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Dd. ALBERTOPOSSETTI LOGÍSTICA EMPRESARIAL UNIDADE 1: CONCEITO DE LOGÍSTICA EVOLUÇÃO DO CONCEITO FUNÇÕES LOGÍSTICAS LOGÍSTICA E CONTROLE.

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1 Dd. ALBERTOPOSSETTI LOGÍSTICA EMPRESARIAL UNIDADE 1: CONCEITO DE LOGÍSTICA EVOLUÇÃO DO CONCEITO FUNÇÕES LOGÍSTICAS LOGÍSTICA E CONTROLE DE PRODUÇÃO O AMBIENTE ATUAL DA LOGÍSTICA EFICIÊNCIA LOGÍSTICA AVALIAÇÃO DA PERFORMANCE LOGÍSTICA

2 Dd. ALBERTOPOSSETTI A logística se originou como uma ciência Militar; A definição mais aceita do objetivo logístico: –Assegurar a disponibilidade do produto correto, na quantidade correta, na condição correta, no lugar certo, na hora certa, para o consumidor correto por um custo ideal ; LOGÍSTICA EMPRESARIAL O conceito de logística está em constante evolução, acompanhando a evolução das organizações.

3 Dd. ALBERTOPOSSETTI LOGÍSTICA EMPRESARIAL Conceito de Logística J A Logística empresarial trata de todas atividades de movimentação e armazenagem, que facilitam o fluxo de produtos desde o ponto de aquisição da matéria-prima até o ponto de consumo final, assim como dos fluxos de informação que colocam os produtos em movimento, com o propósito de providenciar níveis de serviço adequados aos clientes a um custo razoável. (BALLOU, 1995)

4 Dd. ALBERTOPOSSETTI LOGÍSTICA EMPRESARIAL Conceito de Logística 2 J A Logística é o processo de gerenciar estrategicamente a aquisição, movimentação e armazenagem de materiais, peças e produtos acabados (e os fluxos de informações correlatas) através da organização e seus canais de marketing, de modo a poder maximizar as lucratividades presente e futura através do atendimento dos pedidos a baixo custo. (CHRISTOPHER, 1997)

5 Dd. ALBERTOPOSSETTI LOGÍSTICA EMPRESARIAL Conceito de Logística 3 O conjunto de atividades baseadas na movimentação eficiente de produtos acabados da linha de produção ao cliente final e, em alguns casos, incluem a movimentação de matérias primas do fornecedor ao início do processo produtivo. Estas atividades incluem o transporte, armazenamento, administração de materiais, embalagens protetoras, controle de inventário, previsão de vendas e serviços à clientes. (Conceito inicial do CLM)

6 Dd. ALBERTOPOSSETTI LOGÍSTICA EMPRESARIAL Conceito de Logística 4 J A Logística é a parte do processo da cadeia de suprimentos que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento, à jusante e reverso, eficientes e eficazes dos bens e serviços, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes. (Conceito atual do CLM)

7 Dd. ALBERTOPOSSETTI LOGÍSTICA EMPRESARIAL Evolução do Conceito

8 Dd. ALBERTOPOSSETTI LOGÍSTICA EMPRESARIAL Conceito de Logística - Visualização LOGÍSTICA É O PROCESSO DE PLANEJAR, IMPLEMENTAR E CONTROLAR O FLUXO E ARMAZENAGEM DE MATÉRIAS-PRIMAS WIPs PRODUTOS ACABADOS INFORMAÇÕES DESDE UM PONTO DE ORIGEM ATÉ UM PONTO DE CONSUMO DE FORMA EFICIENTE E EFETIVA CONFORME AS NECESSIDADES DOS CLIENTES

9 Dd. ALBERTOPOSSETTI Aspectos da Logística Interna e Externa: –Interna: enfoque na eficiência do fluxo interno de materiais –Externa: Distribuição do produto Rede de fornecimento; Estratégias de Mercado LOGÍSTICA EMPRESARIAL Funções Logísticas

10 Dd. ALBERTOPOSSETTI A logística empresarial pode ser resumida na seguinte equação: Logística de Suprimentos + Logística de Produção + Logística de Distribuição Física = Logística Empresarial LOGÍSTICA EMPRESARIAL Funções Logísticas

11 Dd. ALBERTOPOSSETTI ************************************************************* –Administração de materiais: Fornecedor de Matéria Prima Estoque / Linha –Controle de Produção: Estoque da Matéria Prima Produto final –Distribuição Física Produto Final Cliente Final (Incluindo reciclagem) LOGÍSTICA EMPRESARIAL Funções Logísticas

12 Dd. ALBERTOPOSSETTI As funções Logísticas mais importantes podem ser resumidas em Atividades Primárias: Transporte Manutenção de Estoques Processamento de Pedidos LOGÍSTICA EMPRESARIAL Funções - Atividades Primárias

