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1 M – construindo a estrutura sistêmica

2 Significa aprender a expandir as capacidades pessoais para obter os resultados desejados e criar um ambiente empresarial que estimule os participantes a alcançar as metas escolhidas. Domínio pessoal (SENGE).

3 Significa, também, cultivar a tensão entre as aspirações pessoais (visão pessoal) e o estado atual de suas vidas (suas realidades atuais"). É a tensão criativa! Não importa o que a visão é, mas sim o que a visão faz. Domínio pessoal. maestriamotivação prática contínua R

4 O aprendizado só ocorre de forma duradoura quando animado pelo interesse e curiosidade das pessoas. Sem estas condições, há somente aceitação de novas práticas e treinamentos, sem compromisso. As novas práticas e treinamentos são gradativamente e sistematicamente deixados de lado: os temas não são de relevância! Domínio pessoal.

5 Domínio Pessoal (ou maestria) significa a capacidade não apenas de produzir os resultados, mas também de dominar os princípios subjacentes ao modo de produzir os resultados. Na maestria, existe um senso de desembaraço e jovialidade que tem origem na capacidade e na disposição para entender e trabalhar com as forças em torno da pessoa. Domínio pessoal.

6 Ensina a observar e compreender a realidade como ela é e a se questionar: o que está se passando agora mesmo? Por que a realidade é tão difícil para mim? O poder que nos impele para a visão provém da relação entre ela e a compreensão da realidade. Nos ensina a escolher! Domínio pessoal é uma disciplina de controle emocional e facilita o desenvolvimento do pensamento sistêmico. O domínio pessoal.

7 Para proporcionar condições nas quais os indivíduos possam desenvolver sua capacidade de criar o que lhes interessa, as organizações devem investir tempo, energia e dinheiro bem além do que a maioria dos gerentes hoje consideram apropriado. A maestria pessoal implica uma disposição para investir o que for necessário para criar um ambiente que ajude os empregados a se tornarem colaboradores de alta qualidade. O domínio pessoal.

8 O método – construindo a estrutura sistêmica 40

9 Conhecendo as teorias científicas ou identificando claramente as inter-relações entre as variáveis: Pela teoria Pela narrativa Construindo a Estrutura Sistêmica Práticas usuais para montar a estrutura sistêmica:

10 Construindo a Estrutura Sistêmica Com o apoio de Teorias – exemplo: P roblemas identificados a partir de pesquisas sobre o desempenho de equipes antigas

11 Com o tempo, muitas equipes eficazes podem tornar-se estagnadas e seu desempenho cair ( pista 1); O entusiasmo inicial pode dar lugar à apatia; O tempo pode diminuir a consideração por opiniões discordantes; O sucesso passado pode levar à desatenção futura; A maturidade traz menos abertura para novas idéias e inovações; Com o tempo, equipes maduras estão inclinadas a sofrer de Pensamento de Grupo; Com o tempo, seus integrantes viram videntes e passam a acreditar que podem ler o pensamento de todos; logo, presumem que sabem o que todos estão pensando; Como resultado, seus integrantes tornam-se relutantes em expressar seus pensamentos, e menos propensos a desafiar uns aos outros; Estes fatos acabam por afetar o desempenho da equipe. Estudos indicam os seguintes eventos:

12 Queda de desempenho em equipes maduras DESEMPENHO DA EQUIPE n. de soluções c/ sucesso tempo de convívio excesso de confiança Atenção para Novos problemas pensamento de grupo n. de idéias diferentes a serem experimentadas n. de discordâncias ou debates R B B B

13 Construindo a Estrutura Sistêmica Pela narrativa direta: 1. Esboçar enlaces simples 2. Construir cadeias de causa-efeito.

14 Construindo a Estrutura Sistêmica Pela narrativa direta: 1. Esboçando enlaces simples (exemplo simples)

15 Construindo a Estrutura Sistêmica Verificar o sentido das relações de causa- efeito (A B, B A, A B, C A e B, A B e C); Identificar como os fatores se afetam (positiva ou negativamente); Identificar as cadeias de causa-efeito; Identificar os fatores que ligam as cadeias de causa-efeito (elos). Pela narrativa direta: 1. Construindo cadeias de causa-efeito

16 Era uma vez, há muitos e muitos anos atrás, numa turma comum, de uma matéria também comum, em que sempre era a mesma história: no dia da prova podíamos observar muitos alunos preparando suas colas, combinando táticas para troca de informações e negociando lugares estratégicos na sala. E sempre podíamos ouvir as reclamações dizendo: Esse professor cobra um monte de decorebas que nem chegam a avaliar se alguém realmente entendeu a matéria ou Nas provas passadas estudei um monte e, mesmo A PRÁTICA BOA DA COLA Por Joni Hara Exemplo 1

17 achando que tinha entendido a matéria, acabei indo mal só porque não lembrava, de cor, alguns detalhes que nem eram tão importantes assim. Essas eram as justificativas mais comuns para tal prática e, com o passar dos meses, cada vez mais pessoas passavam a colar. Mesmo com as várias barreiras impostas pelo professor, como diversas provas diferentes, maior espaçamento entre os alunos e outras medidas anti-cola que ele ia desenvolvendo, os alunos sempre davam um jeito e acabavam colando.

