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ANDREIA MASSANO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CAMARATE D. NUNO ÁLVARES PEREIRA ESCOLA E.B. 2,3 MÁRIO DE SÁ CARNEIRO MAIO DE 2009 Relatório Individual.

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1 ANDREIA MASSANO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CAMARATE D. NUNO ÁLVARES PEREIRA ESCOLA E.B. 2,3 MÁRIO DE SÁ CARNEIRO MAIO DE 2009 Relatório Individual

2 Introdução O relatório está subdividido em duas partes: Projecto Água é vida; Actividades IBSE (Inquiry-based Science Education). E incluí: Caracterização do agrupamento, escola e turma; Actividades desenvolvidas no Projecto Água é vida; Enquadramento do Inquiry; Actividades Inquiry realizadas em sala de aula e reflexão; Considerações finais. Quer o projecto, quer as actividades práticas desenvolvidas em contexto de sala água, foram ao encontro aos conteúdos programáticos do 5.º ano de escolaridade e tiveram como ponto em comum a água. A parte inicial deste trabalho foi realizada em conjunto, pelo grupo de professores que integram o Projecto Pólen, distinguindo-se as actividades que cada um, em particular, desenvolveu com as suas turmas.

3 Caracterização do Agrupamento Agrupamento de Escolas de Camarate D. Nuno Álvares Pereira é constituído por: Jardim de Infância (integrado numa das escolas de primeiro ciclo); Seis escolas do primeiro ciclo do Ensino Básico; Escola E.B 2,3 Mário de Sá Carneiro (sede de agrupamento). Localizadas na freguesia de Camarate do Concelho de Loures.

4 Caracterização da escola A Escola de Ensino Básico 2,3 Mário de Sá Carneiro: Localiza-se no Alto de Camarate; Possui 35 turmas; A população escolar provém na sua maioria de bairros carenciados.

5 Projecto Água é vida… Projecto do Plano Anual de Actividades para as turmas de 5.º ano de escolaridade. Cujos objectivos são: Reconhecer a importância da água na vida dos seres vivos; Reforçar nos alunos o gosto pela Natureza; Sensibilizar os alunos para a preservação da Natureza; Reconhecer a importância da água para a vida.

6 Projecto Água é vida… As etapas deste projecto foram: Participação na Acção de Formação promovida pelo Pollen; Delineação do projecto e respectivos objectivos; Sensibilização dos professores que leccionam 5.º ano; Definição das actividades; Implementação das actividades; Avaliação do projecto.

7 Projecto Água é vida… Actividades implementadas: Participação no Fórum Ciência Viva; Semana da água; Visita de Estudo ao Aqueduto de Águas Livres e Mãe dÁgua das Amoreiras; Exposição Água é vida…. Actividades a implementar: Participação no Dia da Ciência na escola.

8 Fórum Ciência Viva Participação da escola no Fórum Ciência Viva.

9 Fórum Ciência Viva Actividades apresentadas no Fórum: Flutua ou não flutua; Um cêntimo de gotas.

10 Fórum Ciência Viva Durante o Fórum houve interacção com a comunidade: Convite e divulgação da participação da escola no Fórum da Comunidade escolar; Participação de Encarregados de Educação, elementos do Órgão de Gestão da Escola e docentes do 1º, 2º e 3º Ciclo do Agrupamento.

11 Visita de Estudo Visita de Estudo ao Aqueduto de Águas Livres e Mãe dÁgua das Amoreiras

12 Visita de Estudo Após a Visita de Estudo foram desenvolvidos trabalhos com os alunos: Resolução de questionário sobre os locais visitados. Elaboração de trabalhos.

13 Semana da Água Semana que decorreu após a efeméride do Dia Mundial da Água (22 de Março), de 23 a 27 de Março e que envolveu todos as turmas de 5.º ano de escolaridade.

14 Semana da Água Divulgação da semana Elaboração de individuais Canção A água História com imagens Campanha de poupança Folheto de consumo racional

15 Semana da água Cartazes temáticos Teatro e canção Canção The Water Cycle Song Percurso com gotas Construção de terrário

16 Semana da água

17 Campanha Campanha A água é vida… será preciso poupá-la?. Trabalho realizado em parceria entre uma turma de 5.º ano da professora Célia Neves e outra da professora Andreia Massano, com a finalidade de promover a poupança de água por toda a comunidade escolar: Pesquisa e selecção de informação; Elaboração dos cartazes; Afixação dos cartazes; Elaboração de cartaz e vídeo.

