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Aula 1 – António Albano Baptista Moreira EMPREENDEDORISMO.

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1 Aula 1 – António Albano Baptista Moreira EMPREENDEDORISMO

2 Aula 5 – 28/03/2012 Avaliação - Características empreendedoras Tendências OBJETIVOS

3 Ao final o que levaremos ? EMPREENDEDORISMO TENDÊNCIAS

4 O que responder Tendências do mundo dos negócios Plano de negócios Oportunidades

5 Competências NºDescriçãoNível 01 Entender o conceito de empreendedorismo, sua tipologia, bem como, importância econômica para um país e inovadora para as empresas. F 02 Conhecer as bases do pensamento empreendedor e suas fundações. N 03 Identificar as características comportamentais e atitudinais do empreendedor e intra-empreendedor. F 04 Identificar barreiras e estímulos organizacionais ao comportamento intra-empreendedor. I 05 Entender o ciclo de vida organizacional, bem como, saber diferenciar uma oportunidade de uma idéia. N 06 Entender a importância da análise ambiental, bem como, saber como identificar e avaliar a concorrência. N

6 Apoio bibliográfico Bibliografia Básica DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. 2. ed., rev. e atual. Rio de Janeiro: Editora Campus, MALHEIROS, Rita de Cássia da Costa; FERLA, Luiz Alberto; CUNHA, Cristiano J. C. de Almeida (organizadores). Viagem ao mundo do empreendedorismo. 2 ed. Florianópolis: IEA – Instituto de Estudos Avançados, 2005.

7 Apoio bibliográfico Bibliografia Complementar Referência AIDAR, Marcelo Marinho. Empreendedorismo. São Paulo: Thomson, BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de empreendedorismo gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas. São Paulo: Atlas, 2010.

8 Nossos encontros DATABASES TECNOLÓGICAS TRABALHADASNºs COMPETÊNCIAS ENVOLVIDAS OBSERVAÇÕES 29/02 Apresentação, formas de avaliação. Empreendedorismo: conceito, tipos e importância; Fundações do comportamento empreendedor e destruição criativa na Economia Austríaca de Joseph Alois Schumpeter; Dimensões ou fatores do construto comportamento empreendedor e intra-empreendedor; Características comportamentais e atitudinais do empreendedor e intra-empreendedor. TODAS DE FORMA GERAL COMPETÊNCIA 1 APRESENTAÇÃO GERALD A DISCILINA DO QUE VAI SER TRATADO, DA METODOLOGIA E DAS AVALIAÇÕES 07/03 Empreendedorismo: conceito, tipos e importância; Fundações do comportamento empreendedor e destruição criativa na Economia Austríaca de Joseph Alois Schumpeter; Dimensões ou fatores do construto comportamento empreendedor e intra-empreendedor; Características comportamentais e atitudinais do empreendedor e intra-empreendedor. COMPETÊNCIA 1 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 14/03 Empreendedorismo: conceito, tipos e importância; Fundações do comportamento empreendedor e destruição criativa na Economia Austríaca de Joseph Alois Schumpeter; Dimensões ou fatores do construto comportamento empreendedor e intra-empreendedor; Características comportamentais e atitudinais do empreendedor e intra-empreendedor. COMPETÊNCIA 2 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 21/03 Empreendedorismo: conceito, tipos e importância; Fundações do comportamento empreendedor e destruição criativa na Economia Austríaca de Joseph Alois Schumpeter; Dimensões ou fatores do construto comportamento empreendedor e intra-empreendedor; Características comportamentais e atitudinais do empreendedor e intra-empreendedor. COMPETÊNCIA 2 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE

