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III Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia Sobre Teste Ergométrico Mônica Roselino Ricci - Sta Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto-2011.

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1 III Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia Sobre Teste Ergométrico Mônica Roselino Ricci - Sta Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto-2011

2 Alterações normais ao exercício Aumento da FC por supressão vagal Aumento da FC por supressão vagal Aumento da ventilação alveolar Aumento da ventilação alveolar Aumento do retorno venoso por venoconstrição simpática Aumento do retorno venoso por venoconstrição simpática Aumento do débito cardíaco Aumento do débito cardíaco Resposta dependente da intensidade do exercício e massa muscular envolvida Resposta dependente da intensidade do exercício e massa muscular envolvida

3 Inicio do exercício: Inicio do exercício: Aumento do DC pelo mecanismo de F. Starling e aumento a FC Aumento do DC pelo mecanismo de F. Starling e aumento a FC Aumento do volume sistólico Aumento do volume sistólico Exercício tardio: Exercício tardio: Aumento simpático mediado pela Frequencia VE Aumento simpático mediado pela Frequencia VE Liberação de catecolaminas Liberação de catecolaminas Aumento da contração ventricular Aumento da contração ventricular

4 Com a progressão do exercício ocorre aumento do consumo de O2 cerca de 3x Com a progressão do exercício ocorre aumento do consumo de O2 cerca de 3x Redução da resistência vascular periférica Redução da resistência vascular periférica Aumento de PAS /PAM Aumento de PAS /PAM PAD se mantém ou pode cair PAD se mantém ou pode cair DC aumenta cerca de 4-6 x DC aumenta cerca de 4-6 x Pós exercício = reativação vagal Pós exercício = reativação vagal Rápida em atletas Rápida em atletas Lenta em individuos com ICC Lenta em individuos com ICC

5 Objetivos Objetivos Provocar estresse físico, para avaliar resposta clínica, hemodinâmica, eletrocardiográfica e metabólica ao esforço. Provocar estresse físico, para avaliar resposta clínica, hemodinâmica, eletrocardiográfica e metabólica ao esforço.

6 III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico Avaliando : Avaliando : Isquemia Isquemia Arritmias Arritmias Dist. Hemodinâmicos induzidos por esforço Dist. Hemodinâmicos induzidos por esforço Capacidade funcional Capacidade funcional Diagnóstico e Prognóstico nas DCV Diagnóstico e Prognóstico nas DCV Prescrição de exercícios Prescrição de exercícios Avaliação pós procedimentos Avaliação pós procedimentos Perícia médica Perícia médica

7 Probabilidade Pré-teste: Probabilidade Pré-teste: Avaliação criteriosa da história clinica, fatores de risco e sintomas. Avaliação criteriosa da história clinica, fatores de risco e sintomas. Exame clínico pré e pós exame Exame clínico pré e pós exame Sensibilidade e especificidade dependem da incidência de DAC na população a ser estudada Sensibilidade e especificidade dependem da incidência de DAC na população a ser estudada IBGE (mortalidade por doenças cardiovasculares no ano de 2008) IBGE (mortalidade por doenças cardiovasculares no ano de 2008) 16,33% do total de óbitos em Ribeirão Preto ,33% do total de óbitos em Ribeirão Preto-2008 III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

8 Avaliação de DAC Avaliação de DAC Recomendação I Recomendação I Risco pré teste moderado, incluindo BRD ou ST<1mm Risco pré teste moderado, incluindo BRD ou ST<1mm SCA baixo risco adequadamente estabilizada SCA baixo risco adequadamente estabilizada DAC conhecida antes da alta para avaliação de risco e programação de atividade física DAC conhecida antes da alta para avaliação de risco e programação de atividade física Sintomas atipicos com risco de DAC Sintomas atipicos com risco de DAC III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

9 Recomendação III Recomendação III DAC com BRE DAC com BRE WPW / MP WPW / MP Infra de ST >1mm ao repouso Infra de ST >1mm ao repouso Hipertrofia de VE Hipertrofia de VE Uso de digitálicos Uso de digitálicos SCA não estabilizada SCA não estabilizada Lesão de tronco de CE ou equivalente Lesão de tronco de CE ou equivalente III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

