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Recomendações e Necessidades Nutricionais de Idosos Nutrição nos Ciclos da Vida II.

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Apresentação em tema: "Recomendações e Necessidades Nutricionais de Idosos Nutrição nos Ciclos da Vida II."— Transcrição da apresentação:

1 Recomendações e Necessidades Nutricionais de Idosos Nutrição nos Ciclos da Vida II

2 Estabelecer objetivos e metas a curto e longo prazo Objetivos e Metas da Intervenção Nutricional Idosos possuem tabus e hábitos alimentares arraigados Pequenas melhoras já refletem positivamente na saúde desses indivíduos

3 IDOSOS Recomendações Nutricionais Várias pesquisas têm demonstrado deficiência de energia, vitaminas e minerais em pessoas, acima de 60 anos, que residem em asilos ou domicílios. Diversos fatores contribuem para o do RISCO NUTRICIONAL em idosos IMPORTANTE: Equipe multidisciplinar atuando no cuidado à saúde geral e nutricional de idosos

4 ENERGIA

5 Necessidade de energia geralmente com a idade Mas doenças catabólicas e altos níveis de atividade física podem aumentar a demanda energética Recomendações Nutricionais Energia Atender as necessidades nutricionais do idoso é um desafio das necessidades de energia das necessidades de micronutrientes

6 Energia necessária para manter peso adequado Dietas muito restritivas devem ser evitadas Recomendações Nutricionais Energia Indivíduos acima dos 60 anos Desnutrição está associada a uma taxa de mortalidade próxima daquela observada na obesidade moderada

7 Nutrição Enteral por Via Oral (NEVO): Produtos completos (CHO, PTN, LIP). Ex: Suprinutri Sênior, Nutren Diabetes, Soya Diet Módulos de nutrientes. Ex: Oligossac, Caseical, Nutri TCM age Alimentos que a densidade energética: Farinhas, açúcar e derivados, óleos, leite em pó Ex.: Nutren active, Sustagem, Azeite, Mucilon Recomendações Nutricionais Energia Suplementação Energética Pode ser necessária

8 CARBOIDRATOS

9 50 a 60 % do VET Recomendações Nutricionais Carboidratos DRI (2002) para indivíduos > 50 anos: 45 – 65 % do VET 130 g de CHO / dia Intolerância à lactose Observar presença de: Tolerância reduzida à glicose

10 INTOLERÊNCIA À GLICOSE / DM: Trabalhar com redução do IG dos alimentos Recomendações Nutricionais Carboidratos Ideal < 5% do VET de açúcar Pela alteração nas percepção gustativa, idosos tendem a preferir alimentos mais doces Restrição de sacarose: avaliar pros e contras

11 Fibra Forma / Consistência Cozimento Velocidade de ingestão Gordura Recomendações Nutricionais Carboidratos Principais fatores que afetam o IG dos alimentos INTOLERÊNCIA À GLICOSE / DM

12 Recomendações Nutricionais Carboidratos INTOLERÂNCIA À LACTOSE Pacientes com intolerância grave: Leites isentos de lactose ou leite de soja Retirar todos os alimentos com lactose Pacientes com intolerância leve/moderada: Leites com baixo teor de lactose Iogurtes, Queijos, Coalhada Preferir leites de soja enriquecidos com Ca

13 Recomendações Nutricionais Carboidratos Suplementação de Carboidratos Mais comum aumentar a densidade energética das refeições Pode ser necessária Alimentos Ex: farinhas, açúcar e derivados NE Ex: Carbocomp, Oligossac, Nutri Dextrin

14 PROTEÍNAS

15 1 – 1,25 g de proteína / dia Recomendações Nutricionais Proteínas Para manter o equilíbrio nitrogenado positivo, sugere-se um valor maior que 0,8g/kg peso DRI (2002) para indivíduos > 50 anos: % do VET 0,8 g de proteína / dia