18 Com o tempo, pude perceber que as provas foram ficando cada vez mais detalhadas, devido ao elevado número de provas diferentes, e as outras medidas anti-cola também foram sendo aprimoradas. Por outro lado, as reclamações dos alunos em relação às provas também foram aumentando, assim como a prática de cola que foi ficando cada vez mais freqüente e engenhosa. Era um jogo de gato e ratos.

19 Provas que cobram muitos detalhamentos específicos Percepção de que para tirar boas notas decorar é mais importante que entender o conteúdo Eficiência da cola No. de pessoas colando em prova Prática da cola Cadeia de causa efeito dos alunos Coibir pessoas colando em prova No. de provas diferentes Detalhamento do conteúdo Cadeia de causa-efeito do professor Relacionando os fatores-chaves entre si exemplo: 1. construindo cadeias de causa-efeito

20 Percepção de que para tirar boas notas decorar é mais importante que entender o conteúdo Eficiência da cola No. de pessoas colando em prova Prática da cola Provas que cobram muitos detalhamentos específicos No. de provas diferentes Detalhamento do conteúdo + + Construindo a Estrutura Sistêmica

21 Não dominando as teorias científicas sobre o problema ou não identificando claramente, pela narrativa, as inter-relações entre as variáveis, podemos iniciar: Pela observação dos comportamentos gráficos das variáveis (exemplos) Pela análise de correlação Práticas usuais para montar a estrutura sistêmica:

22 Construindo a Estrutura Sistêmica Pela observação dos comportamentos gráficos das variáveis (Exemplo Senge – caderno de campo – p – anexo 5)

23 Relacionando os fatores-chaves entre si O Caso da Acme: O Caso da Acme: (Exemplo Senge – caderno de campo – p – anexo 5)

24 Relacionando os fatores-chaves entre si O Caso da Acme: O Caso da Acme:

25 Relacionando os fatores-chaves entre si O Caso da Acme: O Caso da Acme:

26 Relacionando os fatores-chaves entre si O Caso da Acme: O Caso da Acme:

27 Relacionando os fatores-chaves entre si O Caso da Acme: O Caso da Acme:

28 Relacionando os fatores-chaves entre si O Caso da Acme: O Caso da Acme:

29 Relacionando os fatores-chaves entre si O Caso da Acme: O Caso da Acme:

30 Relacionando os fatores-chaves entre si O Caso da Acme: O Caso da Acme:

31 Construindo a Estrutura Sistêmica Usando análise de correlação para ajudar no estabelecimento de relações de causa-efeito mais significativas (QUANDO OS DADOS DO COMPORTAMENTO DAS VARIÁVEIS ESTÃO DISPONÍVEIS)

32 Relacionando os fatores-chaves entre si Ciências sociais: 0,3 Nosso interesse: 0,6 Ao detectar um índice correlação > 0,6 – Ou um fator influencia o outro direta ou indiretamente; – Ou ambos fatores são influenciados por fatores em comum. Índices de Correlação Significativos

33 Construindo Tabelas de Correlação no Excel

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40 Relacionando os fatores-chaves entre si Usando Análise de Correlação Usando Análise de Correlação

41 Relacionando os fatores-chaves entre si Análise de Correlação

42 A análise de correlação não permite responder estas perguntas. Temos que sair ou pela teoria, ou pelo texto, ou construindo hipóteses. Relacionando os fatores-chaves entre si Como saber se A afeta B e depois B afeta C que então afeta A ? E não o contrário?

43 Construindo a Estrutura Sistêmica Construindo a Estrutura Sistêmica usando Arquétipos (próximo encontro)

44 Relacionando os fatores-chaves entre si O Caso da Acme: O Caso da Acme:

45 Relacionando os fatores-chaves entre si O Caso da Acme: O Caso da Acme:

46 Relacionando os fatores-chaves entre si O Caso da Acme: O Caso da Acme:

47 Relacionando os fatores-chaves entre si O Caso da Acme: O Caso da Acme:

48 Leituras: 1. Senge, P. A Quinta Disciplina. Arquétipos: Cap. 6 e Apêndice 2 2. Senge, P. Caderno de Campo: Arquétipos – p Tarefas: Aplicar o método até a estrutura sistêmica nos casos: Cantina, usando correlação; Um Alerta da Mata, pelos outros métodos. LEITURAS & TAREFAS


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