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HIGIENE E SANITIZAÇÃO NA INDUSTRIA DE VEGETAIS Profa. Alcilene Rodrigues Monteiro Fritz UFSC-CTC-EQA

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Apresentação em tema: "HIGIENE E SANITIZAÇÃO NA INDUSTRIA DE VEGETAIS Profa. Alcilene Rodrigues Monteiro Fritz UFSC-CTC-EQA"— Transcrição da apresentação:

1 HIGIENE E SANITIZAÇÃO NA INDUSTRIA DE VEGETAIS Profa. Alcilene Rodrigues Monteiro Fritz UFSC-CTC-EQA

2 FOOD SAFETY PROCEDIMENTOS DE CONTROLE LEGISLAÇÃO PERIGO DANOS HIGIENE E SANITIZAÇÃO NA INDUSTRIA DE ALIMENTOS: VEGETAS INTRODUÇÃO ALIMENSTOS SEGUROSALIMENSTOS SEGUROS

3 LEGISLAÇÃO Título: Lei nº 6437, de 20 de agosto de 1977 ementa: Configura infrações à legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências Resoluções CNNPA/MS 33/77: Princípios gerais da higienização Portaria MS 1428/93: APPCC  Insp. Sanitária Manipulação Alimentos Portaria SVS/MS 326/97 Condições higiênico-sanitárias e BPF Portaria MAA 368/97 Condições higiênico-sanitárias e BPF Elaboração/industrialização de alimentos RDC/ANVISA 275/2002 POP  MANIPULADORES/INDUSTRIA ALIMENTOS Lista de verificação Lista de verificação

4 LEGISLAÇÃO PARA PRODUTOS QUÍMICOS REGISTROS DE PRODUTOS SANEANTES/DETERGENTES PORTARIA: 15 23/08/1988 Portaria no 05/ Biguanida · Subanexo 1 - alínea I alterada(o) por: Portaria nº 843, de 26 de outubro de 1998 Portaria nº 843, de 26 de outubro de 1998 · subitem 3 do item IV alterada(o) por: Resolução nº 211, de 18 de junho de 1999 Resolução nº 211, de 18 de junho de 1999 · subanexo 1, alínea I incluída(o) por: Portaria nº 122, de 29 de novembro de 1993Portaria nº 122, de 29 de novembro de 1993 relacionamento(s): atos relacionados: · Lei nº 6437, de 20 de agosto de 1977Lei nº 6437, de 20 de agosto de 1977 Resolução RE nº 2771, de 03 de novembro de 2005 Resolução RE nº 2727, de 25 de outubro de 2005 Resolução RE nº 2587, de 14 de outubro de 2005

5 LEGISLAÇÃO ALIMENTOS ESPACÍFICOS Resolução RDC/ANVISA: 18/99 PALMITO Condições de fabricação, distribuição e comercialização Recadastramento de empresas distribuidoras Portaria nº 304, de 08 de abril de 1999 ementa não oficial: Palmito em Conserva, produzido no país ou importado, colocado à disposição do consumidor, deverá ser etiquetado com a seguinte advertência: "Para sua segurança, este produto só deverá ser consumido, após fervido no líquido de conserva ou em água, durante 15 minutos". Resolução 362, de 29 de julho de RESOLUÇÃO - RDC Nº 17, 18 DE 19 DE NOVEMBRO DE 1999 Fabricação de palmito em conserva e alimentos inócuo RESOLUÇÃO - RDC Nº 300, DE 1º DE DEZEMBRO DE Embalagens, vácuo

6 LEGISLAÇÃO ALIMENTOS ESPACÍFICOS FRUTAS E HORTALIÇAS: conserva Resolução nº 13 de maio de 1977 "Hortaliça em Conserva" é o produto preparado com as partes comestíveis de hortaliças, como tal definidas nestes padrões, envasadas praticamente cruas, reidratadas ou pre-cozidas, imersas ou não em líquido de cobertura apropriado, submetidas a adequado processamento tecnológico antes ou depois de fechadas hermeticamente nos recipientes utilizados a fim de evitar sua alteração. revogada(o) por: Resolução RDC nº 272, de 22 de setembro de 2005 adequação de produtosResolução RDC nº 272, de 22 de setembro de 2005 RDC/ANVISA 352/02 BPF e Lista de verificação

