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AGENDA AMBIENTAL NA ESCOLA COMO CONSTRUIR A AGENDA Não há uma fórmula pronta e acabada para construirmos a Agenda Ambiental. Cada lugar, cada ambiente,

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Apresentação em tema: "AGENDA AMBIENTAL NA ESCOLA COMO CONSTRUIR A AGENDA Não há uma fórmula pronta e acabada para construirmos a Agenda Ambiental. Cada lugar, cada ambiente,"— Transcrição da apresentação:

1 AGENDA AMBIENTAL NA ESCOLA COMO CONSTRUIR A AGENDA Não há uma fórmula pronta e acabada para construirmos a Agenda Ambiental. Cada lugar, cada ambiente, cada escola tem suas características próprias e a agenda deve levar isto em consideração. Mas existe uma exigência fundamental: o grupo gestor da escola precisa querer investir nesta proposta, ser firme e ter um comprometimento total em todo o processo. Sabemos que, em grande parte, o grupo gestor é responsável pelas mudanças na escola. PCOP Isolete Domiciano

2 Desenvolver a Agenda Ambiental torna-se um desafio para a construção destas mudanças, transformando a escola em um ambiente mais saudável. Toda a escola deve estar envolvida e comprometida com seu processo de construção. As ações devem abranger tanto as atividades administrativas e de serviços, quanto as atividades pedagógicas intra e extra-classe. Vamos elencar um conjunto de passos, sugestões e exemplos para inspirar a construção da Agenda Ambiental na sua escola. COMISSÃO O grupo gestor da Escola deve tomar a iniciativa de instituir a Comissão da Agenda Ambiental, que deverá contar com a participação de um representante de todos os setores da escola: alunos, professores, funcionários administrativos, pessoal de apoio, pais e mães que integram a Associação

3 de Pais e Mestres. É preciso ter bastante claro que nenhum segmento da escola pode ser excluído do processo de construção da agenda. É muito importante que um representante do grupo gestor participe da comissão e, se possível, coordene a construção da Agenda. Sem o comprometimento da direção da escola, o processo de construção poderá ser uma ação frustrada. ATRIBUIÇÕES DA COMISSÃO DA AGENDA A comissão tem a atribuição de coordenar e acompanhar a implementação da Agenda Ambiental. O primeiro passo operacional será promover uma ampla campanha de sensibilização e mobilização que busque envolver toda a escola nesta obra dinâmica e viva. O grupo gestor deve comunicar a toda a comunidade escolar sua decisão de construir a Agenda Ambiental, deixando claro o seu

4 Empenho de adotar práticas renovadoras e transformadoras, visando à melhoria da qualidade de vida dentro da instituição. A direção deverá dar posse aos integrantes da Comissão e apresentá-los à comunidade escolar. DIAGNÓSTICO A partir deste primeiro contato da comunidade escolar com o tema Agenda Ambiental, a Comissão deverá aplicar um questionário para saber como as pessoas vêem a escola, o que elas apontam como negativo (o que exige correção) e quais as suas sugestões para melhorar o ambiente. Por meio desta consulta, a comunidade escolar deverá avaliar fisicamente a escola (prédios, salas, móveis, equipamentos, instalações elétricas, de água, esgoto, área verde, cantina, etc.) e também as

5 rotinas e procedimentos adotados de forma individual ou coletiva. De posse de todas estas informações, a Comissão terá elementos para fazer um diagnóstico preliminar e identificar o que deve ser corrigido, melhorado ou modificado na escola. A Comissão deverá, portanto, classificar, quantificar e qualificar os problemas. 1-CLASSIFICAR Significa organizar os problemas em grupos por familiaridade de origem, de público envolvido ou características de intervenção que serão necessárias para melhorá-los. Sugerimos alguns grupos de problemas ou de deficiências: os administrativos, os comportamentais e os de infra-estrutura, podendo ser criados outros grupos que a escola julgar necessários ou mais adequados a sua realidade.