18 Campanha Trabalhos de conclusão: Cartaz com as várias etapas de elaboração da campanha; Vídeo.

19 Exposição Água é vida Os trabalhos realizados pelas várias turmas envolvidas na Semana da Água foram expostos no pavilhão central da escola:

20 Exposição Água é vida A exposição foi visitada pela comunidade escolar.

21 Interacção com a comunidade Encarregados de Educação presentes no Fórum Ciência Viva, nas apresentações do teatro e momentos musicais; Presença de alunos de escolas do 1º Ciclo do agrupamento e curso de alfabetização de adultos; Encarregados de Educação visitaram a exposição nas suas deslocações à escola; Distribuição de folhetos ao Encarregados de Educação de sensibilização para o consumo racional de água.

22 Actividades Inquiry O IBSE – Inquiry-based Science Education, ou simplesmente inquiry é… Um processo através do qual os alunos aprendem por questionamento, experimentação, desenvolvimento de teorias e comunicação das suas ideias, assemelhando-se a uma investigação. Modelo de trabalho adoptável na resolução de problemas inerente às actividades investigativas, que têm como intenção dar resposta a uma questão-problema. Uma forma dos estudantes construírem o seu conhecimento científico e capacidades investigativas, ligando o seu conhecimento anterior com novas ideias e evidências.

23 Actividades inquiry Etapas: 1. Questão-problema; 2. Diagnóstico, levantamento de hipóteses, possíveis explicações, previsões; 3. Planificação do trabalho; 4. Experimentação (observação, registos, pesquisas, validações ou refutações das hipóteses); 5. Reflexão / discussão, ((in)validação das hipóteses, estruturação do conhecimento adquirido em resposta ao problema, confronto com as ideias iniciais, avaliação); 6. Transferência dos novos conhecimentos adquiridos para situações do dia-a-dia.

24 Caracterização da turma A turma escolhida é uma turma de 5.º ano de escolaridade, tendo as actividades sido implementadas nas aulas de Ciências da Natureza. É constituída por 27 alunos, sendo 15 raparigas e 12 rapazes e estando a repetir o 5.º ano de escolaridade cinco alunos sujeitos a plano de acompanhamento. A média de idades é de 10,61 anos, mas 3 alunos da turma têm 14 anos. No início do ano lectivo incluía ainda dois outros alunos, entretanto transferidos para outros agrupamentos escolares. Tem 7 alunos sujeitos a plano de recuperação (com mais de dois níveis inferiores a três). Existem 4 alunos não oriundos de Portugal e que têm algumas dificuldades a nível da Língua Portuguesa, por não ser língua materna. O conselho de turma considerou, após a diagnose, como tendo características problemáticas 9 alunos e com características especiais 8 alunos.

25 Actividades desenvolvidas As actividades foram desenvolvidas em contexto de sala de aula, na disciplina de Ciências da Natureza. Aulas de 45 minutos, com turma dividida em dois turnos, no espaço de uma sala de aula adaptada a laboratório de ciências da natureza. As estratégias utilizadas no desenvolvimento das actividades tiveram como base o inquiry.

26 Actividades desenvolvidas Algumas das actividades desenvolvidas com a turma foram: Explorador de praias – O que existe na praia? Permeabilidade dos solos – Como surgem as fontes? Flutuação – O que acontece a frutas e vegetais quando colocados na água? Formas de tratamento da água – Será que posso beber a água recolhida numa poça? Ciclo hidrológico. Penas – Como se protegiam os pinguins da Marcha dos pinguins do ambiente adverso?

27 Explorador de praias Actividade que visou: A exploração dos conceitos de seres vivos e seres não vivos, ambientes onde existe vida e fontes de poluição. Actividade enquadrada nos conteúdos programáticos: Onde existe vida? Primeira abordagem ao conceito de Biosfera?

28 Explorador de praia Colocação da questão-problema e sua clarificação e exploração. O que existe na praia? Foi feita a previsão do que se poderia encontrar na praia. Foi discutido com os alunos como saber o que se pode encontrar na praia, em contexto de sala de aula, permitindo planificar a actividade.

