A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

PARA MAPEAR O CONFRONTO POLÍTICO Doug McAdam Sidney Tarrow Charles Tilly Teoria Política III Professora: Juliana Grigoli Graduando: César B. Hack.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "PARA MAPEAR O CONFRONTO POLÍTICO Doug McAdam Sidney Tarrow Charles Tilly Teoria Política III Professora: Juliana Grigoli Graduando: César B. Hack."— Transcrição da apresentação:

1 PARA MAPEAR O CONFRONTO POLÍTICO Doug McAdam Sidney Tarrow Charles Tilly Teoria Política III Professora: Juliana Grigoli Graduando: César B. Hack

2 O que é confronto político? Usa-se o termo confronto político para substituir a relação entre movimentos sociais, revolução e ação coletiva. Usa-se o termo confronto político para substituir a relação entre movimentos sociais, revolução e ação coletiva.

3 O confronto político proporciona uma interação coletiva entre diferentes posições e reivindicações conflitantes de grupos onde, em geral, uma das partes do conflito é um governo. O confronto político proporciona uma interação coletiva entre diferentes posições e reivindicações conflitantes de grupos onde, em geral, uma das partes do conflito é um governo.

4 Metodologia para mapear o confronto político Existem várias subáreas de estudos sobre o confronto. Existem várias subáreas de estudos sobre o confronto. Deseja-se elaborar uma síntese através dos campos de análise dessas subáreas e para isso procura-se as condições de ocorrência do confronto político. Deseja-se elaborar uma síntese através dos campos de análise dessas subáreas e para isso procura-se as condições de ocorrência do confronto político.

5 Pretende-se discutir como os movimentos sociais estão se alterando, suas formas e dinâmicas com a globalização. Pretende-se discutir como os movimentos sociais estão se alterando, suas formas e dinâmicas com a globalização.

6 Sínteses trabalhadas inicialmente a) conectando movimentos sociais, ciclos e revoluções; a) conectando movimentos sociais, ciclos e revoluções; b) relacionando identidades coletivas e redes sociais, b) relacionando identidades coletivas e redes sociais, c) ligando política institucional e ação coletiva. c) ligando política institucional e ação coletiva.

7 Movimentos Sociais, ciclos e revoluções O que é movimento social? O que é movimento social? Interação coletiva entre grupos que não possuem poder e outros que possuem.

8 Essa definição de movimento social, portanto, exclui grupos organizados que pertencem a setores dominantes na sociedade. Essa definição de movimento social, portanto, exclui grupos organizados que pertencem a setores dominantes na sociedade.

9 Essas características de movimento conectam movimentos sociais à revoluções, rebeliões e nacionalismos de base popular (bottom-up). (p. 21) Essas características de movimento conectam movimentos sociais à revoluções, rebeliões e nacionalismos de base popular (bottom-up). (p. 21)

10 A partir da formação dos governos parlamentaristas ocidentais no século XIX, os movimentos se transformam em movimentos sociais nacionais. A partir da formação dos governos parlamentaristas ocidentais no século XIX, os movimentos se transformam em movimentos sociais nacionais.

11 Movimentos sociais como maneira de formar identidades coletivas para atores sociais negligenciados. (p. 22) Movimentos sociais como maneira de formar identidades coletivas para atores sociais negligenciados. (p. 22)

12 Para ser efetivo, os autores reconhecem 4 características necessárias nesses movimentos: Para ser efetivo, os autores reconhecem 4 características necessárias nesses movimentos:

13 1 - forja alianças de consciências ou de interesses com membros existentes no sistema político; 1 - forja alianças de consciências ou de interesses com membros existentes no sistema político; 2 - representa uma ameaça plausível de interromper processos políticos rotineiros; 2 - representa uma ameaça plausível de interromper processos políticos rotineiros;

14 3 - coloca outra ameaça plausível ou influência direta na arena eleitoral; 3 - coloca outra ameaça plausível ou influência direta na arena eleitoral; 4 - provoca pressão de detentores de poder externos sobre as autoridades. 4 - provoca pressão de detentores de poder externos sobre as autoridades.

15 Ciclos e repertórios Movimentos sociais nacionais ocorrem através de ciclos de reivindicações. Movimentos sociais nacionais ocorrem através de ciclos de reivindicações.

