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Regional Clusters and Firm Strategy Michael J. Enright Harvard Business School May 1994 Cristina Blanco Padovan Outubro 2004.

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1 Regional Clusters and Firm Strategy Michael J. Enright Harvard Business School May 1994 Cristina Blanco Padovan Outubro 2004.

2 Introdução Objetivo: Explorar as implicações dos clusters regionais para as firmas estratégicas. Três pontos são colocados como principais nesta implicação: n recursos e capacitações vitais; n atividades repartidas através das firmas; n competição e cooperação dentro do cluster.

3 Introdução O autor dividiu o trabalho em: –Introdução; –Descrição do fenômeno de clusters regionais; –Link´s entre clusters regionais e visão de recursos e atividades base; –Estrutura das firmas e das indústrias em clusters regionais; –Implicação da existência de clusters regionais para estratégias específicas e escolhas regionais.

4 Clusters Regionais e Racionalidades Econômicas Cluster Regional: Recursos naturais, economia de escala em produção e fornecimento, desenvolvimento de mercados em laboratórios especializados, desenvolvimento local de fornecedores de equipamentos, infra-estrutura compartilhada e outras externalidades.

5 Clusters Regionais e Racionalidades Econômicas O autor coloca que embora já se tenha estudado muito sobre clusters regionais não se identificou porque ficam em localidades específicas. A questão da localidade para o autor é apenas uma das vantagens dos clusters regionais.

6 Clusters Regionais e a inovação O crescimento e a persistência dos clusters regionais são o resultado de desenvolvimento de: n pressões; n incentivos; n capacidade de inovar provido pelo próprio local.

7 Clusters Regionais e a inovação A interação e a rapidez em que flui a informação permite aos clusters regionais uma boa performance de inovação. Os clusters regionais atraem compradores sofisticados de outras regiões, que também podem ajudar a inovar.

8 Recursos, atividades e clusters regionais Clusters regionais e a visão de recursos base da firma. Os recursos de uma firma proporcionam vantagem competitiva se permitem criar valor, são raros, não podem ser imitados e nem substituídos.(Barney, 91).

9 Recursos, atividades e clusters regionais Grant(91) diz que as firmas estratégicas analisam seus recursos básicos, analisando seus recursos e capacidades, o potencial de aprendizado, selecionando as estratégias e ampliando seus recursos e capacidades.

10 Recursos, atividades e clusters regionais No cluster regional as pessoas trocam informações e conhecimento o tempo todo por estarem vivendo próximo ao local do cluster, então o relacionamento social e familiar também permite a difusão do conhecimento e da informação. Por este motivo são difíceis de serem imitadas pois a complexidade aqui é social. Oportunismo também é difícil de ocorrer.

11 Recursos, atividades e clusters regionais Clusters regionais e a visão de atividades base da firma. Os recursos base focam o que a empresa tem e as atividades base o que a empresa faz. As empresas adquirem atividades competitivas quando: n superior execução individual das atividades;

12 Recursos, atividades e clusters regionais n superior coordenação das atividades com baixo custo; n criando valor para o comprador. As vantagens competitivas incluem: n escala; n aprendizado acumulado; n capacidade de utilização;

13 Recursos, atividades e clusters regionais n Tempo de investimento; n nível de integração vertical; n localização da atividade; n fatores institucionais que governam a atividade; n links entre as atividades; n habilidade de dividir as atividades entre as unidades de negócio;

14 Recursos, atividades e clusters regionais As empresas devem definir como configurar e coordenar suas atividades. Para os clusters regionais é mais fácil treinar os trabalhadores, unir as compras e promover específicos esforços regionais.

15 A estrutura das firmas e indústrias em clusters regionais. O escopo da firma. A concentração geográfica permite uma estrutura verticalmente desintegrada, fazendo com que o clusters regional tenha: n ótima performance em escala; n redução de custo de negociação e monitoramento da transação; n Interdependência das firmas; n suprimento adicional de mecanismos.

16 A estrutura das firmas e indústrias em clusters regionais. As firmas em clusters regionais tem um escopo menor do que as estratégicas e podem se diversificar usando os recursos específicos da região e dividindo as atividades localizadas.

17 A estrutura das firmas e indústrias em clusters regionais. Coordenação Interfirmas. Estruturas desintegradas precisam mais requisitos de coordenação interfirmas. Os clusters regionais desenvolvem esta coordenação.

18 A estrutura das firmas e indústrias em clusters regionais. Estratégias de Interdependência. Todas as firmas contribuem para os recursos bases do cluster mesmo que apenas contratando pessoas, o que mantém e torna atualizado o conhecimento. As firmas de clusters regionais estão mais aptas a dividir as atividades.

19 A estrutura das firmas e indústrias em clusters regionais. As estratégias de interdependência estão ligadas as complexidades dos relacionamentos que são melhores nas firmas de clusters regionais.

20 Clusters regionais e firmas estratégicas Competidores e auto análise. A análise dos pontos fortes e fracos das empresas e seus concorrentes é muito importante para o processo da formulação das estratégias.(Grant,91)

21 Clusters regionais e firmas estratégicas Para Clusters é importante avaliar os recursos específicos da região assim como as atividades que podem se que podem ser divididas com outras firmas e a situação da concorrência. Este tipo de análise deve incluir vantagens e desvantagens podendo-se explorar as atividades a serem compartilhadas e os recursos disponíveis, diferente da concorrência.

22 Clusters regionais e firmas estratégicas Cluster regional, escopo de firma e estrutura organizacional. Os clusters regionais tem mais liberdade em escolher o escopo competitivo e a forma organizacional. Os clusters regionais tem escopo pequeno que permite fácil expansão e diversificação.

23 Clusters regionais e firmas estratégicas Decisão de localização. Existem 4 razões para uma empresa decidir se instalar nem cluster regional, são elas: n se desenvolver em um cluster como parte de uma indústria e analisar os concorrentes; n poder focar em uma operação de um portifólio corporativo e esta operação ser a mais favorável para o negócio;

24 Clusters regionais e firmas estratégicas n Suprir produtos e atividades específicas para as unidades de negócio já existentes; n Transferir técnicas/conhecimento do cluster para o resto da firma.

25 Clusters regionais e firmas estratégicas Cluster regional e investimentos em atividades de inovação. Os spillover´s de inovação de firma para firma são maiores nos clusters regionais devido a velocidade em que flui a informação e a proximidade dos fornecedores.

26 Clusters regionais e firmas estratégicas Expansão de cluster regional. A habilidade para expandir vai depender da natureza da firma e do cluster. Firmas principais (core) tem o poder de atrair fornecedores e firmas suporte. Outras firmas podem expandir somente para suprir as firmas core.

27 Clusters regionais e firmas estratégicas Competindo e cooperando. As firmas dos clusters regionais decidem: n com quem e como quem cooperar; n no que vão competir, destinguindo fornecedores, consumidores e concorrentes. As firmas podem incentivar os fornecedores a concorrer em mercados como a se unir a concorrência para formar uma firma mais competitiva.

28 Clusters regionais e firmas estratégicas Consolidando um cluster. As firmas movem-se para consolidar um cluster por três razões: n Adquirir escala ou escopo econômico; n Vencer falhas de coordenação; n Combinar investimentos específicos.

29 Conclusão Clusters provêem: n ótimo escopo para a firma; n ótimo nível de cooperação e competição; n vantagens externas de outras firmas; n otimização de recursos e combinação de atividades; n melhoria em: –logística; –comunicação; –sistema de informação.


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