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A utilização do QFD (Quality Function Deployment) no processo de priorização de Projetos de TI Valdinei Santana PUC-PR Gestão Estratégica de TI.

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1 A utilização do QFD (Quality Function Deployment) no processo de priorização de Projetos de TI Valdinei Santana PUC-PR Gestão Estratégica de TI

2 Contexto Histórico Computadores Processos Distribuidos Redes Fragmentado Interconectado Integrado Limitação do Hardware Limitação do Software Limitação Pessoas Usuários Remotos TI como prestador Suporte Disponível controle pelo CPD de serviços para usuários Técnicos & Necessidades dos Alinhamento Programação Usuários Estratégico Redução de Suportar os Ferramentas Custos Negócios Habilitadoras Operacional Flexibilidade Rígida Controle Estratégica (interna) (externa) OperacionalGerencialEstratégico Natureza Tecnologia Natureza Operação GAPs Benefícios do uso Objetivo dos Sistemas

3 Mercado Requisitos de Competitividade Eficácia e Eficiência Empresa Requisitos Internos entradasentradas saídassaídas Eficiência Clientes Eficácia Adaptado do Livro TI – Eficácia nas Organizações de Fernando José Barbin Laurindo (Poli – USP).

4 O processo de Transformação da TI EFICÁCIA EFICIÊNCIA Caos Mudança de foco (Realinhar) Oportunidade de Melhoria (Otimizar) Éden (Ponto Ideal) Adaptado do Livro TI – Eficácia nas Organizações de Fernando José Barbin Laurindo (Poli – USP).

5 Alinhamento Estratégico de TI potencial de impacto da TI nos negócios Estratégia de Negócios Decisões de Negócios Direção e Objetivos Mudanças Estratégia de SI Baseada nos Negócios Orientação para Demanda Aplicação Focada Estratégia de TI Orientada para o Suprimento Focada na Tecnologia Para onde os negócios estão indo e porque O que é necessário Como isso pode ser entregue Suporta Negócios Direção para Negócios Infra-estrutura & Serviços Necessidade & Prioridades

6 Visão Negócios X Tecnologia DadosInformaçãoConhecimentoAçõesResultados obtenção processo interpretação definição necessidade decisões direciona desempenho Balanced ScoreCard Fatores Críticos de Sucesso Visão de Tecnologia Visão de Negócios

7 Retorno sobre o Capital Retorno sobre o Capital Indicadores Financeiros Indicadores Cliente Indicadores Processos Internos Indicadores Aprendizado e Crescimento Fidelidade do Cliente Cliente Entrega no Prazo Prazo Qualidade do Processo Processo Tempo de Ciclo do Processo Tempo de Ciclo do Processo Habilidade dos empregados Habilidade Balanced Scorecard

8 SIG: Fatores Críticos de Sucesso São poucos (menos que dez; em geral de três a seis) Tem importância vital para a organização São diferenciadores entres as organizações Têm grande influência sobre as relações da empresa com o ambiente, principalmente com os mercados atingidos ou pretendidos São característicos do ramo ou categoria de produtos Podem estar distribuídos pelas atividades operacionais da empresa, principalmente por aquelas que representam as partes mais significativas de seus processos operacionais Muitos dos FCS são relacionados às características da categoria de produtos em face das necessidades básicas dos consumidores/clientes e às utilidades percebidas por eles

9 Deployment O que Como O que Como Plano de Ação Forte Relação Oque-Como Fraca Alguma Plano de Ação 5W/1H What? Why? Who? When? Where? How? O que? Por que? Quem? Quando? Onde? Como?

10 Benchmarking Alta Baixa Menos importante Qualificador Ganhador de Pedidos Importância para os clientes Bom Ruim Pior do que O mesmo Melhor do que Desempenho em relação ao concorrente Excesso? Adequado Melhoramento Ação Urgente

11 Priorização: Diagrama de Pareto

12 Desenvolvimento de Produto

13 Definição do Produto Projeto Reprojeto Sistema Tradicional Ênfase nas Fases Iniciais Tempo de Desenvolvimento

14 Recursos Comprometidos Recursos Gastos ANÁLISE DE OPORTUNIDADES PESQUISA DE MERCADO ESPECIFICAÇÃO CONCEPÇÃO PROJETO DETALHADO PRODUÇÃO VENDA Custo Relativo Recursos Gastos X Comprometidos

15 Modelo Tradiciona l Ênfase nas Fases Iniciais EspecificaçãoConcepçãoProjetoProduçãoResolução de Problemas % de Esforço Esforços

16 NÍVEL DE SATISFAÇÃO NÍVEL DE SUFICIÊNCIA A Encantado Insatisfeito NÍVEL DE SATISFAÇÃO NÍVEL DE SUFICIÊNCIA Completamente Insuficiente B Encantado Insatisfeito NÍVEL DE SATISFAÇÃO NÍVEL DE SUFICIÊNCIA Completamente Insuficiente QUALIDADE OBIGATÓRIA C Encantado Insatisfeito NÍVEL DE SATISFAÇÃO NÍVEL DE SUFICIÊNCIA Completamente Insuficiente QUALIDADE ATRATIVA D QUALIDADE DESEJADA

17 Encantado Insatisfeito NÍVEL DE SATISFAÇÃO NÍVEL DE SUFICIÊNCIA Completamente Insuficiente QUALIDADE ATRATIVA QUALIDADE OBIGATÓRIA QUALIDADE DESEJADA Modelo da Qualidade de Kano

