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Universidade Castelo Branco. RELACIONAMENTO INTERPESSOAL O relacionamento interpessoal enfermeiro paciente se dá por base na comunicação de quem cuida.

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Apresentação em tema: "Universidade Castelo Branco. RELACIONAMENTO INTERPESSOAL O relacionamento interpessoal enfermeiro paciente se dá por base na comunicação de quem cuida."— Transcrição da apresentação:

1 Universidade Castelo Branco

2 RELACIONAMENTO INTERPESSOAL O relacionamento interpessoal enfermeiro paciente se dá por base na comunicação de quem cuida e de quem é cuidado, aproximando-os de forma que o enfermeiro possa compreender a experiência do paciente tendo uma visão holística acerca do atendimento no processo saúde-doença. Comunicacação x Confiança

3 COMUNICAÇÃO A comunicação é uma necessidade humana básica, constituindo-se num processo contínuo que torna o ser humano um ser social. E atraves dela que o profissional poderá entender o paciente, a conceituar os problemas, enfrentá-los, visualizar sua participação na experiência e alternativa de solução dos mesmos.

4 o cuidado de enfermagem se estabelece um relacionamento enfermeiro-cliente que, numa perspectiva terapêutica, implica a habilidade do profissional em ajudar as pessoas a enfrentarem seus problemas, relacionar- se com os demais, ajustar o que não pode ser mudado e enfrentar os bloqueios à auto realização.

5 Inter relação pessoal Vale ressaltar que, ao cuidar, preservando a singularidade e a individualidade do ser cuidado, o enfermeiro e demaisprofissionais de saúde têm, em suas crenças e valores, pontos determinantes de comportamentos que são advindos dos hábitos de vida que constroem o fundamento das suas personalidades, constituindo-se numa perspectiva de atenção humanizada3. Entender como as pessoas se comportam em situações de saúdedoença e estimulá-las para mudanças, quando necessárias, são relevantes para a promoção da saúde4

6 Necessidade de novos saberes os avanços da biociência, com a utilização de novas tecnologias, vêm contribuindo para o aumento da vulnerabilidade no estado de adoecimento, o que implica, para a prática de enfermagem, a necessidade de incorporação de novos saberes que possam direcionar a assistência de enfermagem na atenção à dignidade do ser cuidado.

7 O que nos precisamos para uma boa interação ????, Os profissionais de saúde devem atentar para necessidades específicas do ser cuidado, através da humanização, respeitando as relações dialógicas, o desenvolvimento de cada pessoa, a individualidade, crenças, características pessoais, linguagem, entre outros. Nesse agir, é fundamental ouvir o outro, considerando o cuidado de enfermagem não como um simples procedimento técnico, mas como um rico contexto de relacionamento interpessoal. Nessa perspectiva as relações interpessoais se estabelecem entre indivíduos com o propósito de troca de experiências, de ajuda e encorajamento.

8 RELAÇÕES NO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO No trabalho, as relações humanas devem ser adotadas através do processo comunicativo, decodificando, decifrando e percebendo o significado das mensagens emitidas pela clientela. As relações interpessoais entre enfermeiro e paciente se constituem, destarte, num processo dinâmico, sob a forma de comportamentos manifestos e não manifestos, verbais e não verbais, sentimentos, reações mentais e/ou físico-corporais.

9 Quando eu cuido existe alguma preocupação no sentido de: O que o paceite esta sentindo com o meu cuidado ? Eu interfiro e intervenho junto ao paciente no momento em que lhe convinha? Por que existe relatos que o enfermeiro utiliza sua autoridade profissional, sua independência e livre arbítrio como forma de gerenciar as situações, enfatizando as necessidades do serviço e dos profissionais, independentemente das emanadas pelo paciente.

10 Por que ??? observa-se que os referenciais que embasam as ações de saúde permanecem, ainda hoje, calcados na intervenção, racionalidade científica e econômica, que primam pelo caráter de poder e dominação da relação sujeito (enfermeira) e objeto (paciente), configurando o cuidado de forma impessoal e normativa.

