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LOGO Estratégia Internacional UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos Planejamento Estratégico Profª - Claudemir Duca Vasconcelos.

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1 LOGO Estratégia Internacional UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos Planejamento Estratégico Profª - Claudemir Duca Vasconcelos

2 conteúdo a) Planejamento Internacional Marcio b) Identificando oportunidades internacionais Incentivos ao uso de uma estratégia internacional Eduardo F. c) Estratégias internacionais Jefferson d) Tendências Ambientais Eder e) Seleção do modo de entrada internacional Helen f) Resultados da competitividade estratégica Rosana g) Os riscos em um ambiente internacional Edvaldo UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos

3 Uma estratégia internacional é aquela por meio da qual a empresa vende seus produtos ou serviços fora da esfera de seu mercado local. Planejamento Internacional Marcio

4 UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos A China e a Índia, por si sós, poderão representar de 30% a 40% das vendas de muitas companhias multinacionais nos próximos cinco a dez anos (Prahalad) Oportunidades e conseqüências da Estratégia Internacional

5 b) Identificando oportunidades internacionais Incentivos ao uso de uma estratégia internacional Eduardo F. UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos Estratégia Internacional é aquela por meio da qual a empresa vende seus produtos ou serviços fora da esfera de seu mercado local e um dos principais motivos para implantação de tal estratégia é o potencial que os mercados internacionais tem de gerar novas oportunidades. Tais oportunidades são identificadas quando existe a demanda por determinado produto em outro país e através das operações locais gera a exportação, requer investimento devido a necessidade de aumento da capacidade de produção e provavelmente estrutura física (operacional, etc), dependendo do mercado que visa atender. Necessário também é investir na organização e padronização visando o crescimento da demanda e a concorrência. Com a possibilidade de êxito em sua operação internacional a empresa pode se tornar uma multinacional, transferindo assim sua produção para o respectivo país através de incentivos locais (fiscal, mão de obra barata, etc) ou até mesmo transferir sua produção para outro país visando atender o mercado local devido aos custos. Embora os motivos acima sejam vistos como tradicionais, outras motivações vão surgindo para impulsionar a expansão internacional.

6 UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos - Ampliação do tamanho do mercado As empresas tem a chance de expandir o tamanho do seu mercado potencial ao ingressar no mercado internacional. Uma estratégia internacional é uma opção particularmente atrativa para empresas que competem nos mercados locais e contam com oportunidades de crescimento limitadas. - Retorno sobre investimento Num mercado extremamente competitivo e sem fronteiras, produtos tornam-se obsoletos rapidamente, o que implica a necessidade de recuperar investimentos com a mesma rapidez que se desenvolve novas tecnologias, pois a imitação por parte da concorrência é bem provável em razão das diferentes leis sobre patentes em vigor ao longo das fronteiras territoriais e as vezes indiscreta. A concorrência seleciona determinado produto, o desmonta, absorve sua nova tecnologia e desenvolve produto semelhante. Uma das razões para se investir em mercados internacionais é a geração de retornos sobre investimentos acima da média.

7 UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos - Economias de escala e Aprendizado Ao expandir seus mercados, as empresas podem desfrutar de economias de escala, em suas operações de manufatura. Considerando o fato de uma empresa ser capaz de padronizar seus produtos ao longo das fronteiras e utilizar as mesmas instalações. É mais provável que se obtenham economias de escala melhores e definir preços mais competitivos. - Vantagens da localidade As empresas podem fixar instalações em outros países a fim de reduzir os custos básicos das mercadorias ou serviços por ela oferecidos, proporcionar acesso mais rápido a mão de obra barata, energia outros recursos naturais, suprimentos essenciais e clientes. Estabelecidas em uma localidade atrativa, empresas devem administrar suas instalações de maneira eficaz para que possam desfrutar totalmente dos benefícios relativos a vantagem oferecida pela localidade.