7 INOCUIDADE DOS ALIMENTOS OBJETIVO ??? ALIMENTOS SEGUROS CONFIANÇA DO CONSUMIDOR

8 CONTAMINANTES RESÍDUOS NA INDUSTRIA COLONIAS DE M.O FORMAÇÃO DE BIOFILMES CUSTO DE PRODUÇÃO CONTAMINAÇÃO X ALIMENTO: Inadmissível  IMPORTANCIA Alimentos contaminados geram: Descrédito  produto no mercado Custos  saúde publica

9  ROTA DE CONTROLE CADEIA PRODUTIVA Matéria-prima  seleção  higienização Envase  Processamento  Equipamentos Matéria-prima Transporte  Distribuição  Armazenamento Aplicação das BPF’ S e BPH (sanitárias)  APPCC

10 1. CONTAMINAÇÃO POR MICRORGANISMOS 2. CONTAMINAÇÃO FÍSICA 3. CONTAMINAÇÃO QUÍMICA MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS PERIGO DESAFIO Reduzir controlar  Reduzir e controlar a flora MICROBIANA contaminante OBJETIVO  Preservar a pureza e palatabilidade dos alimentos  Preservar a qualidade microbiológica dos alimentos

11 a ) qualidade da matéria prima e água b) os principais resíduos a serem removidos c) as funções dos diversos agentes de higienização d) reações entre detergentes e resíduos d) formulações de detergentes e) métodos de avaliação dos detergentes f) condições de uso de sanitizantes e detergentes g) sanitizantes usados Entender os Vários Aspectos Envolvidos na Higienização

12 h) mecanismos de ação de sanitizantes i) o passo a passo (POP) do procedimento de higienização j) a possível microbiota envolvida no processo l) como avaliar o processo de higienização

13 PRINCÍPIOS DA HIGIENIZAÇÃO HIGIENIZAÇÃO Ação combinada: Limpeza x Sanitização MÉTODOS E INSTRUÇÕES DE HIGIENIZAÇÃO separado ou combinado: físicos e químicos. Métodos devem Especificar: a)Área ou equipamento a que se aplicam; b) Os utensílios e produtos a utilizar; c) a freqüência e duração das operações e concentração do agentes a utilizar; d) A pessoa responsável pela execução; e) O plano de controle da higienização; f) O tipo de registros a efetuar.

14 1. LIMPEZA Pré-lavagem Lavagem não reduz a carga microbiana - sujidade  Pré-lavagem - imediatamente após o uso - somente água: redução de 90% dos resíduos - Temperatura: AMBIENTE – 40 o C  Lavagem Detergente: após a pré-lavagem

15 DETERGENTE - ATOXICO - TIPO DE RESÍDUO, ÁGUA e SUPERFÍCIE - REAGIR FACIL RESÍDUOS  Enxágüe - água para remover todo o detergente utilizado na lavagem ÁGUA: remoção total do detergente 2. SANITIZAÇÃO Redução da carga microbiana Aspectos envolvidos: microbiologia, química, Tec. Alimentos, sanitários

16 AGENTES QUÍMICOS DE LIMPEZA DETERGENTES Função dos agentes  Saponificar  Emulsionar  Molhabilidade  Solubilização dos resíduos: orgânicos ou inorgânicos e água  Segurança ao manipulador  Não corrosivo  Poder de penetração

17 BASE DOS DETERGENTES Alcalinos e tensoativos Remove resíduos de proteínas e gorduras ácidos incrustações 1. Tipos de agentes alcalinos 1.1. NaOH  ótima ação contra gordura e proteínas  baixa ação de molhar  não elimina dureza  não ataca aço inoxidável NaOH  Na + + OH - usados em sistemas automáticos de limpeza

18 1.2. CARBONATO DE SÓDIO  baixa alcalinidade  não deve ser usado em água dura  ação saponificante moderado  Poder emulsificante e de molhagem médio  Baixo poder corrosivo FATORES DE DETERGENCIA ALCALINA pH e alcalinidade Combinação:  pH  maior eficiência em gordura Determinação da alcalinidade

19 carbonato: não possui ação detergente caustica: pH > 8,3  atividade alcalina sobre gordura e proteína Tipos de alcalinidade 1.3. Outros - KOH; metassilicato de Na, etc. Usados para remoção de resíduos orgânicos