16 Então, importante avaliar presença de: Doenças catabólicas Nefropatias proteína Recomendações Nutricionais Proteínas Certas condições clínicas podem: catabolismo protéico e excreção urinária de nitrogênio ou absorção de proteínas InfecçõesEnteropatia perdedora de proteína IRC

17 Recomendações Nutricionais Proteínas Suplementação de Proteínas Mais comum em condições catabólicas / estresse e diarréia Pode ser necessária NE Ex: Caseical, Glutamina (Glutamin, Nutri Glutamine), AA Essenciais

18 LIPÍDEOS

19 25 a 30 % do VET Recomendações Nutricionais Lipídeos DRI (2002) para indivíduos > 50 anos: % do VET -6: 5 – 10 % do VET -3: 0,6 – 1,2 % do VET Melhorar o perfil dos lipídeos da dieta ácidos graxos insaturados (mono e poli) ácidos graxos saturados e colesterol ácidos graxos trans / gorduras hidrogenadas

20 Observar presença de dislipidemias Se houver hipercolesterolemia, utilizar as recomendações da Associação Americana do Coração (2002): Recomendações Nutricionais Lipídeos Fonte: Diretrizes de Dislipidemias e Prevenção de Aterosclerose, 2001

21 Observar presença de dislipidemias Se houver hipertrigliceridemia: Recomendações Nutricionais Lipídeos Paciente com níveis muito elevados de TG (que apresentem qulimicronemia) Reduzir a ingestão de gordura total da dieta Na hipertrigliceridemia secundária à obesidade ou ao diabetes Dieta hipocalórica, restrição de carboidratos e compensação do diabetes Restrição total do consumo de álcool. Fonte: Diretrizes de Dislipidemias e Prevenção de Aterosclerose, 2001

22 Colesterol Alimentar Recomendações Nutricionais Lipídeos Influencia diretamente os níveis plasmáticos de colesterol. Possui menor efeito sobre a colesterolemia quando comparado à gordura saturada. EVITAR RESTRINGIR Carnes gordas, Vísceras, Ovos Embutidos Leite integral e derivados gordurosos Biscoitos amanteigados, folhados, sorvetes

23 Ácidos Graxos Saturados (AGS) Recomendações Nutricionais Lipídeos Elevam colesterolemia Principal causa alimentar de elevação do colesterol do plasma EVITAR RESTRINGIR Polpa e óleo de coco Azeite de Dendê Gordura Animal (carnes gordurosas, leite integral e derivados gordurosos, banha de porco)

24 EVITAR RESTRINGIR Margarinas Gordura vegetal hidrogenada Biscoitos, sorvetes, chocolates recheados, pães recheados, cremes para sobremesa Ácidos Graxos Trans Recomendações Nutricionais Lipídeos Sintetizados na hidrogenação dos óleos vegetais Provoca: do CT e do LDL-C; do HDL-C.

25 Ácidos Graxos Insaturados (AGI) ACIDOS GRAXOS POLIINSATURADOS ( -6 e -3) Recomendações Nutricionais Lipídeos Substituição isocalórica de AGS por PUFAS. de CT e de LDL-C Possuem o inconveniente de: os níveis plasmáticos HDL-C Induzir maior oxidação lipídica Ácido Graxos -3: TG sanguíneo Risco de DCV Velocidade de progressão da DA (em estudo)

26 Fontes de -3: Ácido Alfa-linolênico: Linhaça, Soja, Canola EPA (ácido eicosapentanóico) e DHA (ácido decosaexaenóico): Peixes de águas profundas e frias (salmão, sardinha, cavala, arenque, atum) Recomendações Nutricionais Lipídeos Ácidos Graxos Insaturados (AGI) ACIDOS GRAXOS POLIINSATURADOS ( -6 e -3) Fontes de -6: Óleos vegetais (exceto os de coco, cacau e palma/dendê)

27 Ácidos Graxos Insaturados (AGI) ACIDOS GRAXOS MONOINSATURADOS ( -9) Recomendações Nutricionais Lipídeos Reduzem o CT: Sem diminuir o HDL-C e Sem provocar oxidação lipídica. Fontes de -9: Azeite de oliva, azeitona, abacate, oleaginosas, óleo de canola.