8 c) Estratégias internacionais Jefferson É o modo de como oferecer produtos e serviços em outros países. Existem dois tipos de estratégias internacionais a conhecer: - Estratégia internacional no nível de negócios - Estratégia internacional no nível corporativo UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos

9 - Estratégia internacional no nível de negócios País de origem da operação é geralmente a fonte mais importante da vantagem competitiva. A demanda poderá criar oportunidades capazes de ultrapassar as fronteiras nacionais - Estratégia internacional no nível corporativo Concedem as unidades territoriais individuais autonomia para desenvolver suas próprias estratégias no nível de negócios; Uma estratégia internacional ao nível corporativo tem como foco das operações de uma empresa por meio da diversificação de produtos e geográfica. UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos

10 - Fatores contribuintes para vantagem internacional a nível de negócios segundo Michael Porter - Fatores de produção Essa dimensão refere-se aos subsídios necessários para se competir em qualquer indústria-mão de obra,propriedades,recursos naturais, capital e infra estrutura(tais como sistemas de transporte, portal e de comunicação. - Condições de demanda Caracterizada pela natureza e extensão das necessidades dos compradores nos mercados de origem em relação aos produtos e serviços da indústria. - Estratégia, Estrutura e Rivalidade Dimensão territorial final que promove o crescimento de determinadas indústrias. UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos

11 - Os três tipos de estratégias internacionais ao nível corporativo - Estratégia Multilocal as decisões estratégicas e operacionais são descentralizadas ao nível da unidade comercial estratégica de cada país,de forma a permitir que a referida unidade crie produtos sob medida para o mercado. - Estratégia Global É uma estratégia internacional por meio da qual oferece produtos padronizados por intermédio dos mercados territoriais, sendo que a estratégia competitiva é prescrita pelo escritório central. - Estratégia Transnacional É uma estratégia internacional por meio da qual a empresa procura obter tanto eficiência global quanto responsividade local. UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos

12 d) Tendências e Análises Ambientais Eder UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos - O que é Análise Ambiental? Análise do Ambiente é o processo de identificação de Oportunidades, Ameaças, Forças e Fraquezas que afetam a empresa no cumprimento da sua Missão. - Consiste no processo de monitoração do ambiente organizacional (fatores internos e externos) para identificar riscos e oportunidades presentes ou futuras que possam influenciar a organização a atingir suas metas. - O propósito principal da análise do ambiente é reagir e aumentar o sucesso organizacional. - De acordo com o conceito atual de Planejamento Estratégico, a sobrevivência e o sucesso da empresa dependem da sua sintonia com o ambiente. - Mas estarão as empresas realmente preocupadas em analisar o ambiente?

13 UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos Peter Drucker, faz as seguintes afirmações: "Em épocas turbulentas as empresas não podem pressupor que o amanhã será sempre uma extensão do presente. Pelo contrário, devem administrar visando mudanças que representem oportunidades e ameaças." "Uma era de turbulência é também uma era de grandes oportunidades para aqueles que compreenderem, aceitarem e explorarem as novas realidades. Para os que temem mudanças, Drucker adverte: "Mudanças são oportunidades. Podem ser vistas como ameaças por muitos executivos - mas todas precisam ser exploradas como uma oportunidade - para fazer algo de diferente, algo de novo e, acima de tudo, para fazer algo melhor, algo mais produtivo e lucrativo.

14 UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos - Qual a influência do ambiente externo para as empresas? A influência mais importante sobre a política e a estratégia de uma empresa é o ambiente externo. Quanto mais complexo, turbulento e variável for este ambiente, maior será o seu impacto sobre a empresa. Todas as organizações, grandes e pequenas têm que prestar mais atenção, para sua sobrevivência, a seus ambientes quando formulam e implantam políticas e estratégias. Considerando as etapas do processo de Planejamento Estratégico, podemos afirmar, com convicção, que o ambiente é o principal acionista da empresa, é ele que influi fortemente em seu processo decisório. Roteiro para análise do Ambiente 1 - Definir o escopo do ambiente a ser analisado 2 - Selecionar as informações relevantes 3 - Escolher o cenário referência 4 - Identificar as oportunidades e ameaças no cenário referência 5 - Selecionar as oportunidades e ameaças relevantes para a empresa

15 UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos O desenho a seguir apresenta os principais Públicos Relevantes externos.

