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PALESTRA SOBRE: DIABETES Dr. URBANO BIOQUIMICO / CITOLOGISTA.

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1 PALESTRA SOBRE: DIABETES Dr. URBANO BIOQUIMICO / CITOLOGISTA

2 O QUE É A DIABESTES MELLITUS ? É um grupo de doenças metabólicas, com origem diversas, caracterizando por HIPERGLICEMIA (Taxa de Glicose no sangue alterada), que resulta de uma deficiente secreção de INSULINA( Hormônio) pelas células Beta. Resistência periférica à ação da insulina ou ambas. DIABETES MELLITUS TIPO I O Diabético Tipo I caracteriza-se por deficiência absoluta na produção de insulina, decorrente, na grande maioria dos casos de uma destruição auto-imune indolente das células beta. O Diabético Tipo I caracteriza-se por deficiência absoluta na produção de insulina, decorrente, na grande maioria dos casos de uma destruição auto-imune indolente das células beta. Neste caso a HIPERGLICEMIA permanente se manifesta quando 90% das ilhotas são destruídas. Neste caso a HIPERGLICEMIA permanente se manifesta quando 90% das ilhotas são destruídas.

3 CARACTERISTICA MARCANTE DO DIABESTES MELLITUS TIPO I CARACTERISTICA MARCANTE DO DIABESTES MELLITUS TIPO I É terem tendência à cetose e requerem, obrigatoriamente, insulina como tratamento. Cetoacidose diabética pode ser a manifestação inicial da doença em 30% dos casos. DIABETES MELLITUS TIPO II O Diabético Tipo II caracteriza-se pelo organismo adquirir uma resistência a ação da Insulina. Responsável por 80 a 90% dos casos de diabéticos, surge habitualmente após os 40 anos de idade e a maioria dos pacientes é obesa, contudo pode acometer adultos mais jovens mesmo crianças e adolescentes.

4 O DM constitui-se em um dos mais sérios problemas de saúde na atualidade, tanto em termos de números de pessoas afetadas, incapacitações, mortalidade prematura, como dos custos envolvidos no seu controle e no tratamento de suas complicações. A prevalência da doença no mundo tem tido um crescimento com proporções epidêmicas. Atualmente existem cerca de 180 milhões de diabetes no planeta, e estima-se que até o ano 2025 teremos aproximadamente 300milhões. Este aumento da prevalência da DM, deve-se a maior longevidade das pessoas, consumo de gorduras saturadas, sedentarismo e, conseqüentemente, mais obesidade.

5 Aproximadamente 80 a 90% dos pacientes com DM Tipo II têm também Síndrome Metabólica, caracterizando por um aglomerado de fatores que implica risco cardiovascular elevado(dislipidêmia, obesidade abdominal, resistência insulínica, tolerância alterada a Glicose ou diabetes e hipertensão). EXAMES PARA O DIAGNOSTICO DA DIABETES MELLITUS Glicemia de Jejum ( Glicose) Glicemia de Jejum ( Glicose) Hg Glicosilada - A1C Hg Glicosilada - A1C Teste de Tolerancia a Glicose Teste de Tolerancia a Glicose Curva Glicemica. Curva Glicemica. Frutosamina Frutosamina

6 DIAGNÓSTCO DO DIABETES Clínico Os sintomas clássicos do DM (poliúria, polidipsia e polifagia, associados à perda ponderal) são bem mais característicos do diabetes tipo 1, no qual estão quase sempre presentes. Laboratorial A glicemia de jejum representa forma mais prática de se avaliar o status glicêmico e dois valores maiores ou iguais a 126 mg/dL, obtidos em dias diferentes, são suficientes para se estabelecer o diagnóstico de diabetes mellitus. Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) Consiste, após a coleta da glicemia de jejum, na administração de 75g de glicose anidra ou 82,5g de glicose monoidratada, dissolvidos em 250 a 300mL de água. Duas horas após, colhe-se uma nova glicemia.