11 Enfermeiro A formação do enfermeiro centra-se no aspecto instrumental da profissão, exigência de habilidades atitudes específicas, que lhe conferem competência técnica para tal ressalta-se também, que a questão das relações interpessoais são pouco valorizadas, apesar de serem consideradas imprescindíveis para a humanização das ações terapêuticas.

12 Necessitamos de resgatar e valorizar a relação interpessoal Na perspectiva da valorização humana, a realização do cuidado individualizado e a ética do trabalho estão em contínua avaliação e o trabalhador da saúde necessita dar respostas ao valor rico, com a finalidade de oferecer uma assistência de enfermagem planejada e estruturada, visando tanto à orientação do cliente quanto ao estímulo da expressão de seus sentimentos.

13 Relação interpessoal Durante uma hospitalização as vezes, o profissional visa somente a doença e se esquece que junto com a enfermidade há uma pessoa que requer atenção. Para que haja uma interação favorável e adequada entre enfermeiro e paciente é necessário que ambos tenham flexibilidade, disponibilidade, vontade de conhecer o outro e deixar-se conhecer também.

14 Relação interpessoal Se não houver uma boa interpretação do que é dito por uma das partes, a comunicação poderá ficar prejudicada, pois, se não houver uma sintonia entre enfermeiro e paciente dificilmente eles terão uma boa relação interpessoal adequada para o tratamento, prejudicando assim o desempenho de uma atenção adequada. O calor humano faz bem para todos os indivíduos e tem grande importância no relacionamento interpessoal entre enfermeiro-paciente. Quando há este contato o profissional apresenta capacidade para superar grande desafio de cuidar com competência e de forma humanizada.

15 O estresse O estresse é vivenciado de diferentes formas ao longo do curso da vida. o estresse é apontado como a função de condições externas ou como uma reação às condições fisiológicas ou subjetivas. Existem dois pontos de vista teóricos básicos sobre o fenômeno: para um, as experiências estressantes são produto de condições externas; para outro, constituem respostas a condições psicológicas e subjetivas internas..

16 ESTRESSE A noção de que o estresse é função de condições externas é representada pelos estudos sobre a influência de grandes eventos de vida, de natureza genérica, ou seja, não específica a idades (tais como morte de ente querido, divórcio e migração). Iniciados na década de 1960 por Holmes e Rahe (1967), eles dominaram a área dos estudos das relações entre estresse e saúde por mais de duas décadas.

17 ESTRESSE O foco no estresse como resposta a eventos subjetivos é representado por estudos em que se pergunta aos participantes sobre o estresse percebido em termos das emoções envolvidas (ex.: ansiedade, preocupação e medo) e/ou de sua intensidade, mas não se questiona sobre que eventos produziram tais reações.

18 Estress / causas relacionadas às condições de trabalho que podem causar stress, referem se ao número redundo de funcionários, a sobrecarga de trabalho, a desorganização no serviço, baixos salários, trabalhos exaustivos, excesso de tarefas e pressão psicologica. e ai o que fazer ????? o cliente não pode ficar penalizado temos que focar o cliente e suas necessidades;;;;;;

19 Quando se trata de idoso Existe cuidados especificos com o idoso, e com os familiares e cuidadores. Os cuidados são mais frequentes, a educação em saude necessita estar presente para com os idosos e acompanhantes, suporte psicologico e integração com a familia. Existem dificuldades em tratar os idosos??? rejeição da familia com idoso, nao aceitação da limitação do idoso, negação de respeito e carinho

20 Cont... Falta de preparo para cuidar do idoso, tanto da familia e alguns profissionas de enfermagem.... O que precisa para tratar um idoso dependente ????? Os profissionais de enfermagem sentem satisfação para tratar um idoso??? E o que precisa-se para tratar o idoso??? Soliedariedade, conforto, gratificação, prazer, profissional, conhecimento tecnico.


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