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INDISSOCIABILIDADE EXTENSÃO, ENSINO E PESQUISA Liliane Carvalho Representante da Coordenação Setorial de Extensão do CE.

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1 INDISSOCIABILIDADE EXTENSÃO, ENSINO E PESQUISA Liliane Carvalho Representante da Coordenação Setorial de Extensão do CE

2 Indissociabilidade  Critério institucional;  Possibilita uma prática docente acompanhada de reflexões a respeito de quais conhecimentos e práticas pedagógicas são necessárias para a construção de um projeto concreto de universidade e de sociedade.

3 Fórum Nacional de Pró-Reitores de Extensão de Instituições Públicas Superiores brasileiras  Extensão Universitária é definida a partir da partir do princípio da sua indissociabilidade com o ensino e a pesquisa como sendo “processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político que promove a interação transformadora entre Universidade e outros setores da sociedade” (FÓRUM, 2013, p. 42).

4 Amparo legal  Artigo 207 da Constituição Brasileira dispõe que as universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial e obedecerão ao princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão (BRASIL, 1988);  A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96 (BRASIL, 1996) por um lado, reitera essa perspectiva da constituição, reafirmando a extensão como uma das missões das Universidades.  Por outro lado, ao possibilitar a implementação de instituições ligadas apenas ao ensino, a LDB contribui para que elas se sintam desobrigadas a cumprirem esse preceito constitucional (MAZZILLI, 2004).

5 Santos (2014)  É a dimensão extensionista da Universidade que terá um papel fundamental no enfrentamento dos novos ordenamentos econômicos mundiais, por tal razão esta instituição precisa atribuir uma nova centralidade às atividades de extensão.  É exigido da universidade uma participação ativa na “construção da coesão social, no aprofundamento da democracia, na luta contra a exclusão social e a degradação ambiental, na defesa da diversidade cultural” (p. 175).

6  A Extensão, portanto, representa uma das dimensões fundantes da universidade sendo a principal responsável pela oxigenação das dimensões do Ensino e da Pesquisa.

7  Como poderíamos conceber a extensão dentro dessa relação indissociável com o ensino e a pesquisa?

8 Resolução 09/2007 do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE/UFPE).  Dispõe sobre as atividades de extensão, delimitando-a em seu artigo 1º como atividade acadêmica articulada com o ensino e a pesquisa, que busca promover a relação transformadora e integradora entre a Universidade e a Sociedade.

9 Tipos de ações de extensão na UFPE AÇÕESCARACTERÍSTICASEXECUÇÃO ProgramasConjunto de projetosMédio e longo prazo. ProjetosConjunto de ações processuais, contínuas e de caráter educativo Prazo definido. CursosConjuntos articulados de ações pedagógicas, de caráter teórico e/ou prático, podendo ser presencial e/ou à distância. Carga horária definida; mínima de 20 horas. EventosAções de interesse acadêmico, que objetivem o desenvolvimento, a ampliação e a divulgação de conhecimentos produzidos ou reconhecidos pela UFPE. Carga horária mínima de 8 horas. ServiçosAtividades de interesse acadêmico que compreendam a execução ou a participação em tarefas profissionais fundamentadas em técnicas e habilidades das áreas específicas de conhecimento da universidade. Permanente ou eventual PublicaçõesSocialização das ações de extensão

10 Formas de registro  Sigproj;  Editais específicos (fluxo contínuo e com prazos delimitados).

11 Ações de extensão no CE em 2013 Tipos de açãoFrequência Programas6 Projetos27 Cursos10 Eventos15 Prestação de serviços0 Publicação (registro)11 Total de ações69

12 “Extensão e educação: experiências formadoras, socializantes e inclusivas”

13 Desafios  Embora a indissociabilidade seja um princípio básico e uma das missões da UFPE, as ações de extensão, muitas vezes não possuem a mesma visibilidade nem valorização que as dimensões do ensino e da pesquisa.  Pontuação para progressão;  Critério para diminuição de turmas para o docente no CE.

14 Protagonismo do aluno?  Cabe aos docentes e/ou profissionais técnico- administrativos a proposição e coordenação de atividades extensionistas da UFPE. Nesse sentido, a participação dos discentes é viabilizada por esses proponentes.  Nos projetos de extensão, por exemplo, os estudantes podem ser contemplados com bolsas de extensão, mediante submissão da proposta a processo de seleção regulamentado por edital específico;  Essa forma de participação dos alunos é suficiente para contribuir para o protagonismo?  Situação concreta: os cursos Pré-Acadêmicos.

15 Obrigada!


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