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Conselho Regional de Psicologia Minas Gerais Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas O TRABALHO DO PSICÓLOGO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL:

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Apresentação em tema: "Conselho Regional de Psicologia Minas Gerais Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas O TRABALHO DO PSICÓLOGO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL:"— Transcrição da apresentação:

1 Conselho Regional de Psicologia Minas Gerais Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas O TRABALHO DO PSICÓLOGO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL: Análises do CREPOP-MG Leiliana Sousa Belo Horizonte 2011 Conselho Regional de Psicologia Minas Gerais Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas O TRABALHO DO PSICÓLOGO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL: Análises do CREPOP-MG Leiliana Sousa Belo Horizonte 2011

2 Metodologia CREPOP Pesquisa sobre núcleos de prática do psicólogo em políticas públicas. Triangulação: georreferenciamento, questionário online e grupos focais. Pesquisas relacionadas à Assistência Social Serviço de proteção social a crianças e adolescentes vítimas de violência, abuso e exploração sexual e suas famílias (PAEFI). Medidas socioeducativas em meio aberto (LA e PSC). Serviços de atendimento a mulheres vítimas de violência. Proteção Social Especial. CRAS.

3 A identidade profissional do psicólogo no CRAS Interdisciplinaridade, papel e contribuição. Preocupação em definir o papel do psicólogo no CRAS – imprecisão do marco normativo e escassez de literatura científica. [...] não sei se todos nós, não sei se é muito arbitrário falar dessa forma, mas eu acho que todos nós psicólogos temos extrema dificuldade para entender realmente e pra perceber qual que é o trabalho e o serviço do CRAS, entendeu? Qual que é o nosso local? Assim, qual que é o espaço que a gente ocupa nesse lugar? Então, eu me sinto totalmente perdida. Espaço de interseção entre psicólogo e assistente social gera inquietação – identidade do profissional psicólogo se constitui em uma zona de indiferenciação entre as duas áreas.

4 Impossibilidade de utilização da prática clínica (concepção clássica) [...] não sou uma psicóloga clínica, mas eu não sou uma assistente social. A gente está perdida nessa construção da identidade. A escuta clínica perpassa o trabalho no CRAS – promoção das potencialidades do sujeito (AFONSO, 2009). Problema: concepção restritiva de clínica (ANDRADE e ROMAGNOLI, 2009; FERREIRA NETO, 2004). Questões subjetivas (psicólogo) X aspectos objetivos (assistente social). Perda da auto-referência – sensação de ausência de referências teóricos.

5 O trabalho do psicólogo na Proteção Especial Considerações produzidas pelos participantes dos GF de Minas. Distinção (ou não) entre as atribuições de assistentes sociais e psciólogos. Três pontos de vista: 1.Indistinção – técnicos sociais 2.Especificidade está na escuta do psicólogo. A gente está conversando muito lá pra que isso não seja dessa forma, porque a gente não pretende que seja uma coisa que só a psicologia dê conta disso, muito pelo contrário. 3.Diferenças nítidas nas atribuições dos dois profissionais – objetivo X subjetivo

6 Nítida diferenciação – um retrocesso. Sugestão: estudo de casos. Consenso: urgência em estabelecer uma metodologia de trabalho. Atendimentos individuais: recurso mais utilizado. Atendimentos individuais X psicoterapia Se você não tem uma nova metodologia, uma outra proposta de atuação, como é que você vai atuar sem ser esse modelo que você trouxe da escola, que você já aprendeu? Dificuldades no desligamento dos casos e encaminhamento para atividades em grupo.

7 Algumas reflexões... Questões presentes nas duas pesquisas: interdisciplinaridade, o que seria específico à psicologia, clínica. Questão proposta por Afonso (2009): quais as contribuições que a psicologia tem a oferecer ao SUAS? Documentos de referência publicados pelo CREPOP: A Psicologia pode oferecer, para a elaboração e execução de políticas públicas de Assistência Social – preocupadas em promover a emancipação social das famílias e fortalecer a cidadania junto a cada um de seus membros – contribuições no sentido de considerar e atuar sobre a dimensão subjetiva dos indivíduos, favorecendo o desenvolvimento da autonomia e cidadania (CFP, 2007, p.22). vPráticas pautadas na experiências subjetivas dos indivíduos e na leitura de aspectos histórico-culturais.

8 Identidade do psicólogo está se transformando. A realidade objetiva, o mundo social e cultural vem invadindo nosso conhecimento e já não podemos mais falar de mundo psicológico sem considerar o mundo social e cultural. Ainda estamos construindo um modelo de relação entre estes mundos, entendendo que estes se influenciam e não que constituem um ao outro. Isto significa que ainda não superamos a dicotomia... mas estamos caminhando. (BOCK, 1999, p. 324). Configuração atual da Política de Assistência Social é muito recente – psicólogos se deparam com as lacunas. Documentos normativos – não são manuais. Cartilhas do CREPOP – direção, motivação e inspiração para a reflexão sobre a prática do psicólogo.

9 Referências bibliográficas AFONSO, Maria Lucia Miranda Afonso. O papel do psicólogo no Centro de Referência da Assistência Social. Texto apresentado no I Congresso de Psicologia e Direitos Humanos. UNA, Belo Horizonte, ANDRADE, L.F; ROMAGNOLI, R. C. O Psicólogo no CRAS: uma cartografia dos territórios subjetivos. Psicologia: Ciência e Profissão, v. 30, p , BOCK, Ana Mercês Bahia. A Psicologia a caminho do novo século: identidade profissional e compromisso social. Estudos de psicologia (Natal), Natal, v.4, n.2, dez CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências Técnicas para atuação do/a psicólogo/a no CRAS/SUAS. Brasília: CFP, CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Serviço de Proteção a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência, Abuso e Exploração Sexual e suas famílias: referências para a atuação do psicólogo. Brasília: CFP, CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA MINAS GERAIS. Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas. Os sentidos do trabalho no CRAS para o psicólogo que trabalha nesses serviços em Minas Gerais. CRP-MG: Belo Horizonte, CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA MINAS GERAIS. Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas. Atuação do psicólogo no CREAS e outros serviços especiais de acolhida e atendimento domiciliar do SUAS relatório do grupo fechado. CRP-MG: Belo Horizonte, 2009a. CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA MINAS GERAIS. Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas. Atuação do psicólogo no CREAS e outros serviços especiais de acolhida e atendimento domiciliar do SUAS relatório da reunião aberta. CRP-MG: Belo Horizonte, 2009b. FERREIRA NETO, João Leite. Intervenção psicossocial em saúde e formação do psicólogo. Psicologia e Sociedade, Porto Alegre, v.20, n.1, abr GONÇALVES, Maria da Graça. Psicologia, subjetividade e políticas públicas. Coleção Construindo o compromisso social da Psicologia. São Paulo: Cortez, 2010.


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