7 Hemoglobina Glicolisada (HBA1c) A Hb glicada ou glicosilada (GHb) é o produto da reação não-enzimática entre glicose e o grupo amino-terminal de um resíduo de valina na cadeia β da hemoglobina (Hb). A percentagem de GHb depende da concentração de glicose no sangue, da duração e da exposição da HB à glicose e do tempo de meia-vida dos eritrócitos (cerca de 120 dias). Quanto maior a concentração de glicose e maior período de contato, maior a percentagem da GHb. Assim quanto maior o controle glicêmico mais alta a HBA1c. A maior importância da HBA1c está na avaliação do controle glicêmico nos últimos dois a três meses (meia-vida das hemácias). Quanto mais elevado for a HBA1c, maior é o risco para as complicações micro e macrovasculares do DM

8 CRITÉRIOS DIAGNÓSTICO PROPOSTO PELA ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE DIABETES (ADA) Glicemia em jejum (GJ) 126 mg/dL Glicemia ao acaso > 200 mg/dL, em um paciente com sintomas, tais como poliúria, polidipsia e inexplicável perda de peso + GJ 126 mg/dL Valor de 2 horas da glicemia 200 mg/dL durante o teste oral de tolerância à glicose (TOTG) INDICAÇÕES PRINCIPAIS PARA O TESTE ORAL DE TOLERÂNCIA À GLICOSE Diagnóstico do Diabetes Mellitus (quando a glicemia de jejum (GJ) propiciar resultados dúbitos) Diagnóstico do diabetes gestacional Pacientes com glicemia de jejum alterada (GJ 100 e < 126 mg/dL)

9 CATEGORIAS DE TOLERÂNCIA À GLICOSE, SEGUNDO A ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE DIABETES (ADA) Glicemia de jejum (GJ) < 100 mg/dL normal GJ 110 e < 126 mg/dL glicemia de jejum alterada GJ 126 mg/dL (em duas ocasiões) diabetes mellitus Glicemia ao acaso > 200 mg/dL (em pct sintomáticos) + GJ 126 mg/dLdiabetes mellitus Glicemia de 2 h no TOTG 140 e < 200 mg/dL tolerância diminuída à glicose Glicemia de 2 h no TOTG 200 mg/dL diabetes mellitus

10 PRINCIPAIS MECANISMOS DE HIPERGLICEMIA NO DIABETES MELLITUS Diabetes tipo I Deficiência absoluta da produção de insulina, secundaria a uma destruição auto-imune ou idiopática (mais rara) das células ß. Diabetes tipo II Resistência à ação insulínica nos adipócitos e, sobre tudo, no músculo esquelético. Deficiência secreção de insulina pelas células ß. Execessiva produção hepática de glicose (resultante da resistência insulínica no fígado). A diferenciação entre DM tipo 1 e tipo 2, é, em geral, relativamente simples e aseia-se fundamentalmente em dados clínicos. O diagnóstico se confirma pela dosagem dos auto- anticorpos contra antigenos da celula beta e do peptídeo c.

11 CLASSIFICAÇÃO ETIOLÓGICA PARA O DIABETES MELLITUS 1. Diabetes tipo I (destruição das células ß, usualmente levando à deficiência absoluta de insulina) a) Auto-imune b) Idiopático 2. Diabetes tipo 2 (pode variar de predominância de resistência insulínica com relativa deficiência de insulina à predominância de um defeito das células ß, associado à resistência insulínica). 3. Outros tipos específicos a) Defeitos genéticos da função da célula ß, 1. Cromossomo 12, HNF – lά (MODY 3) 2. Cromossomo 7, glucoquinase (MODY 2)

