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N E G O C I A Ç Ã O LEGALE 14.09.2013. Negociação Para que estudamos NEGOCIAÇÃO em um curso de formação em MEDIAÇÃO? Conceito de MEDIAÇÃO: negociação.

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1 N E G O C I A Ç Ã O LEGALE

2 Negociação Para que estudamos NEGOCIAÇÃO em um curso de formação em MEDIAÇÃO? Conceito de MEDIAÇÃO: negociação assistida Base teórica da MEDIAÇÃO:. Estrutura de trabalho; e. Técnicas Atuação dos advogados na MEDIAÇÃO

3 Negociação CONCEITO DE MEDIAÇÃO É um meio alternativo/adequado de resolução de conflito, por meio do qual um terceiro imparcial promove a facilitação da comunicação entre as pessoas nele envolvidas, estimulando a negociação colaborativa, para que busquem soluções consensuais e mutuamente satisfatórias, que serão por elas coconstruídas.

4 Negociação ESTRUTURA DE TRABALHO DE MEDIAÇÃO Abertura: enquadre do trabalho (pré-mediação) Relato das partes:identificação da posição das partes Agenda: construção a partir das posições identificadas Interesses: identificação e circularização Pergunta de reformulação: integração dos interesses

5 Negociação ESTRUTURA DE TRABALHO DE MEDIAÇÃO Opções:.geração por toró de ideias.de satisfação mútua Filtros objetivo:pesquisa Alternativa:MAAN – Melhor Alternativa ao (filtro subjetivo) Acordo Negociado Proposta:a partir das soluções encontradas Acordo

6 Negociação ATUAÇÃO DOS ADVOGADOS NA MEDIAÇÃO ao lado do mediando, seu cliente: PreparaçãoSEGURANÇA Pesquisa de seus interesses Pesquisa de seus recursos Critérios objetivos MAAN CRIATIVIDADE

7 Negociação Chamamos NEGOCIAÇÃO a uma diversidade de práticas através das quais os sujeitos, pessoalmente ou por intermédio de representantes, tentam obter aquilo que perseguem através do intercâmbio direto com a outra parte, cuja participação e aceitação necessitam. (Bianchi, Benedit, Borgnia, 2012, p. 8)

8 Negociação NEGOCIAÇÃO COMPETITIVA OU DISTRIBUTIVA Objetivo: maximizar ganhos relação entre os sujeitos não é prioritária Abordagem: adversarial ou por posições ganha-perde / soma zero Comportamento: competitivo Resultado: impasse: interesses primordiais de cada parte excluem a satisfação do interesse da outra concessões / meio termo / dividir a diferença

9 Negociação NEGOCIAÇÃO COLABORATIVA OU INTEGRATIVA Objetivo: ganhos mútuos Abordagem: integração de interesses ganha-ganha Comportamento: colaborativo Resultado: problemas resolvidos recursos expandidos novos relacionamentos

10 Negociação NEGOCIAÇÃO COMPETITIVA OU DISTRIBUTIVA BARGANHA DE POSIÇÕES Forma corriqueira de negociação Sistemática: Cada um cede um pouquinho... Posição inicial APosição inicial B concessão concessão Posição A Posição B...concessões... Acordo Problemas decorrentes:. Desgaste.Acordo insensato.Tensionamento ou finalização da relação.Retorno do conflito

11 Negociação NEGOCIAÇÃO COMPETITIVA OU DISTRIBUTIVA BARGANHA DE POSIÇÕES ÁSPERA Os participantes são adversários; A meta é a vitória; Exigir concessões como condição do relacionamento; Ser áspero com o problema e com as pessoas; Desconfiar dos outros; Agarrar-se à sua posição; Fazer ameaças; Iludir quanto ao seu piso mínimo; Exigir vantagem unilaterais como preço do acordo; Buscar apenas uma resposta: a que você aceitará; Insistir em sua posição; Tentar vencer as disputas de vontades; e Exercer pressão. (FICHER, URY, PATTON, 2005, p. 27)

12 Negociação NEGOCIAÇÃO COMPETITIVA OU DISTRIBUTIVA BARGANHA DE POSIÇÕES AFÁVEL Os participantes são amigos; A meta é o acordo; Fazer concessões para cultivar o relacionamento; Ser afável com pessoas e com o problema; Confiar nos outros; Mudar facilmente de posição; Fazer ofertas; Revelar seu piso mínimo; Aceitar perdas unilaterais para chegar a um acordo; Buscar apenas uma resposta: a que eles aceitarão; Insistir no acordo; Tentar evitar as disputas de vontade; e Ceder à pressão. ( FICHER, URY, PATTON, 2005, p. 27)