16 Inicialmente, o movimento segue uma linha crescente atingindo um ponto máximo de mobilização para então ocorrer um declínio nessa frequência. Inicialmente, o movimento segue uma linha crescente atingindo um ponto máximo de mobilização para então ocorrer um declínio nessa frequência.

17 Tentativas de criar identidades políticas mais amplas e alianças. Tentativas de criar identidades políticas mais amplas e alianças. Para conseguir seus objetivos usam alguns repertórios. Ações que estão inseridas em contextos históricos específicos. Para conseguir seus objetivos usam alguns repertórios. Ações que estão inseridas em contextos históricos específicos.

18 Nos últimos anos os repertórios dos movimentos sociais incluem, além das ações tradicionais, o uso das mídias eletrônicas e, em especial, a internet. Nos últimos anos os repertórios dos movimentos sociais incluem, além das ações tradicionais, o uso das mídias eletrônicas e, em especial, a internet.

19 Esses repertórios estão entre o que os autores chamaram de inovação ou persistência. Esses repertórios estão entre o que os autores chamaram de inovação ou persistência.

20 Quanto mais surpreendente for o repertório dos movimentos, maior será sua efetividade. Quanto mais surpreendente for o repertório dos movimentos, maior será sua efetividade. Essa é uma das razões pelas quais os movimentos muitas vezes se radicalizam na tentativa de surpreenderem seus adversários. Essa é uma das razões pelas quais os movimentos muitas vezes se radicalizam na tentativa de surpreenderem seus adversários.

21 Porém, como ressaltam os autores, os movimentos preferem repertórios tradicionais mesmo que eles sejam menos eficazes. Porém, como ressaltam os autores, os movimentos preferem repertórios tradicionais mesmo que eles sejam menos eficazes.

22 Os movimentos então acontecem em ciclos onde: Os movimentos então acontecem em ciclos onde: temas, símbolos e inovações táticas de ações individuais e grupais influenciam uns aos outros. (p. 26) temas, símbolos e inovações táticas de ações individuais e grupais influenciam uns aos outros. (p. 26)

23 a interação intensa de um ciclo gera oportunidades e incentivos para inovações que são muito mais raras e mais arriscadas fora destes ciclos. (p. 26) a interação intensa de um ciclo gera oportunidades e incentivos para inovações que são muito mais raras e mais arriscadas fora destes ciclos. (p. 26)

24 o próprio movimento de um ciclo que vai de uma fase expansiva para uma retração altera as situações estratégicas de todos os participantes, mudando com isso a atratividade relativa de formas diferentes de interação. (p. 26) o próprio movimento de um ciclo que vai de uma fase expansiva para uma retração altera as situações estratégicas de todos os participantes, mudando com isso a atratividade relativa de formas diferentes de interação. (p. 26)

25 as formas de ação associadas a reuniões de apoio, a obtenção de publicidade ou a pressão de reivindicações tendem a generalizar-se e tornar-se acréscimos de longo prazo aos repertórios de ação coletiva. (p. 26) as formas de ação associadas a reuniões de apoio, a obtenção de publicidade ou a pressão de reivindicações tendem a generalizar-se e tornar-se acréscimos de longo prazo aos repertórios de ação coletiva. (p. 26)

26 Os movimentos sociais dentro dos confrontos políticos então agem de acordo com certos limites impostos pelas autoridades, que podem usar táticas repressivas, de facilitação ou ainda forjar alianças. Os movimentos sociais dentro dos confrontos políticos então agem de acordo com certos limites impostos pelas autoridades, que podem usar táticas repressivas, de facilitação ou ainda forjar alianças.

27 De movimentos a revoluções Então, as regularidades acima citadas, segundo eles, possuem paralelo com as revoluções. Então, as regularidades acima citadas, segundo eles, possuem paralelo com as revoluções.

28 O que é revolução? uma alteração rápida, violenta e durável do controle social sobre um Estado, o que inclui uma fase de soberania abertamente contestada. (p. 27) uma alteração rápida, violenta e durável do controle social sobre um Estado, o que inclui uma fase de soberania abertamente contestada. (p. 27)

29 Porém, existe diferença entre situações revolucionárias e resultados revolucionários. Porém, existe diferença entre situações revolucionárias e resultados revolucionários.