12 3. Cromossomo 20, HNF – 4ά (MODY 1) 4. Cromossomo 13, fator promotor da insulina – 1 (IPF-1;MODY 5. Cromossomo 17, HNF - 1 ß (MODY 5) 6. Cromossomo 2, Neuro d1 (MODY 6) 7. DNA mitocondrial 8. Outros b) Defeitos genéticos na ação da insulina 1. Resistência insulínica tipo A 2. Leprechaunismo 3. Síndrome de Rabson – Mendehall 4. Diabetes lipoatrófico 5. Outros

13 c) Doença do pâncreas exócrino 1. Pancreatite 2. Trauma/pancreatite 3. Neoplasia 4. Fibrose cística 5. Hemocromatose 6. Pancreatopatia fibricalculosa 7. Outros d) Endocrinopatias 1. Acromegalia 2. Síndrome de Cushing Pâncreas humano normal mostrando uma Ilhota de Langehrans envolvida pelo parênquima exócrino.

14 3. Glucagonoma 4. Feocromocitoma 5. Hipertireoidismo 6. Somatostinoma 7. Aldosteronoma 8. Outros e) Induzida por medicamentos ou produtos químicos 1. Vacor 2. Pentamidina 3. Acido nicotínico 4. Glicocorticóides 5. Hormônios tiroidianos 6. Diazóxido 7. Agonista beta-adrenérgicos

15 8. Triazídicos 9. Fenitoína 10. Alfa-interferon 11. Inibidores de protease 12. Outros f) Infecções 1. Rubéola 2. Citomogalovírus 3. Outras g) Formas incomuns de diabetes auto-imune 1. Síndrome da pessoa rígida 2. Anticorpos anti-receptores insulínicos 3. Outros

16 h) Outras síndromes genéticas às vezes associadas ao diabetes 1. Síndrome de Down 2. Síndrome de Klinefelter 3. Síndrome de Turner 4. Síndrome de Wolfram 5. Ataxia de Friedreich 6. Coréia de Huntington 7. Síndrome de Laurence-Moon-Biedl 8. Distrofia miotônica 9. Porfiria 10. Síndrome de Prader-Willi 11. Outras

17 PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE OS DIABETES TIPOS 1 E 2 Tipo 1 Tipo 2 Inicio usual Crianças e adolescentes > 40 anos Freqüência relativa 10%90% Prevalência 0,1 % a 0,3% 7,5% Concordância em gêneros idênticos Ate 50% 80% a 90% Associação com HLA SimNão ICA/anti-GAD* Geralmente presentes Ausentes Peptídeo C sérico Baixo Normal ou elevado Peso usual ao diagnostico Baixo Elevado (80% são obesos)

18 PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE OS DIABETES TIPOS 1 E 2 Tipo 1 Tipo 2 Sintomas clássicos Quase sempre presentes 50% dos pacientes são assintomáticos Complicação aguda característica Cetoacidose diabética Síndrome hiperosmolar hiperglicêmica não- cetonica Tratamento medicamentoso inicial Insulina Hiporgliceminantes orais

19 PRINCIPAIS FATORES DE RISCO PARA O DIABETES TIPO 2 Obesidade Historia familiar de diabetes (pais ou irmãos com diabetes) Raça/etnia (negros, hispânicos, índios, Pima, indivíduos oriundos de ilhas do Pacifico etc). Idade (a partir dos 45) Diagnostico prévio de intolerância à glicose Hipertensão arterial Dislipidemia (colesterol HDL < 35 mg/dL e/ou triglicerídeos > 250 mg/dL) Historia de diabetes mellitus gestacional ou macrossomia fetal Tabagismo

20 4. DIABETES MELLITUS GESTACIONAL (DMG) Representa a principal complicação metabólica da gravidez, e é observada em 1 a 14% das gestantes, dependendo da população estudada e dos critérios diagnósticos utilizados. DMG é definido como qualquer grau de intolerância à glicose com início ou detecção durante a gravidez. Resulta, sobretudo, do efeito hiperglicêmico de vários hormônios cujos níveis séricos encontra-se elevados durante a gravidez, tais como estrogênio, cortisol e lactogênicos placentários, revertendo após o parto, mas tende a recorrer em gravidezes subseqüentes.