16 UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos Mais para que analisarmos todos esses fatores? Ao realizar um planejamento estratégico, deve se observar e analisar com cuidado todas as mudanças e tendências do mercado. Acompanhar a evolução do mercado global (nacional e internacional). Analisar o diferencial de cada empresa e sua influência no mercado internacional.

17 e) Seleção do modo de entrada internacional Helen UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos A internacionalização - o processo por meio do qual a empresa deixa de operar nos limites do mercado nacional de origem e passa a explorar mercados estrangeiros - pode ser realizada através de diferentes modos de atuação no estrangeiro, desde a simples exportação de produtos, acordos de licenciamento, alianças estratégicas e até operações estrangeiras mais complexas e com maior comprometimento de recursos, como aquisições e instalação de subsidiárias próprias no exterior. A escolha de um modo de entrada num mercado externo é o resultado de várias forças conflitantes. A decisão do modo de entrada trata-se de um processo complexo que envolve trade-offs entre as alternativas de entrada no mercado internacional. Fatores internos e externos a empresa influenciam na decisão de um modo de entrada. Os fatores externos são o mercado, a produção, os fatores ambientais tanto do país de origem como no mercado-alvo.

18 UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos Como a empresa responde aos fatores externos na escolha de um modo de entrada, dependem de seus fatores internos, como seus fatores de produção e seus recursos. Os fatores que influenciam a decisão da empresa sobre o modo de entrada no mercado externo são mostrados abaixo: Fonte: Root, 1994:09

19 A exportação não exige as despesas de estabelecer operações em outros países, mas os exportadores precisam estabelecer alguns meios para comercializar e distribuir seus produtos. Em muitos casos, as empresas exportadoras desenvolvem acordos contratuais com empresas do país anfitrião. As desvantagens de exportar incluem muitas vezes elevados custos de transporte e barreiras tarifárias. O exportador também tem menos controle sobre a distribuição e comercialização de seus produtos e em muitos casos precisa pagar um distribuidor, o que conseqüentemente, gera aumento de preços. Assim pode ser difícil comercializar um produto competitivo por meio de exportações ou oferecer um produto personalizado. O licenciamento, assim como as franquias, permitem que uma empresa estrangeira compre o direito de manufaturar e/ou vender algum bem ou serviço em seu país ou num conjunto de países atuando com o nome do licenciador. Ao licenciador normalmente é pago um royalty correspondente à produção. O licenciado assume riscos e faz investimentos em instalações para produção, distribuição e comercialização dos produtos e/ou serviços. Em conseqüência da parceria licenciador-licenciado, essa é uma forma menos dispendiosa de expansão internacional. UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos

20 As desvantagens do licenciamento são o baixo controle sobre a manufatura e comercialização dos produtos em outros países e menores retornos potenciais, pois estes devem ser compartilhados entre o licenciador e licenciado. Além disso, há a possibilidade da empresa internacional aprender a tecnologia e produzir e vender um produto similar depois que a licença terminar. UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos

21 As diferentes formas de alianças estratégicas internacionais permitem que as empresas compartilhem os riscos e os recursos para entrar em mercados estrangeiros. Em muitos casos as alianças estratégicas internacionais são feitas entre uma empresa do país anfitrião que conhece as condições competitivas, as normas legais e culturais do país, o que ajudará a empresa entrante a vender um produto competitivo. Cada parceiro leva conhecimento e/ou recursos à parceria. As empresas muitas vezes entram numa aliança estratégica internacional para aprender novas competências e adquirir novas tecnologias de produção ou de gerenciamento. As desvantagens desse tipo de internacionalização podem incluir incompatibilidade e conflito entre os parceiros e comportamento oportunista de uma das empresas envolvidas. As aquisições como estratégia de entrada normalmente proporcionam rápido acesso a um novo mercado. Dentre as alternativas de entrada, as aquisições podem se apresentar como a mais rápida e muitas vezes a maior expansão internacional inicial. As desvantagens dessa estratégia são que muitas vezes são dispendiosas e em muitos casos necessitam de financiamento da dívida o que pode gerar custos de longo prazo. UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos

