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Mexendo com a lógica e as concepções que norteiam o Currículo Oficial da Rede Estadual de São Paulo.

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Apresentação em tema: "Mexendo com a lógica e as concepções que norteiam o Currículo Oficial da Rede Estadual de São Paulo."— Transcrição da apresentação:

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2 Mexendo com a lógica e as concepções que norteiam o Currículo Oficial da Rede Estadual de São Paulo.

3 Na medida em que o homem cria, recria e decide, vão se formando as épocas históricas. E é também criando, recriando e decidindo que resolve como deve participar nessas épocas. É por isso que obtém melhor resultado toda vez que, integrando-se no espírito delas, se apropria de seus temas e reconhece suas tarefas concretas. Ponha-se ênfase, desde já, na necessidade permanente de uma atitude crítica, a única com a qual o homem poderá apreender os temas e tarefas de sua época e ir se integrando nela. (Paulo Freire, Educação e mudança. p. 64, 2007).

4 Atividades Materiais quaisquer…. Currículo oficial de São Paulo Boas situações de Aprendizagens

5 A FINALIDADE DO CURRÍCULO...

6 O FOCO DO CURRÍCULO...

7 TRABALHO E RESULTADO...

8 A FINALIDADE DO CURRÍCULO... O Real...O Possível... e o Necessário

9 O Gestor de uma escola que aprende para ensinar Ao aprendiz como sujeito de sua aprendizagem corresponde, necessariamente, um professor sujeito de sua prática docente. Telma Weisz Ao professor sujeito de sua prática docente corresponde um gestor sujeito de sua função formadora...

10 LÓGICA NUMA CONCEPÇÃO QUE SE APOIA EXCLUSIVAMENTE EM CONTEÚDOS E ATIVIDADES LÓGICA NUMA CONCEPÇÃO QUE SE APOIA EM PRINCÍPOS DIDÁTICOS DE UMA BOA SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM Enfoque fragmentado, centrado na transmissão de conteúdos prontos. Enfoque globalizador, centrado na resolução de problemas significativos. Conhecimento como acúmulo de fatos e informações isoladas. Conhecimento como instrumento para a compreensão da realidade e possível intervenção nela. O professor é o único informante, com o papel de dar as respostas certas e cobrar sua memorização. O professor intervém no processo de aprendizagem ao criar situações problematizadoras, introduzir novas informações e dar condições para que seus alunos avancem em seus esquemas de compreensão da realidade. O aluno é visto como sujeito dependente, que recebe passivamente o conteúdo transmitido pelo professor. O aluno é visto como sujeito ativo, que usa sua experiência e seu conhecimento para resolver problemas. O conteúdo a ser estudado é visto de forma compartimentada. O conteúdo estudado é visto dentro de um contexto que lhe dá sentido. Adaptação de: Hernandez, Fernando - Transgressão e Mudança na educação: Os Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, Hernandes, Fernando e Ventura, Montserrat - A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, 1998, 5a. Ed.

11 LÓGICA NUMA CONCEPÇÃO QUE SE APOIA EXCLUSIVAMENTE EM CONTEÚDOS E ATIVIDADES LÓGICA NUMA CONCEPÇÃO QUE SE APOIA EM PRINCÍPOS DIDÁTICOS DE UMA BOA SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM Há uma seqüência rígida dos conteúdos das disciplinas, com pouca flexibilidade. A sequenciação (SD) é vista em termos de nível de abordagem e de aprofundamento em relação às possibilidades dos alunos. Baseia-se fundamentalmente em problemas e atividades dos livros didáticos. Baseia-se fundamentalmente em uma análise global da realidade. O tempo e o espaço escolares são organizados de forma rígida e estática. Há flexibilidade no uso do tempo e do espaço escolares. Propõe receitas e modelos prontos, reforçando a repetição e o treino. Propõe atividades abertas, permitindo que os alunos estabeleçam suas próprias estratégias. Adaptação de: Hernandez, Fernando - Transgressão e Mudança na educação: Os Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, Hernandes, Fernando e Ventura, Montserrat - A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, 1998, 5a. Ed.

12 Os currículos não são conteúdos prontos a serem passados aos alunos. São uma construção e seleção de conhecimentos e práticas produzidas em contextos concretos e em dinâmicas sociais.