21 CRITÉRIOS DIAGNÓSTICO PARA DIABETES GESTACIONAL Duas glicemias de jejum 100 mg/dL Uma glicemia 140 mg/dL, duas horas após 75 g de glicose anidra Duas ou mais glicemias anormais ao TOTG-3 h (100 g) CRITÉRIOS PARA PESQUISA DO DIABETES EM INDIVÍDUOS ASSINTOMÁTICOS 1. T odo indivíduo com idade de 45 anos (se a glicemia for normal, repeti-la a cada 3 anos ou mais frequentemente, na presença de fatores de risco para diabetes).

22 2. Indivíduos com idade < 45 anos com IMC 25 kg/m2 e fatores de risco adicionais para diabetes: Sedentarismo Sedentarismo Historia familiar de diabetes (parentes de 1° grau) Historia familiar de diabetes (parentes de 1° grau) Historia de macrossomia fetal ou diagnostico prévio de diabetes gestacional. Historia de macrossomia fetal ou diagnostico prévio de diabetes gestacional. Hipertensão (PA 140/90 mmHg) Hipertensão (PA 140/90 mmHg) Dislipidemia (colesterol HDL 250 mg/dL) Dislipidemia (colesterol HDL 250 mg/dL) Diagnostico prévio de intolerância à glicose (em jejum ou ao TOTG) Diagnostico prévio de intolerância à glicose (em jejum ou ao TOTG) Síndrome dos ovários policistico Síndrome dos ovários policistico Presenca de outras condições clinicas associadas com resistência insulínica (por ex.: acantose nígrica). Presenca de outras condições clinicas associadas com resistência insulínica (por ex.: acantose nígrica).

23 FORMAS DE TRATAMENTO O tratamento do Diabetes tipos 1 e 2 inclui as seguintes estratégias: Educação de Modificação do Estilo de Vida que se baseiam em: 1. Reorganização dos hábitos alimentares (alimentação equilibrada e orientada por nutricionista); 2. Atividade física; 3. Tratamento medicamentoso (insulina e/ou hipoglicemiante oral)

24 2. ALIMENTAÇÃO A alimentação é um dos pontos fundamentais no tratamento do Diabetes. Ela deve ser individualizada levando em consideração o estado nutricional do paciente e hábitos de vida, possibilitando o melhor controle metabólico. Seus objetivos são: * Contribuir para a normalização da Glicemia; *Diminuir os fatores de riscos Cardiovascular; * Fornecer calorias suficientes para obtenção e/ou manutenção do peso corpóreo saudável; * Prevenir complicações agudas e crônicas.

25 3. ATIVIDADE FÍSICA A atividade física é de fundamental importância e deve estar integrada na vida do paciente diabético devido aos benefícios do exercício à ação da insulina. Ela contribui para a redução da glicemia e da necessidade de insulina e medicamentos, pois ela melhora a captação de glicose pelas células. 4. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO Os portadores de Diabetes tipo 1 têm que aplicar insulina diariamente o que envolve o uso de seringa e agulha, caneta de insulina, ou pode ser fornecida por uma bomba de insulina.

26 Bibliografia Endocrinologia Clínica. 3.ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006 Fundamentos de Química Clínica. 4.ed. - Editora Guanabara Koogan S.A. - Rio de Janeiro, RJ Diagnóstico Clínicos e Tratamento por Métodos Laboratoriais. 19.ed. - São Paulo, SP: Editora Manole LTDA. 1999

27 CEPAC CENTRO DE PATOLOGIA E ANÁLISES CLÍNICAS TECNOLOGIA E RESPOSANBILIDADE EM ANÁLISES CLÍNICAS DR. URBANO VIEIRA IBIAPINA BIOQUÍMICO / CITOLOGISTA


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