20 1.2. Tensoativos - mudam a tensão superficial: L-L; L-G; L-S Composição: afinidade com a água e gordura  reduz a  Umectantes Emulsificantes Classificados: aniônicos, catiônicos, não - aniônico e anfótero Aniônicos: maioria dos detergentes comerciais Alimentos: base ácido sulfônico Catiônicos: germicidas  Quaternário de Amônio Não – aniônico: solução n-aquosa  pouco uso Anfóteros: pH

21 1.3. Agentes seqüestrastes e quelantes 3.1. Polifosfatos: seqüestrastes FOSFATOS Ortofosfatos e polifosfatos Função Deslocam, solubilizam, dispersam os resíduos Emulsificação e solubilização Abrandam água Evitam redeposição nas superfícies Solubilizam Ca e Mg  evita precipitação de sais 3.2. EDTA: quelantes Remove: Ca ++, Mg ++ e Fe ++

22 PRODUTOS QUÍMICOS E BIOLÓGICOS/AUTORIZAÇÃO DE USO NOS ESTABELECIMENTOS SOB SIF AUTORIZAÇÃ O OF/Nº AUP PRAZO DE VALIDADE NOME DO PRODUTO MARCA/FABRICANTEFINALIDADE E MODO DE USO 06/ Detergente concentrado para superfície fixas LETAHCIDE PLUSIndicado para limpeza e desinfecção de pisos, paredes e superfícies em geral nas indústrias sob a égide da Inspeção Federal. 07/ Produto concentrado para limpeza e desinfecção de superfícies em geral SPAR P Índeba Indústria e Comércio Ltda. É indicado na desinfecção e limpeza simultânea de superfície de pedras, cerâmicas e outros pisos similares. 08/ Removedor de ferrugem CANDALL TMF Indeba Indústria e Comércio Ltda. Empregar na retirada de manchas em roupas utilizadas na indústria frigorífica sob a égide da Inspeção Federal.

23 PRODUTOS QUÍMICOS E BIOLÓGICOS/AUTORIZAÇÃO DE USO NOS ESTABELECIMENTOS SOB SIF AUTORIZAÇÃ O OF/Nº AUP PRAZO DE VALIDADE NOME DO PRODUTO MARCA/FABRICANTEFINALIDADE E MODO DE USO 14/ Desinfetante a base de quaternário de amônio para superfícies fixas e cobertas INDEBA GB 100 Indeba Indústria e Comércio Ltda. Empregar na desinfecção de superfícies fixas após a lavagem de equipamentos, instalações em indústria frigorífica sob a égide da Inspeção Federal. 16/ Produto amaciante de tecido SOFT´S 300 Indeba Indústria e Comércio Ltda. Empregar na processo de amaciamento, em lavagem de roupas em geral, nas indústrias frigoríficas sob a égide da Inspeção Federal. 17/ Desincrustante líquido especial para limpeza de azulejos com alto grau de sujidade AUTOCAR LA 80 Indeba Indústria e Comércio Ltda. Empregar na limpeza e desincrustamento de azulejos e superfícies, vitrificadas das indústrias frigoríficas sob a égide da Inspeção Federal 18/ Impermeabilizante autobrilhante para pisos laváveis METALIC 3 Indeba Indústria e Comércio Ltda. Empregar como impermeabilizante para acabamento de pisos laváveis em geral, da indústria frigorífica sob a égide da Inspeção Federal.

24 SANITIZAÇÃO - Remoção da carga microbiana Tipos de sanitizantes 1. Físicos 1.1. Esterilização via seca e úmida > o C  pouco utilizada Fatores de processo - Valor D: 0,2 seg para clostridium e 40 min. Para bacilus - Aw - Resistência ao calor - Permeabilidade de água: esporo não é fisicamente possível - Solutos presentes nos resíduos 1.2. Radiação ultravioleta  : 900 a 3800 Å  letal 2600 Å Lâmpadas: argônio-mercúrio e mercúrio-quartizo  6 meses

25 2. Químicos 2.1. COMPOSTOS CLORADOS: orgânicos e inorgânicos Hipocloritos: mais usados Vantagens - baratos; agem rapidamente; não afeta a dureza da água - Efetivo contra m.o.: esporos e bactérias em  concentração (B. cereus e C. perfrigens) Desvantagens - Instáveis ao armazenamento: cuidados -Irrita a pele -Corrosivo: uso inadequado e H 2 0 com  teor de cloretos e sulfetos -Odores indesejáveis -Esporos aeróbios maior resistência