18 Grau de Importância Nossa Empresa Hoje Concorrente 1 Concorrente 2 Plano Taxa de Melhoria Aspecto de Venda Peso Absoluto Peso Relativo Total % Empresa Agora Competidor 1 Competidor 2 Plano Qualidade Planejada Características da Qualidade Requisitos do Cliente Qualidade Projetada 1,5 = Aspecto de Venda 1,2 = Possivel Aspecto de Venda 1,0 = Não Aspecto de Venda (9) = Forte (3) = Alguma (1) = Possível Relações : A L B C D E F G H I J K M N O P Q R Overview QFD

19 QFD no desenvolvimento de Produtos O que Como O que Como Requisitos dos Clientes Características do Produto Requisitos do Produto Características das Partes Requisitos das Partes Características do Processo Requisitos do Processo Características da Produção

20 Fase I Planejamento do Produto Fase II Desdobramento das Partes Fase III Planejamento do Processo Fase IV Planejamento da Produção Compos. Polímero Freq. Ajuste Máquina Etc. Treinamento Operador ____ Peso do Retropr. Peso da Caixa Etc. Peso Conjunto Ótico Peso Conjunto Elétrico Kg --- Peso da Caixa Composição Polímero Etc. Tmperatura de Injeção ___ --- Velocidade de Injeção Fácil de Carregar Peso do Retroprojetor Etc. Alça para Carregar Dobrar Suporte / Lente Kg --- Desafio e/ou Oportunidade Retroprojetor

21 Fase I Planejamento do Produto Fase II Desdobramento das Partes Fase III Planejamento do Processo Fase IV Planejamento da Produção Peso do Carrinho Número Máx. Bandejas Etc. Número de Acessórios ____ Temp.da Comida Tempo Transp.p/ Quarto Etc. Temp. Saída da Cozinha Prato Térmico Kg --- Refeição Quente Temperatura da Comida Etc. Kg --- Desafio e/ou Oportunidade Tempo Transp. Peso do Carrinho Etc. Número de Quartos ___ --- Distância Até o Quarto Hospital

22 Alterações de Projeto Lançamento do Produto Ciclo Típico Sem QFD Ciclo Típico Com QFD Nr. De Alterações no Projeto Meses

23 Casa da Qualidade

24 Priorização de Projetos FCS Requisitos Características Projetos

25 Vantagens do uso do QFD Redução nas alterações de engenharia de 30% a 50%; Ciclo de projeto tem sido encurtado de 30% a 50%; Custos de início de operação têm redução de 20% a 60%; Redução de mais de 50% nas reclamações dentro da garantida do produto; Favorecimento da comunicação entre os diferentes departamentos que atuam no desenvolvimento do produto, principalmente marketing e engenharia; Facilidade em traduzir os requisitos do consumidor; Facilidade na identificação das características que mais contribuem nos atributos da qualidade; Melhor percepção de quais são as características e funções que receberão mais atenção; Melhor identificação das propriedades e das características de relacionadas a vendas;

26 Tamanho da matriz gerada; Processo longo para tomada de decisão; Decisão por consenso necessita maturidade; Aumenta atividades administrativas Comunicação Documentação Incorporação de Mudança Resultados a longo prazo com utilização repetida e de acordo com o grau de aprendizagem Desvantagens do uso do QFD

27 FIEP A Federação das Indústrias do Estado do Paraná foi criada em agosto de 1944 com o objetivo de coordenação, proteção e representação legal da distintas categorias econômicas da indústria, visando promover a defesa de seus legítimos interesses. Hoje se faz presente nos principais centros industriais do estado através de 19 Coordenadorias Regionais, que representam o Sistema FIEP na sua área de abrangência. Tem 93 sindicatos filiados, e com eles forma um conjunto de entidades de classe que congrega, toda a atividade industrial no Paraná em seus mais de 20 mil estabelecimentos industriais dos mais diversos setores. Assim é constituída uma sólida estrutura em defesa dos interesses da classe industrial paranaense.

28 Roteiro da Entrevista Prévia Como tomou conhecimento do QFD? Iniciativa envolveu apenas o departamento ou de toda a empresa? O QFD foi utilizado repetidamente? Durante quanto tempo? A Cultura da FIEP ajudou na implementação? Usou time multifuncional? Engenharia simultânea? Forma de levantamento da voz do cliente? Os requisitos foram classificados de acordo com o grau de importância? Utilizou Benchmarking? Desdobrou requisitos qualitativos em métricas quantificáveis? Tamanho das matrizes utilizadas? Existe documentação do processo? O QFD ajudou a priorizar os projetos? Qual foi o aprendizado durante a utilização?

29 Medição de Benefícios escala de Lickert Reduzir custos dos projetos Diminuir ciclo de vida dos projetos Reduzir número de alterações no projeto Definir o que é crítico para o sucesso do projeto Identificar pontos de controle Analisar desempenho comparativo Diminuir problemas durante a execução do projeto Melhorar a comunicação entre pessoal de negócios e técnicos Projetar Qualidade dos Projetos

30 Resultados preliminares Criou matrizes com estratégias (4) X projetos (20). Não fez benchmarking. Não envolveu uma equipe multifuncional. Usou o QFD como uma matriz de decisão individual. Aprendizado pessoal, mas não corporativo.


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