22 As negociações para aquisições internacionais podem ser extremamente complexas, geralmente mais difíceis do que em aquisições dentro do mesmo país. E por fim, os problemas para fundir e adequar à nova empresa no adquirente são mais complexos do que no caso de aquisições domésticas. Para as aquisições internacionais a empresa que adquire precisa lidar não somente com culturas corporativas diferentes, mas também com culturas sociais e gerenciais potencialmente diferentes. O estabelecimento de uma subsidiária totalmente própria é um processo mais complexo e dispendioso, mas tem a vantagem de garantir a empresa o máximo controle sobre seus ativos. De qualquer forma, as empresas organizam suas operações no exterior de várias maneiras. Essas operações podem ser de baixo comprometimento como as exportações, de comprometimento intermediário, como os licenciamentos e alianças ou de alto comprometimento de recursos como as aquisições e subsidiárias próprias. UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos

23 f) Resultados da competitividade estratégica Rosana UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos O foco é sobre o uso apropriado de estratégias que possam possibilitar a Alavancagem dos potenciais das indústrias brasileiras, e para isso é imprescindível discorrermos sobre os fatores que influenciam sua capacidade competitiva. Esses fatores se apresentam no conjunto de forças formado pela: - Concorrência na Indústria; - Compradores; - Fornecedores; - Empresas entrantes em um setor; - Produtos Substitutos - Logística Esse conjunto de forças representa as oportunidades e ameaças às industrias que desejam aumentar sua competitividade internacional.

24 UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos - Concorrência na Indústria Ao referirmos sobre a concorrência é necessário identificar o estágio em que se encontra a indústria de um setor em uma determinada região.Feito isso, teremos em mãos informações preciosas: se o setor é dinâmico em relação ao seu desenvolvimento intrínseco, ou seja, o setor não se baseia em uma indústria monopolista, mas sim na existência de toda uma cadeia produtiva onde cada qual procura pelo seu desenvolvimento, caso contrário será alijado do mercado. Desta forma, temos na rivalidade presente entre as indústrias um aspecto positivo, que é o de despertar uma indústria em relação ao que a outra está fazendo, e um negativo que é justamente a não percepção por parte de uma indústria do que está ocorrendo em seu setor.

25 UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos - Entrantes Potenciais A caracterização de uma região que proporcione condições favoráveis para que uma indústria queira se instalar nela é outro fator que traz em si benefícios e ameaças, pois caso as indústrias que ali estejam instaladas não sejam dinâmicas o suficiente em suas ações de modernização e acompanhamento das transformações do mercado, serão afetadas com a perda de seus clientes para essas indústrias entrantes, ou caso não tomem decisões e assumam uma postura diferente estarão seriamente ameaçadas na continuidade de suas atividades, pois as indústrias entrantes interessadas em expandir seus negócios virão com novos processos produtivos, e com a oferta de produtos mais atrativos para o mercado.

26 UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos - Produtos Substitutos A oferta de produtos e serviços que venham a substituir os de habitual consumo da população podem transformar e enriquecer um setor produtivo e os serviços oferecidos por ele, seja pelo aspecto de preços mais acessíveis e de valores agregados, ou ainda, pelo abandono das indústrias de um setor produtivo dos processos até então utilizados para a produção e prestação de serviços a que estão atrelados esses produtos. Ocorre que a oferta de produtos substitutivos em uma indústria só é possível quando as indústrias entrantes ou concorrentes desenvolvem pesquisas que proporcionam a elas o desenvolvimento de produtos, ou da identificação do uso de novas matérias-primas. Isso geralmente vem acompanhado de um serviço mais adequado ao cliente para que o mesmo possa usufruir os benefícios que podem ser gerados através da utilização desses novos produtos.

27 UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos - Fornecedores O papel dos fornecedores em uma indústria é tão importante quanto o da indústria final que coloca o produto no mercado, pois seu desempenho está inserido, amarrado e dependente da oferta de matérias-primas, peças, ferramentas, acessórios, máquinas e serviços que tenham qualidade e agregação de valores, que necessariamente não sejam só oriundos das exigências dos clientes, mas sim da visão de negócios desses industriais. Com isso, a competitividade de uma indústria final em uma cadeia produtiva tende a ser potencializada o que beneficiará a todos indistintamente e aumentará inclusive o poder de barganha desses fornecedores.

