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Profª Jusciane da Costa e Silva Dinâmica de Rotação.

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Apresentação em tema: "Profª Jusciane da Costa e Silva Dinâmica de Rotação."— Transcrição da apresentação:

1 Profª Jusciane da Costa e Silva Dinâmica de Rotação

2 Rotação do Corpos

3 Introdução O que ocorre com a força que você realiza sobre a chave de roda que ocasiona a rotação da roda? De modo geral, o que produz aceleração angular em um corpo que gira? Definir o torque, que descreve a ação giratória ou o efeito de torção de uma força. O torque efetivo que atua sobre um corpo rígido determina sua aceleração angular.

4 O que você pensa sobre o efeito de uma força capaz de alterar o movimento de rotação de um corpo? o módulo, a direção e o sentido da força são importantes, mais o ponto de aplicação da força também é relevante. Quanto mais distante do eixo de rotação aplicar a força, mais fácil será girar a porta. Uma chave de boca é usada para afrouxar uma porca presa firme- mente. Introdução

5 TORQUE Consideremos uma força F aplicada num ponto P, cuja posição em relação ao ponto O é definida pelo vetor posição r. Os vetores F e r fazem um ângulo um com o outro.

6 TORQUE Torque Definimos o torque como sendo o produto dos dois fatores Duas maneiras de calcular o torque onde r é a distância perpendicular entre o eixo de rotação em O e a linha de ação de F. Esta linha estendida é chamada de linha de ação de F, e r é o braço da alavanca. S.I: Newton.metro (N.m)

7 TORQUE Torque é um vetor, portanto tem módulo, direção e sentido. Direção: quando r e F estão localizados no plano perpendicular ao eixo de rota- ção, então o vetor torque tem o mesma direção do eixo de rotação. Sentido: dado pela regra da mão direita.

8 Segunda lei de Newton para Rotação Um torque pode causar uma rotação em um corpo rígido, por exemplo quando abre ou fecha uma porta. Consideremos um corpo rígido de massa m na proximidade de uma haste de massa desprezível e comprimento r. A haste se move formando um círculo. Apenas a F t pode acelerar a partícula, assim usando a 2º lei Newton O torque que atua na partícula é

9 como teremos A grandeza entre parênteses é o momento de inércia da partícula em torno do eixo de rotação Que é a equação de Newton para a rotação. Segunda lei de Newton para Rotação

10 Trabalho e energia Cinética de Rotação Translação: Vimos que quando uma força F acelera um corpo rígido de massa m, ele realiza trabalho sobre o corpo. Assim K pode mudar. (supondo que seja a única energia) Relacionando a variação K com W através do Teorema trabalho- energia, temos Para o movimento em um eixo. Como a taxa do trabalho realizado por unidade de tempo é a potência

11 Trabalho e energia Cinética de Rotação Para a Rotação: Um torque acelera um corpo rígido, ele realiza trabalho. Portanto a energia cinética pode mudar também. Podemos calcular o trabalho, como Com o torque aplicado sendo constante Como o trabalho por unidade de tempo é a potencia, então Que é a potência em torno de um eixo fixo

12 Relações da Translação e Rotação

13 Rolamento Eixo móvel: que é combinação do movimento de translação e rotação. Com R sendo o raio da roda. A velocidade linear do CM é ds/dt. Portanto.

14 Energia Cinética de Rolamento Calcular a energia cinética de uma roda em rolamento, descrevendo a rotação que passa por um eixo. Com I p sendo o momento de inércia no ponto P. Usando o teorema dos eixos paralelos Substituindo Usando, temos Termo de rotação + termo de translação.

15 Forças de Rolamento Se uma roda gira com v = constante ela não tem tendência a deslizar no ponto P e portanto não existe F atrito. No entanto, se uma força age na roda causando uma aceleração do CM faz com que a roda gire mais rápido ou não. Esta aceleração tende a fazer com que a roda deslize Se a roda não desliza A força é uma força de atrito estático e o rolamento é de rolamento suave. quando a força de atrito atua sobre o sistema fazendo com que seu movi - mento não seja suave, dizemos que a força que existe é uma força de atrito cinético.

16 Forças de Rolamento Consideremos um corpo redondo de massa M e raio R rolando suavemente para baixo ao logo do eixo x em uma rampa inclinada de ângulo. Queremos encontrar uma expressão para a aceleração a cm descendo a rampa. Após algumas manipulações

17 Momento Angular Consideremos uma partícula de massa m com momento linear (p = mv) quando ela passa pelo ponto A em um plano xy. O momento angular L desta partícula em relação à origem O é S.I: kg m 2 /s. J.s Sentido: regra da mão direita. Módulo:

18 Momento Angular Vimos que De forma análoga O momento angular de um sistema de partícula é o somatório de cada momento angular das partículas individuais.

19 Momento Angular Os momentos angulares das partículas individuais podem variar com o tempo, quer devido a influência externas que podem atuar sobre o sistema. Portanto o torque externo resultante atuando sobre um sistema de partículas é igual à taxa de variação temporal do momento angular total L do sistema.

20 Momento Angular Vamos calcular o momento a angular de um sistema de partículas que formam um corpo rígido que gira em torno de um eixo Estamos interessados na componente paralela ao eixo de rotação Somando todas as contribuições

21 Conservação do Momento Angular Quando o torque resultante externo é igual a zero Exemplos: O voluntário que gira:

22 Conservação do Momento Angular Quando o homem recolhe o braço diminui o momento de inércia e como o momento é constante, a velocidade angular aumenta. A praticamente de saltos ornamentais: Uma nadadora executa um salto mortal frontal de uma volta e meia. Seu CM se- gue uma trajetória parabólica. Ela deixa o trampolim com L, em torno do eixo que passa pelo CM. Nenhum torque externo age, portanto L se conserva.


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