26 Ação - Ação germicida: ácido hipocloroso HCLO  H + + Cl - hipoclorito - Destruição da síntese protéica; - Descarboxilação ox. Da amin. a nitrilas e aldeídos; - Reações com ac. Nucléicos, purinas e pirimidinas; Aspectos na I. A. Determinar seu princípio ativo da % de Cl residual: titulação Calcular: volume para soluções Explo: Preparar 500 L de solução clorada com 100mg/L de CRT Produto: Hipoclorito de sódio a 10%  500 mL do produto Reage com íons inorgânicos, forma cloraminas, oxida-as, diminuindo o cloro residual livre EFICIENCIA: pH 8,5

27 PREPARO DA SOLUÇÃO DE HIPOCLORITO 1 litro (L) = mL 1kg = g = mg Solução de HClO a 10% de cloro livre, equivale a: 10g de cloro livre/100mL = 100 g de cloro livre/litro = mg de cloro livre/litro Preparar 10 litros de água clorada 50 mg/L que terá: 50 mg de cloro livre/litro ÁGUA CLORADA Fórmula: [Volume da sol.NaOCl]. [cloro livre em mg/L] = [vol. água clorada]. [cloro livre em mg/L] Calcular o volume de hipoclorito para 10 litros de água clorada a 50 mg/L, valores na fórmula: [Vol. Sol.NaOCl]. [ mg/L] = [10 L]. [50 mg/L] [Vol.sol.NaOCl] = 0,005 litros = 5 mL

28 água clorada com 50 mg/L de cloro livre 5mL NaOCl a 10% de cloro livre e dilui-se para 10L de água. Resumo Água clorada (mg/L)* Hipoclorito de sódio (% de cloro livre) 5%10%15%20% 10 mg/L2,0 mL1,0 mL0,7 mL0,5 mL 20 mg/L4,0 mL2,0 mL1,3 mL1,0 mL 50 mg/L10,0 mL5,0 mL3,3 mL2,5 mL 100 mg/L20,0 mL10,0 mL6,6 mL5,0 mL 150 mg/L30,0 mL15,0 mL10,0 mL7,5 mL 200 mg/L40,0 mL20,0 mL13,3 mL10,0 mL Tabela: Preparo de solução de NaOCL a diferentes concentrações Fonte: Chitarra, 1998

29 Aplicação do Cloro na I.A.  Água de processamento: 4-8 mg/L de CDL  Limpeza em geral: mg/L  Resfriamento de Produtos enlatados esterilizados: 2-5mg/L  Sanificação: mg/L em alimentos

30 2.2. Compostos Iodados Iodeto de potássio Vantagens  Baixa solubilidade em água  Solúvel em álcool e agentes tensoativos  Eficiente a todos os m.o. e + rápido HClO em leveduras  Fácil preparo; usado  40C Desvantagens  diminui a eficiência  pH  Menos eficiente Cl esporos  Odores desagradáveis (produtos)  Não uso em Amidos Aplicação - Manipuladores - Ambiente: nebulização Ação bactericida: I 2

31 2.3. CLOROHEXIDINA - Base: solúvel em H 2 O a 20C Vantagem - Não possui cor nem odor - Não irrita a pele - Bactérias gram + e - Desvantagem -pouco efeito de molhagem - Uso combinado Aplicação  Manipuladores: restaurantes  carnes, saladas e cocção  Tratamento de salmora: superfície de queijo curados  Equipamentos e utensílios: diluição 1:3 a 20% BIGUANIDA Cloridrato de polihexametileno

32 2.4. ÁCIDO PERACÉTICO Principio Ativo de  sanitizantes - Mistura: Ac. Peracético; H 2 O 2 ; ac. Acético e estabilizante CH 3 CO.OH + H 2 O 2  CH 3 COOOH + H 2 O Vantagens  Excelente ação sanitizante  Atividade microbiana: c.vegetativas, fungos, esporos e virus  Não afetado pela dureza da água  Não corrosivo ao aço inox Desvantagens  Irritante a pele e mucusa  Baixa estabilidade (estocagem)  Incompatível com alguns metais

