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Cedeao/Ecowas. IDH 2009 (dados de 2007) Verde escuro: 0,95 ou mais / preto: menor que 0,35 muito elevado, elevado, médio e baixo.

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1 Cedeao/Ecowas

2 IDH 2009 (dados de 2007) Verde escuro: 0,95 ou mais / preto: menor que 0,35 muito elevado, elevado, médio e baixo

3 Criação Fundada em maio de 1975 (em Lagos, Nigéria) + Cabo Verde em 1976 = operacional em 1978 A Mauritânia retirou-se da CEDEAO em 2002 sob o regime de Maaouya Ould Sid'Ahmed. Instituição mais ambiciosa da África subsaariana Reúne cerca de 250 milhões de pessoas + PIB regional de 200 bilhões de dólares

4 Alguns dos países mais ricos do continente e mais pobres do mundo.

5 Países com os piores IDHs RDC 2010 – Zimbábue– Zimbábue 2009 – Níger 2008 – Serra Leoa 2007 – Serra Leoa 2006 – 2006 – Níger 2005 – Níger 2004 – Serra Leoa 2003 – Níger 2002 – Serra Leoa 2001 – Serra Leoa 2000 – Serra Leoa 1999 – Serra Leoa 1998 – Serra Leoa 1997 – Serra Leoa 1996 – Níger 1995 – Níger 1994 – Guiné

6 IDH (1) Argentina0,797 (0,003) 84 (1) Brasil 0,718 (0,003)Brasil 150 (1) Camarões0,482 (0,003)Camarões0,482 (0,003) 155 Senegal0,459 (0,002)Senegal0,459 (0,002) 156 (1) Nigéria0,459 (0,005)Nigéria0,459 (0,005) 162 Togo0,435 (0,002)Togo0,435 (0,002) 164 (1) Zâmbia0,430 (0,005) 167 Benim0,427 (0,002)Benim0,427 (0,002) 170 Costa do Marfim0,400 (0,001)Costa do Marfim0,400 (0,001) 175Mali0,359 (0,003)Mali0,359 (0,003)

7 Os piores do IDH Guiné-Bissau0,353 (0,002)Guiné-Bissau0,353 (0,002) 178 Guiné0,344 (0,002)Guiné0,344 (0,002) 179 República Centro-Africana0,343 (0,004)República Centro-Africana0,343 (0,004) 180 Serra Leoa0,336 (0,002)Serra Leoa0,336 (0,002) 181 Burkina Faso0,331 (0,002)Burkina Faso0,331 (0,002) 182 (1) Libéria0,329 (0,004)Libéria0,329 (0,004) 183 (-1) Chade0,328 (0,002)Chade0,328 (0,002) 186 Níger0,295 (0,002)Níger0,295 (0,002) 187 República Democrática do Congo0,286 (0,004)República Democrática do Congo0,286 (0,004)

8 Década de 70 Criada com o objetivo de desenvolver integração econômica e dividir experiências de políticas desenvolvimentistas; Futuro estabelecimento de uma zona econômica na região; A posteriori: interações sócio-políticas e relações bilaterais que pudessem desenvolver o bloco.

9 Vegetação

10 savanas ao norte (algodão e milhete) zona das florestas equatoriais ao sul (café, óleo de palma, mandioca, cacau) litoral e rios e lagoas (acesso a água e pescado)

11 Densidade Demográfica

12 Objetivos ao ser fundada 2 primeiros anos: congelar tarifas de bens primários e artesanais e produtos industrializados de dentro do bloco 6 primeiros anos: eliminação de tarifas de importação e exportação, barreiras não tarifárias e taxas. A Comunidade adotaria a união aduaneira nos cinco anos seguintes: adotando tarifas externas comuns unificadas.

13 O mercado comum entre os integrantes se alicerçaria com o estabelecimento do livre fluxo de pessoas e bens, serviços e capital. Último estágio: políticas macroeconômicas e sócio-culturais comuns.

14 Conquitas 1993 – Chefes de Estados se encontraram em Cotonu para discutir a revisão da Carta da Cedeao para incluir questões ambientais e também para restabelecer os compromissos de dedicação ao desenvolvimento do bloco 1997 – Identificação de mais de 450 produtos de indústrias locais e que passaram a contar com o esquema de liberalismo econômico desenvolvido para o bloco

15 conquistas Estabelecimento do Ecomog (Ecowas Monitoring Group), que era um braço de intervenção ad hoc e foi decisivo para llidar com os conflitos civis na Serra Leoa e na Libéria Política de trocas de experiência nas áreas agrícolas (aumentando a eficiência e a complementaridade do setor agrário interno e em relação aos vizinhos) = visando a autossuficiência e adequação da oferta de energia.

