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Pequenas e Médias Empresas Explorando o maior potencial de crédito do Brasil Olavo Borges.

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Apresentação em tema: "Pequenas e Médias Empresas Explorando o maior potencial de crédito do Brasil Olavo Borges."— Transcrição da apresentação:

1 Pequenas e Médias Empresas Explorando o maior potencial de crédito do Brasil Olavo Borges

2  Perfil das Pequenas e Médias Empresas  Quem são  Quantas são  Onde estão  Que atividade desenvolvem  Vulnerabilidade em um ambiente de incertezas  Como realizar bons negócios com as Pequenas e Médias – best pratices mundiais  Avaliação do perfil de risco de crédito  Principais características dos modelos de avaliação do risco de crédito  Tomando decisões de crédito com base no perfil de risco do cliente

3 Pequenas e Médias Empresas PERFIL

4 em:

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6 Indústria e Construção Civil Comércio e Serviços a a 49 Micro Pequena SEBRAE Simples Até R$ 720 mil Receita Bruta LEGISLAÇÃO FISCAL Lucro Presumido Até R$ 48 milhões Micro até R$ 1,2 milhões Receita Bruta BNDES Pequena de R$ 1,2 a R$ 10,5 Média de R$ 10,5 a R$ 60,0 Grande > R$ 60 milhões SERASA ATIVO ATIVO FATURAMENTO LÍQUIDO > > Small Small + M e M+ Corporate Small + M e M+ Corporate M e M+ Corporate ( R$ mil ) ( funcs )

7 Micro Pequena Média Grande  Não se distingue a PF da PJ  Sócios administram a empresa sozinhos  Quase não há registros contábeis  Empresas com Ativo e Faturamento até R$ 1,2 milhão (classificação SERASA)  Já se distingue a PF da PJ  Sócios administram a empresa sozinhos  Relatórios gerenciais quase não existem  Empresas com Ativo ou Faturamento de R$ 1,2 milhão a R$ 4,0 milhões (classificação SERASA)  Sócios não conseguem administrar a empresa sozinhos  Há necessidade de se contratar executivos para ajudar na gestão da empresa  Relatórios gerenciais se tornam fundamentais  Empresas com Ativo ou Faturamento de R$ 4,0 milhões a R$ 50,0 milhões (classificação SERASA)  Sócios não conseguem administrar a empresa sozinhos  Há necessidade de se contratar executivos para ajudar na gestão da empresa  Relatórios gerenciais se tornam AINDA mais importantes  Empresas com Ativo ou Faturamento maior que R$ 50,0 milhões (classificação SERASA)

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10 Obs.: critério de porte SERASA Fonte: SERASA

11 Obs.: critério de porte SERASA Fonte: SERASA

12 Obs.: critério de porte SERASA Fonte: SERASA

13 A N O de constituição A N O de constituição APÓS 2 ANOS DE CONSTITUIÇÃO 49,4 % 50,6 % 100 % ,0 % 78,0 % 100 % Encerradas Ativas Total Pesquisa aponta dois fatores principais: a)Melhora do ambiente econômico b)Qualidade dos empresários Qualidade do empresário: a)39% dos que encerraram uma empresa, abriram outra (14% em 2002) b)51% eram empregados de empresa privada (34% em 2002) c)43% abriram a empresa motivados por “identificar uma oportunidade no mercado” (15% em 2002) Mudança de mentalidade do empresariado Áreas de conhecimento consideradas importantes para sucesso da empresa  Planejamento24%71%  Organização17%54%  Marketing e Propaganda7%47%  Vendas10%45%  Análise Financeira7%36%  Relacionamento humano3%38% Taxa de sobrevivência (78%) coloca o Brasil entre melhores do mundo. Exemplo:  Austrália87,6%  Inglaterra81,9%  Brasil78,0%  Cingapura75,0%  EUA74,0%  Portugal72,6%

14 Fonte: SERASA

15 Pequenas e Médias Empresas METODOLOGIA DE CLASSIFICAÇÃO DO RISCO

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17 RECOMENDADO PARA  Pessoas Jurídicas  Pequena quantidade de clientes  Operações de alto valor RECOMENDADOS PARA  Pessoas Físicas  Pessoas Jurídicas  Grande quantidade de clientes  Operações de baixo valor Micro Pequena Média Grande

18 Classes de riscode 0% a 100% Inadimplência Insolvência 6 meses 12 meses

19 Para cada classe de risco há uma faixa de probabilidade associada a ela, e cada faixa de probabilidade, possui um ponto médio... Que reflete a probabilidade de algum desses eventos ocorrerem em um intervalo de 6/12 meses

20 tempo FALÊNCIA / RECUP. JUDICIAL INSOLVÊNCIA EVENTO GRAVE INADIMPLÊNCIA Cliente que incorreu em evento considerado GRAVE para seu porte Cliente que AINDA NÃO incorreu em evento considerado GRAVE para seu PORTE Eventos considerados fortes indícios que se tornará INSOLVENTE DEFAULT NÃO DEFAULT Qual a probabilidade de incorrer em um evento de Default? Quanto distante o cliente está do ponto de inadimplência grave ?

