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FACULDADE DE MEDICINA DE S. J. DO RIO PRETO DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA.

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1 FACULDADE DE MEDICINA DE S. J. DO RIO PRETO DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA FUNFARME/FAMERP

2 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO

3 Toxoplasma gondii Toxoplasma gondii AGENTE ETIOLÓGICO TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO TOXOPLASMOSE REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000

4 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000 TOXOPLASMOSE HOSPEDEIRO DEFINITIVO (GATOS) HSPEDEIROS INTERMEDIÁRIO MAMÍFEROS NÃO FELINOS E PÁSSAROS HSPEDEIRO INTERMEDIÁRIO OOCISTOS ELIMINADOS PELAS FEZES INGERE CISTOS DOS HOSPEDEIROS INTERMEDIÁRIOS CISTOS TECIDOS HOSPEIROS INTERMEDIÁRIOS OOCISTOS ESPORULADOS INFECÇÃO CONGÊNITA TAQUIZOÍTOS HSPEDEIROS INTERMEDIÁRIO INGEREM OOCISTOS: ALIMENTOS, ÁGUA OU SOLO INGESTÃO CISTOS: CARNE CRUA OU MAL PASSADA ALIMENTOS CONTAMINADOS OU ÁGUA

5 - Doença benigna, geralmente despercebida. - Quadro Clínico estado gripal, linfadenopatia, astenia e febre. TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO - IMUNODEPRIMIDOS - INFECÇÃO CONGÊNITA: - Grave - Debilitante - Fatal - IMUNODEPRIMIDOS - INFECÇÃO CONGÊNITA: - Grave - Debilitante - Fatal TOXOPLASMOSE REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000

6 - EUA 1 : 1OOO a 1 : 8OOO nascidos vivos. TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO - FRANÇA 1 : 5OOO nascidos vivos. - BRASIL 2 : 1OOO nascidos vivos. TOXOPLASMOSE INCIDÊNCIA REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000

7 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO TOXOPLASMOSE VIAS DE INFECÇÃO - HOMEM REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000 CONTÁGIO INDIRETO CONTÁGIO DIRETO TRANSPLACENTÁRIA CONTÁGIO INDIRETO CONTÁGIO DIRETO TRANSPLACENTÁRIA

8 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000 TOXOPLASMOSE - VIAS DE INFECÇÃO CONTÁGIO INDIRETO OOCISTOS ELIMINADOS PELAS FEZES OOCISTOS ELIMINADOS PELAS FEZES OOCISTOS ESPORULADOS OOCISTOS ESPORULADOS INGESTÃO CISTOS CARNE CRUA OU MAL PASSADA: PORCO E CARNEIRO (MAIS IMPORTANTE), VACA, COELHO, GALINHA, OVOS DE GALINHA, LEITE E CANIBALISMO. INGESTÃO CISTOS CARNE CRUA OU MAL PASSADA: PORCO E CARNEIRO (MAIS IMPORTANTE), VACA, COELHO, GALINHA, OVOS DE GALINHA, LEITE E CANIBALISMO. INGESTÃO DE OOCISTOS PRESENTES EM FEZES DE GATOS QUE CONTAMINAM VERDURAS E LEGUMES. INGESTÃO DE OOCISTOS PRESENTES EM FEZES DE GATOS QUE CONTAMINAM VERDURAS E LEGUMES. SÃO MORTOS PELO CONGELAMENTO E AQUECIMENTO ACIMA DE 66 O (45 O ) SÃO MORTOS PELO CONGELAMENTO E AQUECIMENTO ACIMA DE 66 O (45 O )

9 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000 TOXOPLASMOSE - VIAS DE INFECÇÃO CONTÁGIO DIRETO OOCISTOS ELIMINADOS PELAS FEZES OOCISTOS ELIMINADOS PELAS FEZES OOCISTOS ESPORULADOS OOCISTOS ESPORULADOS INGESTÃO DE OOCISTOS DE EXCREMENTOS FECAIS DE GATOS INFECTADOS: SOLO, AREIA, LATAS DE LIXO INGESTÃO DE OOCISTOS DE EXCREMENTOS FECAIS DE GATOS INFECTADOS: SOLO, AREIA, LATAS DE LIXO QUALQUER LUGAR QUE OS GATOS DEFECAM EM TORNO DAS CASAS E JARDINS, DISSEMINANDO-SE ATRAVÉS DE HOSPEDEIROS- TRANSPORTADORES: MOSCAS, BARATAS E MINHOCAS. QUALQUER LUGAR QUE OS GATOS DEFECAM EM TORNO DAS CASAS E JARDINS, DISSEMINANDO-SE ATRAVÉS DE HOSPEDEIROS- TRANSPORTADORES: MOSCAS, BARATAS E MINHOCAS.