6 1.1-Exemplos de problemas administrativos – Na impressão de testes ou provas não são utilizados os dois lados da folha de papel; falta de manutenção nas máquinas e equipamentos; a escola não adotou a coleta seletiva de lixo (matérias orgânicas e inorgânicas são misturadas no mesmo recipiente); os banheiros não são limpos com frequências; a escola não oferece segurança para os alunos, etc. 1.2-Exemplos de problemas comportamentais – Há um clima de hostilidade entre turmas diferentes; falta aos alunos ou aos funcionários cuidado com os objetos (patrimônio da escola); as pessoas não colocam o lixo nos recipientes adequados; as paredes estão pichadas; as pessoas deixam as torneiras abertas; não apagam as luzes ao saírem das salas, atitudes anti-higiênicas no banheiro

7 e demais dependências da escola. 1.3-Exemplos de problemas de infra-estrutura – A iluminação da sala de aula é deficiente, algumas salas têm problemas de ventilação; as torneiras dos banheiros não funcionam adequadamente; há vazamento nos vasos sanitários, mictórios e chuveiros; não há cobertura vegetal no pátio; falta de interruptores nos locais apropriados; interruptores quebrados, alta carga de energia causando pressão na fiação e riscos de acidentes, etc. 2-QUANTIFICAR Significa dar valor para cada um dos problemas que podem ser medidos, como o consumo de água, de energia elétrica, de papel, de giz e de outros insumos.

8 . Quantificação possibilita identificar indicadores para avaliação e fixação de metas a alcançar. Antes de qualquer ação, é necessário que tenhamos a média de consumo dos diferentes itens. Há um caminho simples para obtermos estes dados. É só somar o consumo registrado nos mais diferentes itens (água, luz, papel, etc) nos três últimos meses e dividir o resultado obtido por três. Assim você chegará a sua média de consumo. Agora é só comparar esta média ao consumo mensal ou de cada trimestre e avaliar o resultado. Desta forma, será possível verificar se houve aumento ou diminuição do consumo. É importante pedir a ajuda de técnicos como os da companhia de água e esgoto, da fornecedora de energia e também de voluntários.

9 Em relação ao consumo de papel, devemos começar por quantificar o nosso gasto: quantas resmas de papel utilizamos por mês. A partir daí, vamos investigar o nosso lixo. Será que estamos aproveitando bem o papel nosso de cada dia? A resposta virá, por exemplo, da avaliação que fizermos das lixeiras. Poderemos perceber se o papel jogado fora foi plenamente utilizado ou se apenas usou-se parte de uma folha, quantas folhas em branco foram jogadas fora. Este procedimento também poderá ser seguido para avaliar o desperdício e quanto será possível economizar em relação a outros insumos necessários ao funcionamento da escola como giz, material de limpeza, gasto com copiadora, lápis, borracha, etc. Outro aspecto que deve ser avaliado é a qualidade ou estado de manutenção e uso do mobiliário (mesas, cadeiras, quadro-negro, apagador de giz, etc) e equipamentos (máquinas de escrever, computadores, copiadoras,

10 impressoras, etc) e fazer uma correlação semelhante à feita a respeito do papel. À medida que os alunos, funcionários e outros usuários não tem zelo ou cuidado com o patrimônio da escola eles estão colaborando para aumentar o desperdício. A escola deve avaliar também a capacitação dos seus funcionários. Nem sempre o funcionário escolhido para operar a máquina copiadora está capacitado para exercer tal atividade. Isto resultará em perdas de papel e de outros insumos (tinta, toner, etc) ou em danos para o equipamento. Ou seja, mais desperdício e mais despesa. Às vezes a questão é de motivação do servidor, necessidade de orientação, cursos de reciclagem ou de realocação de pessoal.

11 3-QUALIFICAR Significa avaliar os impactos ambientais, tendo como base parâmetros que, geralmente, estão associados a uma avaliação pessoal. No entanto, no caso da Agenda Ambiental precisamos que todos os envolvidos na sua construção entendam muito bem cada medida utilizada para que não ocorram distorções. Os conceitos de ótimo, bom, regular e péssimo – uma das formas mais comuns de se qualificar uma situação – devem ser entendidos igualmente por todos. Assim, será possível termos uma idéia sobre qual o pensamento do grupo a respeito de cada aspecto analisado e identificar os pontos considerados, pela maioria, como os mais problemáticos e a partir daí definir prioridades.