10 Assintomáticos ou atletas: Assintomáticos ou atletas: Não deve ser rotina Não deve ser rotina Risco moderado pelo E. Framinghan Risco moderado pelo E. Framinghan Classe I Classe I HF + para DAC precoce HF + para DAC precoce Alto risco pelo Framinghan Alto risco pelo Framinghan Pré operatório cirurgia de médio a alta complexidade com HF + para DAC Pré operatório cirurgia de médio a alta complexidade com HF + para DAC III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

11 Classe IIa Classe IIa Homens >40 e mulheres >50 para atividade física Homens >40 e mulheres >50 para atividade física Ocupações especiais – motoristas e pilotos Ocupações especiais – motoristas e pilotos Classe IIb Classe IIb Atletas de competição – ajuste da carga de exercícios Atletas de competição – ajuste da carga de exercícios Obs: ideal teste cardio pulmonar – medida direta dos gases respiratórios

12 Na HAS: Na HAS: Em pacientes com alterações ao ECG de repouso sugestivas de SVE existe maior incidência de infradesnivelamento, que pode ser devido a isquemia secundária a desproporção entre oferta e demanda de O2, no miocárdio já sobrecarregado Em pacientes com alterações ao ECG de repouso sugestivas de SVE existe maior incidência de infradesnivelamento, que pode ser devido a isquemia secundária a desproporção entre oferta e demanda de O2, no miocárdio já sobrecarregado Na avaliação de DAC é necessária suspensão de medicações (nitratos, BCa, Betabloqueadores) Na avaliação de DAC é necessária suspensão de medicações (nitratos, BCa, Betabloqueadores) III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

13 Respostas pessóricas ao esforço, visando treinamento físico com cargas adequadas. Respostas pessóricas ao esforço, visando treinamento físico com cargas adequadas. Classe I: Classe I: DAC em hipertensos com mais de 1 FR DAC em hipertensos com mais de 1 FR Classe IIa: Classe IIa: Comportamento de PA no esforço em pessoas com HF + para HAS ou Sd. metabólica Comportamento de PA no esforço em pessoas com HF + para HAS ou Sd. metabólica III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

14 Classe III: Classe III: Exame de pacientes com PA descontrolada Exame de pacientes com PA descontrolada (> 240/120mmHg) III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

15 Valvopatias: Valvopatias: Objetivos: definir indicação cirúrgica, avaliação de capacidade funcional. Objetivos: definir indicação cirúrgica, avaliação de capacidade funcional. Ao ECG podem existir alterações de repolarização ventricular pelas valvopatias Ao ECG podem existir alterações de repolarização ventricular pelas valvopatias Contra indicado na EAo grave sintomática Contra indicado na EAo grave sintomática EAo moderada, pouco sintomática: avaliação de PA e CF para melhor decisão terapêutica. EAo moderada, pouco sintomática: avaliação de PA e CF para melhor decisão terapêutica. III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

16 IAo com sintomas duvidosos, pode avaliar, associado ou não a outros métodos, a insuficiência ventricular esquerda mais precoce, através dos sintomas (classe I) IAo com sintomas duvidosos, pode avaliar, associado ou não a outros métodos, a insuficiência ventricular esquerda mais precoce, através dos sintomas (classe I) Na estenose mitral o comportamento inadequado de FC, PA e indução de dor pode ser devido a obstrução de via de entrada do VE. Na estenose mitral o comportamento inadequado de FC, PA e indução de dor pode ser devido a obstrução de via de entrada do VE. Na insuficiência mitral grave com poucos sintomas a queda de PA no esforço e redução da CF ajudam na terapêutica Na insuficiência mitral grave com poucos sintomas a queda de PA no esforço e redução da CF ajudam na terapêutica III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

17 Classe I: Classe I: CF e sintomas em IAo com sintomas duvidosos CF e sintomas em IAo com sintomas duvidosos Classe II a: Classe II a: Valvopatia leve a moderada para esclarecer sintomas, na prescrição de exercícios e indicação cirúrgica Valvopatia leve a moderada para esclarecer sintomas, na prescrição de exercícios e indicação cirúrgica Classe III: Classe III: DAC em pacientes com valvulopatia DAC em pacientes com valvulopatia CF em EAo grave e EM CF em EAo grave e EM III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

