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Comportamento Organizacional. Professor Douglas Pereira da Silva 1DPS Comp. A1 2014.

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Apresentação em tema: "Comportamento Organizacional. Professor Douglas Pereira da Silva 1DPS Comp. A1 2014."— Transcrição da apresentação:

1 Comportamento Organizacional. Professor Douglas Pereira da Silva 1DPS Comp. A1 2014

2 Hexagrama Comportamento Organizacional e Comunicação. Educação e Conhecimento Útil Alfred North Whitehead Maiêutica Sócrates Inteligência Emocional Daniel Goleman Inteligências Multíplas Howard Gardner Educação Crítica Paulo Freire Aprendizagem Organizacional Peter Senge 2DPS Comp. A

3 A Educação e a Utilização do Conhecimento “ Só existe uma única disciplina para a educação e esta é a vida em todas as suas manifestações.” todas as disciplinas que vemos em um currículo universitário – não importa o curso, seja ele Administração, Direito, Medicina, Sociologia. Etc.- só têm uma finalidade: contribuir para que, pelos novos conhecimentos, possamos ter uma vida crescentemente melhor. “As idéias teóricas devem sempre encontrar importantes aplicações nos currículos dos alunos.” 3DPS Comp. A

4 Inteligências Múltiplas. A teoria das inteligências múltiplas, de Gardner, baseia-se em três proposições básicas, aparentemente óbvias. A primeira reza que “as pessoas não são iguais”. Elas não possuem os mesmos tipos de mentes. Portanto, elas são necessariamente diferentes. A segunda é uma decorrência da anterior: um processo educacional funciona com a maior eficácia se tais diferenças são levadas em consideração e não negadas ou simplesmente ignoradas. A terceira diz que, no nível teórico, não é possível tratar todas as pessoas baseado numa dimensão única de inteligência. 4DPS Comp. A

5 Continuação Aula 01 Figura 1.2 Inteligências Múltiplas Inteligências Múltiplas Espacial Navegador Escultor Arquiteto Interpessoal Conselheiro Político Vendedor Musical Músico Compositor Disc-Jóquei Lingüística Jornalista Professor Advogado Lingüística Jornalista Professor Advogado Corporal/ Cinestésica Bombeiro Atleta Ator Lógico/Mate mática Engenheiro Programador contador Intrapessoal Pesquisador Romancista Entrepreneur 5DPS Comp. A

6 Pedagogia Revolucionária O conceito de aprendizagem de Freire é o da conscientização ou consciência crítica. Ele rejeita os métodos tradicionais de educação, porque, de seu ponto de vista, não passam de processos de domesticação, capazes de transformar indivíduos potencialmente brilhantes em monótonos burocratas. Para Freire, toda atividade educacional deve ser baseada na reflexão crítica sobre o homem e na análise de suas condições culturais. 6DPS Comp. A

7 Organizações de Aprendizagem. Peter Senge, dos autores mais recentes, foi quem melhor definiu o conceito de organização de aprendizagem, ou, melhor dizendo, de organizações que aprendem (learning organization), bem como estabeleceu seus componentes. Uma organização de aprendizagem é composta por um grupo de pessoas que procuram, em bases contínuas, aprimorar sua capacidade de criar seu próprio futuro. Nessa definição, a palavra aprendizagem transcende, em muito, o tradicional “incorporar” informações. De certa forma implica mudar indivíduos para que eles se tornem capazes de realizar aquilo que eles pensam realizar. 7Comp Org 2014 DPS 16

8 Peter Senge propõe cinco componentes como integrantes da organização de aprendizagem. O primeiro é o que ele chama de domínio pessoal. É através dele que aprendemos a explicitar e aprofundar nossos objetivos pessoais, a concentrar nossas energias, a buscar o foco de nossas ações e aprender a cultivar a paciência, tão necessária à obtenção dos resultados desejados. O segundo componente diz respeito aos modelos mentais. A gerência deve estar muito atenta às formas de pensamento correntes na organização. Elas tanto podem ser facilitadores da ação organizacional, se forem compatíveis com valores positivos de crescimento, desenvolvimento, de abertura de crédito no futuro, como também podem ser bloqueadoras da caminhada organizacional. 8Comp Org 2014 DPS 16

9 O terceiro componente é a visão compartilhada, que pressupõe clareza de visão dos membros individuais da organização. Esta visão compartilhada só existe quando a tarefa que decorre da visão não é mais é vista pelos membros do grupo como algo separado de sua própria individualidade. O quarto componente é a aprendizagem em grupo, que envolve duas práticas básicas: o diálogo e a discussão. A primeira delas tem um propósito meramente exploratório, já a segunda procura estreitar os elementos do diálogo, com a finalidade de buscar melhor alternativa dentre os elementos identificados. O quinto e último componente de uma organização é o pensamento sistêmico. Trata-se de compreender a organização como um sistema aberto, formada de múltiplos subsistemas em interação com conexões múltiplas, variadas e complexas. 9Comp Org 2014 DPS 16/17

