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Prof. Eugenio Batista Leite Outubro 2007 Educação Ambiental formal: interdisciplinaridade, pedagogia de projetos, metodologias, técnicas e práticas PUC.

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1 Prof. Eugenio Batista Leite Outubro 2007 Educação Ambiental formal: interdisciplinaridade, pedagogia de projetos, metodologias, técnicas e práticas PUC Minas – Educação Ambiental

2 LEI N o 9.795, DE 27 DE ABRIL DE Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental. Art. 1 o Entendem-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade. Art. 2 o A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal.

3 LEI N o 9.795, DE 27 DE ABRIL DE Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental. Art. 9 o Entende-se por educação ambiental na educação escolar a desenvolvida no âmbito dos currículos das instituições de ensino públicas e privadas, Art. 10. A educação ambiental será desenvolvida como uma prática educativa integrada, contínua e permanente em todos os níveis e modalidades do ensino formal. § 1 o A educação ambiental não deve ser implantada como disciplina específica no currículo de ensino.

4 Disciplinaridade - métodos específicos para conhecer objetos de estudo bem definidos.

5 Multidisciplinaridade - procura reunir resultados obtidos mediante o enfoque disciplinar.

6 Interdisciplinaridade - transfere métodos de algumas disciplinas para outras, identificando novos objetos de estudo.

7 Transdisciplinaridade - enfoque sistêmico do conhecimento que recupera as dimensões para a compreensão do mundo na sua integridade – superação das fronteiras entre as disciplinas

8 PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES DIDÁTICAS Possibilitar leitura integrada da realidade, visando a atuação; Valorizar o conhecimento do aprendiz, para formar sujeitos participativos; Aproximar o aprendiz do objeto de estudo com ações dinâmicas, saindo da sala-de-aula para as áreas vizinhas; Vincular o conhecimento científico à realidade cotidiana,; Formular instrumentos para atuar na realidade cotidiana do aprendiz, vinculando com o país e o planeta.

9 Proposta de EA na Cotidianidade Valorização das Práticas Individuais e Coletivas; Valorização das Experiências Pessoais; Valorização das Manifestações Culturais Locais; Considerar as coisas que fazem sentido para as pessoas.

10 EA Formal - A Educação Ambiental no Cotidiano Escolar Observação dos fatos cotidianos, dos problemas mais próximos, possibilite a elaboração de conceitos simples, para a interiorização da compreensão das interações do meio biofísico e social. A escola deve abrir espaços próprios para que os problemas ambientais existentes na comunidade,

11 Educação Ambiental Formal Trabalhar a EA, buscando no cotidiano da vida do aluno e no meio ambiente, exemplos práticos para o seu ensino, Os alunos devem ser sensibilizados, antes de qualquer projeto/trabalho de EA, pois, assim, ficam predispostos ao ensinamento, reconhecendo a importância de sua participação.

12 EA no ensino fundamental Os alunos devem exercitar todos os sentidos, percebendo os diferentes espaço, as formas, as cores, as distâncias, as texturas, as diferenças entre os ambientes, moradias, e os seres vivos, etc. (atividade de percepção ambiental);

13 EA no ensino fundamental Aos professores orientadores, são conferidas as tarefas de estimulação e adequação das reais possibilidades de seus alunos; É preciso tirar o aluno da escola, propondo atividades extra sala de aula, que possibilite a análise da realidade em que vivem.

14 EA no Ensino Médio Trabalhar com o conceito de responsabilidade, consubstanciado: Nos problemas que ocorrem na sala e na escola, e no trajeto do aluno para escola; Nas visitas aos arredores da escola; na solução para o problema dos resíduos sólidos na escola; na crítica aos processos de a erosão e desmatamento; na prevenção às doenças, à desnutrição e ao uso indiscriminados de agrotóxicos, etc.

15 Pedagogia de projetos – Escola de projetos Latim – projectus – ação de lançar para frente, de se estender, extensão.. – Idéia, desejo, intenção de fazer ou realizar (algo), no futuro, plano......intenção - propósito, objetivo,o problema a resolver; esquema - design; metodologia - planos, procedimentos, estratégias, desenvolvimento.