12 ESTRATÉGIAS DE EXECUÇÃO DA AGENDA AMBIENTAL Feitas a classificação, a quantificação e a qualificação dos problemas, é chegada a hora de definir o quê e como fazer para se chegar às soluções. Faz-se necessário identificar, claramente, quais as suas causas e/ou origens. Em seguida, elencar as soluções a serem adotadas para eliminar cada causa. Vejamos: o que causa o desperdício de água? Vazamentos nas torneiras, em canos, em descargas, uso inadequado da água nas atividades da escola, na atitude das pessoas ao esquecerem as torneiras abertas ou de danificarem as válvulas, etc?

13 Cada alternativa para solucionar o problema deverá corresponder a uma ação concreta. Quando falamos em estratégias, naturalmente nos reportamos às expressões como, quem, quando e onde. Ou seja, como faremos, quando faremos, onde faremos as ações definidas e quem será responsável. As respostas a estas perguntas irão resultar em um cronograma de ações, que será peça- chave para acompanhamento e avaliação da nossa Agenda Ambiental.Nesta etapa, a Comissão deve definir as necessidades de recursos humanos, materiais e financeiros para implementar o cronograma de ações e buscar meios concretos e viáveis para as soluções. Por exemplo: relatórios e abaixo assinados para entidades de governo competentes, articulação com órgãos governamentais, parcerias com empresas, doações da comunidade, mutirões, etc.

14 É fundamental a comunidade escolar, sob a coordenação da direção da escola, buscar soluções criativas e bem articuladas junto àqueles que podem ajudar na solução dos problemas identificados. DIVULGAÇÃO DA AGENDA AMBIENTAL As ações estabelecidas na Agenda Ambiental da Escola deverão ser amplamente divulgadas. Para isso, os resultados devem ser expostos em local de fácil visibilidade. Podem ser elaborados informativos, Fôlderes, murais, promovidas palestras, encontros ou eventos de modo a dar amplo conhecimento sobre os resultados alcançados e, com bastante ênfase, nas ações ainda necessárias para atingir as metas.

15 As mudanças positivas e de relevante interesse devem ser atribuídas à comunidade escolar, de modo que cada um se sinta responsável e elogiado diante da transformação que ocorreu no ambiente. O elogio deverá ser entendido como estímulo e reconhecimento do esforço individual e coletivo para que as pessoas invistam com muita seriedade e compreendam os reais significados das mudanças positivas para sua qualidade de vida e para as gerações que virão. AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DA AGENDA AMBIENTAL DA ESCOLA Para que a Agenda Ambiental tenha continuidade e eficácia é indispensável que a Comissão adote um sistema de acompanhamento e avaliação por meio de observações e relatórios.

16 As observações são aquelas identificadas no dia- a-dia, visualmente claras. Exemplo: o professor ou o aluno que anda pela escola poderá observar claramente os desperdícios, sujeiras, vazamentos e outras anormalidades, sem necessariamente recorrer ao plano de metas. Com relação ao relatório, deverá haver uma confrontação das metas desejadas com os resultados atingidos e propostas dos ajustes que se fizerem necessários. A Agenda é um processo dinâmico, retroalimentado pela constante necessidade de se alcançar algo melhor. É importante não se deixar cair no comodismo. Ela pode ter um começo, mas não terá fim.

17 Á medida que superarmos deficiências, outras imediatamente surgem, até mesmo como aprimoramento daquela etapa vencida. A superação de novas dificuldades exige reflexão sobre as conquistas alcançadas Vencemos este ou aquele problema; Como foi este processo? Foi fácil?; Foi difícil?; Onde acertamos?; Onde erramos, se não conseguimos resolver esta ou aquela questão? Todas estas indagações e outras que naturalmente irão surgir levarão à avaliação da Agenda Ambiental. Da mesma forma que a construção da Agenda foi uma tarefa coletiva, a avaliação exige a participação de todos, inclusive com a adoção de consultas em urnas. Isto tem de ser feito com uma certa periodicidade (no início a cada três meses, podendo depois haver um intervalo maior de seis ou doze

18 meses), para que as ações não se percam ou para evitar que as dificuldades já identificadas não se tornem ainda maiores. Cabe ressaltar que se as etapas anteriores foram bem executadas, certamente teremos muito mais facilidade nesta etapa. Portanto, nada melhor do que uma boa avaliação para que possamos ter sucesso e perspectiva de continuidade do processo. É necessário compreender que as críticas devem ser visualizadas como algo positivo, construtivo e indispensável para se desenvolver uma cultura de melhoria contínua do ambiente e da qualidade de vida.


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