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COORDENADORIA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ARAÇATUBA NÚCLEO PEDAGÓGICO CONCEPÇÕES E ORGANIZAÇÃO DO CURRÍCULO DE ARTE Angela.

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1 COORDENADORIA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ARAÇATUBA NÚCLEO PEDAGÓGICO CONCEPÇÕES E ORGANIZAÇÃO DO CURRÍCULO DE ARTE Angela Trevisan de Farias – PCNP

2 ARTE É ?

3 Arte é área de conhecimento humano, de ordem estética, com o objetivo expandir as possibilidades de participação social, feita por artistas a partir de percepções, emoções e ideias, como bem de direito do aluno. Ao aprender arte na escola o aluno transforma-se num leitor de diversas formas de manifestação cultural e cria condições de se expressar e comunicar por intermédio da arte.

4 ....A ARTE E A EDUCAÇÃO..... A arte e a educação têm por natureza a condição de serem agentes promotores de processos exploratórios do saber.

5 Linguagens da Arte trabalhadas no currículo: - Artes Visuais - Dança - Música - Teatro

6 ESTRUTURAÇÃO DA DISCIPLINA ARTE O pensamento curricular em arte está estruturado numa cartografia ou rizoma que traz um mapeamento em territórios da arte com suas conexões, conceitos e conteúdos geradores de processos que não há início preestabelecido e nem tampouco fim, do 6º ano do ciclo II ao 3º ano do E.M.

7 Mapeamento da Arte em território:

8 Linguagens Artísticas: artes visuais, teatro, dança, artes audiovisuais, música, perceber as singularidades da linguagem, por exemplo, quando estamos diante de uma obra de Michelangelo, de Van Gogh. Processo de Criação: é o percurso criador do fazer de práticas artísticas ou operações poéticas. Esse percurso ou experimentações envolve projetos, esboços, estudos, protótipos, tempos de devaneios, do ficar em silêncio, do fazer sem parar e até do caos.

9 TOURO – PABLO PICASSO

10 PROCESSOS DE CRIAÇÃO

11 Materialidade: cada material é uma matéria que dá consistência física, dá vida à obra de arte. Matérias são a pele sobre a carne da obra. O estudo da materialidade das produções artísticas nos aproxima da poética dos materiais. Separar a obra da sua matéria é impossível. A matéria é insubstituível: a obra nasce como adoção de uma matéria e triunfa como matéria formada diz Pareyson. Por ex : o corpo, mármore, som, silêncio....

12 Forma-conteúdo: Onde se vê a forma, lá está o conteúdo. A forma é a expressão exterior do conteúdo interior diz Kandinsky. Para Pareyson o conteúdo nasce como tal no próprio ato em que nasce a forma, e a forma não é mais que a expressão acabada do conteúdo. São os elementos que compõe a visualidade, a musicalidade, a teatralidade. São inseparáveis.

13 Mediação Cultural: é toda ação educativa que envolvendo segmentos e agentes numa produção cultural em arte trabalhando para ativar culturalmente, viabilizando o acesso a ela de forma sensível e significativa para mover o público à experiência estética: sensações, percepções, reflexões, provocações para uma experiência, curadoria, quando um professor planeja uma visita a uma exposição....

14 Patrimônio Cultural: São os bens culturais materiais, imateriais que se oferecem ao nosso olhar, memória do coletivo, testemunho da presença do ser humano, do seu fazer estético, suas crenças, sua cultura. Podem estar nas ruas, viver em museus, obras efêmeras que são registradas. Se destruídos, empobrecemos. Quando conservados, enriquecemos. São marcas que dão referências sobre quem somos.

15 Saberes estéticos e culturais: são saberes, experiências quando em contato com outras teorias reproduzem e ressignificam os saberes. São saberes que enchem nosso pensamento sobre arte e todo o sistema simbólico e social, que nos traz outras referências. A filosofia da arte com suas teorias estéticas, a sociologia que nos provoca, a antropologia da arte que nos apresenta o sentido da arte indígena, arte africana, por exemplo, nos oferecendo outras referências para nossa atuação como intérpretes da cultura.