13 Dd. ALBERTOPOSSETTI LOGÍSTICA EMPRESARIAL Funções - Atividades Primárias CLIENTE TRANSPORTE ARMAZENAGEM PROCESSAMENTO DOS PEDIDOS

14 Dd. ALBERTOPOSSETTI As atividades de apoio oferecem suporte às atividades primárias. São elas: Armazenagem (na entrada) Manuseio de Materiais Embalagem de Proteção Obtenção (aquisição) Programação Manutenção de Informações LOGÍSTICA EMPRESARIAL Funções - Atividades de Apoio

15 Dd. ALBERTOPOSSETTI LOGÍSTICA EMPRESARIAL Integração das Funções Nível de Serviço

16 Dd. ALBERTOPOSSETTI Existe uma dificuldade muito grande na distinção entre Logística e Controle de Produção, pois as principais técnicas/filosofias de produção são aplicáveis a ambas as áreas. –JIT; –Lead Time; –Compras/Suprimentos; –Planejamento das necessidades da Manufatura; –Movimentação de materiais; –etc. LOGÍSTICA EMPRESARIAL Logística e Controle da Produção

17 Dd. ALBERTOPOSSETTI Ciclo de vida do produto tem diminuído –A cada lançamento o ciclo é reduzido pela metade Enfoque na flexibilidade e agilidade Novo estilo Gerencial devido à política de parcerias Investimentos em sistemas informatizados que propiciam maior flexibilidade/rapidez de resposta Internacionalização dos mercados de compra e venda Preocupação com a disposição de itens recicláveis (a logística reversa) LOGÍSTICA EMPRESARIAL O AMBIENTE ATUAL

18 Dd. ALBERTOPOSSETTI A necessidade de eficiência na logística decorre de uma visão segmentada, não sistêmica, que existe na maioria das organizações, responsável pelo surgimento de alguns problemas logísticos: Ciclos logísticos mais longos Custos Logísticos elevados Baixo Nível de Serviço ao Cliente LOGÍSTICA EMPRESARIAL Eficiência Logística

19 Dd. ALBERTOPOSSETTI LOGÍSTICA EMPRESARIAL Eficiência Logística Organização Ambiente

20 Dd. ALBERTOPOSSETTI LOGÍSTICA EMPRESARIAL Eficiência Logística AMBIENTE EMPRESARIAL Ritmo da Mudança ( Laminar ) Característica Demanda crescente Custos materiais baixos Custos financeiros baixos previsões confiáveis modelo produtividade

21 Dd. ALBERTOPOSSETTI AMBIENTE EMPRESARIAL Ritmo da Mudança ( turbulento ) Característica Demanda variável Custos materiais altos Custos financeiros altos previsões Pouco confiáveis modelo competitividade

22 Dd. ALBERTOPOSSETTI PARÂMETROS DE COMPETITIVIDADE INPUTS SISTEMA PRODUTIVO OUTPUTSQUANTIDADE VARIEDADE QUALIDADE PRAZO PREÇOS

23 Dd. ALBERTOPOSSETTI PARÂMETROS DE COMPETITIVIDADE OUTPUTS INPUTS SISTEMA PRODUTIVO S O E Ç R I V

24 Dd. ALBERTOPOSSETTI Exigências ao Sistema Logístico ECONÔMICAS ECOLÓGICAS SANITÁRIAS FINANCEIRAS JURÍDICAS RELIGIOSAS POLÍTICAS SOCIAIS TÉCNICO- ORGANIZACIONAL AMBIENTE SISTEMA LOGÍSTICO

25 Dd. ALBERTOPOSSETTI EXIGÊNCIAS TÉCNICO- ORGANIZACIONAIS Capacidade de Reação Dinâmica do Rendimento Estabilidade Flexibilidade Confiabilidade SISTEMA PRODUTIV O Ambient e

26 Dd. ALBERTOPOSSETTI Para se mensurar a eficiência, e mesmo a eficácia, dos sistemas logísticos é necessário que se proceda a avaliação do desempenho de cada um dos subsistemas logísticos. LOGÍSTICA EMPRESARIAL Avaliação do Desempenho

27 Dd. ALBERTOPOSSETTI LOGÍSTICA EMPRESARIAL Avaliação do Desempenho Partes Componentes do Sistema

28 Dd. ALBERTOPOSSETTI Metodologias para Avaliação do Desempenho 1.- Indicadores Chave de Performance 2.- Diagrama de Árvore 3.- Cartão de Escore Balanceado

29 Dd. ALBERTOPOSSETTI Indicadores chave de performance Key Performance Indicators (KPI) Oriundo das práticas contábeis Normalmente índices relativos Aplicável a vários aspectos –lucro por ação; custo por unidade etc Permite comparação entre –dados históricos (planejado x realizado) –concorrentes –melhores práticas (benchmarking) Desdobrado por todos os níveis do negócio