21  Em função do PORTE, há diferentes conceitos de “default”  Portanto, há necessidade de se desenvolver um modelo de classificação de risco para cada um.  E, se houver também uma segmentação dos modelos por setor de atividade, melhora muito a qualidade do modelo

22 Identificação  Razão Social  CNPJ  Nome Fantasia  Grupo  Endereço  Data Constituição   Pessoa de contato  Telefones  Empresas do grupo  Nome  CNPJ  Quadro societário  Ramo de Atividade Informações negativas  Da empresa  Sócios  Empresas ligadas Atividade  Ramo  Filiais  Funcionários  Importação MP  Exportação PA  Fornecedores  Clientes  Produtos  Marcas  Programas de Qualidade Quadro Societário e Adm.  Capital Social  Sócios  % de participação  Data de entrada  Administrador  Cargo  Data de entrada  Currículo Outras informações  Referencias  Seguros  Consultas  Hábitos de pagamento  Patrimônio  Faturamento Presumido  Alerta em Negócios  Contumácia em sustação de cheques

23  Idade  Endereço - UF  Ramo de Atividade  Dados Negativos  Comportamento  Dados dos sócios  Dados de ligadas É preciso verificar o perfil de cada variável em cada grupo Quanto maior a diferença de perfil, maior o peso da variável Idade

24  (  ) =  0 +  1.  1 +  2.  2 +  3.  .   (  ) =  0,01% a 99,99  Um modelo para cada tipo de tomador de crédito ( Combinação de todas as variáveis que apresentaram perfis diferentes entre os dois grupos )

25 É preciso estruturar um processo eficaz de gestão de gestão do risco de crédito

26 DECISÃO  Sim / Não  Valor (limite)  Prazo (de validade da análise)  Taxa  Garantias DECISÃO  Sim / Não  Valor (limite)  Prazo (de validade da análise)  Taxa  Garantias Aprovado Recusado Resolvido em alçada superior Resolvido no Comitê CONSIDERANDO:  Produto  Perfil de Risco  Porte  Necessidade CONSIDERANDO:  Produto  Perfil de Risco  Porte  Necessidade

27 PROCEDIMENTOS DE ACOMPANHAMENTO E REVISÃO QUEM REVISAR  Toda a carteira de clientes  Prazo de validade da análise indica periodicidade de revisão QUEM REVISAR  Toda a carteira de clientes  Prazo de validade da análise indica periodicidade de revisão O QUE REVISAR  Em situação de piora  Em situação de melhora O QUE REVISAR  Em situação de piora  Em situação de melhora O QUE ACOMPANHAR  Deterioração do Risco  Eventos da Natureza  Ambiente econômico O QUE ACOMPANHAR  Deterioração do Risco  Eventos da Natureza  Ambiente econômico

28  Produto  Unidade de Negócios  Região  Cadeia de Produção  Produto  Unidade de Negócios  Região  Cadeia de Produção CONCENTRAÇÃO DE RISCO POR  Canal de venda  Tipo de tomador de crédito: PF ou PJ  Porte  Setor de Atividade  Canal de venda  Tipo de tomador de crédito: PF ou PJ  Porte  Setor de Atividade

29 AVALIAÇÃO DO CONTEXTO  Erro de processo  Atraso  Evento pontual  Cliente problemático AÇÕES  Telefone  Carta  Negativação  Acordo / Renegociação  Ação Judicial  Requerimento de Falência POLÍTICA DE COBRANÇA  Problema momentâneo de caixa  Sinais de deterioração financeira

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31 COLETA DE DADOS AVALIAÇÃO DO RISCO DECISÃO DO CRÉDITOACOMPANHAMENTO E REVISÃO GESTÃO DA CARTEIRA COBRANÇA E RECUPERAÇÃO Dessa forma, a empresa terá uma Política de Crédito:  Alinhada com suas diretrizes estratégicas  Com a melhores práticas mundiais de gestão do risco de crédito  Envolvendo todas as etapas do processo de crédito

32 Olavo Borges (11) 9488 – 3012 (11) 2589 – 3692 Consultoria e Treinamento em Crédito Obrigado !


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