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Um recurso oculto nas estratégias de comunicação das ONGs e movimentos sociais? Thomas Tufte Universidade de Roskilde, Dinamarca.

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Apresentação em tema: "Um recurso oculto nas estratégias de comunicação das ONGs e movimentos sociais? Thomas Tufte Universidade de Roskilde, Dinamarca."— Transcrição da apresentação:

1 um recurso oculto nas estratégias de comunicação das ONGs e movimentos sociais? Thomas Tufte Universidade de Roskilde, Dinamarca

2 Movimentos sociais, mídia digital e trajetórias de mobilização Comunicação para a mudança social em uma encruzilhada ‘Trabalho de memória’ (memory work) – 3 perspectivas analíticas Conclusão: En busqueda dum quadro mais abrangente em comunicação para a mudança social

3 comemoradas na esfera pública, como insurreições provenientes de experiências de exclusão imediatas o discurso e a memória públicos já construídos em torno destas insurreições recentes enfatizaram explicações de curto prazo e superficiais

4 longas lutas por justiça reivindicar uma voz e um espaço uma ação cívica e coletiva reivindicações dos cidadãos para conseguir um papel no desenvolvimento da sua sociedade

5 um denominador comum: o apelo para um processo de desenvolvimento mais inclusivo reivindicações históricas carregam consigo o legado de exclusão mas, muitas vezes também histórias e memórias de agência, participação e resistência

6 A mascara de Guy Fawkes ( )

7 O papel crucial da mídia e da comunicação, envolvidas em processos de mudança social Não está, ironicamente, vinculado ao campo da comunicação para o desenvolvimento e mudança social nas organizaçoes Espaços verticais para participação Lógica sistemica: USAID, DFID, ONGs, agências das Nações Unidas.

8 Participação como processos sociais estreitamente vinculados a ciclos de programas e de projetos e a lógica subjacente que informa sua inércia organizacional Processos participativos dirigidos por cidadãos

9 Sem estruturas organizacionais claras, sem qualidade de membro fixada, sem estratégia de comunicação explícita no papel Redes segmentadas, policêntricas, integradas’: tipo SPIN (Gerlach e Hines 1968) Otros teoricos: Lance Bennet (2003), Anastasia Kavada (2011)

10 Abismo entre os espaços convidados e promovidos pelo sistema para a comunicação e a participação, e os espaços bottom-up, informais e não-institucionalizados America Latina: uma história e experiência de resistência, contrastando ao legado histórico de iniciativas controladas pelo governo

11 ‘A natureza perversa da confluência entre os projetos participativos e neoliberais reside no fato de que ambos não somente requerem uma sociedade civil vibrante e pró-ativa, mas compartilham também noções centrais, tais como cidadania, participação e sociedade civil, embora usadas com sentidos muito diferentes’ (E. Dagnino, 2011: 419).

12 Avaliar criticamente a prática comunicativa dos movimentos sociais e da sociedade civil. O trabalho de memória pode servir como uma perspective analítica

13 Ao trazer à luz as histórias, trajetórias e experiências que são lembradas e usadas do passado, estrategistas de comunicação poderão trabalhar de maneira mais pró-ativa e consciente com memoria nas suas estratégias para a mudança Pode se abrir para um ‘diálogo com a sociedade’ Memória como um recurso e um valor, para o trabalho estratégico de comunicar para uma mudança socia

14 memórias compartilhadas coletivamente memória pública se dá a través dos meios pelos quais divulgamos estas a construção de memória pública permanece um campo contestado onde ocorrem luta e negociação...

15 memórias da injustiça (Thomas Olesen, 2013) As memórias de injustiça existem no mundo real, em relações, como normas e valores. Como tais, elas são intangíveis.... elementos de uma cultura política.

16 F otografias – iconicidade Arte e cultura popular Lugares

17 O genocídio de Ruanda em 1994 Apartheid na África do Sul As lutas de memória muito raramente estavam encerradas. Permanecem abertas em arenas constantes de concorrência e negociação ferozes … O que está lembrado e o que não?

18 Achille Mbembe: como a África do Sul pode lembrar sem cair na vingança violenta, no aprisionamento no passado? Desafio: traduzir a memória em um discurso que é elaborável e factível para o presente e o futuro, e que evita incentivar um novo conflito

19 ONG Sulafrica desde 1992 Usa edu-entretenimento (comecar no minuto 7.50)

20 ‘Comparadas com a realidade, que vem do fato de ser visto e escutado, até as maiores forças da vida intima – as paixões do coração, os pensamentos do espírito, os deleites dos sentidos – levam a um tipo de existência incerto e sombrio, a menos que, e até que, elas sejam transformadas, desprivatizadas e desindividualizadas, de certo modo, em uma forma de adaptá-las para a aparência pública. A mais corrente de tais transformações ocorre na contação de histórias ‘ (H. Arendt, The Human Condition [A condição Humana], 1958: 50)

21 Memória viva dos tempos do regime do apartheid Panelaço, um símbolo global de resistência Mudança social em muitos níveis na África do Sul, de mudanca de normas socais a mudancas de lei

22 Elementos para uma dimensão diacrônica na comunicação para o desenvolvimento e para e engajamento cívico: 1. A perspectiva estratégica 2. A dimensão política 3. A construção discursiva de memória. Mirca Madianou (2012): Um “modelo triplice de engajamento”: discurso, ação e compreensão

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