18 ICC e Cardiomiopatias: ICC e Cardiomiopatias: Na IC esta mais indicada a ergometria associada a análise dos gases respiratórios – Ergoespirometria. Na IC esta mais indicada a ergometria associada a análise dos gases respiratórios – Ergoespirometria. Avalia : isquemia, classe funcional, indicação de transplante, reabilitação cardíaca, diagnóstioco diferencial da dispnéia ao esforço, com medida direta do VO2 máximo. Avalia : isquemia, classe funcional, indicação de transplante, reabilitação cardíaca, diagnóstioco diferencial da dispnéia ao esforço, com medida direta do VO2 máximo. Nas cardiomiopatias: avalia arritmias desencadeadas pelo esforço Nas cardiomiopatias: avalia arritmias desencadeadas pelo esforço É contra indicada nas CM restritivas e Hipertróficas com acometimento da VSVE É contra indicada nas CM restritivas e Hipertróficas com acometimento da VSVE III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

19 Nas obstrutivas pode se usar protocolos convencionais, atentando para arritmias ventriculares, queda de PA e sinais de baixo débito. Nas obstrutivas pode se usar protocolos convencionais, atentando para arritmias ventriculares, queda de PA e sinais de baixo débito. Na Cardiopatia Chagásica arritmias ventriculares no repouso não contraindicam o exame Na Cardiopatia Chagásica arritmias ventriculares no repouso não contraindicam o exame VO2 pico e Prognóstico da IC VO2 pico e Prognóstico da IC >18ml/Kg/min – bom prognóstico >18ml/Kg/min – bom prognóstico <10ml/Kg/min – indicação de transplante <10ml/Kg/min – indicação de transplante III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

20 Serviço de Transplante: pacientes com VO2 abaixo de 14ml/Kg/min já são aceitos na lista Serviço de Transplante: pacientes com VO2 abaixo de 14ml/Kg/min já são aceitos na lista Melhor avaliação é feita com protocolo de Rampa ou rampeados com incremento de ate 1 MET por estágio Melhor avaliação é feita com protocolo de Rampa ou rampeados com incremento de ate 1 MET por estágio Para avaliação funcional: incremento de até 1 MET por minuto, com duração entre 8-12min, se possível realizar antes o Teste de caminhada de 6 minutos Para avaliação funcional: incremento de até 1 MET por minuto, com duração entre 8-12min, se possível realizar antes o Teste de caminhada de 6 minutos III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

21 Classe I Classe I DAC como causa de IC sem etiologia definida DAC como causa de IC sem etiologia definida Teste + gases para indicação de Transplante Teste + gases para indicação de Transplante Esclarecimento de sintomas (NE 2) Esclarecimento de sintomas (NE 2) Classe II Classe II Prescrição de exercícios Prescrição de exercícios Necessidade de monitorização e supervisão em programa de exercícios Necessidade de monitorização e supervisão em programa de exercícios Gravidade e respostas terapêuticas Gravidade e respostas terapêuticas III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

22 Classe III Classe III Miocardite e pericardite agudas Miocardite e pericardite agudas Seleção para TC obtendo VO2 indireto Seleção para TC obtendo VO2 indireto MCH com obistrução de via de saída de VE MCH com obistrução de via de saída de VE III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

23 Arritmias cardíacas: Arritmias cardíacas: As respostas fisiológicas ao esforço favorecem aparecimento de arritmias As respostas fisiológicas ao esforço favorecem aparecimento de arritmias Na displasia arritmogênica de VD ou na Sd. Do QT longo pode avaliar aparecimento de TV Na displasia arritmogênica de VD ou na Sd. Do QT longo pode avaliar aparecimento de TV WPW risco de aparecimento de TSV WPW risco de aparecimento de TSV FA avaliar controle de FC adequado pela medicação em uso FA avaliar controle de FC adequado pela medicação em uso III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