16 conquistas Agricultura – desde 1990 – subvenção na compra de sementes melhoradas e troca de experiências sobre plantio, cuidados com solo e colheita, trocas de tecnologias agrícolas e um pouco de subsídios para compra de equipamento e treinamento da população do interior

17 conquistas Acesso a água – 10 países saelianos (Senegal, Mali, Níger, Chade, Burkina Faso, Nigéria – abertura de poços artesianos e construção de cisternas (Ceará) – para garantias de agricultura, criação de gado e subsistência Também questões de meio ambiente nas lagoas e pântanos do Benim, Costa do Marfim, Gana e Nigéria

18 Programa de Desenvolvimento Industrial ( ) – não aconteceu = substituído por um plano mais realista e assinado em 1996 = trocas de informações bancárias e variação de três áreas industriais transfronteiriças

19 conquistas 1979 – Fundo da Cedeao Estabelecimento de um Fundo de Cooperação, Compensação e Desenvolvimento (FCCD) – distribuição de recursos e benefícios – integração de projetos de desenvolvimento agrário e industrial

20 Fundo de ação política (1990 – distribuiu 350 mil dólares como compensação por perdas no processo de liberalização econômica + inserção no mercado internacional) – regras do fundo obrigam a investir em regiões mais pobres e em projetos de infraestrutura, transporte, telecomunicações – colaboração em projetos de telecomunicações

21 1995 – Intelcom I – para interconectar as capitais dos 16 Estados-Integrantes – alargado em 1997 Kwame Krumah – mais fácil mandar um telegrama para Londres ou Paris do que enviar uma mensagem de Acra para Lomé ou Cotonu ou Abidjã

22 Integração por autoestradas – · Trans-West African Coastal Highway ou Dakar-Lagos Highway, liga Lagos a Dakar - Senegal, partido da via expressa Lagos- Badagry;Dakar Senegalvia expressa · Trans-Sahara Highway, liga Lagos a Argel - Argélia, partindo da via expressa Lagos- Ibadan;Argel Argélia

23 Autoestrada transaeliana e da costa ocidental

24 Problemas Sem qualquer contato com o setor privado ou população de seus países (criação do parlamento (ver parlamento da Cedeao) O maior problema a regionalização é a própria capacidade de os integrantes implementarem as decisões tomadas pela Comunidade e seus Comitês.

25 A liberalização econômica dentro do bloco não avança por questões desde a nomenclatura de produtos e práticas comerciais até uso de que transporte é mais efetivo. Anos 80 – ajustes econômicos do FMI e Banco Mundial – muitas industrias foram fechadas (diminuição da presença estatal, privatizações etc.) – desvalorização da moeda (nos países anglófonos)

26 O tratado da CEDEAO - revisto e assinado em julho de 1993 = acelerar integração econômica e aumentar cooperação política julho1993cooperaçãopolítica Parlamento oeste-africano, conselho econômico e social + novo tribunal = assegura execução das decisões da Comunidade Parlamento oeste-africanotribunal Formaliza a responsabilidade de evitar e resolver conflitos na região.conflitos

27 Parlamento da Cedeao Fórum de diálogo, consulta e consensos para os representantes dos povos da África Ocidental = objectivo de favorecer a integração. estabelecido em conformidade com os Artigos 06 e 13 do Tratado da CEDEAO em Abuja (06 de Agosto de 1994) e entrou em vigor em 14 de Março de 2002

28 União Econômica e Monetária do Oeste Africano (Uemoa)

29 Sete países a união econômica e monetária chamada de União Econômica e Monetária do Oeste Africano (Uemoa)união econômica e monetáriaUnião Econômica e Monetária do Oeste Africano Compartilhando uma moeda comum, o franco CFA.franco CFA

30 A UEMOA foi criada por um tratado assinado em Dakar, Senegal, a 10 de janeiro de 1994 pelos Chefes de Estado e de Governo do Benim, Burkina Faso, Costa do Marfim, Mali, Níger, Senegal e Togo.DakarSenegal10 de janeiro1994 BenimBurkina FasoCosta do MarfimMali NígerSenegalTogo 2 de maio de 1997 = Guiné-Bissau tornou-se o oitavo integrante. 2 de maio1997Guiné-Bissau


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