30 Dd. ALBERTOPOSSETTI A PIRÂMIDE Indicadores chave de performance 2 Indicadores Direção Indicadores Gerência Indicadores Supervisão Indicadores Execução Desdobrado por todos os níveis Desdobramento de medida Adequado a cada tipo de ação Coerente com a estratégia e entre si Inconvenientes: Dífícil avaliação integrada Proliferação de índices Normalmente aplicado a performance física

31 Dd. ALBERTOPOSSETTI Diagrama de Árvore Elaborada para análises financeiras –retorno sobre investimento –retorno sobre capital empregado etc Aplicável a outros tipos de medidas Permite analisar influência de cada parcela no resultado Desdobrado conforme necessidade de detalhe

32 Dd. ALBERTOPOSSETTI Diagrama de Árvore Receita Operacional Custos Operacionais Custos de Capital Lucro Operacional Resultado Antes do I. Renda Permite acompanhar a influência dos fatores componentes Inconvenientes: Conforme desdobramento causas podem não ficar transparentes (não ser realçadas)

33 Dd. ALBERTOPOSSETTI Cartão de Escore Balanceado Balanced Scorecard Permite visualizar de forma integrada, a situação do negócio Sistematização da aplicação de índices Desenvolvido a partir da estratégia, missão, valores e visão da empresa Contempla várias óticas e dimensões

34 Dd. ALBERTOPOSSETTI Cartão de Escore Balanceado Exemplo: Medidas Possíveis Coerente com a estratégia: Sob a ótica: Financeira Operacional Cliente Qualidade do Serviço Pessoas Liderança em Custos Inovação Fidelidade do Cliente Retorno sobre Ativos Percepção dos Preços Receita por empregado Custos de Atendimento Produtividade Retorno sobre Investimentos Retorno de P & D Aceitação de novos produtos Oferecimento de novos serviços Auto desenvolvimento Retorno sobre Vendas Receita por cliente Classificação frente concorrência Classificação de Confiabilidade Imagem dos empregados

35 Dd. ALBERTOPOSSETTI O Problema da Avaliação Bases ótica Bases e ótica para avaliação do desempenho enfoquedimensões enfoque e dimensões da avaliação escolha escolha das medidas

36 Dd. ALBERTOPOSSETTI O Problema da Avaliação Bases para a avaliação do desempenho As medições do desempenho características referência perspectiva enfoque

37 Dd. ALBERTOPOSSETTI Características das Medições 1.- Seletividade 2.- Simplicidade 3.- Estabilidade 4.- Valor de referência

38 Dd. ALBERTOPOSSETTI Referência Referência das Medições medições internas medições externas

39 Dd. ALBERTOPOSSETTI Perspectiva Perspectiva das Medições na atividade Medições baseadas na atividade no processo Medições baseadas no processo

40 Dd. ALBERTOPOSSETTI Enfoque Enfoque para as Medições físicas Medições físicas financeiras Medições financeiras

41 Dd. ALBERTOPOSSETTI Escolha das medições função : do Sistema das tarefas do desempenho

42 Dd. ALBERTOPOSSETTI Ponto de partida para a Avaliação Identificação da Estratégia Geral da Organização Determinação dos Objetivos do Sistema Logístico Estabelecer partes componentes do Sistema Logístico

43 Dd. ALBERTOPOSSETTI Possíveis medidas de desempenho em Sistemas Logísticos Possíveis medidas de desempenho em Sistemas Logísticos Medidas de disponibilidade confiabilidade custos Utilização de capacidade Flexibilidade operacional Flexibilidade do processo Atendimento ao cliente

44 Dd. ALBERTOPOSSETTI Performance interna Performance da interface Performance externa Performance total Pontos de medição no Sistema Logístico Performance parcial

45 Dd. ALBERTOPOSSETTI Medidas aplicáveis ao Sistema Logístico Giro Suprim. Giro ProduçGiro Distrib.

46 Dd. ALBERTOPOSSETTI Fornecedor Logística de Suprimento Produção Distribuição Física Cliente financeiros Indicadores financeiros -valor do inventário de suprimento -custo do produtos X giro -valor do inventário em processo -custos de produção -índice de preços dos materiais comprados -custo dos materiais -custos de inventário -custos de transporte -custos de créditos -valor do inventário de produtos acabados internos da interface Exemplos de Medidas... 2

47 Dd. ALBERTOPOSSETTI Fornecedor Logística de Suprimento Produção Distribuição Física Cliente Indicadores gerais (da logística integrada) -resultado x orçamento -retorno sobre ativos -valor total do inventário -custo de capital -Ciclo logístico Exemplos de Medidas... 3

48 Dd. ALBERTOPOSSETTI Padrões de comparação metas benchmarking do Serviço Logístico do Processo Logístico do Fornecedor do Distribuidor

49 Dd. ALBERTOPOSSETTI Aspectos complementares da Avaliação satisfação das exigências relacionamento dos padrões de referência com os fluxos logísticos

50 Dd. ALBERTOPOSSETTI Conclusões Processo de avaliação em três fases: realização de medições determinação padrões referência comparação Necessidade estender o processo de avaliação do desempenho


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