9 28/03 Empreendedorismo: conceito, tipos e importância; Fundações do comportamento empreendedor e destruição criativa na Economia Austríaca de Joseph Alois Schumpeter; Dimensões ou fatores do construto comportamento empreendedor e intra- empreendedor; Características comportamentais e atitudinais do empreendedor e intra-empreendedor. COMPETÊNCIA 3 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 04/04 Empreendedorismo: conceito, tipos e importância; Fundações do comportamento empreendedor e destruição criativa na Economia Austríaca de Joseph Alois Schumpeter; Dimensões ou fatores do construto comportamento empreendedor e intra- empreendedor; Características comportamentais e atitudinais do empreendedor e intra-empreendedor. COMPETÊNCIA 3 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 11/04 Barreiras e estímulos organizacionais ao comportamento intra-empreendedor; Características políticas e de gestão de organizações efetivamente empreendedoras; Características estruturais das organizações empreendedoras; Características culturais das organizações empreendedoras; Influência das redes sociais inter e intra- organizacionais sobre o comportamento empreendedor e intra-empreendedor. COMPETÊNCIA 4 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 18/04AVALIAÇÃO ESCRITA INDIVIDUALCOMPETÊNCIA 1 A 4

10 25/04 Ciclo de Vida das Organizações; Inovação e Competitividade; Inovação e Criatividade; Identificação e aproveitamento de oportunidades; Diferenciação entre idéias e oportunidades e processos de identificação de oportunidades. COMPETÊNCIA 5 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 28/04 (SÁBADO LETIVO) REVISÃO E RECONSTRUÇÃO DAS COMPETÊNCIAS COMPETÊNCIAS 1 A 4 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 02/05 Análise da concorrência; Tamanho e potencial de mercado; Ciclo de vida do setor: expansão Oferta e demanda; Variáveis ambientais: demográfica, geográfica, tecnológica, ambiental, política/legal, sociocultural; Sazonalidade. COMPETÊNCIA 6 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 09/05 Análise da concorrência; Tamanho e potencial de mercado; Ciclo de vida do setor: expansão Oferta e demanda; Variáveis ambientais: demográfica, geográfica, tecnológica, ambiental, política/legal, sociocultural; Sazonalidade. COMPETÊNCIA 7 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE

11 16/05 Planejamento estratégico; Planejamento financeiro; Endividamento; Fonte de recursos; Capital de giro. COMPETÊNCIA 8 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 23/05 Plano de Negócios: conceito, importância e estrutura. COMPETÊNCIA 9 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 30/05 Plano de Negócios: conceito, importância e estrutura. COMPETÊNCIA 9 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 02/06 (SÁBADO LETIVO) PREPARAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS COMPETÊNCIAS 5 A 9 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE

12 06/06 Franquias; Associações Produtivas Locais (APL´s) Incubadoras. COMPETÊNCIA 10 APRESENTAÇ ÕES ORAIS E ESCRITAS DAS EQUIPES 13/06 APRESENTAÇÕES DOS TRABALHOS TODAS COMPETÊNCIAS APRESENTAÇ ÕES ORAIS E ESCRITAS DAS EQUIPES 20/06 AVALIAÇÃO ESCRITA INDIVIDUAL COMPETÊNCIA 5 A 10 27/06 TODAS DE FORMA GERAL TODAS AS COMPETÊNCIAS RECONSTRU ÇÃO

13 DATANºs COMPETÊNCIAS AVALIADASINSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO TODAS AULAS DURANTE AS AULAS DE CADA COMPETÊNCIA TRABALHOS INDIVIDUAIS E EM EQUIPE REALIZADOS EM SALA 18/04COMPETÊNCIAS 1, 2, 3, 4INDIVIDUAL ESCRTIA 13/06TODAS AS COMPETÊNCIAS APRESENTAÇÃO ORAL E ESCRITA DE UM PLANO DE NEGÓCIOS 20/06COMPETÊNCIAS 5, 6, 7, 8, 9 E 10INDIVIDUAL ESCRTIA 27/06 TODAS AS COMPETÊNCIAS/RECONSTRUÇÃO INDIVIDUAL ESCRTIA 18/04CHTAE 6 hrsENTREGA TRABALHO INDIVIDUAL 27/06CHTAE 6 HrsENTREGA TRABALHO INDIVIDUAL

