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Educação Inclusiva : Um desafio de natureza pedagogica Jean-Robert Poulin, Ph.D Professor visitante Universidade Federal do Céara Seminário de Educação.

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1 Educação Inclusiva : Um desafio de natureza pedagogica Jean-Robert Poulin, Ph.D Professor visitante Universidade Federal do Céara Seminário de Educação Inclusiva Fortaleza, 23 Março 2009

2 Segundo Doré, Wagner, Brunet e Bélanger (1998), o conceito de Educação Inclusiva «está relacionado com a educação de todos os alunos nas classes e na escolas de bairro». A professora (o professor) do ensino comum assegura uma educação inclusiva quando faz intevenção junto a um grupo de alunos da mesma idade, de modo que eles participem conjuntemente sobre o desenvolvimento de saberes, independentemente das caracteriristicas individuais desses alunos. Definição da Educação Inclusiva

3 cinco As cinco condições para a Educação Inclusiva 1.o agrupamento heterogêneo em uma mesma sala de aula e isso, em proporções naturais ; 2.a presença do sentido de pertença no grupo, os alunos com deficiencia sendo acolhidos tal como os outros alunos ; 3.uma participação que implica que todos os alunos se devotam em simultãneo aos mesmos tipos de atividades de aprendizagem, embora os objetivos a atingir possam ser diferentes Giangreco, Cloninger, Denneis et Edelman (1994)

4 4.a convivência dos alunos com deficiencia ou com dificuldade de adaptação ou de aprendizagem, em uma sala com alunos que não apresentam necessidades específicas ; - e, por último, 5.uma experiência educativa equilibrada onde o professor se preocupa tanto com as aprendizagens escolares e funcionais quanto com o desenvolvimento pessoal e social do aluno. Giangreco, Cloninger, Denneis et Edelman (1994) cinco As cinco condições para a Educação Inclusiva

5 Condições para inclução: modelo sistémico de Doré, Brunet e Wagner (1996) Aspectos sociais e légais Ensino e aprendizagem ATITUDES VALORES Organização escolar Programas Serviços de suporte Acompanhamento Colaboração com o meio Preparação dos agentes

6 Ensino-aprendizagem: un desafio Para um grande numero de professores as condiçoes do ensino-apprendizagem se constituem o maior desafio a vencer quande se trata da educação inclusiva. Como é possivel fazer progredir o conjunto de alunos de uma classe na qual as diferenças são tão marcantes?

7 Ensino-aprentizagem Ensino-aprentizagem implicam: Contribui ção Valoriza ção Suavidade Diferencia ção

8 Contribuição Os saberes se desenvolvem « para » e « pelo » social. A contribuição se constitue a pedra angular da educação inclusiva. Cada membro de uma comunidade de aprendentes, independente de suas caracteristicas, pode contribuir para a criação de saberes coletivos. A sala de aula se constitui uma comunidade de aprendentes a medida que constroi saberes coletivos graças a cooperação e partagem. A aprendizagem cooperativa facilita a patilha e a confrontação de pontos de vista entre os membros de uma comunidade de aprendentes, assim como a ajuda mutua.

9 Contribuição A diferenciação do ensino se apóia sobre um trabalho de equipe da parte dos professores (p.ex. preparação em comum das atividades). O acompanhamento dos alunos é o objeto de uma responsabilidade compartilhada (p.ex. cada professor pode fazer intervenção em diferentes turmas).

10 Valorização É o aluno que constrói seus próprios conhecimentos e que dá sentido às suas aprendizagens. Ele é reconhecido como um « sujeito ativo ». O aluno exerce um papel social valorizado no interior da comunidade de aprendizes que constitui a sala de aula. Ele é reconhecido e respeitado pelos seus pares. O aluno tem uma participação ativa em tomadas de decisão relativa aos objetos e processos de aprendizagem.

11 Suavidade É reconhecer que o papel do professor é, primeiramente, de acompanhar a aprendizagem de seus alunos. O professor reconhece que seu papel não é apenas um transmissor de conhecimentos. O professor se percebe como um guia que: 1)ajuda seus alunos à planejar; 2)questiona e confronta seus alunos; 3)os encoraja; 4)os ajuda a avaliar os próprios percursos.

