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ÉTICA Ética é a parte da Filosofia que estuda a moralidade do agir humano. Estuda os atos humanos, classificando-os como bons ou maus. RODRIGUES LUNO.

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1 ÉTICA Ética é a parte da Filosofia que estuda a moralidade do agir humano. Estuda os atos humanos, classificando-os como bons ou maus. RODRIGUES LUNO.

2 OBJETO DA ÉTICA O ideal moral um valor supremo (dependente de posições filosóficas) Eudonismo a razão traz felicidade Estoicismo manter a virtude em qualquer situação Liberalismo a meta é a liberdade Democracia a igualdade Socialismo o bem comum

3 A ÉTICA COMO CIÊNCIA Existem atos que procedem da livre e deliberada ação humana. LIVRE – não falta conhecimento sobre o certo e o errado. DELIBERADA – ato voluntário, não forçado. Surgem atos: Livres e deliberados bons (certos) Livres e deliberados maus (errados)

4 NORMATIZAÇÃO DA ÉTICA Criação de um conjunto de normas de conduta o correto agir. Estudo dos dilemas: Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão. Quem tudo quer, tudo perde.

5 VALORES DA ÉTICA Estudos profundos da moral de determinada coletividade em determinada época em determinadas situações: Ofensa – Perigo – Superioridade – Inferioridade – Objetivo – criar um conjunto de regras de boas (melhores) condutas.

6 ÉTICA EMPRESARIAL O pioneiro em tratar a ética como elemento determinante de sucesso nas organizações empresariais foi GIANNETTI (1993). Ponderações: A competição de mercado não se exime da ética; A riqueza ou pobreza de uma nação pode depender da qualidade ética dos jogadores; Todos os agentes (econômicos, sociais e políticos) são responsáveis; A ética não é ameaça e, sim, aliada.

7 EVOLUÇÃO DA ÉTICA EMPRESARIAL Década de 60 – iniciam-se debates em países de origem alemã, com a preocupação de incluir os trabalhadores à condição de participantes dos conselhos de administração das organizações, e nos Estados Unidos inicia-se um debate sobre a humanização dos trabalhadores, sobre a preocupação com o complexo industrial militar e sobre a preservação do meio ambiente.

8 EVOLUÇÃO DA ÉTICA EMPRESARIAL Transição de 60/70 – inicia-se a preocupação com a inclusão dos estudos de ética nas faculdades de administração, principalmente nos Estados Unidos, as atenções se voltam para os filósofos antigos e suas contribuições para os estudos sobre ética e surgi a partir disto, uma nova dimensão na realidade dos negócios, começando a se usar o termo ética empresarial.

9 EVOLUÇÃO DA ÉTICA EMPRESARIAL Década de 70 – com a expansão das multinacionais americanas e européias, surgem muitos conflitos entre os padrões éticos de diversas culturas, o que incentiva a criação de Códigos de Ética Empresariais, iniciam-se as primeiras pesquisas junto aos empresários sobre o tema e os primeiros estudos sobre ética nos negócios.

10 EVOLUÇÃO DA ÉTICA EMPRESARIAL Década de 80 – percebem-se esforços isolados, principalmente, na Europa e EUA, de professores universitários para iniciarem o ensino de ética nas salas de administração e de MBA (Master of Business Administration).

11 EVOLUÇÃO DA ÉTICA EMPRESARIAL Transição de 80/90 – formam-se redes acadêmicas de estudos nos EUA e Europa, o conceito se universaliza, e especialistas sistematizam enfoques nos estudos de ética nos negócios em todos os continentes, abordando três modos relacionados, criados a partir das preocupações mundiais que são: a corrupção, a liderança e as responsabilidades corporativas.

12 EVOLUÇÃO DA ÉTICA EMPRESARIAL Fim do Milênio – surgem as ONGs, difundem-se as idéias aristotélicas, e a empresa passa a ser vista, não apenas como aquela que almeja lucro a qualquer custo, mas também a que oferece um ambiente gratificante, onde as pessoas podem se desenvolver e crescer pessoal e profissionalmente.

13 CÓDIGO DE ÉTICA Dentro de uma organização há necessidade de regras e respostas padronizadas para que o grupo caminhe em direção ao mesmo objetivo. Os colaboradores têm responsabilidades individuais e coletivas. Serão responsabilizados por seus atos.

14 OBJETIVO DE UM CÓDIGO Estabelecer regras claras Eliminar dúvidas de proceder Desestimular condutas erradas Dar conhecimento do que é certo Atingir todos os níveis hierárquicos Demonstrar a personalidade da empresa.