14 Conteúdo Programático Competência 1 a 3: Empreendedorismo: conceito, tipos e importância; Fundações do comportamento empreendedor e destruição criativa na Economia Austríaca de Joseph Alois Schumpeter; Dimensões ou fatores do construto comportamento empreendedor e intra-empreendedor; Características comportamentais e atitudinais do empreendedor e intra- empreendedor. Competência 4: Barreiras e estímulos organizacionais ao comportamento intra- empreendedor; Características políticas e de gestão de organizações efetivamente empreendedoras; Características estruturais das organizações empreendedoras; Características culturais das organizações empreendedoras; Influência das redes sociais inter e intra-organizacionais sobre o comportamento empreendedor e intra-empreendedor. Competência 5: Ciclo de Vida das Organizações; Inovação e Competitividade; Inovação e Criatividade; Identificação e aproveitamento de oportunidades; Diferenciação entre idéias e oportunidades e processos de identificação de oportunidades.

15 Conteúdo Programático Competência 6 e 7: Análise da concorrência; Tamanho e potencial de mercado; Ciclo de vida do setor: expansão Oferta e demanda; Variáveis ambientais: demográfica, geográfica, tecnológica, ambiental, política/legal, sociocultural; Sazonalidade. Competência 8: Planejamento estratégico; Planejamento financeiro; Endividamento; Fonte de recursos; Capital de giro. Competência 9: Plano de Negócios: conceito, importância e estrutura. Competência 10: Franquias; Associações Produtivas Locais (APL´s) Incubadoras.

16 Material adicional Livros digitalizados Empreender – fazendo a diferença Ler até capítulo 2 até dia 12/08

17 Ficou para aula de hoje... Apresentar os formulários: Plano de vida; Auto-avaliação das características empreendedoras.

18 Vamos ao conteúdo EMPREENDEDORISMO

19 Processo aprendizagem Mapas mentais / resumos / esquemas 5W3H Perguntas: Definição? O que é? Para que serve? Porquê? Qual a causa? Como surgiu? Quais conseqüências? Pontos +, vantagens? Pontos -, desvantagens? Contribuições, aplicações práticas? Como faz? Mensuração? Como posso uso pessoalmente? Fechar os conceitos

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21 Fechando conceitos Definições Características quantas? Atitudes/comportamentos? Importância Contextos

22 PEDRA FILOSOFAL

23 Pedra Filosofal Eles não sabem que o sonho é uma constante da vida tão concreta e definida como outra coisa qualquer, como esta pedra cinzenta em que me sento e descanso, como este ribeiro manso em serenos sobressaltos, como estes pinheiros altos que em verde e oiro se agitam, como estas aves que gritam em bebedeiras de azul. eles não sabem que o sonho é vinho, é espuma, é fermento, bichinho álacre e sedento, de focinho pontiagudo, que fossa através de tudo num perpétuo movimento. Eles não sabem que o sonho é tela, é cor, é pincel, base, fuste, capitel, arco em ogiva, vitral, pináculo de catedral, contraponto, sinfonia, máscara grega, magia, que é retorta de alquimista, mapa do mundo distante, rosa-dos-ventos, Infante, caravela quinhentista, que é cabo da Boa Esperança, ouro, canela, marfim, florete de espadachim, bastidor, passo de dança,

24 Colombina e Arlequim, passarola voadora, pára-raios, locomotiva, barco de proa festiva, alto-forno, geradora, cisão do átomo, radar, ultra-som, televisão, desembarque em foguetão na superfície lunar. Eles não sabem, nem sonham, que o sonho comanda a vida, que sempre que um homem sonha o mundo pula e avança como bola colorida entre as mãos de uma criança. In Movimento Perpétuo, 1956

25 IF de RUDYARD KIPLING If (Se) de Rudyard Kipling Se és capaz de manter a calma quando Toda a gente ao teu redor já a perdeu e te culpa; De acreditares em ti quando todos duvidam E para esses no entanto encontrares uma desculpa; Se és capaz de esperares sem desesperares, Ou enganado, não mentires ao mentiroso, Ou sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares, E não pareceres bom demais ou pretensioso; Se és capaz de pensares, sem que a isso só te atires; Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires Tratares da mesma forma esses dois impostores; Se és capaz de sofre a dor de veres mudadas Em armadilhas as verdades que disseste, E as coisas por que deste a vida estraçalhadas, E refazê-las com o bem ainda pouco que te reste;

