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Para cumprimento do Decreto 40.645/07 IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA SOLIDÁRIA nas Escolas Estaduais do Rio de Janeiro Raquel Bento Apoio às Escolas.

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1 Para cumprimento do Decreto /07 IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA SOLIDÁRIA nas Escolas Estaduais do Rio de Janeiro Raquel Bento Apoio às Escolas

2 Em 9 de março de 2007 foi publicado o DECRETO /07 que institui a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública estadual, direta e indireta, na fonte geradora, e a sua destinação às cooperativas de catadores de materiais recicláveis.

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7 Lixão em São Paulo

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10 Qual a diferença entre lixão, aterro controlado e aterro sanitário?

11 lixo chorume lençol freático urubus e outros animais Lixão polui

12 Lixo velho chorume lençol freático Cobertura com terra e grama Captação e queima do gás metano Nova célula de aterro controlado Manta de PAD Lixo novo Cobertura diária Recirculação do chorume Aterro Controlado

13 Não há contaminação do lençol freático Captação e queima do gás metano Selação com Manta de PAD e argila Lixo novo Cobertura diária ETE Captação do chorume Tratamento do chorume Terra virgem Não há urubus ou animais nem mau cheiro Aterro Sanitário

14 RECICLÁVEIS GERAÇÃO E SEPARAÇÃO NA FONTE DISPOSIÇÃO FINAL EM ATERRO SANITÁRIO PNEUS PERIGOSOS REUTILIZÁVEIS USINA ENTULHO PODA COMPOSTOENERGIA REJEITO GRANDES VOLUMES COLETA ESPECIAL Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Integrar diversos níveis de governo, diversas tecnologias, com controle social e inclusão dos catadores

15 Vantagens da coleta seletiva Questão Ambiental: - Preservação dos recursos naturais e redução do uso de água e de energia através da reciclagem da matéria prima; - Diminuição do volume de lixo, aumentando a vida útil dos aterros; - Manejo inadequado representa contaminação dos solos, recursos hídricos e atmosfera;

16 A importância de se organizar em cooperativas A importância da Coleta Seletiva Solidária Vantagens da coleta seletiva Questão Social

17 IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA SOLIDÁRIA ETAPAS: 1.Criação da Comissão para Coleta Seletiva 2.Diagnóstico 3.Contato com as cooperativas de catadores de materiais recicláveis ou com Programa Municipal de Coleta Seletiva 4.Planejamento das ações 5.Plano de comunicação e sensibilização 6.Implantação da coleta 7.Avaliação e Plano de melhoria

18 1º Etapa: Criação da Comissão Função: Planejar e acompanhar a Coleta Seletiva Solidária em sua unidade escolar. Escolha dos integrantes: Considerar a direção, professores, alunos e funcionários da limpeza de forma democrática.

19 2º Etapa: Diagnóstico conhecer as dependências da instituição; quantificar e qualificar o lixo produzido; definir a quantidade necessária de coletores e os melhores locais para sua instalação; escolher a área de armazenamento dos recicláveis.

20 Coleta Seletiva Simples: Recicláveis e Lixo Comum

21 Sugestão: Adaptar as lixeiras já existentes e somente diferenciá-las com uma identificação.

22 3º Etapa: Contato com as cooperativas ou com o Programa Municipal de Coleta Seletiva Como encontrar as cooperativas? Secretaria de Estado do Ambiente- SEA Compromisso Empresarial para a Reciclagem- Cempre Rota da reciclagem

23 4º Etapa: Planejamento das ações Definição do local de armazenamento; Definição do fluxo e frequência do recolhimento; Definição de atribuições e tarefas específicas e rotinas necessárias; Identificação das lixeiras; Solicitação de equipamentos (sacos plásticos transparentes e coletores);

24 5º Etapa: Plano de comunicação e Sensibilização Atores: Comissão, Professores, Grêmio/Representantes das turmas Campanhas informativas sobre a coleta seletiva solidária para funcionários (treinamento), professores e alunos. Inauguração da Coleta Seletiva Solidária. Meios de divulgação: Sala a sala Mural fixo Blog da escola Reuniões- COC

25 6º Etapa: Implantação da coleta seletiva Execução do plano de ação Inauguração da Coleta Seletiva Solidária 7º Etapa: Avaliação do processo e plano de melhoria Avaliação contínua do trabalho, considerando os seguintes aspectos: Separação dos resíduos; Volume de material reciclável recolhido; A periodicidade da coleta; Armazenamento do material.

26 O que é reciclável? O que não é reciclável?

27 O que é reciclável? O que não é reciclável?

28 O que é reciclável? O que não é reciclável?

29 O que é reciclável? O que não é reciclável?

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