15 ELABORAÇÃO DE UM CÓDIGO DE ÉTICA DILEMAS: Ganância Encobrimento e deturpação de relatórios e procedimentos de controle Justificativas enganosas sobre produtos ou serviços Inadimplência ou fraude de termos negociados Estabelecimento de políticas que possam levar outras pessoas a mentir para cumpri-las Excesso de confiança no próprio julgamento, pondo em risco a entidade corporativa Deslealdade para com a empresa assim que os tempos ficam difíceis Má qualidade

16 ELABORAÇÃO DE UM CÓDIGO DE ÉTICA DILEMAS: Humilhação das pessoas, no trabalho ou através de estereótipos na propaganda Obediência cega à autoridade, não importando se ela é antiética ou injusta Autoengrandecimento, aproveitando as obrigações da empresa (conflito de interesses) Favoritismo Acordos de preços Sacrifício do inocente e do mais fraco para que as coisas sejam feitas Supressão dos direitos básicos: liberdade de expressão, de escolha e de relacionamentos pessoais

17 ELABORAÇÃO DE UM CÓDIGO DE ÉTICA DILEMAS: Falha em denunciar a ocorrência de práticas antiéticas Negligência da própria família ou das próprias necessidades pessoais Tomada de decisão sobre o produto que perpetua um assunto de segurança questionável Não repor aquilo que se tirou do meio ambiente, dos empregados e/ outros bens da empresa Exagerar conscientemente as vantagens de um plano para obter o apoio necessário Não acatar prováveis áreas de fanatismo, preconceito de sexo ou racismo

18 ELABORAÇÃO DE UM CÓDIGO DE ÉTICA DILEMAS: Bajular a hierarquia da empresa em vez de fazer o trabalho bem-feito Subir a escada corporativa usando os outros como degraus Promover o empreendedor destrutivo que deixa para trás seus erros Não cooperar com outras áreas da empresa – a mentalidade do inimigo Mentir, por omissão, para os empregados pelo bem do negócio Fazer aliança com um parceiro questionável, mesmo que para uma boa causa

19 ELABORAÇÃO DE UM CÓDIGO DE ÉTICA DILEMAS: Não assumir a responsabilidade por práticas danosas – intencionais ou não Abusar ou simplesmente concordar com fantasias corporativas que desperdiçam dinheiro e tempo Corromper o processo político público através de meios legais A partir das situações acima descritas serão citadas algumas questões importantes a serem levadas em consideração na elaboração do manual. E, é valido salientar ainda que o Código deva ser de fácil compreensão, claro, objetivo e passível de correção:

20 Conflitos de interesses – um Código deve deixar claro quais os deveres e direitos dos funcionários, deve cobrir, por exemplo, tópicos de privacidade do do empregado, o monitoramento do lugar de trabalho, estabelecendo até onde vai o direito de cada pessoa, sempre preservando a empresa e seus funcionários. Conduta ilegal – deixar claro quais são as normas de conduta que devem ser seguidas dentro e quais são as esperados fora da empresa, partindo do plano individual, passando pelo setorial até o geral, como roubos, mentir a chefia, falsificação de documentos e registros, procedimentos contábeis duvidosos, etc.

21 Segurança dos ativos da empresa – um Código deve cobrir os tópicos como licenças de software, propriedade de dados da empresa e as facilidades, posse de bens criados por empregados da companhia, direitos autorais, como devem ser utilizadas as instalações da empresa, o que pode e não pode ser utilizado para fins pessoais e as diretrizes específicas para relacionamentos contratuais com terceiros.

22 Denúncias – é importante estar claro no Código quais são as formas que os funcionários têm para fazer denúncias, que todos podem denunciar as irregularidades e descumprimento do Código, que podem ou estão prejudicando a empresa, desde um simples auxiliar de limpeza até um gerente. E todos devem saber que o denunciante estará protegido até a completa apuração da denúncia e depois da apuração, inclusive, se necessário, pois senão haverá inibição dos colaboradores em denunciar os fatos que estejam ocorrendo na organização.

23 Subornos – podem existir diversos tipos de subornos, desde o interno, de um setor para outro até o externo, desde oferecimento de presentes e jantares até o oferecimento de dinheiro para conseguir o que se deseja, a organização deve ser clara sobre quais os procedimentos a serem tomados quando ocorrer essas várias formas de suborno, impondo limites para coibir estas práticas, seja através de um presente recebido por um integrante do departamento de compras para beneficiar determinado fornecedor, seja de forma direta, pela oferta de numerário para revelação de um segredo da empresa ou até mesmo uma simples saída para jantar com fornecedores ou clientes.