10 INTELIGÊNCIA EMOCIONAL O Inteligência Emocional, de Daniel Goleman, possivelmente se trata de um daqueles livros que deveria fazer parte de qualquer lista “dez dos mais’, por sua importância para o equacionamento dos problemas que hoje enfrentamos em nossa sociedade, especialmente no que diz respeito ao comportamento humano e à melhor forma de educar os jovens. De certa forma, ele comunga das idéias de Howard Gardner, o propositor das “ inteligências múltiplas”, quando diz que o tipo de inteligência medido pelo QI (quociente de inteligência) é algo muito estreito e pobre, pois é considerado um “dado” genético que não pode ser alterado pela experiência de vida e que nosso destino na vida é, em grande parte, fixado pelos parâmetros estabelecidos pelo QI. 10Comp Org 2014 DPS 17

11 A finalidade da jornada empreendida por Goleman é trazer inteligência para a emoção. Seu modelo do que significa ser inteligente coloca a emoção no centro das atitudes necessárias para a aprendizagem do bem-viver. Alguns pontos principais: a) Emoções fora de controle impedem o bom funcionamento do intelecto. Entretanto, não se trata de suprimir as emoções, mas sim de buscar um equilíbrio. b) Quando estamos dominados por emoções extremas, a aprendizagem se torna inviável, sem falar que o sabor do bem- viver se esvai. 11Comp Org 2014 DPS 18

12 Conceito, Natureza e Abordagens à Aprendizagem: A visão dos Autores a) A aprendizagem como um processo. A aprendizagem não pode ser considerada como um produto final,um resultado, uma solução enlatada ou pré-fabricada para um problema específico. A aprendizagem é um processo, um movimento contínuo e dinâmico no qual o aprendiz enfrenta a realidade de maneira crítica. Assim sendo, a aprendizagem é o próprio movimento em direção a um objetivo específico – seja ele pessoal, organizacional, ou social – durante o qual são geradas novas formas de se perceber a realidade e lidar com ela. 12Comp Org 2014 DPS 20

13 b) A aquisição do conhecimento prática e experiência crítica. O conhecimento se dá a partir da evolução conjunta da prática e da teoria. c) O uso do conhecimento. A educação só tem sentido quando serve para atingir o objetivo de vida do indivíduo, qualquer que seja ele. d) O efeito da aprendizagem – uma modificação relativamente permanente no comportamento 13Comp Org 2014 DPS

14 Ponto de Partida: da Visão Sistêmica SISTEMA: CONCEITO E HIERARQUIZAÇÃO O crescimento e o aprofundamento do conhecimento humano conduziram, através do tempo, a uma maior especialização. Era como que uma necessidade ou, mais do que isso, uma inevitabilidade, na medida em que se tornou praticamente impossível, para uma única pessoa, incorporar as informações e o desenvolvimento maciço dos vários ramos do conhecimento Aula 3 Dps

15 As especialidades não são independentes umas das outras. Na realidade, elas são criações do nosso espírito. A nossa mente,com finalidade de compreender a realidade, que é complexa,lança mão do recurso de classificação segundo as chamadas especialidades. Assim, os problemas que existem no mundo são antes de mais nada problemas humanos, porque existem na medida em que o homem os sente. E o homem, ao se defrontar com uma situação problemática, desejando melhor compreendê-la para poder solucioná-la, classifica- a,isto é, encara-a sob vários aspectos: educacional, social, econômico, militar, médico, científico, tecnológico, etc. Esta análise de um problema, isto é, esta decomposição de um todo em partes, facilita a definição dos passos necessários para sua solução. No entanto, torna-se necessária a síntese, a integração das soluções parciais em uma solução global do problema em foco Aula 3 Dps

16 Componentes e características de um sistema Todo e qualquer sistema aberto apresenta os seguintes elementos ou componentes: 1. Insumos (entradas, inputs) Constituem a energia importada para o funcionamento do sistema: recursos materiais, humanos, financeiros e tecnológicos. 2. Processamento (throughput) A organização, internamente, deverá ter um certo tipo de estruturação ou “arrumação” que lhe permita transformar os insumos recebidos em algo desejável e esperado. 3. Exsumos (produto, output) Os insumos, após serem processados, serão transformados em um produto ou exsumo, que será colocado no meio ambiente. 4. Entropia É a tendência que têm os organismos, quaisquer que sejam, no sentido da desagregação. Os sistemas físicos, fechados, estão sujeitos à força da entropia, que aumenta até que, em determinado momento, o sistema inteiro pare Aula 3 Dps