16 Caderno do Professor: tem como ênfase o estudo de conceitos e conteúdos que são vistos em conexão com os diferentes territórios através de: -proposições de sondagem -situações de aprendizagem -nutrição estética

17 Caderno do aluno: suporte para registros: -O que penso sobre arte: Ações sobre o repertório cultural dos alunos; -Ação expressiva: Ações que desencadeiam o fazer artístico nas linguagens; -Apreciação: Ações de leitura de obras das diferentes linguagens; -Pesquisa de campo: Ações que orientam o aluno no planejamento, realização e discussão da pesquisa; -Pesquisa individual e/ou em grupo: Ações para aprofundar o conhecimento do aluno; -Lição de casa: Ações que sistematizam o estudo para desenvolver o portfólio; -Você aprendeu? Reflexão sobre os conteúdos trabalhados; -Aprendendo a aprender: Dicas para ampliar possibilidades de aproximação com a Arte; -Para saber mais: Indicação de livros, site....

18 Diário de bordo do professor: registro vivido; espaço reflexivo sobre os caminhos trilhados e para novas abordagens.

19 METODOLOGIAS DE ACORDO COM OS PCN -Criação/produção em Arte – o fazer artístico; -Fruição estética – apreciação significativa da Arte e do universo a ela relacionado; leitura; crítica; -Reflexão – a Arte como produto da história e da multiplicidade de culturas.

20 ENSINO FUNDAMENTAL 1º BIMESTRE2º BIMESTRE3º BIMESTRE4º BIMESTRE 5ª SÉRIE A tridimensionalidade nas linguagens artísticas O espaço no território das linguagens artísticas Luz: suporte, ferramenta e matéria pulsante na Arte Olhares sobre a matéria da arte 6ª SÉRIE O desenho e a potencialidade do registro nas linguagens artísticas A forma como elemento e registro na arte O trans-formar matérico em materialidade na arte Experimentação: uma fresta para respirar o poético 7ª SÉRIE O suporte na materialidade da arte A ruptura das tradições nas linguagens artísticas Reflexos e reflexões da vida na Arte – as temáticas no território de forma-conteúdo Misturança étnica: marcas no patrimônio cultural, rastros na cultura popular 8ª SÉRIE Processos de criação nas linguagens artísticas Materialidade e gramática das linguagens artísticas Fusão, mistura, contaminação de linguagens Travessia poética: do fazer artístico ao ritual de passagem ENSINO MÉDIO 1ª SÉRIE Arte, cidade e patrimônio cultural In[ter]venção em arte: projetos poéticos na escola In[ter]venção na escola: arte e ação In[ter]venção: instantâneos poéticos na escola 2ª SÉRIE O encontro entre a arte e o público Poéticas pessoais e processos colaborativos em arte Tempo de fazer, gestando o mostrar O mostrar anunciado: a produção poética na escola CURRÍCULO DE ARTE

21 ENSINO MÉDIO 1º BIMESTRE2º BIMESTRE3º BIMESTRE4º BIMESTRE 3ª SÉRIE As profissões contemporâneas do campo das artes visuais com interfaces em tecnologias digitais As profissões contemporâneas do campo da dança com interfaces em tecnologias digitais As profissões contemporâneas do campo da música com interfaces em tecnologias digitais As profissões contemporâneas do campo do teatro com interfaces em tecnologias digitais CURRÍCULO DE ARTE

22 Sugestões para os professores aproveitarem melhor os cadernos: - Estudo dos cadernos dos professores – das situações de aprendizagem percebendo proposição do caderno com o que pretende dos alunos; Sugestão de materiais: - CD, DVD, livros......

23 Reflexão sobre os registros e instrumentos de avaliação -Que instrumentos são utilizados para acompanhar o aluno? -Como e quando o professor anota o que observa? -Quando reflete sobre o que anota? -Como procede em termos de devolução e análise das tarefas do aluno? -Como e quando trabalha com ele(s) os interesses e as dificuldades percebidas? -Como e quando registra e analisa os avanços ocorridos?

24 CULTURA É CURRÍCULO CUIDADOS: -Preparar e aculturar os alunos antes, durante e depois da visita conforme orientação no material Subsídios Quantidade de alunos: mínimo 40 alunos -Ônibus: apólice de seguro em vigência, certificação da ARTESP e estado de conservação do veículo -Protocolar o Plano para Excursão Escolar na DE com antecedência; -Responder à avaliação no site do Programa Cultura é Currículo; -Preparar o portfólio com as ações realizadas, fotos, depoimentos de alunos.


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