33 2.5. QUATERNÁRIO DE AMÔNIO -Tensoativos, Catiônicos - Baixa atividade detergente - Boa atividade germicida - Uso combinado com EDTA Vantagens  inodoro, incolor, não corrosivo e não irritante  Estáveis ao armazenamento e temperatura: longa vida útil  Boa penetração  Eficazes contra bactérias Gram-positivas e resistentes a temperatura Desvantagens  Caro  Baixa atividade em água dura  Forma espuma  Pouco efetivo contra esporos, bacteriófagos, coliformes e psicotróficos Aplicação Sanitização: ambientes, utensílios e equipamentos Concentração: mg/L; pH 9,5; 10,5 t = 10 a 15 min.

34 2.6. PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO - Oxidante - Alta concentração: esporicida Vantagens  Baixa toxidade  Baixo efeito residual Desvantagens  Corrosivo: Cu e Zn  Baixa temperatura: longo tempo de contato  Precaução no manuseio Aplicação Embalagens: 30% I. de Alimentos: 0,3%; pH 4,0 T = 80C t= 5 a 10 min

35 1. Manual 2. Imersão: utensílios e peças desmontagem, Detergentes:  e m alcalinidade – sanitizantes: cloro 3. máquinas tipo túnel: bandejas e talheres Detergentes:  alcalinidade, sanitazantes: vopor direto 4. Spray: pressões Detergentes e sanificantes: sem risco ao manipulador 5. Nebulização ou atomização: Detergentes e sanificantes: sem risco ao manipulador 6. Circulação CIP: clean in place  automático e permanente MÉTODOS DE HIGIENIZAÇÃO

36 SUPERFÍCIES NA INDUSTRIA DE ALIMENTOS SUPERFÍCIECARACTERÍTICAS MadeiraInadmissível Aço carbono: galv/estanhDetergentes neutros EstanhoNão usado na I.A ConcretoResistentes a ácido VidroDetergente neutro/média alcalinidade TintaApropriada a I.A BorrachaÁgua T<70C Aço InoxidávelDiversos

37 ÁGUA DE HIGIENIZAÇÃO Classificação da água quanto a dureza expressa em relação ao teor de carbonato de cálcio (CaCO 3 ) ÁguaCaCO3 (mg/L) Mole0-60 Moderadamente dura Dura Muito dura>180

38 Características físico, químicas e microbiológicas ideais para a água a ser utilizada em agroindústria de alimentos e valores máximos permitidos (VPM) na água para consumo humano. Cloro residual 0,1-1,0 mg.L -1 (4) 0,5 – 2,0 mg.L -1 Coliformes termoresistentes Ausência em 100 mL (4) Ausência em 100 mL Coliformes totais Ausência em 100 mL (4) Ausência em 100 mL Cloretos < 250 mg.L mg.L -1 Acidez Ausente - Alcalinidade mg.L -1 pH 6,5-8,5 6 – 9,5

39 Microorganismo contaminantes pela água E. Colli, Salmonella sp, Vibrio colerae, Shigella sp, Giardia lambia, virus da hepatite, outros

40 PROCEDIMENTOS PARA MINIMIZAR CONTAMINAÇÃO

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43 PROCEDIMENTO PADRÃO DE HIGIENIZAÇÃO (POP) Programa de higienização de frutas PÓS-COLHEITA

44 VegetaisContaminates Manga, melão e mamãoSalmonella SSP Pimenta do reinoSalmonella SSP Hortaliças cruasParasitos CacauAflotoxina Fonte: Marta H. Fillet Spotto

45 Pré-lavagem opcional

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47 Folhosos Remoção de resíduosseparação Pré-lavagem: água fria Lavagem: água fria Sanitização: NaOCl ppm/15 a 20’ Remoção da água Embalagem Armazenamento

48 Legumes descascados Remoção de resíduosseleção Pré-lavagem: água corrente Lavagem: água fria Sanitização: NaOCl 100 ppm/15’ pH 6,0-6,5 T=15C Remoção da água Embalagem Armazenamento Descasque Corte: higienizados e sanitizados

49 Cenoura em conserva Remoção de resíduosseleção Pré-lavagem: água corrente Lavagem: água fria Sanitização: NaOCl 100 ppm/15’ pH 6,0-6,5 T=15C Salmoura T. térmico Armazenamento Descasque Corte Ac.acéticoSal e condimentos conservante Resfriamento