24 Arritmias induzidas pelo esforço Arritmias induzidas pelo esforço Durante ou imediatamente após o esforço Durante ou imediatamente após o esforço Podem ser assintomáticas ou apresentar palpitações, ou síncope Podem ser assintomáticas ou apresentar palpitações, ou síncope Classe I Classe I palpitações, síncope, ou pré síncope relacionadas ao esforço físico palpitações, síncope, ou pré síncope relacionadas ao esforço físico Suspeita de arritmia após esforço Suspeita de arritmia após esforço III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

25 Classe IIa Classe IIa Avaliação de terapêutica – medicamentosa ou ablação Avaliação de terapêutica – medicamentosa ou ablação Arritmia ventricular em paciente com risco moderado ou alto para DAC Arritmia ventricular em paciente com risco moderado ou alto para DAC Avaliação de Morte Súbita Avaliação de Morte Súbita Classe I Classe I Arritmia ventricular com risco moderado a alto para DAC Arritmia ventricular com risco moderado a alto para DAC TV catecolaminérgica suspeita e avaliação de terapia com beta bloqueador TV catecolaminérgica suspeita e avaliação de terapia com beta bloqueador III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

26 Classe IIa Classe IIa Recuperados de PCR antes da alta para liberação de atividades e exercícios Recuperados de PCR antes da alta para liberação de atividades e exercícios Classe IIb Classe IIb Risco para arritmias no WPW Risco para arritmias no WPW MCH não obstrutiva – detecção de arritmias MCH não obstrutiva – detecção de arritmias Displasia de VD - liberar para atividade e avaliar potencial arritmogênico Displasia de VD - liberar para atividade e avaliar potencial arritmogênico QT longo avaliação de terapia com B bloqueador QT longo avaliação de terapia com B bloqueador III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

27 Casse III Casse III Arritmias não controladas com sintomas ou alterações hemodinâmicas Arritmias não controladas com sintomas ou alterações hemodinâmicas Fibrilação Atrial permanente Fibrilação Atrial permanente O comportamento da FC é geralmente anormal O comportamento da FC é geralmente anormal Pode ocorrer rápida elevação de FC em baixas cargas, e demorar para cair na fase de recuperação Pode ocorrer rápida elevação de FC em baixas cargas, e demorar para cair na fase de recuperação III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

28 Não existe classe I de recomendação Não existe classe I de recomendação Classe IIb Classe IIb Resposta de FC em uso de medicação Resposta de FC em uso de medicação Avaliação para atividade física Avaliação para atividade física III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

29 Bradiarritmias/Marcapasso/ DNS Bradiarritmias/Marcapasso/ DNS Classe I Classe I Avaliar resposta do Nó sinusal Avaliar resposta do Nó sinusal Resposta cronotrópica no BAVT congênito Resposta cronotrópica no BAVT congênito BAVT congênito – momento para implante de MP BAVT congênito – momento para implante de MP Tipo de MP a ser colocado Tipo de MP a ser colocado Resposta atrial adequada – DDD Resposta atrial adequada – DDD Ausência de resposta atrial – biossensores para resposta de FC Ausência de resposta atrial – biossensores para resposta de FC CDI – conhecer limiar de deflagração para evitar descarga, interromper exame 10 a 20 batimentos abaixo do limiar CDI – conhecer limiar de deflagração para evitar descarga, interromper exame 10 a 20 batimentos abaixo do limiar III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

30 Classe III Classe III Avaliação de MP com frequência fixa Avaliação de MP com frequência fixa BAV de grau elevado com baixa frequência ventricular BAV de grau elevado com baixa frequência ventricular III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

31 Teste ergométrico na sala de emergência: Teste ergométrico na sala de emergência: Baixo risco para desenvolvimento de eventos em 30dias: Baixo risco para desenvolvimento de eventos em 30dias: Hipotensão arterial Hipotensão arterial Terceira bulha Terceira bulha Estertores crepitantes em bases pulmonares Estertores crepitantes em bases pulmonares Dor como exacerbação de DAC prévia Dor como exacerbação de DAC prévia ECG com alterações de isquemia em evolução ECG com alterações de isquemia em evolução III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