10 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000 TOXOPLASMOSE - VIAS DE INFECÇÃO TRANSPLACENTÁRIA - MELHOR ÉPOCA PARA A INFECÇÃO DA PLACENTA: Últimos meses da gestação (fluxo sangüíneo desenvolvido). - MELHOR ÉPOCA PARA A INFECÇÃO DA PLACENTA: Últimos meses da gestação (fluxo sangüíneo desenvolvido). - A transmissão é menos freqüente quando a infecção ocorre antes da 10 a semana, porém as lesões fetais são graves. - A transmissão é menos freqüente quando a infecção ocorre antes da 10 a semana, porém as lesões fetais são graves. - Rara quando a infecção é adquirida antes da gestação. QUANTO MAIS PRECOCE FOR A INFECÇÃO MATERNA, MAIOR A GRAVIDADE PARA O FETO E O RECÉM-NASCIDO. QUANTO MAIS PRECOCE FOR A INFECÇÃO MATERNA, MAIOR A GRAVIDADE PARA O FETO E O RECÉM-NASCIDO.

11 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO - INFECÇÃO AGUDA assintomática em 90% dos casos. - MANIFESTAÇÃO CLÍNICA MAIS IMPORTANTE linfadenopatia (cervicais, suboccipitais, supraclaviculares, axilares e inguinais). - MANIFESTAÇÃO CLÍNICA MAIS IMPORTANTE linfadenopatia (cervicais, suboccipitais, supraclaviculares, axilares e inguinais). - PODE ESTAR ASSOCIADO febre, cefaléia e cansaço muscular. MULHERES SOROPOSITIVAS PARA O HIV (PRINCIPALMENTE - AIDS), A INFECÇÃO CRÔNICA LATENTE PODE REATIVAR. ESTE FATO PODE COLOCAR EM RISCO A VIDA MATERNA E TRANSMITIR AMBOS PARA O FETO. REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000 TOXOPLASMOSE MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS - GESTANTE

12 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO - Relacionada com a idade gestacional em que ocorreu a infecção materna. - Relacionada com a idade gestacional em que ocorreu a infecção materna. - SEM TRATAMENTO - INFECÇÃO FETAL: Primeiro trimestre 10 a 15% Segundo trimestre 30% Terceiro trimestre 60% - SEM TRATAMENTO - INFECÇÃO FETAL: Primeiro trimestre 10 a 15% Segundo trimestre 30% Terceiro trimestre 60% REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000 TOXOPLASMOSE MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS - FETO

13 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO * 4 manifestações de Sabin REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000 TOXOPLASMOSE CONGÊNITA - CONVULSÕES - ESPASTICIDADE - MICROCEFALIA * - HIDROCEFALIA * - CORIORRETINITE * - CALCIFICAÇÕES INTRACRANIANAS * - HEPATOESPLENOMEGALIA - MENINGOENCEFALOMIELITE - ICTERÍCIA - RETARDO MENTAL - MANIFESTAÇÕES CUTÂNEAS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS - FETO

14 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO - INFECÇÃO MATERNA - INFECÇÃO FETAL - INFECÇÃO MATERNA - INFECÇÃO FETAL REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000 TOXOPLASMOSE DIAGNÓSTICO

15 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO SOROLOGIA PARA TOXOPLASMOSE Teste do corante de Sabin-Feldman ELISA (Ig G / Ig M) Imunofluorescência (Ig G / Ig M) REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000 DIAGNÓSTICO - INFECÇÃO MATERNA

16 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO SOROLOGIA PARA TOXOPLASMOSE REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000 DIAGNÓSTICO - INFECÇÃO MATERNA ANTICORPOS Ig G Títulos baixos podem permanecer por toda a vida. Detectável 1 a 2 (2 a 4) semanas após a infecção. Pico ao redor de 6 a 8 semanas. Declina lentamente por meses ou anos.