26 IF de RUDYARD KIPLINGIF de RUDYARD KIPLING continuação If (Se) de Rudyard Kipling Se és capaz de arriscar numa única jogada, Tudo quanto ganhaste na tua vida, E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada, Resignado, voltares ao ponto de partida; De forçares o coração, nervos, músculo, tudo A dar seja o que for que neles ainda existe, E a persistir assim quando, exaustos, contudo Resta a vontade em ti que ainda ordena: Persiste, Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes E, entre reis, não perderes a naturalidade, E, de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes Se a todos podes ser de alguma utilidade, E se és capaz de dar, segundo por segundo, Ao mínimo fatal todo o valor e brilho, Tua é a terra com tudo que existe no mundo E o que mais – tu serás um homem, ó meu filho!

27 Reflexões Porque ser empreendedor? Recompensa mais que material. Reconhecimento individual, orgulho é interno, humildade ação, comportamento. Quem você é quando ninguém está olhando? Sou a pessoa que realmente quero ser? Sim? Seu objetivo foi alcançado!

28 08/04/0528 O GRANDE DESAFIO DO MAIS FÁCILPARA A PLENITUDE CORRUPÇÃOÉTICA EXPLORAÇÃO DO MEIO AMBIENTE RESPONSABILIDADE ECOLÓGICA IGNORÂNCIA SOBRE A SOCIEDADE RESPONSABILIDADE SOCIAL COMODISMOPARTICIPAÇÃO IMORALIDADECOMPORTAMENTO MORAL LUCRO FÁCILLUCRO A LONGO PRAZO FALTA DE CARÁTERVALORES E PRINCÍPIOS AMADORISMOPROFISSIONALISMO

29 SUCE$$ !! SÓ OS EMPREENDEDORES TRIUNFARÃO !!! Deus dá a todos uma estrela, Uns fazem da estrela um Sol, Outros nem conseguem vê-la! Helena Kolody

30 Vamos ao conteúdo TENDÊNCIAS

31 GLOBALIZAÇÃO: PENSAR GLOBALMENTE E AGIR LOCALMENTE. QUALIDADE NÃO SERÁ MAIS UM DIFERENCIAL COMPETITIVO. MARGENS DE COMERCIALIZAÇÃO CADA VEZ MAIS ESTREITAS. CLIENTES MENOS FIÉIS. USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. A INFLUÊNCIA DA INTERNET – REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES GRANDES MUDANÇAS PARA O SÉCULO XXI

32 TENDÊNCIA DA GLOBALIZAÇÃO ñ MOVIMENTO EM DIREÇÃO AO LIVRE COMÉRCIO MUNDIAL ñ IMPULSO DAS TELECOMUNICAÇÕES ñ BIOTECNOLOGIA ñ REDUÇÃO DO TAMANHO DOS PRODUTOS ñ PRODUTOS ECOLOGICAMENTE CORRETOS ñ GERENTES GLOBALIZADOS (EMPREENDEDORES) ñ COSTUMIZAÇÃO ñ ERSONALIZAÇÃO

33 A INTERNET E SUA INFLUÊNCIA CONSEQÜÊNCIAS: NOVAS FORMAS DE COMERCIALIZAÇÃO NOVAS FORMAS DE COMERCIALIZAÇÃO MOSTRAR E ADQUIRIR PRODUTOS EM QUALQUER LUGAR NO MUNDO MOSTRAR E ADQUIRIR PRODUTOS EM QUALQUER LUGAR NO MUNDO FECHAR NEGÓCIOS COM CLIENTES EM TODO PLANETA FECHAR NEGÓCIOS COM CLIENTES EM TODO PLANETA AULAS A LONGA DISTÂNCIA, COM DIÁLOGOS EM TEMPO REAL AULAS A LONGA DISTÂNCIA, COM DIÁLOGOS EM TEMPO REAL PESQUISAS E ACESSO AS BIBLIOGRAFIAS MAIS RECENTES PESQUISAS E ACESSO AS BIBLIOGRAFIAS MAIS RECENTES RECRUTAR E SELECIONAR PESSOAS PARA AS EMPRESAS, ENTRE OUTRAS COISAS RECRUTAR E SELECIONAR PESSOAS PARA AS EMPRESAS, ENTRE OUTRAS COISAS MIDIAS SOCIAIS MIDIAS SOCIAIS ETC ETC