32 Pré requisitos: Pré requisitos: 2 amostras normais de marcadores (CKMB /troponina) em 6-12 horas de sintomas 2 amostras normais de marcadores (CKMB /troponina) em 6-12 horas de sintomas Ausência de alterações ao ECG da admissão e imediatamente antes do exame Ausência de alterações ao ECG da admissão e imediatamente antes do exame Ausência de alterações de ST que impossibilitem avaliação acurada no ECG de esforço Ausência de alterações de ST que impossibilitem avaliação acurada no ECG de esforço Ausência de sintomas entre coleta e resultado da segunda amostra Ausência de sintomas entre coleta e resultado da segunda amostra Ausência de dor sugestiva de isquemia no inicio do teste Ausência de dor sugestiva de isquemia no inicio do teste III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

33 Contra-indicações: Contra-indicações: Alterações de ST novas ou em evolução Alterações de ST novas ou em evolução Marcadores acima dos valores normais Marcadores acima dos valores normais Incapacidade de realizar exame através de esforço Incapacidade de realizar exame através de esforço Piora ou persistência do sintomas de dor sugestiva de isquemia ate o exame Piora ou persistência do sintomas de dor sugestiva de isquemia ate o exame Perfil clínico de alta probabilidade para realizar coronáriografia Perfil clínico de alta probabilidade para realizar coronáriografia Arritmia complexa Arritmia complexa Sinais de disfunção ventricular Sinais de disfunção ventricular III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

34 Contra-indicações para realização do exame: Contra-indicações para realização do exame: Embolia pulmonar Embolia pulmonar Doença aguda, febril, ou grave Doença aguda, febril, ou grave Limitação física ou psicológica Limitação física ou psicológica Intoxicação medicamentosa Intoxicação medicamentosa Disturbios metabólicos ou hidroeletrolíticos não corrigidos Disturbios metabólicos ou hidroeletrolíticos não corrigidos III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

35 Contra-indicações relativas: Contra-indicações relativas: Dor torácica aguda Dor torácica aguda Estenoses valvares moderadas e graves Estenoses valvares moderadas e graves Insuficiência valvares graves Insuficiência valvares graves Taqui, Bradi ou arritmias ventriculares complexas Taqui, Bradi ou arritmias ventriculares complexas Disturbios hidor-eletrolíticos e metabólicos Disturbios hidor-eletrolíticos e metabólicos Afecções não cardíacas(infecções, hipertireoidismo, insuficiência renal, hepática ou respiratória, DAOP, doenças musculares ou ortopédicas, desolamento de retina, doenças psiquiátricas) Afecções não cardíacas(infecções, hipertireoidismo, insuficiência renal, hepática ou respiratória, DAOP, doenças musculares ou ortopédicas, desolamento de retina, doenças psiquiátricas) III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

36 Critérios para interrupção do esforço: Critérios para interrupção do esforço: PAD até 120mmHg – normotensos, até 140mmHg em hipertensos PAD até 120mmHg – normotensos, até 140mmHg em hipertensos PAS até 260mmHg PAS até 260mmHg Desconforto torácico exacerbado com aumento da carga, ou associada a alteração ao ECG Desconforto torácico exacerbado com aumento da carga, ou associada a alteração ao ECG Ataxia, tonturas, palidez, pré-síncope, dispnéia desproporcional ao esforço Ataxia, tonturas, palidez, pré-síncope, dispnéia desproporcional ao esforço Infra de ST adicionais de 3mm na presença de DAC conhecida ou suspeita Infra de ST adicionais de 3mm na presença de DAC conhecida ou suspeita III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

37 Supra de 2mm em derivações sem onda Q Supra de 2mm em derivações sem onda Q TSV sustendada, taquicardia atrial, FA, BAV de 2° ou 3°grau TSV sustendada, taquicardia atrial, FA, BAV de 2° ou 3°grau Falência na monitorização e/ou registros Falência na monitorização e/ou registros III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

38 Respostas ao esforço físico Respostas ao esforço físico Frequência Cardíaca: aumenta linearmente com o esforço, e com o consumo de O2, é calculada de acordo com a idade do paciente Frequência Cardíaca: aumenta linearmente com o esforço, e com o consumo de O2, é calculada de acordo com a idade do paciente Equação de Karvonen: 220- idade = FC máx Equação de Karvonen: 220- idade = FC máx Equação de Inbar: 205,8 - 0,685(idade) = FC máx Equação de Inbar: 205,8 - 0,685(idade) = FC máx III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

