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Professor Auxiliar de Língua Portuguesa Núcleo Pedagógico DA Região DE São Bernardo DO CAMPO.

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Apresentação em tema: "Professor Auxiliar de Língua Portuguesa Núcleo Pedagógico DA Região DE São Bernardo DO CAMPO."— Transcrição da apresentação:

1 Professor Auxiliar de Língua Portuguesa Núcleo Pedagógico DA Região DE São Bernardo DO CAMPO

2 Pauta: 1.Aspectos Legais – Supervisora Tania Demenis 2.Função do Professor Auxiliar 3.Recuperação Contínua Diagnóstico 4. Oficina

3 Aspectos Legais Resolução SE 02, de 12/01/2012, alterada pela, Resolução SE 44, de 12/04/2012; Instrução CGEB de 13/04/2012; Comunicado CGEB 26/7/2012

4 Função do Professor Auxiliar O Professor Auxiliar terá como função principal apoiar o docente responsável pela classe ou disciplina no desenvolvimento de atividades de ensino e de aprendizagem, com vistas à superação das dificuldades dos alunos identificadas em seu percurso escolar. Ocorrendo falta fortuita do professor titular da disciplina, e indisponibilidade do professor eventual, o professor auxiliar deverá desenvolver suas atividades, exercendo sua função de apoio pedagógico, de forma a reforçar e ou resgatar habilidades e competências de todos alunos da classe.

5 Requisitos para recuperação com professor Auxiliar Exigência do mínimo de alunos por classe; Adesão do Professor da Disciplina em trabalhar em conjunto; Existência de um diagnóstico específico das dificuldades de cada aluno. A duração dos períodos da recuperação contínua, apoiados por Professor Auxiliar, exige demarcação máxima de um bimestre letivo, podendo ter continuidade se aprovado no Conselho de Classe.

6 Recuperação Contínua Deve acontecer de forma articulada à implementação do currículo, com retomada dos conteúdos ainda não assimilados. Toda a equipe escolar deve responsabilizar-se por criar condições para que o aluno em dificuldade melhore seu desempenho O trabalho pedagógico com projetos e oficinas pode ser estratégico para articular a construção de conhecimento às reais necessidades e interesses dos alunos.

7 Recuperação Contínua Os professores, titular e auxiliar, devem planejar atividades em conjunto, para que de forma diferenciada sejam abordados os temas que precisem de reforço. O papel do Grupo Gestor é de extrema importância, tanto para o entrosamento entre os professores titular e auxiliar, quanto para facilitar o acesso a ambientes diferenciados da escola.

8 Recomendações Atividades abrangentes, com a função de resgatar os conceitos não aprendidos e também trazer para o processo de aprendizagem, conhecimentos novos próprios da etapa de escolaridade em que o aluno se encontra. Os esforços devem ser na direção de que o aluno se aproprie dos conhecimentos de forma contínua, garantindo o atendimento à pluralidade dos ritmos de aprendizagem.

9 Comunicado CGEB de 26/07/2012. Requisitos que se constituem no tripé básico e legal para a oferta do apoio do professor auxiliar ao aluno. a exigência do mínimo de alunos por classe; a adesão do professor regente da classe/disciplina, manifesta por sua anuência em trabalhar em conjunto com o Professor Auxiliar e a existência de um diagnóstico objetivo, pontual e específico das dificuldades de aprendizagem de cada aluno.

10 CURRÍCULO

11 Conteúdo de Língua Portuguesa Tipologias Textuais: o ensino-aprendizagem baseado nas organizações internas básicas dos textos (narrar, relatar, prescrever, expor e argumentar); Gêneros textuais: relacionar os textos com suas funções sócio-comunicativas, analisando o contexto de produção, aspectos discursivos e aspectos linguísticos. Texto: discurso e história: relacionar os gêneros textuais com os valores sociais que orientam a sua constituição em um dado momento histórico. Estudos linguísticos: abordagem dos estudos linguísticos necessários para o desenvolvimento e compreensão dos gêneros estudados a cada encontro. Habilidades de leitura e escrita: os estudos serão realizados com o objetivo de possibilitar ao professor identificar e desenvolver as habilidades de leitura e escrita do aluno em cada Situação de Aprendizagem, tendo como material de apoio os Relatórios do SARESP.

12 Competências básicas do currículo de LP 1 – Dominar a norma culta e fazer o uso adequada da linguagem verbal; 2 – Construir e aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento para a compreensão de fenômenos linguisticos; 3 - Selecionar, organizar, relacionar e interpretar dados; 4 – Relacionar informações e conhecimentos disponíveis em situações concretas para construir argumentação e 5 – recorrer aos conhecimentos desenvolvidos na escola para elaborar propostas de intervenção.

13 : 5ª Série - Narrar 6ª Série - Relatar 7ª Série - Prescrever 8ª Série- Argumentar Contos; Fábulas. Notícias; Relato de jornais. Anúncio publicitário, Receitas. Artigo de Opinião; Editorial O Currículo do Estado de São Paulo priorizou o processo de ensino-aprendizagem a partir das organizações internas básicas dos diferentes textos, dividindo-os nas seguintes tipologias por série. 1º bimestre 2º bimestre 3º bimestre 4º bimestre Tipologias e Gêneros textuais. Tipologias e Gêneros textuais. Texto, discurso e história.