28 - Compradores As indústrias de um setor estão cada vez mais suscetíveis ao poder que os compradores exercem sobre elas, isso por um lado é um fator provocante que levam às mesmas a estarem mais atentas às necessidades dos clientes e é por outro lado uma ameaça, pois o poder de negociação desses compradores põe uma indústria de certa especificidade em confronto permanente com outra congênere, através da diminuição de preços sempre em descendência à custa de suas rentabilidades. Isso geralmente ocorre quando esses compradores compram grandes quantidades, e os fornecedores possuem uma linha limitada de oferta de produtos, o que eleva o poder de negociação dos compradores, devido a existência de uma forte dependência da continuidade das atividades em relação a essas vendas.

29 - Logística Assim, ao considerarmos esse conjunto de forças, pretendemos refletir o que isso pode contribuir para o estabelecimento de uma estratégia mais competitiva. Para que isso ocorra é necessário e essencial a consideração da logística na estratégia. Eficiência em logística é particularmente importante para as empresas que estão fazendo negócios no exterior. Os custos de distribuição, como um percentual da receita, são maiores para empresas internacionais do que para suas equivalentes nacionais. A complexidade, os tempos alongados para atendimento a pedidos, os requisitos incomuns para produtos e/ou serviços e fatores legais e culturais diferentes nos países estrangeiros se combinam para criar uma conjuntura de operações muito mais desafiadora... Empresas comprometidas com o uso estratégico da logística costumam apresentar um desempenho melhor do que a concorrência, em velocidade e consistência do ciclo de pedidos.

30 g) Os riscos em um ambiente internacional Edvaldo São 03 os principais riscos: - Riscos Políticos - Riscos Econômicos - Invasão Chinesa UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos

31 - Riscos Políticos São aqueles relativos a instabilidades nos governos nacionais e a guerra, tanto civil quanto internacional, as mudanças de regimes de governo, a nacionalização das empresas etc. - Riscos Econômicos São aqueles relativos aos fracassos de economias mundiais, o cambio, a resistência da China para aceitar acordos com OMC, ingressos de novos países na União Européia. - Invasão Chinesa Os produtos chineses são hoje encontrados em todos os pontos do mundo. Não podemos esquecer se isto esta acontecendo e justamente por ter a China nos últimos 30 anos feito investimentos maciços em modernização da economia e em infra-estrutura. UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos

32 Empresas brasileiras - 52% das industrias brasileiras competem com os chineses no exterior - 67% dessas empresas perderam clientes no exterior - 45% perderam participação no Brasil - 4% deixaram de exportar UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos

33 Estratégias - 50% das empresas traçam estratégias para enfrentar a china - 48,4% querem investir em qualidade e design - 45,4% querem reduzir custos - 10% abriram fábricas na própria China - 27% apostam no lançamento de produtos, para contrapor a variedade crescente de mercadorias chinesas que tem invadido as prateleiras mundo a fora - 1/3 das empresas, ainda, planejam investir em imagem, diferenciado suas marcas dos concorrentes asiáticos por meio de ações de marketing mais agressiva. UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos

34 Estratégias As estratégias internacionais no nível de negócios se fundamentam em uma ou mais vantagens do pais anfitrião, ou seja fatores de produção, condições de demanda, estrutura e rivalidade da empresa. As ameaças de guerras e os ataques terroristas aumentam os risco e os custos das estratégias internacionais, além disso, recente pesquisa indica que a responsabilidade da qualidade de ser estrangeiro é mais difícil de ser respeitada do que se pensava. Por isso algumas empresas decidem competir em certas regiões do mundo, em vez de enxergar todos os mercados mundiais como oportunidades potenciais. Competir nos mercados regionais permite as empresas e aos gestores manter o foco em seu aprendizado dos mercados específicos, das culturas, das localidades, dos recursos etc... Bibliografia - Confederação Nacional da Industria (CNI) - Jornal o Estado de São Paulo (04/02/11) UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos - Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos

35 LOGO Fim... Obrigado! UMC – Curso de Pós-graduação – 2011 MBA em Gestão de Recursos Humanos Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Duca Vasconcelos


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