou infecção por microrganismos multiresistentes (exceto M. tuberculosis) infecção de pele, ferida, trato urinário - em paciente recentemente hospitalizado abcessos ou feridas com drenagem não contida escabiose

26 Precauções e isolamento em Hospitais Psiquiátricos dificuldade de adesão às medidas de precaução falta de quartos e sanitários privativos dificuldade de suspeição de diagnóstico acidentes com pérfuro-cortantes mordidas inter-humanos abuso sexual referência com a rede de assistência ambulatorial e hospitalar da região retaguarda laboratorial

27 Tuberculose exame clínico e triagem à admissão do paciente suspeição do diagnóstico instituição de tratamento adequado isolamento - precauções para aerossóis - para pacientes com suspeita/diagnóstico confirmado janelas abertas, portas fechadas, ventilação, ensolação precauções na administração de tratamentos por via inalatória desinfecção de médio/alto nível após limpeza - de inaladores e máscaras de nebulização transferência do paciente para tratamento - se quadro clínico grave lavagem das mãos

28 Precauções para Tuberculose pacientes com tuberculose pulmonar ou laríngea bacilíferos - transmissão procedimentos de risco: broncoscopia, intubação traqueal, irrigação de abcessos abertos, indução de escarro e tratamento com aerossóis identificação rápida dos pacientes para a instituição de medidas de isolamento, diagnóstico e tratamento

29 Precauções para Tuberculose Identificação de pacientes: modelo IIER suspeito - S confirmados - T Quarto individual - com ventilação e pressão negativa Utilização de máscaras N95 Controle de saúde dos profissionais (teste tuberculínico) Manutenção das precauções: até 3 baciloscopias consecutivas negativas, com 24 horas de intervalo, e realizadas após 2 semanas de tratamento

30 Doenças diarréicas lavagem das mãos quartos e sanitários privativos (enquanto persistirem os sintomas) desinfecção de médio nível (álcool 70%) de artigos (termômetros) limpeza e desinfecção de superfícies (sanitários) afastamento de atividades comuns (manipulação de artigos, de alimentos, etc)

31 Escabiose exame clínico e triagem à admissão do paciente instituição de terapêutica adequada precauções de contato e isolamento por 24 horas depois do início de terapêutica adequada processamento de roupas de uso pessoal e de cama - lavanderia: água quente, desinfetante (fenol) tratamento dos contatos domiciliares e internos do hospital lavagem das mãos

32 Instituição de Procedimento Inicial (Médico ou Enfermeiro da Unidade) Notificação à CCIH

33 Obrigada a todos.


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