24 Entretenimento – a empresa deve disponibilizar espaços e fixar horários deixando bem claro as condições para uso dos espaços de entretenimento da empresa, como sala de jogos, de internet, quadras entre outros espaços, atentando inclusive para problemas de ordem trabalhista. Viagens – fixar qual deve ser a conduta dos funcionários ao viajarem pela empresa, já que a estão representando, deixando claro, os procedimentos com gastos, vestuário e conduta.

25 Propriedade de informação – é importante salientar que toda e qualquer informação criada pela empresa é de sua propriedade e não pode ser utilizada para outros fins, ou seja, deixar claro qual o tratamento da informação da corporação, para evitar a revelação de informações confidenciais, para fins obscuros ou em proveito próprio.

26 Forma de relacionamento com os governos – estabelecer a forma de conduta dos vários setores da empresa que, por necessidade operacional, tenham que se relacionar com governos nas três esferas (Municipal, Estadual, Federal), principalmente no campo tributário, atendimento à fiscalização, e no departamento de vendas, quando a empresa participa de concorrências públicas, e tópicos particulares como doações para campanhas, inclusive de ex-funcionários e amigos da empresa.

27 Tratamento dos públicos externos em geral – quais serão as políticas de tratamento com os clientes, e do uso das informações dos clientes, criar normas para recepção desses, dos fornecedores, visitantes e estabelecer limites para a circulação desses no âmbito da empresa.

28 Assédio sexual, moral e discriminação - coibir este tipo de prática dentro da empresa, deixando clara a intolerância da organização a tudo que se relaciona com estas práticas. Uso de drogas e álcool – criar normas que proíbam não só o uso, mas também o porte destas substâncias no âmbito da empresa. Quando percebido indício de ocorrência neste sentido, orientar para encaminhamento às áreas de apoio (recursos humanos, assistência social, psicologia da organização).

29 Política de porta aberta para todos os gerentes (qualquer nível) Nenhuma retaliação, vingança, discriminação ou perseguição Treinamento obrigatório em assuntos de assédio sexual Exigência de 40 horas anuais de treinamento em ética Apoio educacional de origem externa Promoções internas Apoio a obras da comunidade Redes de desenvolvimento na carreira.

30 APLICAÇÃO EFETIVA DO CÓDIGO Ser do conhecimento de todos Haver canais de comunicação para denúncias Nomeação de ouvidor de denúncias Auditoria ética (avaliação da aplicação) Busca constante de aprimoramento

31 QUESTÕES OMISSAS (Procedimento) 1. Identificar e descrever claramente os fatos. Encontrar quem fez o que a quem, e a onde, quando, e como. Será uma surpresa em muitos exemplos como os fatos inicialmente relatados como incorretos, são típicos e freqüentes e que o simples relato dos fatos pode ajudar a encontrar a solução. Ajuda também começar colocando os lados envolvidos no meio de um dilema ético.

32 QUESTÕES OMISSAS (Procedimento) 2. Definir o conflito ou o dilema e identificar o valor real por trás do dilema. As questões éticas, sociais e políticas referem-se sempre a valores mais elevados. As partes disputam para reivindicar outros valores (por exemplo, liberdade, privacidade, proteção da propriedade, e o sistema da empresa).

33 QUESTÕES OMISSAS (Procedimento) 3. Identificar as partes interessadas. Cada questão ética, social e política têm partes interessadas: os envolvidos nas questões têm interesse no resultado, pois investiram na situação, e geralmente, têm opiniões a acrescentar. É importante definir quais são estes grupos e o que querem. Isto será útil mais tarde ao projetar uma solução.

34 QUESTÕES OMISSAS (Procedimento) 4. Identificar as melhores opções de que se pode fazer uso. Pode se pensar que se encontrou opções satisfatórias para todos os interesses envolvidos, mas algumas opções fazem um trabalho melhor do que outras. E, às vezes chegar em uma solução boa ou ética pode nem sempre resultar as melhores consequências às partes interessadas.

35 QUESTÕES OMISSAS (Procedimento) 5. Identificar as conseqüências potenciais de suas opções. Algumas opções podem ser eticamente corretas, mas desastrosas de outros pontos da vista. Outras opções podem ser trabalhadas, num exemplo, mas não ser generalizadas a outros exemplos similares. Perguntar-se sempre, o que eu escolher para esta questão é relevante nesta situação?

36 INDAGAÇÕES PESSOAIS Diante de um dilema ético não previsto no Código, indague: A ação é legal? Estarei sendo justo e honesto? Minha ação resistirá ao teste do tempo? Como me sentirei depois? Como meu ato apareceria nos jornais? Conseguirei dormir tranquilo? Terei coragem de dizer a meus filhos e a minha esposa o que fiz? Como me sentirei se minha família, meus amigos e meus vizinhos souberem o que fiz?


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