30 Identidades coletivas e redes sociais Se nas sociedades pré-modernas existia pouca mobilidade social e geográfica e uma forte equivalência estrutural entre o indivíduo e o grupo (p ), nas sociedades modernas industriais ocorre o oposto. Se nas sociedades pré-modernas existia pouca mobilidade social e geográfica e uma forte equivalência estrutural entre o indivíduo e o grupo (p ), nas sociedades modernas industriais ocorre o oposto.

31 Três fatores que impulsionam essa realidade: Três fatores que impulsionam essa realidade: a expansão do capitalismo industrial,a urbanização e o surgimento do moderno Estado-nação. (p. 29) a expansão do capitalismo industrial,a urbanização e o surgimento do moderno Estado-nação. (p. 29)

32 Essa formação da identidade nas sociedades modernas, então, tem como um dos principais atores a política popular. Essa formação da identidade nas sociedades modernas, então, tem como um dos principais atores a política popular.

33 Conceito de Thompson para classe social: Conceito de Thompson para classe social: É formada através de relações sociais históricas.

34 Escolha racional e análise de rede Dilema do rebelde (motivos que levam indivíduos a se envolverem nos movimentos sociais). Dilema do rebelde (motivos que levam indivíduos a se envolverem nos movimentos sociais). Deve ser estudado através da questão dos incentivos, motivações e identidades coletivas. Deve ser estudado através da questão dos incentivos, motivações e identidades coletivas.

35 Movimentos nacionais x movimentos transnacionais Movimento social nacional - teorias baseadas em grande parte no contexto dos últimos 200 anos no ocidente industrializado. Movimento social nacional - teorias baseadas em grande parte no contexto dos últimos 200 anos no ocidente industrializado.

36 Qual relação dos movimentos sociais com a globalização? Globalização aprofunda interdependência econômica internacional. Globalização aprofunda interdependência econômica internacional.

37 Questões como a desigualdade mundial, imigração, comunicação e a tendência a uma certa homogeneização cultural trouxeram novos elementos aos movimentos. Questões como a desigualdade mundial, imigração, comunicação e a tendência a uma certa homogeneização cultural trouxeram novos elementos aos movimentos.

38 Movimento social transnacional Enfraquecimento dos Estados nacionais e de sua influência no estímulo ou restrição dos movimentos sociais, assim como sua capacidade de decidir sozinho sobre questões das políticas nacionais. Enfraquecimento dos Estados nacionais e de sua influência no estímulo ou restrição dos movimentos sociais, assim como sua capacidade de decidir sozinho sobre questões das políticas nacionais.

39 Tendência do uso por parte dos movimentos sociais sobre novas tecnologias, possibilitando ações coletivas que ultrapassam as fronteiras nacionais. Tendência do uso por parte dos movimentos sociais sobre novas tecnologias, possibilitando ações coletivas que ultrapassam as fronteiras nacionais.

40 Porém, esses fatores de ação coletiva transnacional não formam necessariamente um movimento social transnacional. Porém, esses fatores de ação coletiva transnacional não formam necessariamente um movimento social transnacional.

41 Movimentos tem dificuldades em adaptar a essa nova realidade mundial, como, por exemplo, o movimento dos trabalhadores que não consegue dar respostas à altura em relação a veloz e intensa reestruturação mundial do trabalho. Movimentos tem dificuldades em adaptar a essa nova realidade mundial, como, por exemplo, o movimento dos trabalhadores que não consegue dar respostas à altura em relação a veloz e intensa reestruturação mundial do trabalho.

42 Então, essa nova realidade mundial não formou automaticamente um movimento social transnacional, mas, por enquanto, apenas facilitou o intercâmbio entre os movimentos sociais nacionais e seus atores. Então, essa nova realidade mundial não formou automaticamente um movimento social transnacional, mas, por enquanto, apenas facilitou o intercâmbio entre os movimentos sociais nacionais e seus atores.


Carregar ppt "PARA MAPEAR O CONFRONTO POLÍTICO Doug McAdam Sidney Tarrow Charles Tilly Teoria Política III Professora: Juliana Grigoli Graduando: César B. Hack."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google