16 Projeto Para mim projeto é igual projeto de arquitetura que o cara faz uma planta pra saber como vai ficar no final, só que a diferença é que a gente vai mudando (MIR – aluna escola municipal de BH )

17 Pedagogia de projetos Trabalhar com projetos deve tornar a escola capaz de: atender às demandas da sociedade; considerar as expectativas, potencialidades e necessidades dos alunos; criar espaço para que professores e alunos tenham autonomia para desenvolver o processo de aprendizagem de forma cooperativa, com trocas recíprocas, solidariedade e liberdade responsável;

18 Pedagogia de projetos desenvolver as capacidades de trabalhar em equipe, tomar decisões, comunicar-se com desenvoltura, formular e resolver problemas relacionados com situações contextuais; desenvolver a habilidade de aprender a aprender; incorporar as novas tecnologias não apenas para expandir o acesso à informação atualizada, mas principalmente para promover uma nova cultura do aprendizado;

19 Ensinar por projeto: Aprende-se participando, vivenciando sentimentos, tomando atitudes diante dos fatos, escolhendo procedimentos para atingir determinados objetivos. Ensina-se não só pelas respostas dadas, mas principalmente pelas experiências proporcionadas, pelos problemas criados, pela ação desencadeada.

20 ELABORAR UM PROJETO Definição de objetivos e de etapas para alcançá-los - são processos contínuos que não podem se resumir somente ao que está escrito; Ao se elaborar um projeto, alguns momentos devem ser contemplados: Definição do problema: escolha do tema, discussão para definir, caracterizar e limitar o problema – coletivamente

21 Elaboração de Projeto Problematização: aqui os alunos irão expressar suas idéias, valores e conhecimentos sobre o problema, levantar e elaborar hipóteses, definir objetivos, o conteúdo interdisciplinar, as disciplinas que integrarão o projeto e o cronograma de execução do projeto.

22 Formulação de projeto Desenvolvimento: é o momento em que se criam as estratégias para buscar respostas às questões e hipóteses levantadas na problematização. Neste momento é importante a divisão do trabalho em etapas ou períodos. Nas etapas devem conter os recursos necessários para sua execução e a metodologia a ser aplicada, exemplo: aula de campo, pesquisa na internet, etc.

23 Desenvolvimento de um projeto Síntese: as convicções iniciais vão sendo superadas e outras mais complexas vão sendo construídas. elaborar a conclusão do projeto e se possível fazer a extensão dos princípios da situação particular a outra que se lhe assemelhem Avaliação: Monitoramento do processo de implementação do projeto.

24 Trabalhar com projetos deve tornar a escola capaz de: atender às demandas da sociedade; considerar as expectativas, potencialidades e necessidades dos alunos; criar espaço para que professores e alunos tenham autonomia para desenvolver o processo de aprendizagem de forma cooperativa, com trocas recíprocas, solidariedade e liberdade responsável;

25 Trabalhar com projetos deve tornar a escola capaz de: i. Desenvolver as capacidades de trabalhar em equipe, tomar decisões, comunicar-se com desenvoltura, formular e resolver problemas relacionados com situações contextuais; desenvolver a habilidade de aprender a aprender, de forma que cada um possa reconstruir o conhecimento, integrando conteúdos e habilidades segundo o seu universo de conceitos, estratégias, crenças e valores;

26 Trabalhar com projetos deve tornar a escola capaz de: incorporar as novas tecnologias não apenas para expandir o acesso à informação atualizada, mas principalmente para promover uma nova cultura do aprendizado por meio da criação de ambientes que privilegiem a construção do conhecimento e a comunicação.

27 Função de ativação da aprendizagem Trabalhar consigo mesmo a percepção de seu próprio valor e promover a auto-estima e a alegria de conviver e cooperar. Desenvolver um clima de respeito e de auto- respeito, o que significa, Estimular a livre expressão de cada um sobre sua forma diferente de apreender o mundo; Promover a definição compartilhada de parâmetros nas relações, e de regras para atendimento desses parâmetros, que considerem a beleza da convivência com as diferenças;

28 Função de ativação da aprendizagem despertar a tomada de consciência pela iniciativa de avaliar individualmente, e em grupos, seus próprios atos e os resultados desses atos; buscar a pesquisa e a vivência de valores de ordem superior, como qualidades inerentes a cada indivíduo.

29 Ensinar por projeto: Aprende-se participando, vivenciando sentimentos, tomando atitudes diante dos fatos, escolhendo procedimentos para atingir determinados objetivos. Ensina-se não só pelas respostas dadas, mas principalmente pelas experiências proporcionadas, pelos problemas criados, pela ação desencadeada.