34 Desafios das empresas

35 "A melhor maneira de encontrar seu cliente, é ser encontrado por ele Google Marketing

36 Quais? Web 2.0, redes sociais, crowdsourcing Geração Y, Z,..... Poder nas mãos do consumidor One to one, cauda longa, free Virais, Web Marketing Costumização, Prosumers Integração de mídias Inovação Sustentabilidade, política, esporte ?

37 Filme Did you know it?

38 E AGORA JOSÉ ?

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41 Os 100 macacos Lyall Watson e as batatas doces...

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43 Vamos tentar responder O que está por trás de tudo isso ? Simples, o ser humano !

44 Todo o ser humano é movido por uma dualidade constante, precisa ser uma estrela solitária e pertencer a um grupo vitorioso Ernest Becker

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46 Amar Ser amado Ser reconhecido Deixar um legado

47 CADA UM ACHA SUA TURMA

48 Um propósito, um sentido sem comando, uma identificação !

49 49 PÁSSAROS COM A MESMA PLUMAGEM VOAM EM BANDO

50 Como a Internet conseguiu, sem apoio inicial de grandes empresas ou governos se disseminar e chegar depois de uma década a um bilhão de usuários? 1 Algumas questões :

51 Como projetos inovadores conseguiram de forma tão rápida atingir a escala planetária e questionar e alterar monopólios de uma hora para outra? 2

52 Quais os modelos que regem os avanços desta inovação ? Modelos universais, Anárquicos, Libertários.

53 Uma Sistematização... Individualidade reconhecida Liberdade de escolha Participação ativa Identidade História Você Eu

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57 Bens, produtos, serviços vão até ao consumidor!

58 Procura > OfertaProcura < Oferta Produtor é que mandaCliente é que manda Segmentação de mercadoFragmentação do mercado Grande número de clientes com necessidades semelhantes Pequeno número de clientes com necessidades diferentes Produtos genéricosProdutos à medida Séries de produção longasSéries de produção curtas Tabela - Push versus Pull

59 O velho e bom porta à porta O Boticário – El dourado + lingerie Comida congelada em furgões

60 Na nova economia digital... Riqueza flui da inovação e não da otimização O desconhecido vem de alimentar a suprema fluidez e agilidade das redes Abandonar o conhecido Valor da rede aumenta exponencialmente Retornos crescentes coma adesão Fartura produz fartura Generosidade – grátis – ganho indireto

61 Tendências Queda do custo de armazenamento Aumento da velocidade de processamento Maior velocidade de transmissões Queda no custo do hardware Integração dados, vídeo, voz, imagem Shopmobbing - Tuangou CUSTO PRATICAMENTE ZERO

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64 Chris Anderson Editor-chefe da Revista Wired. Escreveu a Cauda é Longa, publicado na forma de artigo na Wired em outubro de 2004 e, posteriormente, surgiu o livro, publicado pela Hyperion em julho Vive em Berkeley, Califórnia com sua mulher e quatro filhos. Trabalhou para The Economist por sete anos em Londres, Hong Kong e Nova York, em várias posições, de Editor de Tecnologia a Editor de Negócios. Possui formação em ciências, estudou física e fez pesquisas em Los Alamos, que o levou aos jornais científicos, Nature e Science.

65 Os segredos da economia do século XXI se escondem nos servidores das empresas que nos cercam, desde a eBay até o Wal-Mart. Anderson, pg. 7

66 Vilfredo Pareto ( )

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68 Espaços finitos Espaços caros e limitados obrigaram o foco no lançamento de grandes sucessos. Até parece que tem todos os títulos!

