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DOENÇAS CRÔNICO DEGENERATIVAS, A EXPECTATIVA DE VIDA E A PARTICIPAÇÃO DO INDIVÍDUO NO TRABALHO PRODUTIVO. Silvana Aparecida Franco Nutricionista - CRN.

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1 DOENÇAS CRÔNICO DEGENERATIVAS, A EXPECTATIVA DE VIDA E A PARTICIPAÇÃO DO INDIVÍDUO NO TRABALHO PRODUTIVO. Silvana Aparecida Franco Nutricionista - CRN 767

2 ERGONOMIA Ciência que estuda as interações do homem com o trabalho. O homem dissociado da máquina que ele comanda. A otimização dos processos produtivos aumentando o interesse (sociológico/biológico) nas questões que permeiam as relações homem/trabalho

3 Ergonomia... Nas últimas décadas ocorreu – nos países desenvolvidos e em desenvolvimento – uma transição epidemiológica, que gerou alterações nas principais causas de morbidade e mortalidade das populações (principalmente urbanas). As doenças infecto-contagiosas (anteriormente as mais incidentes), foram substituídas pelas doenças crônico- degenerativas, das quais fazem parte as doenças cardiovasculares como Aterosclerose, AVC e Diabetes.

4 Ergonomia... Mesmo as doenças crônicas degenerativas tendo causas mais complexas que as doenças infecto contagiosas, seu início pode ser retardado ou impedido, o que incentiva ações voltadas ao seu controle e prevenção...

5 A aterosclerose pode afetar as artérias de órgãos vitais como o cérebro, coração e rins. Aterosclerose

6 Aterosclerose Aterosclerose é uma doença progressiva e insidiosa, que pode ter seu início na infância mas se manifestar clinicamente apenas na idade adulta. Os efeitos da obstrução da luz dos vasos pelas placas de ateroma e de outros fatores preponderantes injuriantes sobre as paredes venosas e arteriais, reduz o fluxo de sangue para tecidos e órgãos do corpo, prejudicando suas funções e podendo inclusive ocasionar morte celular.

7 Placas de gordura obstruindo a circulação

8 A aterosclerose pode causar AVC hemorrágico, AVC isquêmico, Infarto do Miocárdio, Claudicação Intermitente (cãibras nos braços e/ou pernas, pela diminuição de oxigenação dos tecidos), Hipertensão Arterial. É a principal causa de doenças e óbitos na população com mais de 50 anos.

9 INSUFICIÊNCIA VENOSA / ARTERIAL

10 PREVENÇÃO: focada nos fatores de risco Altos níveis de colesterol e triglicérides séricos Hipertensão Arterial Tabagismo Etilismo Sedentarismo Obesidade

11 TRATAMENTO: focado em dieta e exercícios físicos Baixa ingestão de alimentos ricos em colesterol e carboidratos simples. Alta ingestão de alimentos ricos em fibras. Aumento da ingestão de alimentos ricos em componentes Ômega (3 – 6 – 9)

12 DIABETES II É um distúrbio metabólico causado pela falta relativa ou absoluta de insulina no organismo. Insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas e tem a função de facilitar a absorção da glicose pelo organismo. Quando a insulina é produzida em quantidade insuficiente ou atua de forma inadequada, a glicose deixa de ser absorvida pelas células e acumula-se no sangue.

13 GLICOSE É o combustível do organismo, que circula na corrente sanguínea, mas que precisa da insulina para penetrar nas células do corpo. Com a insuficiência da insulina ou inadequação da sua ação, os níveis de glicose aumentam e se concentram no sangue. Em outras palavras, diabetes é o excesso de açúcar (glicose) no sangue.

14 GLICOSE A glicose provém principalmente da ingestão de carboidratos simples (amido e açúcar)

15 INSULINA Hormônio produzido pelo Pâncreas, com a função de tornar a célula permeável à glicose, funcionando como um bico injetor. Insuficiência da insulina ou inadequação da ação na célula, os níveis de glicose aumentam e se concentram no sangue, podendo se depositar sobre tecidos e órgãos.