30 EA e Pedagogia de Projetos Projeto elaborado coletivamente pelos professores como, por exemplo: Historia – trabalhar a conquista dos direitos individuais, da conscientização de seus deveres, discutir as razões históricas e políticas dos problemas ambientais; Geografia- trabalhar a questão do reconhecimento e da organização do espaço; Matemática - capacitar o aluno para atender e fazer uma leitura matemática do mundo e da sociedade, na qual está inserido;

31 EA e Pedagogia de Projetos Língua Portuguesa - contribuir para a leitura e interpretação de textos específicos de EA; Ciências/Biologia - levantar temas de maior interesse para os alunos, possibilitando o desenvolvimento de atividades relacionadas à percepção tátil, gustativa, auditiva, olfativa e visual, que são fundamentais no processo educativo da EA e também dos problemas/soluções dos problemas ambientais.

32 Para buscar ações efetivas de sustentabilidade humana no planeta existe atualmente uma corrida entre a educação e o sofrimento humano. Mas o desafio é possível pois o que temos é produto de escolhas humanas.... logo, pode ser redirecionado. Desafios para a sustentabilidade da civilização: Estabilizar o clima, as populações e o consumo. O maior desafio, entretanto, é ser ético, em todas a decisões

33 PROBLEMA ( a distância entre o que é e o que deveria ser ) FATOS (como as coisas são) METAS ( como deveriam ser ) SOLUÇÕES POSSÍVEIS ( opções ) MODELO ESCOLHA ( opção política ) VALORES ( preferências e prioridades ) RECURSOS IMPLEMENTAÇÃO ( procedimentos para que as escolhas feitas realmente aconteçam ) AVALIAÇÃO ( ainda existe algum problema?) SOLUÇÃO DE PROBLEMAS

34 Reorientação da educação, especialmente a escolar, na direção do desenvolvimento sustentável, Ampliação da consciência política, criando canais de participação para encontrar soluções, e aumentar a responsabilidade em relação ao meio ambiente; formar pessoas para atuar na conservação do meio ambiente e como agentes para a sustentabilidade. Prioridades da agenda 21 e EA formal

35 FORMAS DE ATUAÇÃO Educação Ambiental formal ou escolar - desenvolvida no âmbito dos currículos das instituições de ensino públicas e privadas, devendo ser abordada como uma prática educativa integrada, contínua e permanente em todos os níveis e modalidades do ensino formal. Educação Ambiental não-formal – ações e práticas educativas voltadas à sensibilização da coletividade sobre as questões ambientais e à sua organização e participação na defesa da qualidade do meio ambiente.

36 APLICAÇÃO DA EA NÃO FORMAL Projetos Políticos-Pedagógicos Empresariais Planejamento, Implantação e Operação de CEAMs Implementação de Trilhas Ecológicas Interpretativas Extensão ambiental nas Escolas Educação para a Sustentabilidade - Geração de trabalho e renda Ampliação da Percepção Ambiental na Indústria Educação Ambiental no entorno de Ucs Outras

37 Para refletir A percepção das belezas naturais ou dos graves problemas ambientais como o lixo ou contaminação constituem-se em elementos importantes para uma compreensão da temática ambiental, mas quando eles simplesmente ficam na ação de sensibilização não produzem avanços significativos para a compreensão mais abrangente da sociedade, nem refletem em mudanças de atitudes e muito menos ajudam a construir uma nova forma de racionalidade ambiental, que é o objetivo final do processo de educação ambiental para o desenvolvimento sustentável. (Medina, 2000)

38 Para refletir O que acontece quando tentamos elaborar um discurso para a educação ambiental é que, muitas vezes, criamos o que denominamos de situações recorrentes tecnicamente fundadas. Isso ocorre quando no próprio discurso que visa preservar a natureza introduzimos, imperceptivelmente, aqueles mesmos elementos que são responsáveis por sua degradação tais como: natureza objetificada, ética utilitarista, ética antropocêntrica, cisão natureza e cultura, etc. (Grün, 1996)

39 Educação Ambiental e revisão de conceitos Perspectiva Economicista - privilegia o livre mercado como mecanismo para internalizar as externalidades ambientais e para valorizar a natureza, recodificando a ordem da vida e da cultura em termos de um capital natural e humano. Perspectiva Tecnicista – destacam a desmaterialização da produção, a reciclagem dos dejetos e as tecnologias limpas. Perspectiva Ética – as mudanças nos valores e nos comportamentos dos indivíduos aparecem como princípio fundamental para alcançar a sustentabilidade. (Leff, 1997)

40 Visão Naturalista: Seres humanos não fazem parte ou integram o meio ambiente EA e revisão de conceitos Visão Sistêmica: Engloba o natural e o construído pelos seres humanos. Existe uma relação de interdependência entre os seres vivos e o meio onde vivemos. Visão Utilitarista: Seres humanos são superiores aos demais seres vivos, e o ambiente existe apenas para ser explorado