17 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO SOROLOGIA PARA TOXOPLASMOSE REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000 DIAGNÓSTICO - INFECÇÃO MATERNA ANTICORPOS Ig M Detectável na 1 a ou 2 a semana de infecção. Desaparece após 2 a 7 meses.

18 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000 TOXOPLASMOSE DIAGNÓSTICO - INFECÇÃO FETAL A PARTIR DA 18 a SEMANA DE GESTAÇÃO: - ULTRASSOM - AMNIOCENTESE - CORDOCENTESE

19 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO ULTRASSOM REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000 DIAGNÓSTICO - INFECÇÃO FETAL ULTRASSOM: DIAGNÓSTICO até 28% DOS CASOS - Hidrocefalia (ventrículomegalia) - Calcificações intracranianas - Ascite - Hepatoesplenomegalia - Aumento da espessura placentária - Microcefalia

20 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO ULTRASSOM DIAGNÓSTICO - INFECÇÃO FETAL HIDROCEFALIA ASCITE HEPATOMEGALIA ESPESSAMENTO PLACENTÁRIO REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000

21 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO AMNIOCENTESE REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000 DIAGNÓSTICO - INFECÇÃO FETAL - 5 a 10 ml DE LÍQUIDO AMNIÓTICO - IDENTIFICAÇÃO DO PARASITA NO LÍQÜIDO AMNIÓTICO: REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE - PCR (DNA DO PARASITA) TÉCNICA MAIS USADA. A AMNIOCENTESE DEVE SER REALIZADA APÓS A 18 a SEMANA DE GESTAÇÃO E, PELO MENOS, 3 SEMANAS APÓS A SOROCONVERSÃO MATERNA. TÉCNICA MAIS USADA. A AMNIOCENTESE DEVE SER REALIZADA APÓS A 18 a SEMANA DE GESTAÇÃO E, PELO MENOS, 3 SEMANAS APÓS A SOROCONVERSÃO MATERNA.

22 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO - Sinais específicos IgM (+) Comprovação da existência parasita (igual à amniocentese) - Sinais específicos IgM (+) Comprovação da existência parasita (igual à amniocentese) - Sinais inespecíficos Ig M total aumentada Trombocitopenia Eosinofilia Gama-GT e DHL aumentados - Sinais inespecíficos Ig M total aumentada Trombocitopenia Eosinofilia Gama-GT e DHL aumentados REZENDE, 1998; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; VERONESI, 2000 DIAGNÓSTICO - INFECÇÃO FETAL CORDOCENTESE

23 TOXOPLASMOSE E GESTAÇÃO PROTOCOLO PARA DIAGNÓSTICO, PROFILAXIA, TRATAMENTO E SEGUIMENTO DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA FUNFARME / FAMERP

24 TOXOPLASMOSE E GESTAÇÃO PROTOCOLO PARA DIAGNÓSTICO, PROFILAXIA, TRATAMENTO E SEGUIMENTO PROTOCOLO PARA DIAGNÓSTICO, PROFILAXIA, TRATAMENTO E SEGUIMENTO I. DIAGNÓSTICO A. INFECÇÃO MATERNA 1. ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL 1.1. ANAMNESE 1.2. EXAMES COMPLEMENTARES B. INFECÇÃO FETAL 1.1. EXAMES COMPLEMENTARES II. PROFILAXIA III. TRATAMENTO A. INFECÇÃO MATERNA B. INFECÇÃO FETAL IV. SEGUIMENTO V. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS I. DIAGNÓSTICO A. INFECÇÃO MATERNA 1. ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL 1.1. ANAMNESE 1.2. EXAMES COMPLEMENTARES B. INFECÇÃO FETAL 1.1. EXAMES COMPLEMENTARES II. PROFILAXIA III. TRATAMENTO A. INFECÇÃO MATERNA B. INFECÇÃO FETAL IV. SEGUIMENTO V. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