13 Teoria do Conflito Comportamento adotado pela parte frente ao conflito: Satisfação Interesses competir COLABORAR Convite da Mediação convir – acordar (ceder para obter) evitar ceder Relação

14 Negociação NEGOCIAÇÃO COLABORATIVA OU INTEGRATIVA BASEADA EM PRINCÍPIOS OU MÉRITOS Tende a gerar resultados sensatos, de forma eficiente e amigável. Baseado em 4 pontos fundamentais:. Pessoas:Separá-las do problema. Interesses:Concentrar-se nos interesses, não nas posições. Opções:Criar a maior variedade de possibilidades antes de decidir. Critérios:Insistir em que o resultado tenha por base algum padrão objetivo

15 Negociação Técnicas Básicas

16 Negociação Técnicas Básicas ESTRUTURA DE TRABALHO DE MEDIAÇÃO Abertura: enquadre do trabalho (pré-mediação) Relato das partes:identificação da posição das partes Agenda: construção a partir das posições identificadas Interesses: identificação e circularização Pergunta de reformulação: integração dos interesses

17 Negociação Técnicas Básicas Separar as pessoas do problema Reconhecer as pessoas como seres humanos, mas... Separar as pessoas dos problemas que trazem! Interesses substantivos e interesse na relação não precisam ser conflitantes, separando as pessoas do problema por meio:. da fundamentação da relação em percepções exatas, comunicação clara, emoções apropriadas, com visão deliberada voltada para o futuro, e. de lidar com o problema de forma direta, sem concessões substantivas.

18 Negociação Técnicas Básicas Separar as pessoas do problema Problemas pessoais: recaem em 3 categorias: Percepção Emoção Comunicação

19 Negociação Técnicas Básicas Separar as pessoas do problema Percepção TEORIA DO CONFLITO. A maneira como o cérebro organiza a informação que recebe do mundo exterior através dos sentidos.. Conflito envolve a divergência de percepções sobre interesses. Compreender o pensamento do outro lado não é apenas uma ferramenta útil a ajudá-lo a resolver o problema. O pensamento do outro é o problema. O conflito não está na realidade objetiva, mas na mente das pessoas, na realidade construída por cada um.

20 Negociação Técnicas Básicas Separar as pessoas do problema Percepção O que se pode fazer? 1.Colocar-se no lugar do outro: é preciso que um compreenda empaticamente o poder do ponto de vista do outro e sentir a força emocional com que este se acredita em sua percepção. 2.Não deduzir as intenções do outro a partir de seus próprios medos: as pessoas tendem a pressupor que o quer que temam é o que o outro lado quer fazer e a atribuir a pior interpretação ao que o outro lado diz ou faz. 3.Não culpar o outro pelo seu problema: a atribuição de culpa é uma forma de ataque e leva o outro a se concentrar em se defender e a resistir a todo o resto que se tem a dizer sobre o conflito, gerando o estancamento das posições e do processo de negociação.

21 Negociação Técnicas Básicas Separar as pessoas do problema Emoções Organizar as emoções de forma apropriada e produtiva: 1.Reconhecer e compreender as suas emoções e a do outro; e 2.Permitir que a pessoa explicite suas emoções e tenha reconhecida a sua legitimidade.

22 Negociação Técnicas Básicas Separar as pessoas do problema Comunicação Teoria da Comunicação Técnicas de Negociação Intermediárias

23 Negociação Técnicas Básicas Interesses Os interesses são os motores silenciosos por trás da algazarra das posições. (URY, FICHER, 2005, p. 59)

24 Teoria do Conflito Posição x Posição

25 Teoria do Conflito Posição x Posição INTERESSES = INTERESSES (Comuns) INTERESSES + INTERESSES (Diferentes) INTERESSES X INTERESSES (Opostos)

26 Negociação Técnicas Básicas ESTRUTURA DE TRABALHO DE MEDIAÇÃO Abertura: enquadre do trabalho (pré-mediação) Relato das partes:identificação da posição das partes Agenda: construção a partir das posições identificadas Interesses: identificação e circularização Pergunta de reformulação: integração dos interesses

27 Negociação Técnicas Básicas Interesses Como identificar os interesses? 1. Perguntar para que se quer o que se está pedindo: -Cuidado ao fazê-la -Reuniões privadas - Identificá-los com clareza 2. Ter em mente que normalmente as partes têm mais de um interesse e verificar se são: -Comuns: ressaltar -> reforçar vínculo de colaboração -Diferentes: integrar -Opostos: coconstruir critérios para resolução do conflito

28 Negociação Técnicas Básicas Interesses Como identificar os interesses? 3. Verificar a fonte dos interesses: -Autêntica ou mandato de terceiros (atores secundários) -Escolhas conscientes 4. Ter em conta que, se os interesses em jogo são as necessidades básicas humanas, a possibilidade de negociação será menor. 5. Tratar dos interesses com foco no futuro.