13 Por que uma atividade é diferente de uma boa situação de aprendizagem? ATIVIDADE Não precisa ser desafiadora para todos Sem preocupação de adequação Pressupõe pré requisito Não exige reflexão BOA SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM Prevê desafios e tomada de decisão Garante circulação de informação Mantém as características socio- culturais do objeto a ser aprendido Favorece a reflexão sobre o conteúdo a ser trabalhado

14 Princípios que determinam uma boa situação de aprendizagem: 1)Os alunos precisam pôr em jogo tudo que sabem e pensam sobre o conteúdo que se quer ensinar; 2) Os alunos têm problemas a resolver e decisões a tomar em função do que se propõem produzir; 3) A organização da tarefa pelo professor garante a máxima circulação de informação possível; 4) O conteúdo trabalhado mantém suas características de objeto sociocultural real, sem se transformar em objeto escolar vazio de significado social

15 Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem Os alunos precisam pôr em jogo tudo que sabem e pensam sobre o conteúdo que se quer ensinar; 1

16 Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem Os alunos têm problemas a resolver e decisões a tomar em função do que se propõem produzir; 2

17 Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem A organização da tarefa pelo professor garante a máxima circulação de informação possível; 3

18 Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem O conteúdo trabalhado mantém suas características De objeto sociocultural real, sem se transformar em objeto escolar vazio de significado social. 4

19 1 ConteúdoFactual Conteúdos - Como se Aprende? Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas FATOS Telefones Datas Comemorativas Nomes MEMÓRIA Exercitar e repetir várias vezes

20 ConteúdoProcedimental Conteúdos - Como se Aprende? Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas PROCEDIMENTOS Dirigir Carro Cozinhar FREQÜÊNCIA Receber ajuda daquele que sabe 2

21 ConteúdoConceitual Conteúdos - Como se Aprende? Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas CONCEITOS Fotossíntese Divisão CONSTRUÇÃO PESSOAL Pensar, comparar, Compreender, estabelecer relações 3

22 ConteúdoAtitudinal Conteúdos - Como se Aprende? Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas ATITUDE Responsabilidade Hábito de Leitura Solidariedade COERÊNCIA Vivenciar situações que representem valores 4

23 MODALIDADES ORGANIZATIVAS Articulação/integração entre as áreas do conhecimento. Organização do tempo pedagógico.

24 MODALIDADES ORGANIZATIVAS ATIVIDADES PERMANENTES 1 Situações didáticas propostas com regularidade, com o objetivo de construir atitudes, criar hábitos, etc.

25 MODALIDADES ORGANIZATIVAS ATIVIDADES PERMANENTES 1 (continuidade) Ex: Você sabia...?, Notícia da Hora, Nossa semana foi assim, No mundo da arte, Roda Literária, Cantando e se encantando, Comunidade, muito prazer, A família também ensina, Descobri na Internet, Leitura em voz alta, etc..

26 SITUAÇÕES INDEPENDENTES (SISTEMATIZAÇÃO) 2 MODALIDADES ORGANIZATIVAS Têm como objetivo principal a sistematização de conhecimentos Ex: Pontuação Escala Cartográfica Algoritmo Técnica de projeção (boxe)

27 MODALIDADES ORGANIZATIVAS PROJETOS 3 Prevê um produto final e planejamento com objetivos claros Contextualizam as atividades: ler, escrever, estudar, pesquisar... Trabalho com diferentes linguagens Finalidade, compartilhada por todos os envolvidos, que se expressa em um produto final.

28 MODALIDADES ORGANIZATIVAS SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS 4 São situações didáticas articuladas, que possuem uma sequência de realização, cujo critério principal são os níveis de dificuldade. Funcionam de forma parecida com os projetos e podem integrá-los, desenvolvem habilidades e competências mas não fornecem, necessariamente, um produto final predeterminado.

29 GESTORES/PROFESSORES COMO CATALISADORES DA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO Promover a aprendizagem cognitiva profunda. Aprender a ensinar por meio de maneiras pelas quais não foram ensinados. Comprometer-se com a aprendizagem profissional contínua. Trabalhar e aprender em equipes de colegas. Tratar os pais como parceiros na aprendizagem. Desenvolver e elaborar a partir da inteligência coletiva. Construir uma capacidade para a mudança e o risco. Estimular a confiança nos processos. HARGREAVES, Andy. 2004, p. 40


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