25 DIAGNÓSTICO TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO - INFECÇÃO MATERNA: - INFECÇÃO FETAL: (18 a SEMANA) - INFECÇÃO FETAL: (18 a SEMANA) - HISTÓRIA CLÍNICA - SOROLOGIA PARA TOXOPLASMOSE (Ig G / Ig M) - HISTÓRIA CLÍNICA - SOROLOGIA PARA TOXOPLASMOSE (Ig G / Ig M) - ULTRASSOM - AMNIOCENTESE PCR (identificação do parasita) - ULTRASSOM - AMNIOCENTESE PCR (identificação do parasita)

26 DIAGNÓSTICO - INFECÇÃO MATERNA TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO ANAMNESE - HISTÓRIA PRÉVIA DE: Infecção por toxoplasmose Recém-nascidos com malformações Abortos Linfadenopatia - HISTÓRIA PRÉVIA DE: Infecção por toxoplasmose Recém-nascidos com malformações Abortos Linfadenopatia - HISTÓRIA ATUAL DE: Febre, cefaléia, cansaço muscular Linfadenopatia - HISTÓRIA ATUAL DE: Febre, cefaléia, cansaço muscular Linfadenopatia ASSINTOMÁTICA EM 90% DOS CASOS.

27 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO - PRESENÇA OU NÃO DE DOENÇAS ASSOCIADAS: Lupus eritematoso em uso prolongado de corticóide Linfoma de Hodgkin HIV e/ou AIDS - PRESENÇA OU NÃO DE DOENÇAS ASSOCIADAS: Lupus eritematoso em uso prolongado de corticóide Linfoma de Hodgkin HIV e/ou AIDS - HÁBITOS PESSOAIS: Presença de gatos no domicílio Ingesta de alimentos crus Higiene (principalmente lavar as mãos) - HÁBITOS PESSOAIS: Presença de gatos no domicílio Ingesta de alimentos crus Higiene (principalmente lavar as mãos) DIAGNÓSTICO - INFECÇÃO MATERNA ANAMNESE

28 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO Ig G NEGATIVO: REPETIR TRIMESTRALMENTE ATÉ O TERMO Ig G NEGATIVO: REPETIR TRIMESTRALMENTE ATÉ O TERMO SOROLOGIA POSITIVA ANTES DA GRAVIDEZ: DISPENSA QUALQUER TIPO DE ACOMPANHAMENTO (EXCETO NAS IMUNODEPRIMIDAS) SOROLOGIA POSITIVA ANTES DA GRAVIDEZ: DISPENSA QUALQUER TIPO DE ACOMPANHAMENTO (EXCETO NAS IMUNODEPRIMIDAS) RASTREAMENTO OBRIGATÓRIO (Ig G) RASTREAMENTO OBRIGATÓRIO (Ig G) SOROLOGIA DESCONHECIDA ANTES DA GRAVIDEZ: EXAME MAIS PRECOCE POSSÍVEL (INÍCIO DA GRAVIDEZ) SOROLOGIA DESCONHECIDA ANTES DA GRAVIDEZ: EXAME MAIS PRECOCE POSSÍVEL (INÍCIO DA GRAVIDEZ) DIAGNÓSTICO - INFECÇÃO MATERNA SOROLOGIA PARA TOXOPLASMOSE (Ig G / Ig M) SOROLOGIA PARA TOXOPLASMOSE (Ig G / Ig M)

29 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO IgG (+) / IgM (-) IMUNE (*imunodeprimidas) IgG (-) / IgM (-) SUSCETÍVEL IgG (-) / IgM (+) INFECÇÃO AGUDA IgG (+) / IgM (+) INFECÇÃO RECENTE OU AGUDA PROFILAXIA DIAGNÓSTICO - INFECÇÃO MATERNA RESULTADOS - SOROLOGIA

30 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO - Amniocentese (5 a 10 ml de líquido amniótico) - A partir da 18 a semana de gestação - Identificação do parasita no líqüido amniótico: DNA do parasita - Pelo menos, 3 semanas após a soroconversão materna - Amniocentese (5 a 10 ml de líquido amniótico) - A partir da 18 a semana de gestação - Identificação do parasita no líqüido amniótico: DNA do parasita - Pelo menos, 3 semanas após a soroconversão materna REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) DIAGNÓSTICO - INFECÇÃO MATERNA