29 Explorador de praia Foi feita a experimentação da actividade, com registo de dados; Foram discutidos os resultados com os alunos e respondida a questão inicial.

30 Permeabilidade dos solos A actividade visou: Verificar, experimentalmente, o grau de permeabilidade de algumas amostras de solos. A actividade enquadrou-se no conteúdo programático: As rochas, o solo e os seres vivos. Alguns tipos de solos e suas propriedades.

31 Permeabilidade dos solos Contextualização pela exploração do que é uma fonte ou nascente de água; Colocação da questão-problema e sua clarificação: Como surgem as fontes? Chuva de ideias oral dos factores que podem originar uma nascente de água;

32 Permeabilidade dos solos Preenchimento da carta de planificação, conduzindo à resposta da questão-problema.

33 Permeabilidade dos solos Experimentação com controlo de variáveis.

34 Permeabilidade dos solos Registo e discussão oral de resultados, com comparação das previsões. Resposta à questão inicial; Avaliação.

35 Flutuação Actividade integrada no Fórum Ciência Viva adaptada para contexto de sala de aula. Actividade de flutuação de frutas e vegetais com a finalidade de: Identificar algumas propriedades da água e dos materiais. Enquadrou-se no conteúdo programático: Importância da água para os seres vivos. Propriedades da água.

36 Flutuação Colocação da questão-problema e sua exploração: O que acontece a frutas e vegetais quando colocados na água? Preenchimento de carta de planificação adaptada, que permitiu a condução da actividade. Previsões individuais seguida de experimentação. Actividade realizada com um fruto / vegetal de cada vez, permitindo a sua exploração.

37 Flutuação Experimentação; Levantamento da questão Porque é que uns flutuam e outros não? e respectiva discussão; Conclusões e resposta à questão inicial.

38 Formas de tratamento da água A actividade que visou a: Investigação prática e laboratorial de vários processos de tratamento de água. Actividade enquadrada no conteúdo programático: Importância da água para os seres vivos. A qualidade da água.

39 Formas de tratamento de água Exploração de uma poça de água da escola e recolha de água. Observação da água recolhida. Levantamento da questão-problema e sua exploração: Será que posso beber a água recolhida numa poça? Foram recolhidas oralmente as previsões. A actividade foi planificada, com base nos conhecimentos prévios dos alunos.

40 Formas de tratamento de água Realizou-se a experimentação, procedendo-se à decantação da água e filtração.

41 Formas de tratamento de água Os resultados foram discutidos. Foram explorados os outros processos de tratamento de água e conceitos de água própria e imprópria para consumo. A questão inicial foi respondida. Avaliação dos alunos.

42 Ciclo hidrológico A actividade teve como finalidade a: Simulação do Ciclo hidrológico. A actividade enquadrou-se no conteúdo programático: Importância da água para os seres vivos. Distribuição da água na Natureza.

43 Ciclo hidrológico Relembrar os estados físicos da matéria e respectivas mudanças de estado; Os alunos desenharam o ciclo da água para detecção de ideias prévias.

44 Ciclo hidrológico Questionamento de quais os elementos que fazem parte do ciclo da água, para partindo deles construir um simulador, para contexto de sala de aula. Apresentação do que representa cada parte do simulador.

45 Ciclo hidrológico Montagem do simulador e experimentação, incluindo a observação periódica; Discussão dos resultados, partindo da pergunta De onde provêm a água do lago?.

46 Ciclo hidrológico Avaliação; Elaboração de um cartaz para a exposição A água é vida.

47 Penas A actividade teve como finalidades a: Exploração de penas; Classificação de penas; Investigação prática e laboratorial das propriedades e funções das penas. Enquadrou-se no conteúdo programático: Diversidade de seres vivos e suas interacções com o meio Diversidade nos animais – Como se deslocam?

48 Penas Contextualização da actividade com a visualização do filme A marcha dos pinguins. Observação, exploração e classificação de diferentes tipos de penas. Colocação da questão-problema e sua exploração: Como se protegiam os pinguins da Marcha dos pinguins do ambiente adverso? Planificação oral da actividade. Fonte de calor (vela) e fonte de frio (sopro); Fonte de água (esguicho). Diálogo para previsões.