69 Pena que falta espaço! Fnac

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71 A nova forma da cultura e do comércio Fonte.: A cauda longa p.22

72 Os desafios vendendo bits Encontrabilidade Filtros Distribuição Costumização, nichos

73 Forças da cauda longa ForçaNegócioExemplo 1Democratização da produçãoProdutores e fabricantes de ferramentas cauda longa Câmeras de vídeo digitais, softwares de edição de música e vídeos, ferramentas de blogging 2Democratização da distribuiçãoAgregadoresAmoson, eBay, iTunes, Buscapé, Mercado livre 3Ligação da oferta e da procuraFiltros da cauda LongaGoogle, blogs, listas, Twitter, facebook

74 Crowdsourcing Colaboração O poder das multidões Queda de barreiras Existe almoço grátis Regra do 1 – 9 – 90

75 Viral Loop Os eleitos – Comunicadores, experts, vendedores Fixação Contexto Ponto de virada, o número mágico -150

76 BUZZ Marketing O velho boca a boca pela internet, usando , blogs, comunidades, fóruns etc.

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78 1 para 1

79 MIM CACIQUE (Jornais, Tevês, Rádios, Professores Médicos Corretores...) VOCÊS ÍNDIOS WEB 1.0: UM PARA MUITOS

80 A rede do conhecimento Volume de dadosEngarrafamentos de informação Não tem hora ou lugar Saber onde está a informação relevante é fundamental para não se perder tempo e tomar a decisão correta no tempo certo..

81 A rede dos engarrafados Modelo tradicional para resolver o problema Conteudista

82 Modelo tradicional para resolver o problema A Web 1.0

83 Você sozinho na multidão

84 NÓS CACIQUE NÓS TUBE NÓS ORKUT WEB 2.0: MUITOS PARA MUITOS

85 Novo modelo A Web 2.0

86 Mais um meio de comunicação Convergência de mídias A Internet antes da web 2.0 era considerada: Mais um meio de um para muitos A Internet depois da Web 2.0 assumiu: O primeiro meio de interação do ser humano Convergência de pessoas O primeiro meio muitos para muitos Mudança de conceito

87 O que provocou a mudança? Web 1.0Web 2.0 Conexão discada lenta + Pagamento por uso + Conexão mais cara = Menos tempo on-line Banda larga rápida + Pagamento fixo + Conexão menos cara = Mais tempo on-line

88 Da web 2.0 para...?? (projetos assumidamente voltados para o muitos para muitos) Início dos projetos de Inteligência Coletiva de forma efetiva ( ) Web 2.0 Da entrada da Internet comercial à chegada da web 2.0 (insistência na repetição do modelo um para muitos) e difusão da banda larga. Povoamento ( ) Do âmbito acadêmico à entrada da Internet comercial Formação ( ) Web 1.0 CaracterísticasFases Etapas Fases do Ambiente de Rede (Internet, Intranets e Extranets) As fases:

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90 O Desafio Sair da estrutura Hierárquica Para a colaborativa Chefe Animador

91 Também Sair do entretenimento e exibicionismo. Para a participação e o conhecimento.

92 As sete previsões para o futuro da Web 2.0

93 As sete previsões Web 2.0? Quem souber organizar as melhores comunidades em rede fará a diferença!

94 As instituições funcionarão como enxames coletivos, conectados em rede, para conseguir mudar de direção na velocidade que a sociedade plugada exigir. As sete previsões Web 2.0?

95 Não existirá mais conteudista (cacique- índio)! Quem colocará a maior parte do conteúdo será o usuário! (índio- índio)! O poder é do conteúdo e do relacionamento As sete previsões Web 2.0?

96 Quem organizará as comunidades serão os apicultores! O apicultor terá como missão: estimular, organizar, moderar as abelhas para gerar o mel coletivo e, portanto, riqueza. As sete previsões Web 2.0?

97 Os portais e as Intranets em poucos anos terão a cara muito parecida com o Orkut e similares. Os blogs e as comunidades serão os ambientes para troca de conhecimento nas empresas e fora delas. As sete previsões Web 2.0?

98 Os países se diferenciarão um dos outros pela capacidade da população se articular em Rede. Tanto para aprender, discutir e decidir o seu destino. As sete previsões Web 2.0?

99 Os países incorporarão ao seu Planejamento estratégico a criação de redes inteligentes entre seus cidadãos para competir no mundo plugado. As sete previsões Web 2.0?