28 Suplementação de Lipídeos Recomendações Nutricionais Lipídeos Mais comum aumentar a densidade energética das refeições ou em condições específicas (má absorção de gorduras, estados catabólicos) Pode ser necessária Alimentos Ex: óleo de soja, azeite, creme vegetal NE Ex: Trigliceril CM (com AGE), Nutri TCM (age)

29 VITAMINAS E MINERAIS

30 Deficiências sub-clínicas são comuns Vitaminas e Minerais Recomendações Nutricionais Micronutrientes Atenção especial no idoso Menor absorção, aumento de excreção e maior demanda dos nutrientes Naturais do envelhecimento Doenças e medicamentos

31 Suplementação pode ser indicada: Cuidado com toxicidade e interações entre nutrientes Minerais Recomendações Nutricionais Micronutrientes Atenção especial: Cálcio Ferro Zinco Selênio Adequar Na e K à condição clínica do paciente

32 DRI (2002): Homens e mulheres > 50 anos mg / dia Cálcio Recomendações Nutricionais Minerais Idosos: excreção renal e absorção intestinal de Ca Perda óssea natural do envelhecimento Suplementação pode ser indicada (deficiência alimentar ou nos níveis séricos; doenças / medicamentos) Fontes: leite e derivados; vegetais verde escuros; peixe; soja e derivados e outras leguminosas

33 Suplementação pode ser indicada (anemia ferropriva, doenças / medicamentos) Fontes: carnes (vermelha e branca), vísceras, abóbora menina, açaí, caldo de cana, rapadura, s. oleaginosas, leguminosas, inhame, vegetais verde-escuro Ferro Recomendações Nutricionais Minerais Cerca de 1/3 das anemias de idosos são de causa nutricional (e 1/2 destas por deficiência de Fe) Anemia ferropriva com a idade DRI (2002): Homens e mulheres > 50 anos 8 mg / dia

34 Suplementação pode ser indicada Fontes: carnes (vermelha e branca), leite e derivados, feijão, farelo de trigo, nozes, ostras, marisco Zinco Recomendações Nutricionais Minerais ingestão de Zn por idosos (associada à baixa ingestão de proteína e energia) Antioxidante DRI (2002): Homens > 50 anos 11 mg / dia Mulheres > 50 anos 8 mg / dia

35 Suplementação raramente indicada (NPT prolongada) Fontes: castanha do Pará, vísceras, carne vermelha e aves, grãos (depende do solo e da água de cultivo) Selênio Recomendações Nutricionais Minerais Níveis séricos de Se tendem a com a idade Ingestão segura x Toxicidade Antioxidante DRI (2002): Homens e mulheres > 50 anos 55 g / dia

36 Sódio Recomendações Nutricionais Minerais Recomendação está associada à presença e controle da HAS e outras doenças (Ex: IC, IR) Hiponatremia é comum em idosos institucionalizados / hospitalizados Ingestão adequada: em torno de mg / dia DRI (2002): anos Homens e mulheres mg/dia DRI (2002): > 70 anos Homens e mulheres mg/dia

37 Ca, Mg, K efeito hipotensor Suplementação não é indicada teor de gorduras efeito protetor cardio-vascular Sódio Recomendações Nutricionais Minerais Recomendações alimentares para HAS Dieta com FRUTAS, HOTALIÇAS e LATICÍNIOS de baixo teor de gordura, que apresentam quantidades apreciáveis de Ca, Mg e K, proporciona efeito favorável em relação à redução de PA e de AVC.

