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ALUNAS: Edilaine Cristina Lopes Talita Cristine Brito.

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1 ALUNAS: Edilaine Cristina Lopes Talita Cristine Brito

2 O sistema inicial de coleta de dados mínimos de saúde surgiu na época de Florence Nightingale em 1863, onde a mesma reforçou a necessidade de os enfermeiros utilizarem seus poderes de memória e suas observações objetivas para monitorar as condições daqueles sob seus cuidados. Forneceu então formulários e definições para a coleta de estatísticas hospitalares uniformes.

3 Atualmente, as necessidades não mudaram, os enfermeiros devem ser capazes de gerenciar e processar os dados de enfermagem, a informação e o conhecimento para apoiar o cuidado prestado ao paciente ( Graves e Corcoran,1989). Para interligar a captura dos dados das praticas de enfermagem, foi realizado uma escala hierárquica do vocabulário, sendo: Modelo de terminologia de referência(IS ), Conjunto de dados mínimos, Terminologia de enfermagem(CIPE), Classificação de enfermagem (NANDA, NIC,NOC).

4 IS (International Standards Organization): desenvolveu um modelo de terminologia formal para a enfermagem, apoiando a definição internacional dos conceitos de diagnósticos e ações de enfermagem, facilitando a representação dos mesmos de maneira lógica para o processamento computacional. Conjunto de dados mínimos de enfermagem: viabilizar a coleta de dados precisos e uniformes, para melhor planejamento e prestação de cuidados ao paciente.

5 North American Nursing Diagnosis Association (NANDA): desenvolveu o diagnóstico de enfermagem, que fornece a base para a seleção das intervenções de enfermagem, para alcançar os resultados pelos quais o enfermeiro é responsável. Junto ao diagnóstico de enfermagem, foram desenvolvidos a classificação das intervenções de enfermagem (NIC) e o sistema de Classificação dos Resultados de Enfermagem (NOC).

6 Classificação internacional para a prática de enfermagem (CIPE): estabelece uma linguagem comum sobre a prática de enfermagem que seja capaz de descrever o cuidado, permitir comparação dos dados, demonstrar ou projetar tendências e estimular a pesquisa. Classificação dos fenômenos, das ações e dos resultados de enfermagem, onde ela fornece uma terminologia que serve como estrutura unificada.

7 Internacional Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem (CIPE) No nível internacional, houve uma evolução simultânea da informação dos dados de enfermagem e também dos sistemas de informação. O desenvolvimento da CIPE pelo ICN (International Council of Nurses) originou-se através dos esforços no consenso e pela convergência entre os sistemas de informação. No Brasil houve uma análise lingüística da versão Beta da CIPE e o projeto: Violência Social: Um caso da classificação como um subfenômeno da comunidade na CIPE.

8 estabelecer uma linguagem comum sobre a prática de enfermagem capaz de descrever o cuidado; permitir comparação de dados; demonstrar ou projetar tendências; estimular a pesquisa.

9 Existem muitas terminologias padronizadas, no entanto nenhuma delas é completa para o domínio da enfermagem em termos de consistência. Especialistas reconhecem a utilidade das classificações como método de comunicação e compreensão. Porém as classificações não são específicas suficientemente para utilizá-las nos sistemas de informação.

10 Isso se deve pelo fato destes sistemas necessitarem de uma terminologia formal. Atualmente a única terminologia orientada por conceitos que integra o domínio dos conceitos de enfermagem de forma adequada para o processamento em computador é a do Padrão Internacional da ISO ( International Standards Organization).

11 O desenvolvimento de um vocabulário clínico formal de enfermagem entre os enfermeiros ainda depende da realização de várias pesquisas. Os enfermeiros educadores devem se tornar mais cientes da importância dos padrões de dados de enfermagem e mais familiarizados com o conteúdo e a essência do vocabulário clínico padronizado.

12 Os enfermeiros da prática necessitam compreender a importância dos padrões de dados de enfermagem para uso na documentação da prática clínica, de forma que permita a análise dos dados do impacto da enfermagem nos resultados do paciente. Os enfermeiros gestores precisam se familiarizar com os padrões de dados de enfermagem e com seu papel no fornecimento da evidência para provar o valor da contribuição desta área no cuidado do paciente.

13 HANNAH, Kathryn J.; BALL, Marion J.; EDWARDS, Margaret J. Introdução à informática em enfermagem. 3° Ed.- Porto Alegre: Artmed, p


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