100 WEB 2.0: MUITOS PARA MUITOS Quem souber incentivar, criar, se aproveitar das comunidades em rede vai diante, quem não souber ou quiser e preferir relaxar no modelo antigo…..

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102 Esta é a realidade !!!!!

103 O futuro

104 O novo consumidor... Como é a geração polegar ??? Geração X e Y Vamos tentar responder ?

105 Tenho Mac, iPod, baixo músicas iTunes … É até chato !!!

106 O que !!!!! Sem banda larga? Sem celular? Sem compras on-line? Tá brincando, né?!!

107 Questões... Quem é nosso cliente? Qual o perfil do Rafinha? Como motivar esse cliente a participar? Como é o novo processo de compra? Prosumer !!!!

108 Datas a lembrar Internet (1998), MSN (2000), Orkut (2005)/Facebook Celular, SMS, iPod MP3 Vídeo game

109 Algumas datas marcantes HojeCom 7 anosCom 15 anos 18 anos IMS 2007 SMS, etc 23 anos Internet 2002 Orkut 28 anos Celular 1997 Internet 31 anos Vídeo game 1994 Celular

110 Geração X e Y Quadro 1 - AS DIFERENÇAS DAS GERAÇÕES GERAÇÃO BABY BOOMERS XY Ano de Nascimento Acontecimentos que marcaram a geração Final da 2ª. Guerra Mundial Movimento Hippie e a Revolução Sexual Revolução Tecnológica Principais Ideais Reconstruir o mundo Lutar pela paz, liberdade, anarquismo. Globalização, multicultura e diversidade. O trabalho é.... A principal razão da vida O que paga as contas. Satisfação do desejo de consumismo. Média de tempo nas empresas 40 anos15 anos8 anos

111 Geração X e Y GERAÇÃO XGERAÇÃO Y VariáveisMotivaçõesVariáveisMotivações Reengenharia, downsizing Oportunidade de desenvolvimento e empregabilidade Bolha da Internet Responsabilidades e desafios crescentes. Bolha da Internet Trabalho mais independente, flexível e criativo. Tecnologia x Burocracia Liberdade/flexibilidade para atingir resultados. 11 de Setembro Liderança capaz de fazer coaching e mentoring Liderança autêntica x liderança hierárquica. Oportunidade para crescimento contínuo. Mudanças em relação à estabilidade, carreira e benefícios. Acesso direto às lideranças e feedback intensivo e sistemático. Foco no curto prazo e nos resultados Sentir que faz diferença para a empresa e para a sociedade. Hoje têm 44 a 31Hoje têm 30 a 17 Ambiente de trabalho descontraído, alegre e agradável.

112 Geração C Nascidos a partir de 1990 Conectado Comunicando Conteúdo Colaborando / compartilhando Comunidades Co-criadores Costumização

113 PRINCIPAIS AMEAÇAS TRANSFORMAÇÕES NAS ESTRUTURAS DE TRABALHO DIMINUINDO EMPREGOS MAIOR CONCORRÊNCIA EM ESCALA MUNDIAL IMPOSIÇÃO DO PAISES RICOS AOS MAIS POBRES DESIGUALDADES FINANCEIRA CONCENTRAÇÃO DE RIQUEZAS NAS MÃOS DOS PODEROSOS

114 PRINCIPAIS OPORTUNIDADES QUALIDADE EM MAIOR ESCALA GRANDE NÚMERO DE OPÇÕES DE FORNECEDORES E MERCADOS ALTA TECNOLOGIA DISPONÍVEL E DEMOCRATIZADAS PREÇOS MAIS BAIXOS GRANDES OPÇÕES DE PARTICIPAR DA CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL

115 QUAIS AS TENDÊNCIAS ?

116 Finalmente!

117 GERENTES GLOBALIZADOS ANTES HOJE AUTORITÁRIO ABERTO À PARTICIPAÇÃO CENTRALIZADOR DELEGADOR VISÃO DEPARTAMENTAL VISÃO SISTÊMICA INDIVIDUALISTA PARTICIPATIVO ESPECIALISTA MULTI ESPECIALISTA CHEFEEMPREENDEDOR