38 Sódio Recomendações Nutricionais Minerais Recomendações alimentares para HAS Reduzir consumo de NaCl e evitar: Temperos, sopas e molhos industrializados; Embutidos, carnes salgadas (carne seca); Salgadinhos, Bebidas isotônicas. Preferir: TEMPEROS NATURAIS! café, chá mate e preto (cafeína e teobromina)

39 Vitaminas Recomendações Nutricionais Micronutrientes Atenção especial: Vitamina B 2, B 6 e B 12 e Ácido fólico ( ingestão e interações drogas x nutrientes) Antioxidantes (vit. C e E e beta-caroteno) Hipervitaminose-A Suplementação pode ser indicada: Cuidado com toxicidade e interações entre nutrientes

40 Vitamina B 2 Recomendações Nutricionais Vitaminas ingestão de riboflavina por idosos Essencial no metabolismo dos macronutrientes e apóia a proteção antioxidante DRI (2002): Homens > 50 anos 1,3 mg / dia Mulheres > 50 anos 1,1 mg / dia Fontes: leite e derivados, vísceras, vegetais verde escuro, ovos Suplementação pode ser indicada (deficiência de vitaminas do complexo B )

41 Vitamina B 6 Recomendações Nutricionais Vitaminas ingestão de B 6 por idosos Deficiência: níveis de homocisteína (risco CV, DA?) DRI (2002): Homens > 50 anos 1,7 mg / dia Mulheres > 50 anos 1,5 mg / dia Fontes: carnes de porco, vísceras, cereais integrais, leguminosas, gema de ovo, batata Suplementação pode ser indicada (deficiência de vitaminas do complexo B )

42 Fontes: Só de origem animal carnes (vermelha e branca), vísceras, leite e derivados, ovos Suplementação pode ser indicada ( ingestão / vegetarianos; doenças / medicamentos) Vitamina B 12 Recomendações Nutricionais Vitaminas ingestão de B 12 por idosos Deficiência: quadro demencial Deficiência: níveis de homocisteína (risco CV, DA?) DRI (2002): Homens e mulheres > 50 anos 2,4 g / dia

43 ingestão de folato por idosos Deficiência: depressão e prejuízos na concentração e memória Deficiência: níveis de homocisteína (risco CV, DA?) Ácido fólico Recomendações Nutricionais Vitaminas DRI (2002): Homens e mulheres > 50 anos 400 g / dia Fontes: vegetais (verde, laranja), carne bovina, vísceras, peixe, leguminosas, cereais integrais, frutas, sementes oleaginosas, gema de ovo Suplementação pode ser indicada (deficiência de vitaminas do complexo B )

44 Vitaminas E e C, carotenóides: Efeito positivo na prevenção de doenças crônicas: DCV, CA, etc. Antioxidantes Recomendações Nutricionais Vitaminas Suplementação: Não existem evidências de que a suplementação dessas vitaminas possa ter efeito antioxidante Alguns estudos sugerem até que altas doses de suplementos de Vit. E, C e beta-caroteno possam ter efeito pro-oxidante.

45 Sugere-se a ingestão de alimentos ricos em Vitaminas E e C, carotenóides Antioxidantes Recomendações Nutricionais Vitaminas Fontes de Vit. E: óleos vegetais, sementes oleaginosas, gordura do leite, gema de ovo, cereais Fontes de Vit. C: frutas cítricas, caju, morango, manga, kiwi, goiaba, melão, mamão, fruta do conde, repolho, pimentão, tomate Fontes de beta-catoreno: vegetais folhosos, leguminosas, hortaliças e frutas de cor amarela / alaranjada

46 Cuidado com a suplementação Fontes: fontes de beta-caroteno + gordura do leite, vísceras, óleo de peixe Vitamina A Recomendações Nutricionais Vitaminas Deficiência de Vit. A é rara em idosos A Hipervitaminose A é mais comum: idosos com doses de Vit. A suplementar DRI (2002): Homens > 50 anos 900 g / dia Mulheres > 50 anos 700 g / dia

47 PLANEJAMENTO DIETÉTICO LÍQUIDOS E FIBRAS

48 Incentivar aumento no consumo de líquidos Água Sucos naturais Chás - calmantes Gelatina Água de coco Planejamento Dietético Água e Líquidos Água / Líquidos NORMALMENTE, IDOSOS APRESENTAM INGESTÃO HÍDRICA INADEQUADA Recomendação: 1 a 1,5ml / kcal