31 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO - DIAGNÓSTICO EM ATÉ 28% DOS CASOS ULTRASSOM DIAGNÓSTICO - INFECÇÃO MATERNA - Hidrocefalia (ventrículomegalia) - Calcificações intracranianas - Ascite - Hepatoesplenomegalia - Aumento da espessura placentária - Microcefalia

32 - Evitar contato com materiais que possam estar contaminados com fezes de gato e usar luvas quando tiver que manipular os mesmos. - Desinfetar estes materiais, quando possível, com água fervente durante 5 minutos. - Usar luvas para jardinagem. - Evitar acesso de moscas e baratas a carnes, frutas e vegetais. - Cozinhar carne acima de 66 o, carnes salgadas ou defumadas podem ser consumidas. - Lavar frutas e vegetais antes de consumir. - Lavar as mãos e superfícies da cozinha quando tiver contato com carne crua, frutas ou vegetais. TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO TOXOPLASMOSE - PROFILAXIA

33 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO - INFECÇÃO MATERNA - INFECÇÃO FETAL (18 a SEMANA) TRATAMENTO

34 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO - ESPIRAMICINA (Rovamicina) 1cp=250 mg ou 500 mg 3 g/VO/dia: - 2 cp (500 mg) de 8 / 8 horas ou - 3 cp (250 mg) de 6 / 6 horas 3 g/VO/dia: - 2 cp (500 mg) de 8 / 8 horas ou - 3 cp (250 mg) de 6 / 6 horas AFASTADA A INFECÇÃO FETAL, O TRATAMENTO DEVERÁ SER REALIZADO DURANTE TODA A GRAVIDEZ COM ESPIRAMICINA. AFASTADA A INFECÇÃO FETAL, O TRATAMENTO DEVERÁ SER REALIZADO DURANTE TODA A GRAVIDEZ COM ESPIRAMICINA. - Após o diagnóstico da infecção materna, independentemente da idade gestacional, iniciar tratamento com ESPIRAMICINA. - Após o diagnóstico da infecção materna, independentemente da idade gestacional, iniciar tratamento com ESPIRAMICINA. TRATAMENTO INFECÇÃO MATERNA TRATAMENTO INFECÇÃO MATERNA

35 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO - ESPIRAMICINA (Rovamicina) 1cp=250 mg ou 500 mg 3 g/VO/dia : - 2 cp (500 mg) de 8/8 horas ou - 3 cp (250 mg) de 6/6 horas - ESPIRAMICINA (Rovamicina) 1cp=250 mg ou 500 mg 3 g/VO/dia : - 2 cp (500 mg) de 8/8 horas ou - 3 cp (250 mg) de 6/6 horas TRATAMENTO DURANTE 3 SEMANAS. ALTERNANDO 3 SEMANAS COM PIRIMETAMINA E SULFADIAZINA, ATÉ O TERMO DA GESTAÇÃO. TRATAMENTO DURANTE 3 SEMANAS. ALTERNANDO 3 SEMANAS COM PIRIMETAMINA E SULFADIAZINA, ATÉ O TERMO DA GESTAÇÃO. TRATAMENTO INFECÇÃO FETAL TRATAMENTO INFECÇÃO FETAL

36 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO - PIRIMETAMINA (Daraprin) 1cp=25 mg 50 mg/VO dia 1 cp de 12/12 horas - PIRIMETAMINA (Daraprin) 1cp=25 mg 50 mg/VO dia 1 cp de 12/12 horas SULFADIAZINA 1cp=500 mg 3 g/VO/dia 2 cp de 8/8 horas - SULFADIAZINA 1cp=500 mg 3 g/VO/dia 2 cp de 8/8 horas ÁCIDO FOLÍNICO 1cp=10 mg 10 mg/VO/dia 1 cp /1 vez ao dia - ÁCIDO FOLÍNICO 1cp=10 mg 10 mg/VO/dia 1 cp /1 vez ao dia ATÉ O TERMO. TRATAMENTO INFECÇÃO FETAL TRATAMENTO INFECÇÃO FETAL

37 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO - INFECÇÃO FETAL - INFECÇÃO MATERNA SEGUIMENTO

38 - ULTRASSOM MENSAL. TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO - FETO não observado efeitos adversos. - MÃE alterações gastrointestinais, rubores, calafrios e vertigem. - UTILIZAR ATÉ O TERMO. SEGUIMENTO ESPIRAMICINA SEGUIMENTO ESPIRAMICINA