118 COMO VENCER A COMPETITIVIDADE DOS NOVOS TEMPOS 1) Positividade 2) Flexibilidade 3) Organização 4) Criatividade e inovação 5) Foco

119 POR QUE CONTINUARÁ CRESCENDO O NÚMERO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS? Tendências das grandes corporações a transformarem seus complexos em muitas empresas pequenas. A consolidação do franchising. O espírito empreendedor e a necessidade de realização pessoal, principalmente no meio executivo. A aposentadoria precoce. A informatização e a robotização das empresas, que dispensam pessoas de níveis técnicos/gerenciais. O crescimento descomunal de serviços especializados, principalmente ligados à informação. O enxugamento da máquina governamental, que desemprega executivos e técnicos. A terceirização e desverticalização das médias e grandes empresas. Os aspectos tributários e burocráticos, que criam alguns benefícios.

120 ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DO EMPRESÁRIO DA MPE Normalmente sem formação acadêmica. Aprendeu o ofício na prática, como empregado (com os vícios da prática). Vem da produção ou vendas. Aversão a controles e informações. Altamente intuitivo. Decide empiricamente. Limita-se a acompanhar a concorrência. Estilo de administração autocrática/paternalista. Fazedor de tudo. Coragem e capacidade de assumir riscos. Individualista. Visão e preocupação imediata. Descrente de mudanças e aprendizado. Desinformado – não lê. Não investe em auto desenvolvimento. Ressalte-se uma nova classe

121 CONTRIBUIÇÕES DAS MPEs CONTRIBUIÇÕES DAS MPEs Emprego e renda-família Emprego e renda-família Escola de mão-de-obra Escola de mão-de-obra Incubadora de novos negócios Incubadora de novos negócios Complemento na cadeia produtiva Complemento na cadeia produtiva Flexibilidade para pequenos nichos Flexibilidade para pequenos nichos

122 COMO AS MPEs PODERÃO SER COMPETITIVAS I - Atuar em pequenos nichos II - Participar de um complexo produtivo maior III - Em ambas as situações: Modernizar relações com o consumidor Modernizar relações com o consumidor Investir em qualidade e produtividade Investir em qualidade e produtividade Aproveitar a qualidade de empreendedor Aproveitar a qualidade de empreendedor do funcionário do funcionário Auto-desenvolver seus dirigentes Auto-desenvolver seus dirigentes Bancar novos investimentos nessa Bancar novos investimentos nessa modernização modernização

123 Menor carga tributária Maior carga tributária Informalidade Produção nào-seriada Cadeias e terceiros Até o cliente Economia de escala Rigidez produção/ Venda/ramo O cliente se adapta Ao produto(cria hábitos) Mão-de-obra qualificada Decisões descentralizadas Formalização das operações Produção seriada(em linha) Contato direto Com o cliente Custos Unitários maiores Versatilidade produção/ Venda/ramo Adequação dos Produtos ao cliente Mão-de-obra menos qualificada Decisões centralizadas

124 OBJETIVOS DO PLANO DE NEGÓCIOS Analisar a viabilidade da futura empresa Analisar a viabilidade da futura empresa Orientar de forma segura o empreendedor Orientar de forma segura o empreendedor Diminuir os riscos Diminuir os riscos Aumentar as chances de sucesso Aumentar as chances de sucesso Planejar agora o que fazer no futuro Planejar agora o que fazer no futuro

125 ETAPAS PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ASPECTOS ECONÔMICOS Mercado Consumidor Mercado fornecedor Concorrentes TAMANHO E LOCALIZAÇÃO Produto Localização ASPECTOS TÉCNICOS Tecnologia Processo Produtivo Equipamento (Lay-out) Investimentos Fixos Mão-de-obra CAPITAL Próprio Terceiros ASPECTOS FINANCEIROS Faturamento Custos Lucro Capital de giro Retorno do investimento

126 Para a próxima aula O que é uma oportunidade de negócios? Trazer uma oportunidade de negócio

127 Obrigado

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129 BOA NOITE OBRIGADO !!!!


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