39 Elevação rápida: Elevação rápida: Sedentários Sedentários Ansiedade Ansiedade Distonia neurovegetativa Distonia neurovegetativa Hipertireoidismo Hipertireoidismo Estado anêmico Estado anêmico Incompetência cronotrópica: é a incapacidade de elevar a FC a 2 desvios padrões da FC prevista (cerca de 24 batimentos) Incompetência cronotrópica: é a incapacidade de elevar a FC a 2 desvios padrões da FC prevista (cerca de 24 batimentos) Coronáriopatia Coronáriopatia Miocardiopatia Miocardiopatia III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

40 Queda de FC : Queda de FC : Doença isquêmica Doença isquêmica Critério de interrupção do esforço Critério de interrupção do esforço Recuperação lenta de FC na recuperação: redução de 12bpm no 1°min, ou 22bpm no 2° min dependendo da forma de recuperação Recuperação lenta de FC na recuperação: redução de 12bpm no 1°min, ou 22bpm no 2° min dependendo da forma de recuperação Diminuição no tonus vagal Diminuição no tonus vagal Aumento da mortalidade total Aumento da mortalidade total III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

41 Em jovens sadios podem ocorrer bardicardias, pausas e até segundos de assitolia (síncope vaso - vagal), no pós esforço Em jovens sadios podem ocorrer bardicardias, pausas e até segundos de assitolia (síncope vaso - vagal), no pós esforço Pressão arterial Pressão arterial Avaliação indireta da resposta inotrópica do coração, PAS aumenta com a intensidade do trabalho, e PAD fica constante ou altera cerca de 10mmHg Avaliação indireta da resposta inotrópica do coração, PAS aumenta com a intensidade do trabalho, e PAD fica constante ou altera cerca de 10mmHg III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

42 Ainda não existe consenso para valores normais de variações de PA ao esforço. Ainda não existe consenso para valores normais de variações de PA ao esforço. Hiperreativa: PAS > 220 e/ou elevação e 15mmHg ou mais na PAD, partindo de valores normais de PA ao repouso Hiperreativa: PAS > 220 e/ou elevação e 15mmHg ou mais na PAD, partindo de valores normais de PA ao repouso Probabilidade 4-5x maior de ser hipertenso Probabilidade 4-5x maior de ser hipertenso Elevação inadequada: variação < 35mmHg durante o esforço Elevação inadequada: variação < 35mmHg durante o esforço III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

43 Hipotensão ao esforço: PAS do esforço < que no repouso Hipotensão ao esforço: PAS do esforço < que no repouso Relacionado a pior prognóstico Relacionado a pior prognóstico Elevação da PA nos três minutos iniciais da recuperação: correlacionada com DAC Elevação da PA nos três minutos iniciais da recuperação: correlacionada com DAC Recuperação lenta de PA : razão da PAS R3/pico >0,95; ou PAS R3/R1 >1,0 Recuperação lenta de PA : razão da PAS R3/pico >0,95; ou PAS R3/R1 >1,0 Relacionada a DAC Relacionada a DAC Mulheres: platô, ou até queda de PA no esforço podem ocorrer sem correlação com cardiopatias Mulheres: platô, ou até queda de PA no esforço podem ocorrer sem correlação com cardiopatias III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

44 ECG: ECG: Onda P: aumento da fase negativa V1 e/ou V2, associada a disfunção de VE Onda P: aumento da fase negativa V1 e/ou V2, associada a disfunção de VE PR: encurta duração no esforço PR: encurta duração no esforço Onda Q: redução da amplitude, ou desaparecimento está relacionado a isquemia septal Onda Q: redução da amplitude, ou desaparecimento está relacionado a isquemia septal Onda R: sem valor diagnóstico Onda R: sem valor diagnóstico Onda S: sem valor específico Onda S: sem valor específico III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