16 PREVENÇÃO: focada nos fatores de risco Obesidade Dieta rica em carboidratos simples (amido e açúcar) Sedentarismo Tabagismo Etilismo crônico

17 DIAGNÓSTICO DOS FATORES DE RISCO: IMC Circunferência abdominal Exames laboratoriais Idade Sexo

18 OBESIDADE Todos podemos (visualmente) distinguir o indivíduo de peso normal daquele com excesso de peso. MAS nem todos os indivíduos com excesso de peso serão (necessariamente) inseridos nos fatores de risco para desenvolvimento de doenças crônico degenerativas.

19 Obesidade O tipo de gordura e a localização é determinante para o aparecimento ou não de doenças cardiovasculares. - Gordura localizada no tecido subcutâneo. - Gordura localizada no tecido visceral.

20 Obesidade

21 CIRCUNFERÊNCIA ABDOMINAL A circunferência abdominal é utilizada para estimar os riscos de uma pessoa desenvolver diabetes, doenças cardíacas e outros problemas de saúde. Os valores maiores que os citados na tabela de referência representam riscos para o indivíduo, classificado como obeso ou não.

22 Circunferência Abdominal HOMENS: medida da Circunferência Abdominal deve ser realizada com o indivíduo em pé. O abdômen e os braços devem estar relaxados, e estes, ao lado do corpo. A fita métrica é colocada horizontalmente, sem dobras ou torções em volta do abdômen, exatamente em cima do umbigo.

23 Circunferência Abdominal MULHERES: a medida deve ser realizada no nível do ponto mais estreito entre a última costela e o umbigo.

24 TABELA DE REFERÊNCIA: HOMENS: acima de 94 cm risco aumentado. Acima de 102 cm risco muito aumentado. MULHERES: acima de 84 cm risco aumentado. Acima de 90 cm risco muito aumentado.

25 ÍNDICE DE MASSA CORPORAL (IMC = kg/m²) 18 a 24,9 Peso saudável - Risco Ausente 25 a 29,9 Sobrepeso Risco Moderado ( Pré-Obesidade ) 30 a 34,9 Obesidade Grau I – Risco Alto 35 a 39,9 Obesidade Grau II – Risco muito Alto 40 ou mais Obesidade Grau III – Risco Extremo

26 Segundo estudos apresentados no Congresso Internacional de Obesidade realizado em Estocolmo na Suécia,em qualquer idade, um indivíduo obeso – seja homem ou mulher – tem até 02 vezes mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, do que um indivíduo com o peso dentro das tabelas de normalidade.

27 Adolescentes obesos sofrem os efeitos do sobrepeso sobre a saúde, até 50 anos depois. Indivíduos obesos tem a expectativa de vida diminuída em até 08 anos, em relação a indivíduos com peso normal.

28 Trabalho e Doenças Coronarianas A expectativa de vida útil do indivíduo chega hoje (nos países desenvolvidos ou em desenvolvimento), aos 70 anos de idade – ou mais. As doenças degenerativas cardiovasculares, podem diminuir esta expectativa em até 30 anos.

29 Trabalho e Doenças Crônico-Degenerativas Indivíduos que sobrevivem aos casos agudos das doenças cardiovasculares degenerativas, tem diminuída – na maioria dos casos – sua qualidade de vida, necessitando de apoio para locomoção, higiene e alime ntação.

30 Trabalho e Doenças Crônico Degenerativas Apesar da evolução da medicina no diagnóstico e tratamento das doenças, devemos sempre focar na prevenção.

31 Sabemos hoje que mais de 55% das patologias que incapacitam o indivíduo para o trabalho, são doenças comuns, que em princípio não apresentam sintomas, mas poderiam ser evitados com atitudes saudáveis preventivas e exames periódicos.


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