49 Penas Experimentação da actividade.

50 Penas Discussão oral das observações; Resposta à questão inicial; Elaboração de trabalhos e avaliação.

51 Outras actividades Foram realizadas outras actividades ao longo destes períodos lectivos: Exploração de um perfil de solo; Presença de ar; Propriedades do ar versus propriedades da água; Presença de oxigénio na atmosfera; Observação da pele humana; Influência da humidade no comportamento da caracoleta;

52 Plataforma Moodle A plataforma Moodle da escola permite que os alunos vão mais além e explorem várias actividades. Na plataforma da turma há: Divulgação das actividades realizadas pelos alunos; Divulgação de notícias relacionadas com Ciência e Ambiente; Apontadores para sites de Ciência, incluindo a experimental; Informações dos conteúdos programáticos; Possibilidade de realizar actividades.

53 Reflexão das actividades As aulas de ciência experimental provocaram deslumbramento e encantamento pela ciência na maioria dos alunos; A maior parte dos alunos envolveu-se na disciplina, demonstrando interesse e motivação. As actividades revelaram-se apelativas, despertando a curiosidade dos alunos para os fenómenos do meio envolvente; As actividades contribuíram para desenvolver várias atitudes inerentes à ciência, como por exemplo a atitude interrogativa, o espírito de abertura, a reflexão crítica e a perseverança.

54 Reflexão das actividades As actividades realizadas permitiram, promoveram e fomentaram nos alunos: Compreensão de conceitos e conteúdos programáticos; Conhecimento de técnicas laboratoriais e desenvolvimento de competências processuais; Contacto directo com fenómenos; Aquisição de vocabulário científico; Desenvolvimento do raciocínio lógico dos alunos e das suas ideias; Desenvolvimento do pensamento crítico; Desenvolvimento de algumas capacidades investigativas, como por exemplo: observar, classificar, registar, prever, controlar variáveis e interpretar dados. Modelo de Uma forma dos estudantes construírem o seu conhecimento científico e

55 Reflexão das actividades O Tempo disponível para a realização das actividades foi muito limitado (aulas de 45 minutos semanais), o que implicou que algumas tarefas se tivessem desenrolado em diversas aulas, com intervalos de uma semana; Programa a cumprir com conteúdos programáticos pouco flexíveis; Houve dificuldade em realizar as actividades em momentos em que a turma não estava dividida; Devido à falta de contacto dos alunos com este tipo de tarefas, foi difícil de implementar este método de ensino com autonomia dos alunos.

56 Reflexão das actividades Alguns alunos revelaram dificuldades: Na aquisição de competências no domínio da comunicação; Na aquisição de algumas capacidades investigativas; No desenvolvimento de raciocínios lógicos coerentes; No rigor das observações e dos registos efectuados; Na inferência entre a explicação das observações e o estabelecimento de conclusões.

57 Considerações finais O ensino da Ciência, de acordo com o Currículo Nacional, visa proporcionar aos alunos possibilidades de: Despertar a curiosidade acerca do mundo natural à sua volta e criar um sentimento de admiração, entusiasmo e interesse pela Ciência; Adquirir uma compreensão geral e alargada das ideias importantes e das estruturas explicativas da Ciência, bem como procedimentos da investigação científica. O que foi facilitado quer pela implementação do projecto Água é vida, quer das actividades pela metodologia inquiry.

58 Considerações Finais Este ano lectivo, a escola passou a incluir desdobramento de um dos tempos da disciplina de Ciências da Natureza, o que foi facilitador do trabalho com os alunos e da implementação do projecto e actividades. O projecto e actividades inquiry, permitiram: O envolvimento da comunidade escolar, particularmente na participação de algumas actividades; A motivação dos professores ; Trocas de materiais e experiências com todos os professores envolvidos no Projecto e com todos os que leccionam Ciências da Natureza; Atitude positiva perante a Ciência, quer dos alunos, quer da comunidade.

59 Considerações finais Com a continuação das actividades inquiry, espera-se conseguir ultrapassar algumas das dificuldades encontradas e que os alunos se tornem mais observadores e com melhores capacidades e atitudes investigativas e adquiram competências processuais; Este é um processo a longo prazo pelo que não se espera efeitos deste trabalho imediatos, neste momento as capacidades dos alunos ainda estão a ser desenvolvidas e as competências em aquisição. Com a implementação destas actividades espera-se um incremento da literacia científica dos alunos e um maior domínio das áreas da Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente.


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