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BERKELEY E O IMATERIALISMO. BERKELEY (1685-1753) Berkeley foi um crítico de Locke, Começando por negar a existência de IDÉIAS ABSTRATAS. Não posso imaginar.

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1 BERKELEY E O IMATERIALISMO

2 BERKELEY ( ) Berkeley foi um crítico de Locke, Começando por negar a existência de IDÉIAS ABSTRATAS. Não posso imaginar a idéia de um HOMEM, nem branco nem negro Não posso imaginar a idéia do MOVIMENTO EM GERAL não nega a existência de IDÉIAS GERAIS, Ele não nega a existência de IDÉIAS GERAIS, Mas de IDÉIAS GERAIS ABSTRATAS

3 Como ele explica IDÉIAS GERAIS? A idéia particular torna-se geral quando representa ou está no lugar de outras idéias particulares da mesma espécie (Treatise I.12) para provar um teorema eu uso sempre um triângulo particular, abstraindo os ângulos específicos, como modelo... Ex: para provar um teorema eu uso sempre um triângulo particular, abstraindo os ângulos específicos, como modelo...

4 O objeto imediato do conhecimento, diz ele, é a IDÉIA. Mas Idéias só existem no SUJEITO PERCIPIENTE... E não faz sentido falar de idéias não percebidas! Logo, ESSE EST PERCIPI (ser é ser percebido)... Exemplo: idéia de calor é diferente do calor forte, que arde e queima... Mas o calor forte também é uma idéia... Todos os graus de calor são idéias... Assim, parece que tudo é idéia

5 CONSIDERE O SOM: É uma idéia subjetiva. Mas dizem os físicos que o som é produzido pelo movimento do ar... Assim, o som pode ser entendido como (i) sensação subjetiva e (i) sensação subjetiva e (ii) como vibração, movimento local... (ii) como vibração, movimento local... Mas o movimento também apreendemos apenas como idéia, não pela audição, mas pela visão e pelo tato! Logo de qualquer modo o som é IDÉIA. E se o som, como idéia de qualidade secundária, é subjetivo, e ele é movimento, também as idéias de qualidades primárias como movimento e extensão devem ser subjetivas!

6 Além disso Qualidades primárias não podem ser abstraídas de qualidades secundárias: Não podemos conceber extensão e movimento abstraídos de qualidades secundárias Ex: um triângulo sem cor...

7 Note-se que o esse este percipi não vale para toda a realidade... Ele não vale para aquele que percebe! Percipi -> Percipere -> Percipiens Percipi -> Percipere -> Percipiens Logo, existe um eu, uma mente, uma alma, que não é percebido e que é totalmente distinto das idéias, e que é uno, indiviso e ativo, enquanto as idéias são um material passivo. Por ser radicalmente diferente das idéias, não podemos ter uma idéia do espírito, Mas apenas, diz ele, uma NOÇÃO...

8 Muitas idéias não são produzidas por nós, mas recebidas por nós. Como todas as idéias dependem de um espírito, as idéias não produzidas por nós dependem de DEUS.... As idéias impressas nos sentidos por Deus são chamadas de COISAS REAIS!!! A natureza, pois existe, não existe é a MATÉRIA, a SUBSTÂNCIA MATERIAL o que não existe é a MATÉRIA, a SUBSTÂNCIA MATERIAL... O além dos sentidos não é a matéria, mas DEUS

9 Esses sinais ou indícios sensíveis, que são as idéias que se impõem a nós, esses efeitos e operações, sugerem e provam, pois, a existência de um DEUS INVISÍVEL! Bem como das outras almas...

10 fim


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