45 Segmento ST: Segmento ST: Supradesnível de ST é comum em IAM com Q Supradesnível de ST é comum em IAM com Q Anormal se maior que 1,0mm na junção J/ST, em 4 complexos sucessivos Anormal se maior que 1,0mm na junção J/ST, em 4 complexos sucessivos Controverso em IAM com Q associado a viabilidade miocárdica, ou anormalidades de contração Controverso em IAM com Q associado a viabilidade miocárdica, ou anormalidades de contração Na ausência de onda Q, correlacionado a tronco de CE ou equivalentes, ou lesões proximais de DA Na ausência de onda Q, correlacionado a tronco de CE ou equivalentes, ou lesões proximais de DA Em ST normal = isquemia trans-mural Em ST normal = isquemia trans-mural Elavação de V2 a V4: envolvimento de DA Elavação de V2 a V4: envolvimento de DA III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

46 Derivações laterais: envolvimento de Cx Derivações laterais: envolvimento de Cx Inferiores : envolvimento de CD Inferiores : envolvimento de CD Infra de ST na recuperação mesmo valor que no esforço Infra de ST na recuperação mesmo valor que no esforço Pseudonormalização de ST e importante em vigência de dor ou equivalente anginoso Pseudonormalização de ST e importante em vigência de dor ou equivalente anginoso Onda T: Onda T: Positivação ou negativação inversas não tem relação com isquemia Positivação ou negativação inversas não tem relação com isquemia Pseudonormalização de T em zona elétrica inativa de IAM prévio está associada a miocárdio viável Pseudonormalização de T em zona elétrica inativa de IAM prévio está associada a miocárdio viável III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

47 BRE: BRE: É invalida análise de segmento ST/T para avaliação de isquemia. É invalida análise de segmento ST/T para avaliação de isquemia. Obs: BRD não valorizar alterções de ST em V1 a V3 Arritmias ventriculares: Arritmias ventriculares: Podem ser induzidas ou suprimidas pelo esforço Podem ser induzidas ou suprimidas pelo esforço Induzidas pelo esforço são anormais quando >10EV/min, no exercício ou recuperação Induzidas pelo esforço são anormais quando >10EV/min, no exercício ou recuperação Quando presentes no repouso o aumento da complexidade nas fases seguintes deve ser valorizado Quando presentes no repouso o aumento da complexidade nas fases seguintes deve ser valorizado Dois batimentos consecutivos, ou mais de 10% dos batimentos em 30segundos indica, em homens assintomáticos, maior risco de mortalidade cardiovascular Dois batimentos consecutivos, ou mais de 10% dos batimentos em 30segundos indica, em homens assintomáticos, maior risco de mortalidade cardiovascular III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

48 A escolhas dos protocolos a serem utilizados deve ser individualizada para cada paciente A escolhas dos protocolos a serem utilizados deve ser individualizada para cada paciente Rampa: avalia melhor capacidade funcional, pode ser individualizado a cada paciente Rampa: avalia melhor capacidade funcional, pode ser individualizado a cada paciente Bruce e Ellestad: avaliação de pacientes ativos, ou jovens saudáveis Bruce e Ellestad: avaliação de pacientes ativos, ou jovens saudáveis Naughton ou Balke: pacientes mais limitados Naughton ou Balke: pacientes mais limitados A duração do exame deve estar entre 8-12min. A duração do exame deve estar entre 8-12min. III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

49 A elaboração do laudo deve levar em consideração as limitações encontradas ao exame na tentativa de auxiliar na conduta clínica A elaboração do laudo deve levar em consideração as limitações encontradas ao exame na tentativa de auxiliar na conduta clínica Devendo o exame ser classificado como: Devendo o exame ser classificado como: Normal, limítrofe, anormal ou inconclusivo Normal, limítrofe, anormal ou inconclusivo Baixo, moderado ou alto risco para DAC Baixo, moderado ou alto risco para DAC III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

50 Critérios de mau prognóstico Critérios de mau prognóstico Capacidade funcional abaixo dos 5 METs Capacidade funcional abaixo dos 5 METs PAS que não atinge 120 mmHg PAS que não atinge 120 mmHg Infra ST descendente >2mm por mais de 5 minutos Infra ST descendente >2mm por mais de 5 minutos Queda de PAS > 10mmHg, ou valores abaixo do repouso Queda de PAS > 10mmHg, ou valores abaixo do repouso TV sustentada ( >30 seg) sintomática TV sustentada ( >30 seg) sintomática III Diretrizes SBC sobre Teste Ergométrico

51 Obrigada Obrigada


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