17 5. Homeostase É o oposto da entropia. No organismo humano, o processo homeostático faz-se presente, automaticamente, sempre que há um distúrbio no sistema. Assim, sempre que um fator de perturbação (doença) atinge o sistema, o organismo tende a gerar anticorpos, de forma a reequilibrar o sistema. Nas organizações, entretanto, o processo homeostático não apresenta o mesmo caráter: ele não é automático. É preciso que a organização crie dispositivos corretivos para o reequilíbrio. Isso significa que é necessária uma ação direta e consciente de parte dos executivos sempre que algo não está de acordo com o previsto. 38/39 17Aula 3 Dps

18 6. Retroalimentação (realimentação, feedback) É a capacidade de o sistema reajustar sua conduta em função do desempenho já ocorrido. 7. Decomposição do sistema em subsistema Os elementos constituintes de determinado sistema podem considerar-se como subsistemas, cujos elementos, por sua vez, podem ser subsistemas de ordem inferior. Assim, a empresa considerada como sistema é composta de vários subsistemas – os departamentos -, que por sua vez são compostos de outros subsistemas – as seções – e assim por diante 39 18Aula 3 Dps

19 Modelo Pestlee Tecnológica LegalSocial Organização Ética Política Ecológica Econômica 19DPS. Com e COMP ORG

20 Mudança Se há uma palavra-chave que possa caracterizar a época que atravessamos, esta é mudança. Mudança sob todos os aspectos possíveis e imagináveis: de caráter social, político e econômico. O que talvez mais nos choque é o fato de que tais mudanças não são apenas alterações dos procedimentos tradicionais, mas se caracterizam pela profundidade e radicalidade com que se processam. Nosso esforço de análise e de “aposta” em relação ao futuro irá se concentrar em áreas específicas, que caracterizam o que chamamos de o novo contexto, onde encontramos sementes das mudanças significativas que irão se materializar integralmente nos próximos 10 ou 20 anos, mas que já estão em andamento e exercem impacto significativo, tanto na vida das organizações quanto na dos indivíduos, nos dias de hoje. 20DPS. Com e COMP ORG

21 Modelo PESTLEE: vantagens e desvantagens Vantagens Desvantagens A análise faz com que levemos em consideração os fatores externos que têm impacto sobre a organização. O modelo proposto estabelece uma estrutura para ordenar um conjunto de fatores extremamente complexos. A análise de fatores externos à organização pode gerar uma lista quase infinita de fatores e nem todos serão significativos. É muito difícil “acontecimentos-chaves”, tais como guerras, atentados terroristas, que podem alterar radicalmente a postura de uma organização. Esta análise é time- consuming, isto é, demanda tempo. O tempo gasto na coleta e no processamento das informações pode impedir que decisões urgentes sejam tomadas. 21DPS. Com e COMP ORG

22 As mudanças rápidas do ambiente têm feito com que venhamos a nos defrontar a cada passo com a incerteza. Daí a necessidade de desenvolvermos sistemas cada vez mais aperfeiçoados. Muitos ainda criticam a necessidade de planejar, pois “se o ambiente é tão dinâmico, não há porque planejar”. A verdade é que justamente por não dispormos de condições para prever o futuro é que necessitamos de sistemas aperfeiçoados de planejamento, que nos permitam decidir hoje, calcados em pressupostos futuros, estabelecendo paralelamente mecanismos contínuos de correção em função das discrepâncias verificadas entre o planejado e o real. 22DPS. Com e COMP ORG

23 Globalização e o processo de mudança Processo de mudança e adaptação organizacional envolvendo: Maiores perigos Maior competição Maior velocidade Maiores oportunidades Novos mercados Menor número de barreiras Redução em número e importância da classe trabalhadora. Aumento da participação feminina na força de trabalho. Declínio da manufatura e aumento dos serviços. Aumento em número e importância dos trabalhadores do conhecimento. Aumento da tecnologia de informação sofisticada. Aumento da demanda de habilidades cognitivas. Novas estruturas, organizações virtuais, networks e alianças. Fusões, aquisições, consolidação. Mudanças na cultura das organizações. Concepções de estruturas organizacionais “rápidas”, achadas e flexíveis. 23DPS. Com e COMP ORG

24 O que de fato vem a distinguir as organizações inovadoras das tradicionais é o maior grau de compreensão e aceitação de seu relacionamento com o ambiente, com a conseqüente assunção do seu papel de sistema aberto. Num ambiente estático era possível que as empresas subsistissem sem grandes alterações, quando muito melhorando um pouco aquilo que já tradicionalmente faziam. Era possível que os filhos substituíssem os pais na direção das empresas familiares e continuassem agindo da mesma forma, imprimindo o mesmo ritmo, sem cogitar de realizarem alterações mais significativas. 24DPS. Com e COMP ORG

25 O que de fato vem a distinguir as organizações inovadoras das tradicionais é o maior grau de compreensão e aceitação de seu relacionamento com o ambiente. A orientação predominante no quadro da estática ambiental era no sentido de enfatizar os meios, em detrimento da clientela ou do mercado. 25DPS. Com e COMP ORG


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