39 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO - É tóxica para o feto e para a mãe (quelante de fosfatos): - Aplasia de medula e teratogênicidade se utilizada no 1 o trimestre da gestação. - Por isso que é intercalado a cada 3 semanas com a ESPIRAMICINA e sempre associada ao ÁCIDO FOLÍNICO. - É tóxica para o feto e para a mãe (quelante de fosfatos): - Aplasia de medula e teratogênicidade se utilizada no 1 o trimestre da gestação. - Por isso que é intercalado a cada 3 semanas com a ESPIRAMICINA e sempre associada ao ÁCIDO FOLÍNICO. - HEMOGRAMA A CADA 2 SEMANAS (ANEMIA). - ULTRASSOM A CADA 2 SEMANAS. - MELHOR ÉPOCA PARA O PARTO, QUANDO EM USO DA ESPIRAMICINA. SEGUIMENTO ASSOCIAÇÃO DE PIRIMETMINA + SULFADIAZINA SEGUIMENTO ASSOCIAÇÃO DE PIRIMETMINA + SULFADIAZINA

40 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO Ig G POSITIVO POSITIVO NEGATIVO IMUNE INFECÇÃO ANTIGA IMUNE INFECÇÃO ANTIGA INFECÇÃO RECENTE CESSAR ACOMPANHAMENTO SOROLÓGICO (EXCETO NAS IMUNODEPRIMIDAS) CESSAR ACOMPANHAMENTO SOROLÓGICO (EXCETO NAS IMUNODEPRIMIDAS) TRATAMENTO (ESPIRAMICINA) e PESQUISA DE INFECÇÃO FETO TRATAMENTO (ESPIRAMICINA) e PESQUISA DE INFECÇÃO FETO A PARTIR DA 18 a SEMANA: AMNIOCENTESE, ULTRASSOM (PCR NO LÍQUIDO AMNIÓTICO) A PARTIR DA 18 a SEMANA: AMNIOCENTESE, ULTRASSOM (PCR NO LÍQUIDO AMNIÓTICO) Ig M INFECÇÃO PRESENTE NO FETO TRATAMENTO (PIRIMETAMINA/SULFADIAZINA/ÁCIDOFOLÍNICO) TRATAMENTO (PIRIMETAMINA/SULFADIAZINA/ÁCIDOFOLÍNICO)

41 TOXOPLASMOSE & GESTAÇÃO Ig G NEGATIVO NEGATIVO POSITIVO TOXOPLASMOSE EM FASE INICIAL DE EVOLUÇÃO TOXOPLASMOSE EM FASE INICIAL DE EVOLUÇÃO PACIENTE NÃO IMUNIZADA REPETIR IgM e Ig G APÓS 2 A 3 SEMANAS SEM TRATAMENTO (INIBIRIA Ig G) REPETIR IgM e Ig G APÓS 2 A 3 SEMANAS SEM TRATAMENTO (INIBIRIA Ig G) ORIENTAÇÕES HIGIENO-DIETÉTICAS + IgG TRIMESTRAL ORIENTAÇÕES HIGIENO-DIETÉTICAS + IgG TRIMESTRAL Ig M AUMENTO DOS TÍTULOS DE Ig M ou SURGIMENTO DE Ig G AUMENTO DOS TÍTULOS DE Ig M ou SURGIMENTO DE Ig G Ig M (+) DESCARTADO TOXOPLASMOSE (Ig M RESIDUAL) DESCARTADO TOXOPLASMOSE (Ig M RESIDUAL) TOXOPLASMOSE ADQUIRIDA EM EVOLUÇÃO TOXOPLASMOSE ADQUIRIDA EM EVOLUÇÃO TRATAMENTO (ESPIRAMICINA) e DIAGNÓSTICO DE INF. FETAL TRATAMENTO (ESPIRAMICINA) e DIAGNÓSTICO DE INF. FETAL INFECÇÃO PRESENTE NO FETO TRATAMENTO (PIRIMETAMINA/SULFADIAZINA/ÁCIDO FOLÍNICO) INFECÇÃO PRESENTE NO FETO TRATAMENTO (PIRIMETAMINA/SULFADIAZINA/ÁCIDO FOLÍNICO)

42 FIM


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