29 Negociação Técnicas Básicas ESTRUTURA DE TRABALHO DE MEDIAÇÃO Opções:.geração por toró de ideias.de satisfação mútua Filtros objetivo:pesquisa Alternativa:MAAN – Melhor Alternativa ao (filtro subjetivo) Acordo Negociado Proposta:a partir das soluções encontradas Acordo

30 Negociação Técnicas Básicas Opções de Ganho Mútuo Aumentar o bolo antes de parti-lo Há 4 obstáculos básicos que inibem a geração de opções e que podem ser superados por atitudes positivas: 1.O julgamento prematuro x Separar o ato de inventar opções do ato de julgar 2.A busca de uma resposta única x Ampliar opções sobre a mesa

31 Negociação Técnicas Básicas Opções de Ganho Mútuo 3. A pressuposição de um bolo fixo x Procurar ganhos mútuos 4. Pensar que resolver o problema deles é deles x Facilitar a decisão do outro

32 Negociação Técnicas Básicas ESTRUTURA DE TRABALHO DE MEDIAÇÃO Opções:.geração por toró de ideias.de satisfação mútua Filtros objetivo:pesquisa Alternativa:MAAN – Melhor Alternativa ao (filtro subjetivo) Acordo Negociado Proposta:a partir das soluções encontradas Acordo

33 Negociação Técnicas Básicas Uso de Critérios Objetivos Critérios objetivos têm a utilidade serem:. filtros para opções de ganho mútuo geradas pelas partes;. critérios de decisão para solução de interesses opostos, pois são: - independentes da vontade de qualquer das partes; - legítimos: aplicáveis a ambas as partes e eleitos por ambas as partes; e - práticos. Exemplos:. precedentes.jurisprudência. opinião científica ou técnica.valor de mercado. padrões profissionais. custos. eficiência

34 Negociação Técnicas Básicas ESTRUTURA DE TRABALHO DE MEDIAÇÃO Opções:.geração por toró de ideias.de satisfação mútua Filtros objetivo:pesquisa Alternativa:MAAN – Melhor Alternativa ao (filtro subjetivo) Acordo Negociado Proposta:a partir das soluções encontradas Acordo

35 Negociação Técnicas Básicas Melhor Alternativa ao Acordo Negociado (MAAN): Quais alternativas, ao acordo que está sendo negociado, tenho à minha disposição para satisfazer os meus interesses independentemente do outro? MAAN Alto (provável): Baixo interesse em negociar MAAN Baixo (provável): Alto interesse em negociar

36 Negociação Técnicas Intermediárias

37 Negociação Técnicas Intermediárias Comunicação Efetiva Problemas na comunicação entre as partes envolvidas no conflito: 1.Comunicação interrompida 2.Comunicação sem escuta 3.Comunicação com mal-entendidos. Convenção semântica (Teoria da Comunicação) Comunicação: uma das causas do conflito (Teoria do Conflito)

38 Negociação Técnicas Intermediárias Comunicação Efetiva O que fazer? 1.Escutar ativamente e registrar o que está sendo dito 2.Falar de si e não do outro 3.Falar com objetivo – necessidade e pedido

39 Negociação Técnicas Intermediárias Rapport Rapport é a capacidade de entrar no mundo de alguém, fazê-lo sentir que você o entende e que vocês têm um forte laço em comum. É a capacidade de ir totalmente do seu mapa do mundo para o mapa do mundo dele. É a essência da comunicação bem- sucedida. (Anthony Robbins) Efeito: estabelece uma relação de confiança das partes com o mediador e com o processo de mediação.

40 Negociação Técnicas Intermediárias Rapport Como estabelecer o Rapport? Escutar ativamente: ouvir sem interromper, demonstrando interesse, registrando que está compreendendo; Ser sensível para acolher as emoções das partes, legitimando-as: colocando-as no melhor lugar que pode estar naquela situação; Transmitir receptividade e acessibilidade: com o verbal e o não verbal; Imparcialidade: implica em não agir com preconceitos e com prejulgamentos; e Demonstrar que está ali com as partes.

41 Negociação Técnicas Intermediárias Transformar o adversário em parceiro Promover o reconhecimento mútuo: preciso de você comigo para resolvermos o conflito atendendo aos nossos interesses. Consequência da comunicação efetiva, do Rapport, e da aplicação das técnicas da negociação colaborativa.

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