50 Matéria Prima/Avaliação Microbiológica Deve atender RDC n o 12/2001/Anvisa/MS Hortaliças frescas “in natura” preparadas (descascadas ou selecionadas) sanificadas, refrigeradas ou congeladas para consumo direto, com exceção de cogumelos Amostra Amostra representativa Indicativa n c m M Coliformes a 45 0 C/g Salmonela ssp/25g aus 5 0 aus -

51 HIGIENIZAÇÃO NO PROCESSAMENTO DE PALMITO

52 Processamento de palmito

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57 Formulação para 100 litros de salmoura de espera •5 kg de sal de cozinha •1 kg de ácido cítrico •96 litros de água Formulação para 100 litros de salmoura ácida: •3 kg de sal de cozinha •860 g de ácido cítrico (podendo variar ± 150g, dependendo da acidez inicial do palmito ao natural) •96,3 litros de água

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59 Exaustão em banho maria

60 Exaustão em túnel a vapor. Entrada do túnel (foto acima) e saída do túnel (Foto abaixo).

61 possível no controle de qualidade do produto. Esterilização

62 Controle de qualidade de palmito DEFEITOS - Alteração do pH: salmoura - Estufamento: microrganismos - Escurecimento: processamento

63 HIGIENIZAÇÃO DE MANIPULADORES

64 MANIPULADORES a) higiene e asseio corporal b) normas de hábitos de higiene c)higienização de mãos; d) uso de luvas, máscaras e uniformes. e)exames laboratoriais/recrutamento

65 Manipuladores Quando higienizar as mãos com procedimento duplo i) sempre que houver troca de função, ii)após o uso de sanitários, iii) após executar limpeza de sanitários e locais infectados iv) ao entrar na área de processamento. Apenas a segunda fase, sem escovas, pode ser adotado nas outras

66 Higienização correta das mãos

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68 Manipuladores/Higienização das mãos/POP 1.acionar o pedal para liberar a água que deve correr de preferência a 7,5 litros por minuto, a temperatura de cerca 25°C 2.colocar as mãos, o antebraço e a escova sob o fluxo de água para molhar generosamente a superfície 3.aplicar a quantidade de meia a uma colher de chá (2,5 a 5 ml) do detergente apropriado para mãos na escova 4.esfregar e ensaboar a superfície das mãos com as cerdas da escova sob o fluxo de água (tempo 15seg) 5.Enxaguar : mãos e escova 6.aplicar meia colher de chá (2,5 mL) de detergente na palma mãos 7.Enxaguar 8.aplicar a solução sanitizante 9.secar as mãos e os braços com papel toalha

69 Manipuladores/Teste Swab a) a remoção dos microrganismos das mãos por meio de contato, rinsagem e fricção. b) recuperados em meios de cultura e em condições de incubação apropriadas. O resultado é geralmente expresso em UFC/mão < 10 4 UFC/mão de mesóflios aeróbios < 10 2 UFC/mão de Staphylococcus aureus < 10 2 UFC/mão de Escherichia coli

70 HIGIENIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E UTENSÍLIOS

71 DESMONTAR EQUIPAMENTO RETIRAR RESÍDUO LIMPAR INTERNA E EXTERNAMENTE Uso de esponja com detergente ENXAGUE SANITIZANTE

72 Técnica do swab < 5,0x10 1 UFC/cm 2 de mesófilos aeróbios

73 Ambientes de processamento Tetos Paredes Pisos Canaletas Grades parede teto

74 LAVAGEM: água clorada T=ambiente Detergente RETIRAR RESÍDUO ENXAGUE SANITIZANTE SECAR NATURALMENTE

75 POP Higienização de piso: sala de processamento de folhosos Pré-limpezaEnxágüeLimpezaEnxágüeSanitização SoluçãoRemoção de resíduos Água corrente Detergente neutro Água corrente NaOCl 200ppm TemperaturaAmbiente40C ambiente Tempo--30 min-15 min FreqüênciaA cada 4 hs de produção Responsável

76 Indústria de Processamento de Alimentos Conhecer os fundamentos tecnológicos comprovadamente eficientes da higiene da matéria-prima, (incluindo a água), das superfícies de processamento e dos ambientes de processamento

77 OBRIGADA


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