14 Competências mobiliza um conjunto de habilidades harmonicamente para um determinado fim. ( o quê ? ). Habilidades saber fazer (como ?). Conteúdos principal instrumento para o desenvolvimento das habilidades (onde ?).

15 RESULTADOS DA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DE LÍNGUA PORTUGUESA

16 Leitura: E nquanto objeto de estudo Teorias cognitivas: o objeto de estudo são os procedimentos mentais envolvidos na produção de sentido. Teorias enunciativa-discursivas: o interesse é pelo processo de produção de sentidos em situações de uso da linguagem

17 O que é a leitura: Ato social entre dois sujeitos: leitor e autor que interagem entre si obedecendo a objetivos e necessidades socialmente determinados. Qual o conhecimento necessário para a compreensão de um texto: 1º Conhecimento linguistico (vocabulário). 2º Conhecimento textual e 3º Conhecimento de mundo.

18 1º Conhecimento linguistico Abrange o conhecimento do vocabulário, regras da língua e o seu uso. Consideremos, por exemplo, the analysis of myths. Antes de mais nada é preciso proceder à syntagmatic decomposition of the pure mythical narration, isolando Consideremos, por exemplo, a análise dos mitos. Antes de mais nada, é preciso proceder à decomposição sintagmática da pura narração mítica, isolando....

19 Física Quântica Há pouco mais de cem anos, o físico Max Planck, considerado conservador, tentando compreender a energia irradiada pelo espectro da radiação térmica, expressa como ondas eletromagnéticas produzidas por qualquer organismo emissor de calor, a uma temperatura x, chegou, depois de muitas experiências e cálculos, à revolucionáriaconstante de Planck, que subverteu os princípios da física clássica.Max Planckondas eletromagnéticas temperaturaconstante de Planck Disponível: :

20 2º Conhecimento textual: O conhecimento da estrutura e o discurso determina as nossas expectativas para a leitura.

21 3ª Conhecimento de mundo ou enciclopédico: Adquirido formalmente ou informalmente; Fruto das nossas experiências; Permite uma grande economia e seletividade ao falar; Chamado também de esquema e determina parte das nossas expectativas sobre a ordem natural das coisas; É o conhecimento prévio que permite fazer inferências necessárias para relacionar diferentes partes descritas do texto num todo coerente.

22 Auto-Retrato com a Orelha Cortada Vincent van Gogh, janeiro, 1889 óleo sobre tela 60 × 49 [1] cm Instituto Courtauld de Arte,1889 [1]Instituto Courtauld de Arte

23 Afinal o que é gênero textual ? Todos os textos surgem na sociedade pertencentes a diferentes categorias ou gêneros textuais que relacionam os enunciados com atividades sociais

24 Gêneros presentes no currículo Não-literários: Propagandas institucionais, regulamentos, procedimentos, instruções para jogos, textos informativos de interesse curricular, verbetes de dicionário ou de enciclopédia, artigos de divulgação, relatórios, documentos, definições, notícias, folhetos de informação, indicações escritas em embalagens, cartas resposta, fotos, ilustrações ou tabelas. Literários: Contos, fábulas, crônicas narrativas, novelas, romances, peças de teatro, letras de música, poemas.

25 PARA QUÊ LER NA ESCOLA? À medida que o analfabetismo vai sendo superado, que um número cada vez maior de pessoas aprende a ler e a escrever, e à medida que, concomitantemente, a sociedade vai se tornando cada vez mais centrada na escrita (cada vez mais grafocêntrica), um novo fenômeno se evidencia: não basta aprender a ler e a escrever.

26 As pessoas se alfabetizam, aprendem a ler e a escrever, mas não necessariamente incorporam a prática de leitura e da escrita, não necessariamente adquirem competência para usar a leitura e a escrita, para envolver-se com as práticas sociais de escrita... (Soares, 1998: 45-46)

27 Alguns procedimentos de leitura ler da esquerda para a direita e de cima para baixo no ocidente; folhear o livro da direita para a esquerda e de maneira seqüencial e não salteada; escanear as manchetes de jornal para encontrar a editoria e os textos de interesse; usar caneta marca-texto para iluminar informações relevantes numa leitura de estudo ou de trabalho, por exemplo; reler um fragmento anterior para verificar o que se compreendeu; adequar a modalidade de leitura – exploratória ou exaustiva, pausada ou rápida, cuidadosa ou descompromissada... – aos propósitos que se perseguem e ao texto que se está lendo.

28 Bibliografia: Solé, Isabel. Estratégias de Leitura; tradução Cláudia Schilling, 6ª edição, Porto Alegre: Artmed, Kleiman, Angela. Texto e leitor: Aspectos cognitivos da Leitura. 13ª edição, Campinas, SP: Pontes, 2010.


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