49 Planejamento Dietético Água e Líquidos Fibras NORMALMENTE, IDOSOS APRESENTAM INGESTÃO DE FIBRAS INADEQUADA Recomendação: 20 a 30 g/dia 25% (6g) de fibra solúvel Fontes de fibras solúveis: frutas, aveia, cevada e leguminosas Fontes de fibras insolúveis: trigo, grãos e hortaliças, leguminosas

50 Planejamento Dietético Água e Líquidos Fibras Fibras Solúveis: Regulam o tempo do trânsito intestinal Diminui a velocidade de absorção da glicose Auxiliam na eliminação do colesterol pelas fezes Fruto-oligossacarídeos (Ex: alho, cebola, banana, tomate) : pré-biótico Fibras Insolúveis: Aceleram o trânsito intestinal Aumentam o volume e a maciez das fezes a saciedade, o que ingestão calórica.

51 Planejamento Dietético Água e Líquidos Fibras Incentivar aumento no consumo de fibras Frutas e hortaliças Alimentos integrais Leguminosas Farelos: aveia, trigo Suplementação: Avaliar % de fibra solúvel e insolúvel para fazer a melhor escolha para o caso do paciente Ex: Stimulance, Benefiber, Nutri Fibra Fiber Mix

52 PLANEJAMENTO DIETÉTICO CONSISTÊNCIA FRACIONAMENTO VOLUME

53 Planejamento Dietético Consistência, Fracionamento, Volume Consistência Depende da condição clínica do idoso Condição dentária precária Disfagia / Odinofagia Refluxo gastro-esofágico Condição dentária precária: a tendência é consistência dos alimentos Manter consistência normal sempre que possível Consistência x Aceitação do idoso

54 Oferecer líquidos espessados: Alimentos : farinhas e grãos, cremes, purê de batata instantâneo, miolo de pão, leite em pó, gelatina Espessantes comerciais (Ex: Resource Thicken up) Idoso pode não ter indicação para alimentação líquida Planejamento Dietético Consistência, Fracionamento, Volume Disfagia ou DRGE grave Alimentação pastosa (viscosidade) Evolução: SNG / SNE e ostomias

55 Planejamento Dietético Consistência, Fracionamento, Volume DRGE Dieta Alimentos que aumentem a PEEI: proteína (gastrina) Alimentos que reduzem a PEEI: Alimentos gordurosos; Café, chocolate; Líquidos hiperosmolares (suco de laranja ou tomate); Álcool Pressão intra-abdominal: obesidade constipação flatulência Sem extremos de T; Adaptar consistência; Fracion. - Volume

56 Planejamento Dietético Consistência, Fracionamento, Volume Fracionamento aumentado Mas com intervalo razoável entre as refeições Alguns idosos levam muito tempo para se alimentar Volume reduzido Aumentar densidade calórica da refeição (quando paciente está desnutrido ou em risco nutricional)

57 PLANEJAMENTO DIETÉTICO OUTROS ASPECTOS

58 Aspectos Importantes no Planejamento Dietético O momento da realização das refeições deve ser tranqüilo e agradável. Sempre que possível, a família deve se alimentar juntamente com o idoso, respeitando o seu tempo de finalizar a refeição A consistência da dieta deve ser adaptada às condições do idoso (ideal: alimentos pastosos servidos separadamente) Incentivar o consumo de alimentos ricos em ácidos graxos insaturados e antioxidantes Adequar temperatura do alimento (extremos podem não ser bem tolerados)

59 Promover o consumo adequado de líquidos (e espessa-los quando necessário) A dieta deve ser bem fracionada Considerar os hábitos alimentares do idoso, na elaboração do plano alimentar Incentivar a utilização de temperos naturais (e evitar o consumo de temperos industrializados) Promover a ingestão adequada de Ca, utilizando suplementação, caso seja necessário Aspectos Importantes no Planejamento Dietético


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