41 A cisão cartesiana entre natureza e cultura é a base da educação moderna e constitui-se em um dos principais entraves para a promoção de uma educação realmente profícua. (Grün, 1996) Principais obstáculos

42 Discursso invibiabilizador O que acontece quando tentamos elaborar um discurso para a educação ambiental é que, muitas vezes, criamos o que denominamos de situações recorrentes tecnicamente fundadas. Isso ocorre quando no próprio discurso que visa preservar a natureza introduzimos, imperceptivelmente, aqueles mesmos elementos que são responsáveis por sua degradação tais como: natureza objetificada, ética utilitarista, ética antropocêntrica, cisão natureza e cultura, etc. (Grün, 1996)

43 Temas geradores que possam articular ações e atividades em EA Vamos pensar juntos! Podemos executar ações / projetos no nosso local de trabalho? Elabora Agenda 21 individual, participar da Agenda 21 municipal... Percepção ambiental dos alunos e professores de uma escola Manejo dos Resíduos sólidos da Sala, do prédio, da escola… Buscar subsídios municipais para os projetos / atividades… vide CODEMA, FIP, PROPBIC, FNM, Fudação Bradesco,Secretaria Municipal de Meio Ambiente…

44 Temas Atividades - projetos de EA A uso da água – Diagnósticos e proteção de nascentes; Estudos de percepção ambiental na cidade: (Entrevistas e caminhadas para obter informações sobre a biodiversidade e outros recursos naturais …; sobre o turismo… Bitliz ecológicas…) O lixo que vai para o rio Arrudas, para o Rio das Velhas, para o Rio São Francisco …. para o Oceano Atlântico; quanto de lixo é jogado na escola e na rua – o que fazer (pré-ciclagem; reciclagem; teatros na rua, deixar a cidade sem varrer, poesias, músicas, peças de teatro…

45 Sugestões de atividades Memória viva – resgate do conhecimento ancestral; Levantamento de etnoespécies (alimentação, construção de utensílios e moradias e de valor medicinal). Avaliar com a população local o status de conservação dos recursos naturais utilizados pela comunidade; Descrever e compreender as estratégias de pesca, caça e coleta das populações locais; Calendário anual de atividades ligadas a agricultura tradicional ou outras e relacioná- las com os fenômenos naturais;

46 Sugestões de temas para projetos / atividades Construção de material didático (mapas, maquetes) com material natural da região; Resgate e valorização de utensílios e artezanatos produzidos na região (palestas e oficinas com artesãos)… Oficinas culturais – apresentação e ensino de manifestações;

47 i.Revitalizar uma Sub Bacia do Rio Arrudas e realizar o monitoramento da qualidade da água; ii.Mobilizar a comunidade para solucionar os problemas ambientais, tornando a questão da sua revitalização um fator de primeira grandeza na vida da cidade iii.Buscar formas para viabilizar o desenvolvimento econômico e social sustentável na região da Bacia, melhorando a qualidade de vida da população, com saúde e cidadania (perspectivas a longo prazo); iv.Envolver diversos setores da sociedade realizando um trabalho interdisciplinar e interinstitucional (Cenário ideal... Coisa de filme....) Sugestões de atividades – Escola / CODEMA / Agenda 21 e Secretaria Meio Ambiente … Adoção da bacia hidrográfica como unidade territorial de planejamento e gestão de recursos hídricos

48 Bibliografia Básica: BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais: Meio Ambiente e saúde. Brasília, Secretaria de Educação fundamental.- 2ª ed. Brasília BRASIL. Ministério do Meio Ambiente dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal. Programa Nacional de Educação Ambiental – PRONEA. Brasília, Disponível na Internet: DIAS, Genebaldo Freire. Educação Ambiental - princípios e práticas. 6ªed. São Paulo. Ed. Gaia, JUNIOR, Arlindo Philipp; PELICIONI, M. Cecília Focesi. Educação Ambiental- Desenvolvimento de Cursos e Projetos. USP. Signus Ed RIBEIRO, M.A. Ecologizar: Pensando o Ambiente Humano. Belo Horizonte: Rona, CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE O MEIO AMBIENTE EDESENVOLVIMENTO. Agenda 21. 2ed. Brasília: Senado Federal, Subsecretaria de Edições Técnicas, CRESPO, Telson. Planeta Água – Um guia de Educação Ambienta para Conservação dos Recursos Hidrícos. 1ª ed. Ed. Papel & Virtual. RJ


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