12 Respeito pelo estilo de aprendizagem do aluno; Respeito pelo ritmo de aprendizagem do aluno; Utilização de diferentes modos de intervenção (ensino e gestão da sala de aula); Uma gestão do programa que contempla os diferentes nìveis de aprendizagem em simultâneo; Diferenciação

13 Utilização de diferentes formas de avaliação das aprendizagens; Uma gestão suave das regras de vida e, notadamente, no que se relaciona com a disciplina. Diferenciação

14 Existem vários modelos de ensino diferenciado. Eu apresento de forma breve três deles. Se trata do modelo de ensino adaptado de M.C.Wang, do modelo de ensino em níveis multiplos de J. Collicott e do modelo de Rieck et Wadsworth. Na colaboração na classe tem um lugar importante em todos esses modelos. O Ensino diferenciado

15 Para Wang o ensino diferenciado é um conceito educacional que pretende fornecer a cada aluno a possibilidade de viver experiências de aprendizagem que lhe permitem atingir os objetivos visados. O termo «ADAPTADO» faz referência aos ajustamentos pedagógicos que são feitos para respeitar as diferenças e assim aumentar a capacidade do aluno em ter sucesso nas suas aprendizagens

16 segundo Wang o ensino adaptado implica a utilização de diversos métodos de ensino, de forma a que sejam respeitadas as caracteristicas individuais. uma planificação das aprendizagens é estabelecida para cada um dos alunos. Um quadro de programação do conjunto das atividades quotidianas da classe é estabelecido. Para além disso cada aluno tem o seu próprio quadro de programação. no modelo Wang diversas atividades se desenvolvem ao mesmo tempo na sala de aula, o que implica uma organização apropriada da classe bem como uma cooperação estreita entre os diferentes professores

17

18 O ensino em níveis múltiplos O ensino em níveis múltiplos é um conceito de planificação que exige individualização, suavidade e integração de todos os alunos, quaisquer que sejam as suas aptidões. O professor planifica uma única atividade para o conjunto dos alunos

19 O ensino em níveis múltiplos Permitir aos alunos escolher o método que mais lhes convem para demonstrarem que compreenderam o conceito ensinado; Reconhecer que os métodos escolhidos são válidos, tanto uns quanto os outros; Avaliar os alunos tendo em conta as suas diferenças individuais. Fonte: J. Collicott (1992) Réformer les écoles canadiennes O ensino deve incluir uma variedade de técnicas de ensino

20 « O ensino em niveis múltiplos exige que nos afastemos do conceito de classe dirigida pelo professor e que nos aproximemos de um conceito de escolha e independência dos alunos. « Ele nos permite satisfazer as necessidades dos alunos no seu própiro nível, respeitando as exigências do programa de estudos » Source: J. Collicott (1992) Réformer les écoles canadiennes O ensino em níveis múltiplos

21 Rieck et Wadsworth (1999) prop õ em um modelo adaptado de aprendizagem cooperativa em contexto de inclusão O professor seleciona um problema com questôes abertas e fechadas o qual pode ser dividido em sub-problemas Num primeiro momento os alunos trabalham por grupos de 4 ou 6 sobre um sub-problema. Tratam-se de grupos de conte ú dos espec í ficos Em seguida os alunos trabalham em grupos de 2. Os membros da d í ade são formados pelos diferentes elementos dos grupos espec í ficos. Eles mudam de tipo de conte ú do. Finalmente o professor forma grupos para a s í ntese. Cada grupo re ú ne o conjunto das informa ç ões sobre cada sub-problema e propõe uma solu ç ão.

22 A cooperação na classe Cooperar na classe, co-construir conhecimentos não é intato. Isto se aprende !!! Por consequência, antes de conduzir os alunos à aventura da aprendizagem cooperativa é necessàrio começar por desenvolver certas habilidades essenciais neles. Segundo vocês, quais são essas habilidades ?

23 O que eu quero ver em cada membro da equipe Um aluno: 1- concentrado; 2- que olha e que escuta seus pares quando eles falam; 3- que sorri; 4- que compartilha o material com os outros; 5- que ajuda os outros quando necessário;

24 O que eu quero ver em cada membro da equipe Um aluno: 6- que é discreto; 7- que respeita o planejamento da trabalho da equipe; 8- que respeita as indicações; 9- que se mostra interessado e atento às solicitações e às realizações dos outros; 10- que assume as responsabilidades que lhes s ã o confiadas ;

25 O que eu quero escutar do membro da equipe Um aluno: 1- que expressa claramente seu ponto de vista; 2- que expressa seu ponto de vista com respeito; 3- que faz questões pertinentes; 4- que se assegura de ter compreendido as propostas de seus colegas de equipes; 5- que fala quando chega a sua vez de falar;

26 O que eu quero escutar do membro da equipe Um aluno: 6- cujas propostas sao positivas e encoraja a equipe a realisar o trabalho até o final 7- cujas discussões com os colegas sao a respeito da tarefa a ser concluída; 8- cujas propostas indicam que eles reconhecem a importância da contribuiçao de seus colegas; 9- que faz sugestões aos seus colegas; 10- que evita fazer barulho e que fala o mais baixo possível; 11- que ajuda a equipe avaliar o avanço dos trabalhos.

27 O papel do professor Circula constamente na classe. Ajuda os alunos a esclarecer suas opiniões. Se assegura de que todos os alunos podem participar. Evidencia os pontos de convergência e de divergências nas opiniões das coequipes. Encoraja resoluções e conflitos do tipo sociocognitivo. Incentiva os alunos a avancarem o máximo em seus questionamentos e no desenvolvimento de seus trabalhos.


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